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Saiba quem é a influenciadora alvo de operação por suspeita de movimentar R$ 20 milhões com jogos de azar


Operação policial combate exploração de jogos ilegais de azar
Com quase 19 mil seguidores no Instagram, Luiza Cabral Dias misturava mensagens de fé e conselhos com a divulgação de sorteios e plataformas de apostas que, segundo a investigação, movimentaram mais de R$ 20 milhões em um ano. A influenciadora digital é alvo central da primeira etapa da Operação Tigre de Areia, da Polícia Civil do Tocantins. A ação busca acabar com um suposto esquema de exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro em Palmas.
Segundo a decisão que autorizou ordens de busca e apreensão, entre outras medidas, em apenas um ano, o grupo movimentou mais de R$ 20 milhões. A polícia apreendeu três veículos e bloqueou três casas e sete lotes. A Justiça também suspendeu os perfis nas redes sociais usados para promover apostas e sorteios ilegais.
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A equipe de Lara Luiza Cabral foi procurada para comentar as investigações, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. O g1 não conseguiu contato com a mãe da investigada, que também é investigada e teria movimentado R$ 9 milhões.
Até meados de 2023, o perfil de Lara era focado em seu trabalho no ramo da estética. Após esse período, o conteúdo mudou, e a influenciadora passou a publicar viagens por destinos turísticos no Brasil, realizar sorteios e promover empresas.
Entre as publicações, destacam-se mensagens religiosas e de incentivo, como: “Deus nunca perdeu o controle da sua vida. O que hoje parece atraso, amanhã será testemunho”.
Em janeiro de 2025, Lara inaugurou a Cabral Construtora. Nas redes sociais da empresa que leva o sobrenome da influenciadora, ela aparecia com uniforme, soltando a faixa de inauguração ao lado do marido e da irmã. Para a Justiça, empresas ligadas ao grupo funcionavam como mecanismos para ocultar o dinheiro ilícito. Os perfis da construtora e de outros investigados tiveram o bloqueio solicitado pela Justiça.
O g1 tentou contato com a Cabral Construtora para obter um posicionamento sobre a investigação e o bloqueio das contas, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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O bloqueio das redes sociais foi determinado pelo juiz Milton Lamenha de Siqueira, que considerou as plataformas o “coração” da prática criminosa.
A investigação aponta que o esquema era familiar. A mãe de Lara, Valquira Cabral de Sousa, foi alvo de busca e apreensão. Embora declarasse ocupação de faxineira e renda de R$ 3 mil, ela movimentou R$ 9 milhões sozinha. A polícia acredita que as contas da mãe eram usadas como “contas de passagem” para pulverizar o dinheiro.
Influenciadora é suspeita de movimentar R$ 20 milhões com jogos ilegais
Reprodução/Instagram de Lara Luiza
A irmã de Lara, com 3,8 mil seguidores, compartilhava momentos de lazer e aparecia uniformizada nas publicações da construtora. De acordo com as decisões judiciais, o grupo utilizava o método de “smurfing” (fracionar grandes quantias em pequenos depósitos para não chamar a atenção dos órgãos de controle).
Além disso, a decisão revela que os investigados compartilhavam aparelhos eletrônicos entre si para realizar as transferências e pulverizar o dinheiro por meio de bancos digitais e fintechs, o que agilizava a distribuição dos valores.
O que diz a investigação
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a estrutura era organizada para a exploração de loterias não autorizadas e lavagem de dinheiro, inclusive com transferências para instituições religiosas.
A Polícia Civil ainda investiga se os valores transferidos pelo grupo eram dízimos reais ou parte do esquema de lavagem de dinheiro. “Vamos aprofundar as investigações para saber se a instituição beneficiou pessoas do grupo de alguma forma”, ressaltou o delegado responsável pelo caso, Wanderson Chaves de Queiroz.
A Justiça negou o pedido de prisão preventiva das investigadas, optando por medidas cautelares alternativas, como a suspensão das redes sociais e o sequestro judicial de bens (três casas, sete lotes e três veículos). O magistrado também autorizou a quebra do sigilo de dados das mulheres, permitindo acesso a informações armazenadas em nuvens e celulares.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caminhonete em alta velocidade invade canteiro, arranca árvores e poste de energia; VÍDEO


Caminhonete derruba árvores e poste após motorista subir em canteiro no interior do TO
Uma caminhonete invadiu o canteiro central, arrancou três árvores e derrubou um poste de iluminação pública na madrugada desta quinta-feira (14), em Paraíso do Tocantins. Câmeras de segurança registraram o momento do impacto na Avenida Bernardo Sayão.
Segundo a Polícia Militar, o caso foi registrado como sinistro de trânsito com dano ao patrimônio público e embriaguez ao volante.
No vídeo, é possível ver a avenida vazia, por volta das 4h30, no momento em que a caminhonete surge em alta velocidade. Após passar por um cruzamento, o condutor perdeu o controle, subiu no canteiro central e atingiu o poste e as árvores.
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Com a força da batida, peças do veículo se espalharam pela via. De acordo com a Polícia Militar (PMTO), o motorista, de 45 anos, tinha sinais visíveis de embriaguez, falava frases sem sentido e estava agressivo. Ele admitiu aos militares que bebeu antes de dirigir.
O motorista não teve o nome divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Veículo surge em alta velocidade e atinge em cheio poste e arborização
Divulgação/PM-TO
Com o impacto, o homem feriu a cabeça. Ele foi socorrido pelos bombeiros e levado para o Hospital Regional de Paraíso do Tocantins.
A PM realizou os procedimentos administrativos, como multas, e encaminhou o boletim de ocorrência para a Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação dos crimes de trânsito e dos danos ao patrimônio público.
A perícia esteve no local para coletar informações que vão ajudar na investigação, e a caminhonete foi levada para um pátio credenciado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe e filha investigadas por jogos de azar são suspeitas de usar igrejas para movimentar dinheiro, aponta decisão


Operação policial combate exploração de jogos ilegais de azar
As investigações da Operação Tigre de Areia revelaram como um grupo suspeito de explorar jogos de azar ilegais supostamente lavava dinheiro para ocultar patrimônio em Palmas. Segundo a Polícia Civil, a influenciadora Lara Luiza Cabral e a mãe dela usavam contas de parentes e até igrejas para circular dinheiro, por meio de transferências fracionadas.
Segundo a decisão, em apenas um ano, o grupo movimentou mais de R$ 20 milhões. Durante a operação, a polícia apreendeu três veículos e bloqueou três casas e sete lotes. A Justiça também suspendeu os perfis nas redes sociais usados para promover apostas e sorteios ilegais.
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A equipe de Lara Luiza Cabral foi procurada para comentar as investigações, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. O g1 não conseguiu contato com a mãe da investigada.
O delegado-chefe da 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª Deic), Wanderson Chaves de Queiroz, explicou ao g1 que usar instituições religiosas é uma tática comum em crimes financeiros.
“O dinheiro do crime entra como doação de oferta ou de dízimos e sai um dinheiro limpo como da entidade religiosa. Um pastor, por exemplo, com esse dinheiro poderia comprar imóveis para a igreja, carros, fazer investimentos e outros negócios para beneficiar a pessoa que inicialmente injetou o dinheiro ilícito”, detalhou o delegado.
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Divulgação/SSP
Imunidade tributária e o crime
A polícia ainda apura se as transferências para as igrejas eram dízimos reais ou parte do esquema. “Há transferência de valores para uma igreja […] Nós vamos aprofundar as investigações para saber se a instituição beneficiou pessoas do grupo de alguma forma”, ressaltou Queiroz.
O contador Thiago Schüler explica que as igrejas atraem o crime organizado por causa da imunidade tributária. Como elas não precisam identificar quem doou o dízimo ou ofertas em dinheiro, fica mais fácil esconder a origem dos valores. “A origem não é identificável e nem se paga imposto sobre as doações. É onde o crime tenta entrar para não ser percebido”, afirma.
Schüler ressalta que receber o dinheiro não é crime por si só. A lavagem de dinheiro só acontece se o recurso voltar para o criminoso. “A lavagem tem que ir e voltar. A igreja teria que aplicar o recurso em algo do interesse do doador, como a compra de um imóvel ou investimentos para beneficiar o grupo”, detalha.
O foco da polícia deve ser a saída do dinheiro da igreja. Enquanto a doação pode ser disfarçada, o uso desse capital exige documentos. “A ida é difícil de pegar, mas a vinda não. Quando a igreja aplica o recurso, ela tem que documentar e é aí que a polícia fecha o cerco”, conclui.
Incompatibilidade de renda
A investigação da Polícia Civil (PC) começou após notar que o luxo ostentado pelas suspeitas não combinava com o que elas declaravam ganhar. A influenciadora dizia receber menos de R$ 4 mil por mês. Já a mãe, que declarou ser faxineira com renda de R$ 3 mil, movimentou sozinha R$ 9 milhões no período.
A polícia sabia que o grupo era organizado para explorar apostas online e loterias ilegais. Segundo a investigação, além das igrejas, os investigados usavam empresas de fachada e contas de “laranjas” (terceiros) para espalhar o dinheiro.
A Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados das duas mulheres. Com isso, os investigadores poderão acessar informações em celulares, computadores e na nuvem. Mãe e filha respondem por jogos de azar, loterias ilegais, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
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Fonte: G1 Tocantins

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PF investiga criminosos que usaram os Correios para envio de drogas no Tocantins


Polícia investiga envio de ilícitos pelos Correios
Um grupo criminoso é suspeito de usar a estrutura dos Correios para o envio de objetos ilícitos e tráfico de drogas interestadual. Os suspeitos foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (14) em Guaraí, na região central do estado. A ação corresponde à terceira fase da Operação Via Oculta.
Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual do Tocantins e cumpridos pela Polícia Federal.
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Os suspeitos são investigados por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. Os nomes não foram informados e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
As investigações apontam que o grupo utilizava encomendas postais para remessa de drogas provenientes de outros estados da federação. Segundo a PF, nesta fase, as investigações buscaram identificar outros envolvidos, fornecedores e eventuais ramificações do grupo.
A superintendência dos Correios foi procurada, mas não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
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Prédio da Polícia Federal em Palmas
Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins
Investigação levou a duas prisões
Durante as três fases da Operação Via Oculta, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. Duas pessoas foram presas em flagrante. Também houve apreensão de drogas, anabolizantes, medicamentos proscritos e aparelhos celulares.
Os indiciados poderão responder por tráfico de drogas e outros crimes associados, cujas penas podem ultrapassar 15 anos de reclusão e multa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Padre do TO chama atenção nas redes sociais pelo bom-humor e danças divertidas


Padre no TO chama atenção nas redes pelo jeito bem-humorado e pelas danças divertidas
Conhecido entre os fiéis como “padre bonitão”, o sacerdote Aderso Alves dos Santos soma mais de 34 mil seguidores nas redes sociais e chama atenção pelos vídeos descontraídos e danças compartilhados na internet. Apesar do tom leve das publicações, ele afirma que vive uma rotina marcada pelo acolhimento de pacientes em hospitais e pelo trabalho social.
Padre Aderso Alves dos Santos atua como sacerdote da Arquidiocese de Palmas e é presidente e fundador do Instituto Quemdiria, organização social que distribui cestas básicas e verduras para famílias em situação de vulnerabilidade.
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Nos vídeos publicados nas redes sociais, o padre costuma aparecer dançando, brincando com os seguidores e iniciando as gravações com a frase “maravilha, maravilha”, que virou marca registrada do perfil.
Segundo ele, o jeito descontraído ajuda a aproximar as pessoas da igreja. “Se o padre tá dançando comigo, eu posso estar rezando com ele na igreja”, afirmou em entrevista ao g1.
Dança começou antes do sacerdócio
Padre Aderso contou que a relação com a dança vem da família e começou antes mesmo da vida religiosa. Segundo ele, chegou a atuar como professor de dança. O sacerdote também afirmou que usa as redes sociais como uma forma de interação com os fiéis e de acolhimento.
“As pessoas olham pra gente não como um artista, não como um bagunceiro, mas como um ser humano. Antes de ser padre eu sou ser humano, sou homem, sou filho de um homem e de uma mulher”, disse.
Para ele, o bom humor também facilita o contato com pessoas que muitas vezes estavam afastadas da igreja.
“A pessoa pensa: ‘o padre brinca, o padre também é do forró, por que não ele ser meu amigo? Por que não eu ir para a igreja que ele celebra a missa?’”, afirmou.
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Rotina envolve hospitais e acompanhamento de pacientes
Apesar da imagem divertida nas redes sociais, o padre afirmou que a rotina é marcada por situações difíceis. Atualmente, além das atividades religiosas, ele atua como capelão hospitalar em Palmas.
Segundo o sacerdote, parte do trabalho é acompanhar pacientes em estado grave, principalmente pessoas com câncer em fase terminal.
“Às vezes chega a morrer na minha mão alguns pacientes, porque estão esperando somente um perdão, um abraço, pra deixar esse mundo”, contou.
Ele disse que a dança e o humor funcionam como uma forma de equilíbrio diante da rotina pesada. “A dança vem como ferramenta pra que a vida se torne mais leve”, afirmou.
Aderso Alves atua como vigário da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
Divulgação/Redes sociais
Arquidiocese diz acompanhar atuação do padre
Em nota, a Arquidiocese de Palmas afirmou reconhecer as redes sociais como espaços legítimos de evangelização e destacou que a comunicação deve favorecer o encontro e a vivência da fé.
Ao comentar a atuação de padre Aderso, a instituição informou que o sacerdote já foi orientado em algumas ocasiões sobre a forma como conduz o ministério nas redes sociais.
Segundo a Arquidiocese, o padre “às vezes excede” o ordenamento jurídico-canônico da Igreja por influência de seguidores e admiradores. A instituição afirmou ainda que acompanha e monitora a situação para que não haja desrespeito à ética e à sensibilidade dos fiéis.
Veja a íntegra da nota da Arquidiocese de Palmas
“A Arquidiocese de Palmas compreende que a comunicação é parte importante da missão evangelizadora da Igreja e reconhece as redes sociais como espaços legítimos de presença, diálogo e anúncio do Evangelho nos tempos atuais. A Igreja também reconhece e é a favor da liberdade de expressão.
Ao longo dos anos, temos refletidos sobre a importância de uma comunicação que aproxime as pessoas, favoreça o encontro e contribua para a vivência da fé. Como recorda o Papa Leão XIV em sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações, a comunicação deve ser instrumento de proximidade, escuta e esperança.
No entanto, com relação ao sacerdote, o Padre Aderso Alves dos Santos, sacerdote incardinado na Arquidiocese de Palmas, citado na reportagem, que atualmente exerce o ministério como vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Mercês, além de atuar na assistência religiosa às famílias por meio da Capelania Hospitalar, afirmamos o quanto segue:
A Arquidiocese de Palmas reafirma seu compromisso com uma comunicação evangelizadora, pautada pelos valores do Evangelho, pela responsabilidade pastoral e pelo respeito à missão da Igreja. Qualquer sacerdote deve se enquadrar no ordenamento jurídico-canônico da Igreja.
O padre Aderso, às vezes, já foi questionado, orientado e por vezes até proibido de exceder na sua forma de ser e de viver seu sacerdócio. Infelizmente, por conta sua, e também influenciado, instigado por um grupo de seguidores e admiradores, às vezes, excede este nosso ordenamento jurídico-canônico. Estamos atentos e monitorando esta sua atitude. Esperamos que não fira a ética e a sensibilidade do nosso povo.”
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Edson Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Mãe suspeita de movimentar mais de R$ 20 milhões com jogos de azar se declarava faxineira, diz polícia


Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão na Operação Tigre de Areia
Divulgação/DICOM SSPTO
A Polícia Civil identificou que a mãe, suspeita de movimentar, junto com a filha, mais de R$ 20 milhões utilizando jogos de azar em Palmas, declarava ser faxineira e ter renda de pouco mais de R$ 3 mil. Segundo a Operação Tigre de Areia, a mulher movimentou R$ 9 milhões do valor total, apenas em seu nome.
Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a operação na manhã desta quinta-feira (14), em Palmas. A ação foca no combate à exploração de jogos ilegais de azar em plataformas digitais. A filha, que é influenciadora digital, é a principal investigada e declarava renda mensal de menos de R$ 4 mil.
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Os nomes das suspeitas não foram divulgados, por isso o g1 não localizou suas defesas.
Segundo a polícia, as investigações tiveram início após ser identificada a existência de uma estrutura organizada voltada à divulgação e exploração de plataformas ilegais de apostas online, além da promoção de sorteios sem autorização legal.
A decisão judicial expedida pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas autorizou a suspensão de perfis em redes sociais, supostamente utilizados para a exploração ilegal de jogos de azar. Três casas e sete lotes em diferentes regiões, além de três veículos, foram apreendidos.
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Homem é condenado a 20 anos de prisão por matar empresário durante tentativa de roubo em loja
Vídeos em alta no g1
A polícia informou que houve indícios de utilização de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e familiares e, até mesmo, a pulverização de valores por meio de transferências fracionadas, inclusive para instituições religiosas, mecanismo muitas vezes utilizado para dificultar o rastreamento do dinheiro.
A Justiça autorizou ainda a quebra de sigilo telemático dos investigados, permitindo o acesso a dados armazenados na nuvem ou em dispositivos eletrônicos.
As duas mulheres são investigadas pela prática de exploração ilegal de jogos de azar, promoção de loterias não autorizadas, associação criminosa e lavagem de dinheiro, segundo a Polícia Civil.
As investigações seguem em andamento pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas).
Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é condenado a 20 anos de prisão por matar empresário durante tentativa de roubo em loja


Homem é condenado a 20 anos de prisão por homicídio em Taquaralto, na capital
O réu Fábio Júnior Oliveira Neres, de 36 anos, foi condenado a 20 anos de prisão pela morte de Abnael Paes de Mendonça Júnior, de 41 anos. O crime aconteceu em uma loja na região sul da capital. A decisão foi proferida pela 2ª Vara Criminal de Palmas.
O crime aconteceu na madrugada do dia 17 de dezembro de 2025, na Avenida Tocantins, em Taquaralto. De acordo com as investigações, Abnael Paes dormia na própria loja quando foi surpreendido pelo condenado, que entrou no local. Ao tentar impedir o roubo na loja, o empresário foi assassinado com uma facada. A vítima chegou a se arrastar até a frente da loja após reagir ao assalto, lutar com o autor do crime e morrer na calçada.
A defesa do condenado é feita pela Defensoria Pública. O g1 pediu um posicionamento, mas até a última atualização não havia se manifestado.
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Vídeos de câmeras de monitoramento da loja registraram toda a ação na madrugada. O invasor fugiu do local em uma bicicleta e foi preso poucas horas depois do crime pela Polícia Militar (PM). Segundo a PM, o homem possui antecedentes criminais por furto. Somente em 2025, ele foi preso cinco vezes.
A Justiça levou em consideração as filmagens das câmeras de segurança e a confissão do réu, que disse ter se utilizado da faca existente no estabelecimento para golpear a vítima, e concluiu que o primeiro golpe foi desferido pelo condenado.
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Crime aconteceu na Avenida Tocantins, em Taquaralto
Matheus Dias/TV Anhanguera
Além da pena de 20 anos inicialmente em regime fechado, o homem foi condenado ao pagamento de 10 dias-multa. O réu não poderá responder em liberdade e permanece preso preventivamente, já que o caso ainda cabe recurso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação contra exploração de jogos ilegais cumpre mandados de busca e apreensão em Palmas


Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
A Polícia Civil do Tocantins realiza na manhã desta quinta-feira (14) a Operação Tigre de Areia, contra a exploração de jogos ilegais em plataformas digitais. Os alvos são influenciadores digitais de Palmas.
Conforme as primeiras informações da polícia, as equipes cumprem seis mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares.
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**Reportagem em atualização.
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Fonte: G1 Tocantins

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Monitoramento percorre 750 km e identifica 19 ariranhas em parque no Tocantins


Animais foram avistados em grupos e de forma solitária no Parque Estadual do Cantão
Divulgação/Naturatins
Um monitoramento realizado pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) identificou 19 ariranhas no Parque Estadual do Cantão (PEC), na região oeste do estado. A ação faz parte do programa Pró-Ariranha, que acompanha a espécie ameaçada de extinção para planejar ações de conservação e manejo.
Os animais foram avistados em quatro grupos diferentes, além de três indivíduos que circulavam sozinhos. A expedição durou oito dias e percorreu cerca de 750 quilômetros por rios e lagos da região centro-sul do parque, nos municípios de Pium (TO) e Santana do Araguaia (PA). A ação foi finalizada na última segunda-feira (11).
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Situado a cerca de 260 km de Palmas, o Parque Estadual do Cantão abrange os municípios de Caseara, Pium e Araguacema. Para encontrar os animais, as equipes realizaram deslocamentos por terra e pela água, pelos rios Javaés, Javaezinho e Araguaia. O trabalho incluiu:
Observação direta em margens e barrancos;
Busca por rastros e sons (vocalizações);
Identificação de tocas e “latrinas” (locais usados para demarcação de território);
Instalação de armadilhas fotográficas e de vídeo.
Sete câmeras foram instaladas em locais estratégicos para dar continuidade ao monitoramento automático nos próximos meses.
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A inspetora de Recursos Naturais do Naturatins, Aline Vilarinho, explicou que o resultado foi surpreendente para esta época do ano. No período de cheia, os avistamentos são mais difíceis porque o território das ariranhas pode ficar até 27 vezes maior do que na seca, já que elas acompanham a migração dos peixes pelos mais de 800 lagos do parque.
“Esta foi a primeira campanha em que registramos resultados tão positivos de avistamento, além de diversos indícios recentes da presença da espécie, em comparação aos últimos três anos”, destacou a inspetora.
Os dados coletados ainda passam por análise detalhada. A bióloga Samara Almeida, coordenadora do programa, acredita que novos indivíduos serão adicionados ao catálogo anual da espécie no Tocantins.
O Naturatins informou que realizará atividades educativas em 27 de maio, data em que se celebra o Dia Mundial das Lontras. Depois, as equipes retornarão ao Cantão para recolher as imagens das câmeras instaladas e atualizar o banco de dados do programa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Senai oferece mais de mil vagas em cursos técnicos com bolsas de estudo no Tocantins


São 650 bolsas disponíveis para unidades de Araguaína, Gurupi, Palmas, Taquaralto, Colinas e Xambioá
Divulgação/Senai
Para quem busca novos conhecimentos, já pode se inscrever nas oportunidades divulgadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). São 1.160 vagas em cursos técnicos, destas 650 contam com bolsas de estudo. As oportunidades foram divulgadas nesta semana.
Segundo o Senai, o intuito desses novos cursos é suprir a demanda da indústria estadual por mão de obra especializada. Estudos do Mapa do Trabalho Industrial indicam que o estado precisará de 65 mil novos profissionais qualificados até 2027. Os cursos contemplam setores estratégicos como tecnologia da informação, mecânica, eletrônica e logística.
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As aulas serão ministradas em unidades fixas e postos instalados pelo Senai em diferentes regiões do estado. Os candidatos podem escolher entre os turnos matutino, vespertino e noturno, além de modalidades semipresenciais.
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Quem pode e como se candidatar?
Para ocupar uma das vagas, é necessário ter concluído o ensino médio ou estar matriculado e cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio.
As aulas estão programadas para começar no dia 3 de agosto de 2026, e o período de matrículas segue aberto até o dia 12 de junho de 2026. O processo pode ser realizado de duas formas:
Pela internet: Através da plataforma futuro.digital;
Pelo celular: Através do WhatsApp (63) 3229-5770.
Vagas e cursos por cidade
Palmas: Cibersegurança, Manutenção Automotiva, Eletrotécnica (matutino e noturno), Desenvolvimento de Sistemas, Química e Mecatrônica (Centro). Manutenção e Suporte em Informática, Refrigeração e Climatização, e Eletrotécnica (Taquaralto).
Araguaína: Segurança do Trabalho, Edificações, Planejamento e Controle da Produção, Manutenção Automotiva, Informática para Internet, Eletrotécnica, Química e Refrigeração (Cursos Presenciais). Automação Industrial, Segurança do Trabalho, Administração, Eletromecânica, Eletrotécnica, Logística, Química, Redes de Computadores e Meio Ambiente – (Cursos Semipresenciais).
Gurupi: Manutenção Automotiva e Eletrotécnica.
Almas: Planejamento e Controle da Produção.
Colinas do Tocantins: Eletromecânica e Segurança do Trabalho (modalidade semipresencial).
Xambioá: Eletromecânica e Logística.
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Fonte: G1 Tocantins