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Espontânea, estudiosa e companheira: quem é universitária do TO que morreu durante viagem de férias


Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos.
Arquivo Pessoal/Celino Santos
Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos, era estudante de direito e morava em Colinas do Tocantins. A jovem morreu no último fim de semana após um capotamento na rodovia PA-411. Ela estava indo para o Rio Araguaia, em Santana do Araguaia (PA), quando o acidente aconteceu.
A jovem nasceu em Aparecida de Goiânia (GO) e se mudou para o Tocantins com a família em 2016. Laisa fazia graduação em Araguaína e ia terminar o curso em 2027. Segundo o pai, Celino Santos, a filha iria tentar um cargo público federal após a faculdade.
“Ela fazia direito porque queria fazer concurso da Polícia Federal. Ela era uma menina dócil demais, nunca deu trabalho em nada, carinhosa demais”.
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O acidente aconteceu no domingo (21). Segundo a Polícia Militar, a estudante estava acompanhada de outras duas mulheres no carro. O veículo teria perdido o controle ao passar por um buraco e capotou na rodovia, entre as cidades de Nova Barreira e Barreira do Campo, no Pará.
O sepultamento aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (22), em Nova Olinda, cidade onde a família materna de Laisa mora.
O primo Luan Cézar, a descreve como uma pessoa estudiosa e companheira. “Estudiosa. Gente boa demais, não tinha hora ruim para ela. Sempre ajudava todo mundo, companheira, humilde, uma pessoa de bem que não tinha problema com ninguém”.
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Divulgação/Polícia Militar do Pará
Segundo o pai, Celino Santos, a filha tinha aproveitado as férias para visitá-lo no Pará. Ela chegou no estado na quinta-feira (18) e, no domingo, pediu o carro emprestado para ir ao Rio Araguaia. “Ela foi com amigas do posto e, na estrada, ela capotou o carro, só ela que morreu”.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Santana do Araguaia, que investiga as circunstâncias do acidente e busca identificar o condutor do veículo.
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Fonte: G1 Tocantins

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TCE determina suspensão de contrato de R$ 139 milhões para gestão das UPAs de Palmas


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
Uma decisão cautelar do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE/TO) determinou a suspensão imediata do termo de colaboração firmado entre a Secretaria Municipal de Saúde de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba (SCMI) para terceirização das Unidades de Pronto Atendimento de Palmas.
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O contrato prevê o gerenciamento, a operacionalização e a execução de serviços de saúde, com repasses mensais de R$ 11,5 milhões totalizando mais de R$ 139 milhões por ano. O contrato foi feito sem licitação e se tornou alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Civil.
Com a conclusão do inquérito, dez pessoas foram indiciadas por suspeita de fraude no processo de contratação e indiciadas por como peculato-desvio, peculato culposo, corrupção passiva majorada, corrupção ativa majorada, associação criminosa, lavagem de capitais, favorecimento pessoal e falso testemunho
A investigação levou à prisão e exoneração da ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e do ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada como lobista no contrato, também foi presa.
O g1 e a TV Anhanguera pediram posicionamento da Prefeitura de Palmas e da Santa Casa, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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UPA da região sul de Palmas
Raiza Milhomem/Secom Palmas
A decisão do conselheiro relator José Wagner Praxedes baseou-se em indícios de irregularidades apontados pela área técnica, incluindo a ausência de demonstração da vantajosidade econômica da parceria e a falta de compatibilidade dos custos pactuados com os preços de mercado.
Além disso, verificou-se uma inconsistência cronológica na fase preparatória, uma vez que o parecer técnico que analisou o Plano de Trabalho foi assinado em 19 de dezembro de 2025, enquanto o próprio documento analisado só foi finalizado três dias depois, em 22 de dezembro.
Outro ponto determinante para a interrupção do contrato foi o possível impedimento legal da Santa Casa, devido à existência de decisões irrecorríveis do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo envolvendo a entidade.
O tribunal também destacou que a administração municipal ignorou uma recomendação anterior para não iniciar a execução do ajuste até que a documentação fosse analisada pela Corte de Contas.
Prazo para encerramento
Apesar da suspensão, o TCE/TO optou por modular os efeitos da medida, estabelecendo um prazo de 60 dias para que a Prefeitura de Palmas realize a transição e reassuma a gestão direta das UPAs.
Essa decisão visa garantir a continuidade dos serviços essenciais de urgência e emergência, evitando prejuízos diretos à saúde da população durante o processo de reversão do modelo de gestão.
Como parte do procedimento, o tribunal determinou a citação de diversos responsáveis, incluindo a então Secretária Municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o Procurador-Geral do Município, Renato de Oliveira, para que apresentem defesa no prazo de 15 dias úteis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Briner: morte de jovem na cadeia após ser inocentado segue com investigação aberta após quatro anos


Família cobra justiça após três anos da morte de Briner
Quase quatro anos após a morte de Briner de César Bitencourt, o inquérito que apura o caso ainda não foi concluído e ninguém foi responsabilizado. O jovem ficou preso injustamente, foi inocentado pela Justiça, mas morreu dentro do presídio de Palmas antes de receber o alvará de soltura. A família do motoboy reclama da demora na investigação.
Briner morreu aos 22 anos de idade. Ele foi preso em outubro de 2021, acusado de tráfico de drogas e ficou na Casa de Prisão Provisória (CPP) da capital por um ano à espera de julgamento. A Justiça o declarou inocente em 7 de outubro de 2022, mas o alvará só chegou ao presídio no dia 10, horas após a morte.
A Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju) informou que abriu um procedimento administrativo sobre o caso na época e que o processo foi arquivado. Segundo a pasta, não foram encontradas provas de negligência, desassistência ou motivos para responsabilizar servidores (leia a nota na íntegra abaixo).
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A Secretaria de Segurança Pública afirmou que o inquérito está em fase de conclusão, faltando uma última diligência para finalizar e depois ser remetido ao Poder Judiciário. O Ministério Público do Tocantins disse que o caso segue em segredo de justiça e que pediu novas diligências para ajudar a esclarecer o que aconteceu (leia a nota na íntegra abaixo).
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Briner de Cesar Bitencourt, de 23 anos, morreu no dia em que seria liberado do presídio
Arquivo Pessoal
A demora na conclusão do inquérito tem sido questionada pela mãe do jovem, Élida Pereira da Cruz Dutra, que denuncia falta de avanço nas apurações e cobra respostas das autoridades.
“A dor maior é saber que não tá tendo responsabilização, não tem reconhecimento do erro. Pelo contrário, tá tendo descaso, desrespeito e não tem transparência na investigação. Ou seja, a dor maior é a injustiça”, comentou.
Segundo Lívia Machado, advogada da família, a investigação na Delegacia de Homicídios de Palmas está parada há dois anos, sem nenhuma nova atividade.
“Infelizmente a gente não tem um posicionamento do delegado a respeito de qual que é a conclusão, quem são os possíveis responsáveis. Não temos um posicionamento do Ministério Público de uma atuação como fiscal da lei para verificar por que há quase dois anos esse inquérito não tem andamento, o que de fato está acontecendo. Infelizmente, a gente não tem informação alguma”, disse.
Élida afirma que a luta por justiça se tornou o principal motivo para seguir em frente, apesar da dor da perda e da falta de respostas. “Tem sido uma luta de busca por justiça, mas o que eu sinto é desrespeito, falta de transparência e descaso. Eles mataram o meu filho e aos poucos estão matando a minha fé na justiça”, disse.
Briner se comunicava com a família enquanto estava detido injustamente
Reprodução/TV Anhanguera
Relembre o caso
Na época em que o motoboy morreu, uma investigação foi aberta para apurar as condutas dos funcionários do presídio e das equipes da empresa terceirizada de atendimento de saúde.
O jovem relatava problemas de saúde há dois meses. Segundo laudo, Brinner morreu por graves problemas pulmonares e pneumonia, mas a família nunca recebeu informações sobre o estado de saúde dele. Segundo a Seciju, a pasta seguiu protocolo e isso ocorreu “devido ao sigilo médico/paciente, os atendimentos realizados durante à custódia não são informados”.
Depois da repercussão do caso, a pasta informou que criaria uma comissão multidisciplinar para reavaliar os protocolos de comunicação à família. Vídeos internos da unidade mostraram que os detentos bateram nas grades das celas para alertar os policiais penais e servidores que o jovem não estava bem. O socorro só veio quase uma hora depois.
Em abril de 2023, a Seciju arquivou a investigação sobre as circunstâncias da morte do motoboy, já que não identificou nenhum indício de infração disciplinar ou ilícito penal, conforme dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Tocantins.
Socorro a Briner levou pelo menos 30 minutos entre alerta dos detentos e chegada de policiais penais, segundo imagens
Reprodução
Íntegra da nota da Seciju
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informa que, à época do ocorrido, instaurou um procedimento administrativo por meio da Corregedoria para apurar as circunstâncias do atendimento prestado a Brinner Bitencourt durante o período de sua custódia.
Após investigação e análise dos relatórios de assistência à saúde e segurança, o procedimento administrativo foi arquivado. Concluiu-se que os protocolos e procedimentos internos foram realizados pela equipe técnica e pelos policiais penais, não sendo encontradas provas que apontassem para negligência, desassistência ou que levassem à responsabilização de qualquer servidor da pasta.
A Seciju ressalta que permanece à disposição das autoridades competentes, colaborando continuamente com os órgãos do Poder Judiciário para o esclarecimento de quaisquer demandas.
Íntegra da nota do MPTO
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) informa que o inquérito policial que apura as circunstâncias da morte de Briner de César Bitencourt segue em tramitação e sob segredo de justiça.
No âmbito de sua atribuição de controle externo da atividade policial, o MPTO acompanha o caso e, nesta semana, manifestou-se nos autos requerendo a realização de diligências complementares consideradas necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Em razão do segredo de justiça que recai sobre o procedimento, o Ministério Público não pode fornecer detalhes adicionais sobre as medidas requeridas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista que devolveu R$ 131 milhões quase caiu em golpe do falso advogado: ‘Me cobrou dinheiro, eu vi que era fraude’


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
O motorista Antônio Pereira do Nascimento, que ficou conhecido nacionalmente por devolver R$ 131 milhões depositados por engano em sua conta, quase se tornou vítima de criminosos que tentaram se passar por seu advogado. O caso ocorreu enquanto o trabalhador aguarda o desfecho de uma ação judicial contra o banco no Tocantins, iniciada após o episódio da transferência milionária em junho de 2023.
Antônio vive uma rotina simples em Palmas e, desde que devolveu a quantia ao banco, enfrenta processos judiciais, pedindo recompensa e indenização por danos morais. Ele, que possuía apenas R$ 227 antes do equívoco, percebeu a quantia milionária e, de forma voluntária, procurou a instituição financeira para realizar a devolução total do dinheiro.
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Foi se aproveitando dessa exposição e da tramitação do processo que um golpista entrou em contato com o trabalhador, utilizando fotos reais e o número correto da ação para dar veracidade à fraude. A abordagem ocorreu via mensagem de celular, e o golpista insistia que o motorista precisava pagar uma “taxa” para que o dinheiro fosse finalmente liberado em sua conta.
“Quando me cobrou dinheiro, eu vi que era fraude. Disse que tinha saído já [o resultado] lá, mas foi mentira. Pagar taxa? O advogado não cobrou taxa nenhuma minha, nadinha, foi de graça”, relatou.
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Antônio Pereira ficou milionário por sete horas
Reprodução/TV Anhanguera
O motorista conta que o criminoso foi detalhista: utilizou a foto do advogado legítimo de Antônio e até informações de que o processo de danos morais, no valor de R$ 150 mil, já estaria liberado. “Esse foi malandro, pegou foto do advogado, pegou tudinho… a foto da mulher, do homem, e ficou me ligando aí. […] Botou o número do processo, até a foto do processo… tudinho”, relatou.
Antônio contou que atualmente lida com comentários nocivos, por ter sido honesto com o banco. Após devolver o dinheiro e ter ficado com problemas com a instituição, ele ironiza a situação: “Tentou aproveitar né… o cara [ele próprio] já está lascado, aí o malandro quer lascar mais ainda”, brincou Antônio.
Para confirmar a suspeita, ele procurou seu verdadeiro defensor, que confirmou a tentativa de golpe e lhe informou que essa prácica tem se tornado cada vez mais comum.
O golpe do ‘falso advogado’
O golpe sofrido por Antônio é uma modalidade criminosa que tem se tornado comum e utiliza uma estrutura organizada para enganar as vítimas. No Tocantins, uma operação recente da Polícia Civil desarticulou um grupo especializado nesse tipo de fraude, que fazia vítimas em diversos estados.
Geralmente, os criminosos começam com uma fase de preparação, realizando uma triagem em sistemas de processos judiciais públicos para identificar possíveis alvos que aguardam pagamentos.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, os criminosos criam perfis falsos em aplicativos de mensagens, utilizando nomes e fotos de advogados ou escritórios de advocacia legítimos.
Na fase de execução, a SSP informou que os golpistas entram em contato com a vítima se passando pelo profissional contratado. Eles demonstram conhecimento sobre os detalhes do processo para passar confiança e, então, induzem a pessoa a realizar transferências bancárias sob o pretexto de quitar custas judiciais ou taxas de liberação de alvarás.
Veja algumas dicas da SSP para não cair nesse tipo de golpe:
Desconfie de números novos: O seu advogado geralmente fará contato pelo número que você já tem salvo. Se receber mensagens de um perfil desconhecido, mesmo que use a foto do profissional, não forneça dados;
Não pague para receber: Fique atento, pois advogados não solicitam pagamentos de taxas ou custas antecipadas para “liberar” valores de ganhos de causa ou alvarás;
Verifique a conta de destino: Nunca realize depósitos ou transferências para contas de terceiros ou CPFs que não sejam do próprio escritório ou do advogado contratado;
Faça uma dupla checagem: Antes de qualquer transação, ligue para o número oficial do escritório ou vá pessoalmente ao local para confirmar se a solicitação de pagamento é legítima;
Consulte os meios oficiais: Em caso de dúvida, você pode verificar o andamento do seu processo diretamente nos sites dos tribunais ou entrar em contato com a seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de sua região.
Relembre o caso
O episódio que mudou a vida de Antônio Pereira do Nascimento ocorreu em junho de 2023, quando um erro operacional de um banco resultou no depósito de R$ 131.870.227,00 em sua conta corrente.
Apesar da honestidade, Antônio relatou que o “dia de milionário” trouxe consequências negativas. Ele afirma ter sofrido pressão psicológica por parte do gerente para o estorno. Além disso, o banco classificou sua conta como “VIP” devido ao saldo astronômico, o que elevou automaticamente a tarifa bancária de R$ 36 para R$ 70, gerando indignação no trabalhador.
Em julho de 2024, o motorista decidiu acionar a Justiça contra o banco Bradesco. Na ação, a defesa pede o pagamento de 10% do valor devolvido (mais de R$ 13 milhões) como direito de recompensa, fundamentado no Código Civil, além de R$ 150 mil por danos morais devido aos transtornos emocionais e cobranças indevidas sofridas após o episódio.
Atualmente, o processo tramita na 6ª Vara Cível de Palmas e aguarda julgamento. Em março de 2024, a Justiça dispensou a necessidade de ouvir testemunhas, indicando que o caso pode ser decidido de forma antecipada.
O g1 pediu um posicionamento do Banco Bradesco, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Após criança ficar presa em parafuso, prefeitura retira equipamento de academia no Jardim Taquari


Criança fica com o pé preso em equipamento de academia ao ar livre
A Prefeitura de Palmas retirou, na manhã desta segunda-feira (22), o equipamento de academia ao ar livre onde uma criança ficou ferida após ter o pé perfurado por um parafuso no Jardim Taquari. A Prefeitura de Palmas por meio da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana informou que a remoção do aparelho danificado faz parte das medidas tomadas após o acidente e que a previsão é de que uma nova estrutura seja instalada no local ainda nesta semana.
No sábado (20), o Corpo de Bombeiros precisou desmontar parcialmente a estrutura da academia ao ar livre para liberar a criança ferida. Devido à complexidade e para evitar hemorragias, os militares utilizaram ferramentas de corte e mantiveram o fragmento do parafuso no pé da vítima durante o transporte. Após a estabilização, a criança foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul.
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O acidente ocorreu no último sábado (20), em uma praça pública na Avenida TLO 5. Na ocasião, a criança pisou em um parafuso que estava exposto na base de fixação de um dos aparelhos de ginástica. O objeto atravessou a região plantar do pé da vítima, que ficou presa à estrutura metálica fixada no concreto, sendo necessário o acionamento do Corpo de Bombeiros para o resgate.
Em nota enviada nesta segunda, a Zeladoria Urbana ressaltou que a academia do Jardim Taquari havia passado recentemente por uma vistoria técnica devido às comemorações do aniversário do bairro.
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Criança fica com pé preso em parafuso de academia ao ar livre
Reprodução/ Jornal Sou de Palmas
A pasta reforçou que todas as unidades instaladas em praças e parques da capital recebem manutenção permanente e pediu a colaboração da população no uso correto dos bens públicos para garantir a segurança dos frequentadores e aumentar a vida útil dos equipamentos. (Veja a nota na íntegra mais abaixo)
Na data do acidente, a prefeitura já havia anunciado que enviaria uma equipe técnica para realizar uma nova vistoria e providenciar a retirada do aparelho danificado durante o resgate. A gestão municipal mantém a afirmação de que vistorias são periódicas em todos os parques e praças de Palmas.
Nota da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana na íntegra
A Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana de Palmas retirou, na manhã desta segunda-feira, 22, um equipamento danificado da academia localizada em uma praça pública no Jardim Taquari. A previsão é de que um novo equipamento seja instalado ainda nesta semana.
A Zeladoria Urbana ressalta que a academia, localizada na Av. TLO 5, passou recentemente por vistoria técnica em ocasião das comemorações do aniversário do bairro e reforça que todas as unidades instaladas nas praças e parques da Capital recebem manutenção permanente.
A pasta pede que a população seja parceira e use corretamente os bens públicos, desta forma, a vida útil aumentará e os parques, academias e similares oferecerão mais segurança aos frequentadores.
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Fonte: G1 Tocantins

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Moto pega fogo após acidente com picape e jovem de 18 anos morre no TO


Acidente deixou um morto na TO-222
PM/Divulgação
Um acidente de trânsito resultou na morte de um jovem de 18 anos após uma colisão frontal entre uma picape e uma motocicleta. A vítima, identificada como José Vinícius de Araújo Sousa, não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada ainda no local. Com a força do impacto, a motocicleta pegou fogo e ficou completamente carbonizada.
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O acidente aconteceu na noite deste domingo (21), na TO-222, entre Santa Fé do Araguaia e Araguaína. De acordo com o relatório da Polícia Militar, a picape que trafegava no sentido Porto Lemos e a motocicleta seguia em direção a Santa Fé do Araguaia.
O g1 não conseguiu contato com parentes de José Vinícius até a última atualização desta reportagem.
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Dinâmica e relatos de testemunhas
Segundo a polícia, informações colhidas no local indicam que a motocicleta teria invadido a faixa contrária da rodovia. Testemunhas presentes em um estabelecimento comercial no povoado Porto Lemos relataram à PM que a vítima apresentava sinais aparentes de embriaguez.
O condutor da picape permaneceu no local durante todo o atendimento e colaborou com os policiais. A guarnição da PM realizou o isolamento e a preservação da área até a chegada da perícia.
A dinâmica exata do acidente e a conclusão definitiva sobre as causas do sinistro seguem sob investigação da Polícia Civil e da Perícia Oficial.
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) informou que o corpo foi levado para a sede do IML de Araguaína, onde foi submetido a exames de necropsia e, em seguida, liberado aos familiares para velório e sepultamento.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista que devolveu R$ 131 milhões rebate comentários de que deveria ter gastado o dinheiro: ‘Não quero nada dos outros’


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
Três anos após ficar conhecido por devolver um Pix de R$ 131 milhões, o motorista Antônio Pereira do Nascimento, de 59 anos, reafirma que sua integridade vale mais do que qualquer valor. Ele relatou ao g1 que passou a ser hostilizado e foi alvo de comentários maldosos por sua honestidade em não ter gasto o dinheiro.
Pai de quatro filhos e avô de 14 netos, Antônio trabalha como motorista de turismo e vive uma realidade simples. Apesar disso, assim que percebeu que tinha a quantia na sua conta, entrou em contato com o banco para devolver o dinheiro.
Em 2024, ele entrou com pedido na justiça cobrando 10% do valor por ‘direito de recompensa’ e R$ 150 mil de indenização por danos morais. Desde então, ele aguarda uma decisão da Justiça.
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Antonio é correntista do mesmo banco há 25 anos e descreve sua rotina como uma batalha diária. Ele conta que vive com sua consciência tranquila, mas relata que a atitude trouxe frustrações inesperadas. Após a devolução, ele passou a ser alvo questionamentos sobre sua decisão.
“O povo fica enchendo o saco, me pondo na internet, dizendo que eu sou besta demais por não ter pegado o dinheiro. Mas não quero nada dos outros, o dinheiro não era meu, eu não ia gastar”, desabafou o motorista.
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Antônio Pereira do Nascimento
Reprodução
Ele conta que ouviu de diversas pessoas, inclusive dentro do banco, que poderia ter usufruído de ao menos uma parte da quantia sem que isso gerasse consequências imediatas. “Falou: ‘Rapaz, se você pega um milhão não dava em nada. Você podia dizer que ia pagar daqui a 20 anos’”, afirmou Antônio.
A frustração de Antônio aumenta ao ver que sua integridade não foi reconhecida pela instituição financeira. Pelo contrário, ele relata ter sofrido pressão psicológica e até cobranças indevidas após o episódio.
“Eles sabiam que eu devolvi. Podiam falar: ‘Não, rapaz, vamos botar uns 5 mil conto’. Mas não foi nada. Me jogaram no plano VIP e aumentaram minha taxa de R$ 36 para R$ 70 sem eu querer. Eu não tenho dinheiro para ser VIP”, lamentou.
Antônio contou que foi colocado na categoria VIP automaticamente pelo sistema do banco devido ao valor milionário que entrou em sua conta por engano, o que elevou seu “status” financeiro momentaneamente e resultou em um aumento indevido das tarifas bancárias.
O g1 pediu um posicionamento do Banco Bradesco, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Relembre o caso
O episódio ocorreu em junho de 2023, quando um erro operacional de um banco particular resultou na transferência de R$ 131.870.227,00 para a conta de Antônio. O valor permaneceu disponível por cerca de sete horas.
Após a devolução, o caso tomou proporções jurídicas. Atualmente, Antônio move um processo contra a instituição bancária pedindo o direito de recompensa, previsto no Código Civil para quem restitui algo achado, no valor de R$ 13.187.022,00, (10% do total), além da indenização por danos morais.
A defesa alega que o motorista sofreu abalos emocionais, exposição indevida e tratamento ríspido por parte do banco durante o processo de devolução.
O caso segue em tramitação na 6ª Vara Cível de Palmas. Em decisões recentes de 2024, a Justiça dispensou a oitiva de testemunhas, indicando que o processo caminha para um julgamento antecipado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Quem é a tocantinense que viralizou ao revelar que recebia R$ 0,16 por saco de carvão ensacado


Jovem conquista milhões de visualizações ao mostrar rotina com produção de carvão no TO
Jéssika Borges, de 33 anos, natural de Almas, no sudeste do Tocantins, viralizou nas redes sociais após compartilhar um registro simples de sua rotina na zona rural. No vídeo, que ultrapassa 13,7 milhões de visualizações, Jéssika aparece coberta de fuligem enquanto ajuda o pai no ensaque de carvão, revelando que recebia R$ 0,16 centavos por saco produzido.
O contraste entre o trabalho pesado e sua trajetória acadêmica na Europa despertou a curiosidade de milhões de internautas.
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Formação internacional e o retorno às raízes
Antes de se tornar viral, Jéssika construiu uma vida em Portugal, onde morou por 14 anos. Lá, ela concluiu duas graduações: Relações Internacionais e Ciências Policiais. No entanto, a decisão de retornar ao Tocantins surgiu após diagnósticos de lúpus eritematoso sistêmico (LES) e fibromialgia.
Diante da incerteza sobre sua saúde, ela decidiu que a prioridade seria estar perto da família, composta por cinco irmãos e seus pais.
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Após enfrentar o luto e o diagnóstico de lúpus, tocantinense transformou trabalho braçal em recomeço
Reprodução/Instagram de Jéssika Borges
Superação através do luto e do trabalho braçal
O retorno ao Brasil foi marcado por mais um desafio devastador: a perda do noivo, Nikolas, em um acidente de carro ocorrido apenas dois dias após ele realizar o sonho de comprar um veículo novo.
Para enfrentar o luto e evitar a depressão, Jéssika passou a acompanhar o pai, Narcizo Marcos, em suas atividades diárias como autônomo. Foi nesse contexto que ela gravou o vídeo ensacando carvão, inicialmente como uma brincadeira para seus então 3 mil seguidores, sem imaginar a repercussão que o conteúdo alcançaria.
Rotina atual e impacto nas redes sociais
Mesmo com a fama repentina e a conquista de mais de 130 mil novos seguidores, a rotina de Jéssika permanece focada no trabalho e na família. Atualmente, ela concilia um emprego na área administrativa de uma empresa durante o dia com o auxílio nas atividades rurais e na borracharia da família no período da tarde.
Para ela, o vídeo não foi apenas um registro de trabalho, mas o símbolo de um recomeço. “A vida continua. Se não nos apegarmos às coisas importantes que ficam, ficamos paralisados pela dificuldade”, afirmou a tocantinense, que hoje celebra a remissão de suas condições de saúde e as novas oportunidades trazidas pela visibilidade digital.

Fonte: G1 Tocantins

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Lobista em contrato de R$ 139 milhões das UPAs fugiu minutos antes da chegada da polícia, diz relatório


Empresária suspeita de fraude se apresenta à polícia
A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva deixou a própria casa 14 minutos antes da chegada da Polícia Civil, durante a Operação Falsa Emergência, que tinha como objetivo cumprir mandado de prisão contra ela. O comportamento foi considerado suspeito, conforme afirma o relatório policial.
Cláudia é suspeita de envolvimento na suposta fraude no contrato de R$ 139 milhões para terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. Ela teve a prisão decretada no dia 10 de junho, mas não foi encontrada pelos agentes e teve o cartaz de procurado divulgado pela Polícia Civil. Após cinco dias, a empresária se apresentou no Fórum de Palmas acompanhada de um advogado e segue presa.
Com a conclusão do inquérito sobre a terceirização das UPAs, Cláudia foi indiciada por corrupção ativa, peculato-desvio, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os autos foram encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO), que irão analisar as medidas cabíveis.
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A defesa de Cláudia afirmou que o relatório da Polícia Civil apresenta conclusões que não correspondem à realidade e classificou o documento como inadequado. Segundo o advogado, o relatório tem caráter apenas informativo e não encerra a análise dos fatos pelas autoridades responsáveis (leia a íntegra da nota abaixo).
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Empresária Cláudia Fernanda se apresentou à polícia
Reprodução/TV Anhanguera
Fuga e apoio de conhecida
De acordo com o relatório da Polícia Civil, após sair da residência, Cláudia seguiu até a casa de uma conhecida, onde permaneceu por várias horas. No local, ela escondeu o veículo que utilizava e permaneceu no endereço mesmo após o início da operação policial e repercussão do caso na mídia.
As investigações mostram que ela ficou na casa durante toda a manhã do dia 10 de junho. Segundo o relatório, ela deixou o imóvel por volta das 12h40 em um carro diferente daquele que utilizou para chegar. A mudança de veículo, conforme a polícia, dificultou o rastreamento e as tentativas de localização.
O documento afirma que, ao sair do imóvel, Cláudia seguiu “em rumo ignorado”, o que impediu o cumprimento do mandado de prisão naquele momento. Segundo a Polícia Civil, a empresária contou com apoio para permanecer fora do alcance das autoridades e dificultar o cumprimento da ordem judicial.
Empresária apontada como lobista
O relatório também aponta que Cláudia não é considerada uma figura ocasional na investigação. A empresária é apontada como intermediadora de interesses ligados ao setor de saúde pública e tinha presença frequente na Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, participando de reuniões e mantendo contato com servidores envolvidos no processo investigado.
Segundo os investigadores, essa atuação inclui relação com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, contratada pelo município, e proximidade com agentes públicos que atuaram na formalização da parceria, entre eles o ex-superintendente de Atenção à Saúde Andreis Vicente da Costa.
A defesa de Andreis disse que ele foi indiciado sem ter sido ouvido em nenhuma fase do procedimento, incluindo após a busca e apreensão e no momento da prisão, e não teve oportunidade de apresentar sua versão dos fatos. O advogado afirmou que confia na Justiça e declarou que, se for colocado em liberdade, Andreis pretende prestar esclarecimentos ao Ministério Público e ao Judiciário (leia a íntegra da nota abaixo).
Carro de luxo alugado
Um dos pontos centrais da investigação é a relação da empresária com o então superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa. O Ministério Público indicou que Cláudia alugou um carro de luxo (BMW/X1 S20I M SPORT, ano fab/mod 2025/2026) um dia antes da assinatura da Justificativa de Dispensa de Chamamento Público, documento que dispensou procedimento licitatório.
O veículo supostamente foi entregue ao superintendente da Semus, responsável por montar o processo de contratação. Para os investigadores, o uso do veículo pode indicar vantagem indevida disfarçada, pois o custo é considerado incompatível com a renda do servidor.
A BMW, segundo a polícia, era utilizada constantemente pelo superintendente. O veículo foi locado a um custo global de R$ 228.576,00 por dois anos, equivalente a R$ 9.524,00/mês.
Ainda conforme os autos, o superintendente usava o carro com frequência, mantinha proximidade com a empresária e frequentava o endereço dela. Relatórios também apontam que os dois viajaram para o estado de São Paulo durante o andamento das investigações. A defesa de Andreis nega vantagem indevida e diz que ele tinha um relacionamento pessoal com Cláudia.
Íntegra da defesa de Cláudia Fernanda Cândido
Ainda que o relatório da autoridade polícia seja uma peça meramente informativa que põe fim a investigação, tal como posto, é totalmente despropositado e absolutamente dissonante com a realidade. Aliás, esperamos que assim seja considerado pelo Ministério Público e pelo Judiciário.
Quanto às prisões, considerando que o fundamento do decreto “era” a possibilidade de intervenção na investigação, diante de sua conclusão, espera- se que sejam imediatamente revogadas tal como pedido pela defesa.
Irregularidades na investigação sobram. No entanto, serão discutidas no momento processualmente adequado.
Íntegra da nota da defesa de Andreis Vicente
A defesa de ANDREIS VICENTE DA COSTA informa que aguarda apreciação do pedido de revogação da prisão preventiva. Referido pedido foi formulado no dia 15.06.2026. A defesa também aguarda acesso a diversos documentos que ainda estão sob sigilo – em que pese a conclusão das investigações.
Foi apresentado relatório final no inquérito, com indiciamento de ANDREIS, sem que ele nunca tenha sido ouvido! Não foi ouvido quando sofreu busca e apreensão. Não foi chamado para dar explicações após essa fase. Não foi ouvido quando de sua prisão.
Ou seja, ANDREIS foi preso e indiciado em uma investigação sem nunca ter tido a oportunidade de dar qualquer explicação sobre os fatos imputados a ele.
A defesa reafirma o respeito pelas instituições, acredita na Justiça e aguarda com serenidade a apreciação do pedido de revogação da prisão preventiva de ANDREIS.
Tão logo esteja em liberdade ele apresentará à Justiça e ao Ministério Público os esclarecimentos que não teve oportunidade de prestar na investigação.
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Fonte: G1 Tocantins

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Universitária do TO morre após carro capotar em rodovia e comove internautas: ‘Era uma menina doce’, diz pai


Laisa Cristina estava na reta final do curso de Direito
Arquivo Pessoal/Celino Santos
A morte da universitária Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos, vítima de um capotamento na rodovia PA-411, neste domingo (21), causou comoção entre internautas. Segundo a família, a jovem estava em um carro que capotou a caminho do Rio Araguaia, em Santana do Araguaia (PA). A jovem morava em Colinas e estudava em Araguaína, região norte do Tocantins.
“Quando tinha uma semana de férias ela ia me visitar [no Pará]. Ela chegou na quinta-feira à noite, no domingo ela falou ‘pai, queria ir lá no rio, me dá o carro?’. Eu respondi: ‘pode ir, filha’. Ela foi com amigas do posto e na estrada ela capotou o carro, só ela que morreu”, relatou o pai, Celino Santos Lacerda.
A Polícia Militar informou que Laisa estava acompanhada de outras duas mulheres no veículo. O carro teria ficado sem controle ao passar por um buraco, e acabou capotando na margem da rodovia PA-411 entre Nova Barreira e Barreira do Campo.
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O pai conta que Laisa cursava Direito em Araguaína, mas morava em Colinas do Tocantins. A universitária estava na fase final dos estudos para garantir, em 2027, o diploma de graduação.
“Era uma menina doce demais, nunca deu trabalho em nada, era carinhosa demais. Uma filha obediente, tudo que ela ia fazer me procurava. Não fazia nada antes de falar comigo”, finalizou o pai.
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Peculato, corrupção e fuga: o que diz o relatório final da Polícia Civil sobre a ex-secretária e assessores da Saúde de Palmas
Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos.
Arquivo Pessoal/Celino Santos
O caso foi compartilhado nas redes sociais e internautas lamentaram a partida de Laisa. “Nos conhecemos na escola, ela era alegre e uma menina muito espontânea. Tinha amor e admiração pela nossa amizade”, disse a amiga Kárita Brito.
O primo Luan Cézar afirma que considerava a Laisa como uma irmã. “Estudiosa, não tinha hora ruim para ela, sempre ajudava todo mundo, companheira, humilde. Se foi, e levou um pedaço de mim”, afirmou.
A Polícia Civil do Pará foi acionada para realizar o levantamento pericial e deve investigar as causas do acidente.
Veículo capotou às margens de rodovia
Divulgação/Polícia Militar do Pará
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Fonte: G1 Tocantins