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Ciclista morre atropelado por caminhonete e motorista deixa local sem prestar socorro, diz polícia


Acidente foi registrado neste sábado (9)
Divulgação
Um ciclista de 70 anos morreu após ser atropelado por uma caminhonete neste sábado (9), na região da Arso 151 (antiga 1.503 Sul). Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima foi identificada como Benedito Souza de Freitas. O motorista da caminhonete deixou o local sem prestar socorro.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima morreu no local. Uma caminhonete com as mesmas características da envolvida no acidente foi encontrada pela polícia próximo ao aeroporto de Palmas. A perícia esteve no local onde o veículo foi localizado. A caminhonete apresentava estragos compatíveis com o impacto e foi apreendida.
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A polícia informou que, desde o registro da ocorrência, vem realizando buscas para localizar o condutor, suspeito de cometer o atropelamento.
O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Palmas e, após exames de necropsia, foi liberado aos familiares.
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O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT).
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Fonte: G1 Tocantins

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Pai de Henrique e Juliano que pilotava helicóptero em queda tem experiência na aviação, diz assessoria


Henrique e Juliano postam vídeo após acidente com helicóptero no TO
Edson Reis, pai dos cantores Henrique e Juliano, pilotava o helicóptero que caiu na propriedade rural dos sertanejos em Porto Nacional. Conforme a assessoria da dupla, Edson é um piloto experiente e não teve lesão grave. O pai foi inspiração de Juliano, que também pilota aeronaves.
O acidente com o helicóptero aconteceu na última sexta-feira (8). Testemunhas locais relataram ter ouvido um forte estrondo por volta das 12h20. Imagens registradas no local mostram que, após a queda, a aeronave ficou pendurada em uma árvore na divisa da fazenda da família com um condomínio de chácaras.
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Edson estava acompanhado de mais um tripulante, que também não teve ferimentos graves. No mesmo dia, Henrique e Juliano publicaram um vídeo tranquilizando os fãs.
A queda do helicóptero será apurada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Foram coletados dados e preservados elementos que ajudarão na investigação do acidente.
Edson Reis, pai de Henrique e Juliano
Reprodução/Instagram Edson Reis
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Pai foi inspiração para Juliano
Em janeiro de 2026, Juliano adquiriu um jato avaliado em cerca de R$ 80 milhões. Nas redes sociais, o cantor compartilhou que o desejo de se tornar piloto foi inspirado no pai, que trabalhava pilotando aeronaves de modelos Skylane e Sêneca 2.
“Ainda quando criança, a profissão do meu pai despertou um sonho em mim: me tornar piloto de avião. Eram tantas perguntas que ele decidiu me ensinar tudo do zero, da teoria à prática. […] Aproveitei as horas livres e comecei o curso no aeroclube de Uberlândia, fui atrás da carteira. A carteira veio e eu mal sabia que aquilo tudo ainda era só o começo”.
O jato do cantor é um Citation Sovereign+ 2015, avaliado em cerca de 13,5 milhões de dólares. Equipado com motores Pratt & Whitney, a aeronave oferece cabine para até nove passageiros e possui autonomia e desempenho ideais para cruzar o país com segurança e privacidade.
Juliano também compartilhou o amor pela aviação com os fãs, levando um grupo para sobrevoar a cidade de Palmas de helicóptero. O voo aconteceu para pagar uma promessa feita para fã-clubes em um show no Espírito Santo. O cantor levou o grupo para dar uma ‘voltinha’ na capital do Tocantins, às vésperas da gravação do DVD da dupla.
Cantor Juliano, da dupla com Henrique, mostrou sua nova aeronave
Reprodução/Instagram juliano_hej
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista é encontrado morto dentro de caminhão no pátio de um posto de combustível no TO


A vítima foi identificada como José Edimilson Batista da Silva
Corpo de Bombeiros/Divulgação
Um motorista foi encontrado morto dentro de um caminhão neste domingo (10), em um pátio de um posto de combustível às margens da BR-153, em Araguaína, região norte do Tocantins. O Corpo de Bombeiros foi acionado para realizar o resgate. A vítima foi identificada como José Edimilson Batista da Silva, de 65 anos.
Segundo a corporação, a equipe teve acesso à cabine do veículo por meio da quebra do vidro lateral da janela do passageiro – os bombeiros informaram que a ação foi autorizada pela empresa responsável pelo caminhão. Após a quebra, os agentes conseguiram acessar a maçaneta interna, realizando a abertura da porta do veículo.
A retirada foi feita com apoio do Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína. O corpo será liberado à família após a realização de exames de necropsia.
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Ainda não é possível saber as causas da morte. Em relação à identificação, o documento ao qual o g1 teve acesso informa que o motorista emitiu o RG em Pernambuco, mas não é possível afirmar que ele seja natural do estado.
A reportagem questionou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre o caso, mas, até a última atualização, não havia obtido retorno.
Corpo foi encontrado dentro de caminhão
Corpo de Bombeiros/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é morto com golpes de faca em Gurupi, diz polícia


Homicídio foi registrado em Gurupi
Divulgação PCTO
Um homem foi morto com golpes de faca neste domingo (10), no Setor Santa Cruz, em Gurupi, região sul do Tocantins. Segundo a Polícia Civil, informações preliminares indicam que o homicídio teria ocorrido após uma desavença entre vizinhos. A vítima foi identificada como Gilson de Oliveira Sampaio, de 39 anos.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-TO), as primeiras informações indicam que a confusão teria envolvido a mãe do principal suspeito e a vítima. A polícia disse que já há um suspeito identificado e segue à procura dele.
Como o nome do suspeito não foi divulgado, o g1 não localizou a defesa.
A SSP informou que testemunhas foram identificadas e imagens de videomonitoramento estão sendo coletadas para auxiliar nas investigações.
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O corpo de Gilson de Oliveira Sampaio foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) e será liberado aos familiares após exame necroscópico.
O caso é investigado pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP – Gurupi).
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda a operação que prendeu 23 policiais militares suspeitos de envolvimento em chacina no TO


Justiça determina prisão de 23 policiais suspeitos de envolvimento em chacina de Miracema
A Justiça do Tocantins determinou a prisão preventiva de 23 policiais militares investigados por suposto envolvimento em seis execuções ocorridas em 2022, em Miracema do Tocantins. As mortes teriam sido cometidas como represália à morte sargento Anamon Rodrigues de Sousa. O caso ficou conhecido como Chacina de Miracema.
Os militares se apresentaram ao Comando Geral da PM em Palmas nesta sexta-feira (8) após negociação com o Ministério Público. Esta ação judicial marca um avanço na investigação de um dos episódios mais violentos da segurança pública estadual.
Os advogados Paulo Roberto e Antônio Ianowich, que atuam na defesa dos militares, informaram à TV Anhanguera que acreditam na inocência dos policiais e que irão demonstrar que não há motivo para abertura de inquérito policial e prisão (veja o que cada advogado disse abaixo).
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As investigações revelaram que os policiais utilizaram a estrutura do Estado, como viaturas e armamentos, para coordenar os ataques por meio de um grupo de mensagens chamado “Operação Anamon”. Há indícios de tortura, fraude processual e destruição de provas, incluindo o furto de HDs com imagens de segurança.
O colegiado de juízes considerou a liberdade dos agentes um risco à ordem pública e à instrução criminal. Atualmente, os oficiais e praças envolvidos estão afastados de suas funções e com o porte de arma suspenso.
A Polícia Militar informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação. Afirmou que não compactua com desvios de conduta e os fatos serão apurados pelos órgãos competentes (veja nota completa abaixo).
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O que motivou a prisão preventiva dos 23 militares?
As prisões foram decretadas pelo Colegiado de Juízes da 1ª Vara Criminal de Miracema devido ao suposto envolvimento dos militares em uma chacina que resultou em sete mortes em 2022. A decisão fundamentou-se na gravidade dos crimes, que incluem execuções, tortura e fraude processual.
Os atos teriam sido praticados como represália à morte do sargento Anamon Rodrigues de Sousa, ocorrida em 4 de fevereiro de 2022 durante um confronto em uma plantação de mandioca. O Judiciário entendeu que a liberdade dos investigados representava risco real, dada a capacidade técnica do grupo para intimidar testemunhas e destruir vestígios dos crimes.
PMs se apresentaram na sede do Comando Geral da PM, em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
O que disseram os advogados dos policiais?
À TV Anhanguera, Antônio Ianowich contou que ainda não teve acesso aos autos, mas que acredita na inocência dos policiais.
“A gente não sabe a individualização das condutas, a gente não sabe do que cada militar está sendo acusado. O posicionamento da Associação da Unimil, que vai promover a defesa desses policiais militares, é que nós acreditamos na inocência desses militares. Não vemos a possibilidade da participação deles em qualquer ilícito, mas nós vamos ter que ter acesso aos autos para poder manifestar”.
Já o advogado Paulo Roberto destacou que acompanha o caso há mais de três anos e que a prisão dos militares não é contemporânea.
“A prisão dos militares não é contemporânea aos fatos, não tem necessidade de prender. Prender depois de três anos? Não tem sentido. E outro detalhe: tem que analisar a prova. Venho acompanhando esse processo há mais de três anos e, embora não tenha tido acesso à decisão, posso dizer que vamos trabalhar com afinco e demonstrar que não tem motivo para instauração de inquérito policial, muito menos para oferecimento de denúncia”, disse.
Quem são as vítimas da Chacina de Miracema?
Após a morte do sargento Anamon Rodrigues de Sousa, outras seis pessoas foram assassinadas em um curto intervalo de tempo. A primeira vítima foi Valbiano Marinho da Silva, morto na casa da mãe por ser suspeito de envolvimento na morte do PM.
Durante a madrugada, o pai e o irmão de Valbiano, Manoel Soares da Silva e Edson Marinho da Silva, foram executados dentro de uma delegacia após o local ser invadido por 15 homens encapuzados.
Por fim, os jovens Aprigio Feitosa da Luz, Gabriel Alves Coelho e Pedro Henrique de Sousa Rodrigues foram encontrados mortos no loteamento Jardim Buriti, no dia 5 de fevereiro de 2022.
Os jovens estavam no mesmo posto de combustível em que policiais pegaram as gravações das câmeras de segurança. Eles foram colocados dentro de veículos brancos sob pretexto de que seriam encaminhados para a delegacia, mas acabaram sendo levados para um loteamento, onde foram executados.
Como os crimes foram planejados e executados?
A investigação da Polícia Civil aponta que os crimes foram coordenados por meio de um grupo em aplicativo de mensagens intitulado “Operação Anamon”, criado horas antes das mortes na delegacia. O planejamento envolveu monitoramento prévio das vítimas, divisão de tarefas e o uso de recursos públicos, como viaturas oficiais e armamento do Estado.
Para ocultar as ações, houve indícios de adulteração de sistemas de rastreamento (GPS) das viaturas e o desligamento estratégico de aparelhos celulares. Além disso, policiais teriam recolhido ilegalmente HDs de câmeras de segurança de um posto de combustíveis para eliminar provas da movimentação das equipes.
Quais oficiais de alta patente são investigados?
Entre os 23 policiais militares presos, figuram oficiais que ocupavam cargos de destaque na corporação e na estrutura governamental. O tenente-coronel Douglas Luiz da Silva, que atuava como ajudante de ordens do governador, é um dos investigados e foi afastado de suas funções pela Casa Militar.
Também foram presos os majores Wallas de Sousa Melo, Yurg Noleto Coelho e Wilquer Barbosa de Sousa, além do capitão Gleiston Ribeiro Pereira. O major Yurg Noleto Coelho é apontado pelas investigações como uma das lideranças informais do grupo, sendo responsável por emitir ordens e posicionar viaturas durante as execuções.
Quais medidas cautelares foram impostas aos militares?
Além das prisões, a Justiça determinou uma série de sanções rigorosas para todos os 23 presos e para um outro PM que responde em liberdade. Todos foram imediatamente afastados de suas funções públicas e tiveram a posse e o porte de armas de fogo suspensos, sejam elas particulares ou funcionais.
Os militares estão proibidos de acessar qualquer unidade policial e não podem manter contato com a vítima sobrevivente, familiares dos mortos ou com os investigadores do caso.
Chacina deixou sete mortos em Miracema do Tocantins
Motagem/g1
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que tomou conhecimento da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor de policiais militares, incluindo mandados de prisão preventiva e medida de afastamento das funções públicas, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Tocantins.
A Corporação esclarece que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que não compactua com quaisquer desvios de conduta praticados por seus integrantes, mantendo o compromisso permanente com a legalidade, a ética, a disciplina e a transparência institucional.
Ressalta-se que os fatos são objeto de apuração pelos órgãos competentes, sendo assegurados aos envolvidos o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme prevê a legislação vigente.
A Polícia Militar do Tocantins seguirá colaborando com as instituições responsáveis, reafirmando seu compromisso com a preservação da ordem pública, da credibilidade institucional e da confiança da sociedade tocantinense.
Íntegra da nota da Casa Civil
A Casa Militar informa que tomou conhecimento nesta sexta-feira, 8, da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor do policial militar, servidor do órgão.
A CAMIL esclarece que o policial militar foi afastado de todas as suas funções de Ajudante de Ordens e de todas as agendas oficiais.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motociclista é preso após apresentar nome falso à polícia durante atendimento de acidente de trânsito


Envolvido em acidente em Araguaína é preso
Um homem foi preso após um acidente entre uma moto e um carro na Via Norte, em Araguaína, região norte do estado. Segundo a Polícia Militar, durante a abordagem, o motociclista apresentou documentos com identificações diferentes, o que levantou suspeitas da equipe. Ao consultarem o sistema, os militares descobriram que o homem tinha um mandado de prisão em aberto por um homicídio ocorrido na cidade.
O nome do homem não foi divulgado, por isso o g1 não teve contato com a defesa dele.
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O acidente aconteceu neste sábado (9). Conforme a PM, o motociclista teve lesões leves e o passageiro teve fratura na perna e foi levado para o Hospital Regional de Araguaína.
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Família vive apreensão após desaparecimento de tocantinense voluntário na guerra da Ucrânia
Padrasto é indiciado por estupro de vulnerável após espionar enteada durante o banho, diz polícia
De acordo com a polícia, o motociclista teria informado vários nomes e números de documentos diferentes aos militares para evitar ser identificado. A esposa do suspeito também esteve no local e, segundo a PM, teria tentado dificultar o trabalho de identificação do suspeito.
Após o acidente, os policiais foram até a residência do casal e encontraram armas de fogo, munições, porções de drogas, rádio de comunicação, balança de precisão e capa de colete balístico.
O casal e objetos apreendidos foram levados para a delegacia. O g1 solicitou informações sobre o caso à Secretaria de Segurança Pública, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
Motociclista foi preso após acidente em Araguaína.
Luiz Ernandes/Portal Alta Tensão
Motociclista foi preso após acidente em Araguaína.
Luiz Ernandes/Portal Alta Tensão
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Fonte: G1 Tocantins

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Família vive apreensão após desaparecimento de tocantinense voluntário na guerra da Ucrânia


Família vive apreensão após desaparecimento de tocantinense voluntário na guerra da Ucrâni
Joana Maria Martins vive um momento de angústia depois de receber a notícia de que seu filho, Eliseu Delis Pereira Martins, morreu durante a guerra na Ucrânia. Conforme o Itamaraty, as autoridades ucranianas notificaram que o brasileiro se encontra no quadro de “desaparecido em combate”.
Segundo a família, em março de 2026, o tocantinense saiu da Bélgica e foi para a Polônia depois de ver uma proposta para ser voluntário no conflito. A mãe explicou que a oferta dizia que os voluntários receberiam um bom salário e isso teria motivado o filho.
“Eles informavam que era a reconstrução da cidade, que o salário era bom e que tinha operador de drone, tinha vaga para quem queria cozinhar, momento nenhum eles mencionaram frente de guerra. Quando foi no dia 4 de março desse ano, ele comprou a passagem. Quando ele chegou lá, ele falou: ‘Mãe, eu vou fazer um treinamento de 60 dias para poder participar da linha de frente'”, contou ao g1.
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O tocantinense, natural de Miracema do Tocantins, estava na Europa desde janeiro de 2025 e decidiu se inscrever para atuar na guerra em dezembro do mesmo ano. Eliseu só foi para a Ucrânia em março de 2026. A mãe contou que tentou alertar o filho sobre o perigo do trabalho, mas foi informada por Eliseu, que após se apresentar para os serviços, não tinha como escolher a função em que iria atuar.
“Eu falei: você não vai, não. E ele: ‘Mãe, a gente vem para cá e é uma coisa… Quando a gente chega aqui, é outra. Eu não posso escolher, eu simplesmente sou mandado e eu tenho que fazer isso”.
Eliseu Delis Pereira Martins, em serviço na Ucrânia.
Joana Maria Martins/Arquivo pessoal
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Joana falou com o filho pela última vez no dia 13 de abril, por videochamada. Conforme a mãe, ela soube da morte de Eliseu pelas redes sociais. No dia 29 de abril, ao procurar informações sobre o filho, recebeu a confirmação da morte dele por meio de outro brasileiro que atua na Ucrânia. “Me ligou para falar que ele [Eliseu] tinha tombado”.
Segundo a mãe, ela não tem informações sobre o dia em que Eliseu morreu e onde está o corpo. A família entrou em contato com o Itamaraty, mas não teve resposta sobre o caso até esta quarta-feira (6).
Joana falou com o filho pela última vez no dia 13 de abril, por videochamada. Conforme a mãe, ela soube da morte de Eliseu pelas redes sociais. No dia 29 de abril, ao procurar informações sobre o filho, recebeu a confirmação da morte dele por meio de obrasileiro que atua na Ucrânia. ssistência consular e com as autoridades ucranianas.
O Ministério ainda disse que, nos casos em que as autoridades ucranianas reportam o falecimento ou desaparecimento de um brasileiro em combate, a Divisão de Comunidades Brasileiras e Assistência Consular do Itamaraty, comunica os familiares e encaminha um documento formulado pelo governo ucraniano a respeito das providências que deverão ser tomadas.
Joana Maria Martins e o filho Eliseu Delis Pereira Martins
Joana Maria Martins/Arquivo pessoal
Eliseu era morador de Palmas e deixou duas filhas. Sem respostas sobre o paradeiro do filho, a mãe tenta lidar com a dor.
“Eu acordo pensando nele, porque ele me ligava todas as vezes, ele me ligava quatro, cinco vezes ao dia. Hoje eu não recebo mais ligação do meu filho. A última vez que ele me ligou, eu vi a tristeza nos olhos dele. Hoje eu sou uma mãe que chora dia e noite”, disse.
Guerra na Ucrânia
A guerra entre Ucrânia e Rússia completou quatro anos em fevereiro de 2026. O conflito começou após o exército russo tomar o controle de regiões estratégicas do leste ucraniano. De acordo com o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, a Rússia controla 120 mil km² do território ucraniano atualmente.
Durante os quatro anos, os dois países firmaram e violaram acordos de cessar-fogo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também se envolveu no conflito e tentou pôr fim à guerra por meio de negociações.
Nota do Ministério das Relações Exteriores
Informa-se que o governo brasileiro, por meio da Embaixada do Brasil em Kiev, foi notificado pelas autoridades ucranianas acerca do status de “desaparecido em combate” do nacional brasileiro mencionado. O Itamaraty está em contato com a família do brasileiro, a quem presta assistência consular, e com as autoridades ucranianas.
Em casos em que as autoridades ucranianas reportam o falecimento comprovado ou o desaparecimento em combate de um brasileiro, a Embaixada do Brasil em Kiev, em coordenação com a Divisão de Comunidades Brasileiras e Assistência Consular do Itamaraty, em Brasília, comunica os familiares no Brasil a respeito do ocorrido e encaminha documento formulado pelo governo ucraniano a respeito de providências a serem tomadas pela família junto àquele governo.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio das Embaixadas do Brasil em Moscou e em Kiev, permanece à disposição para prestar assistência consular ao nacional brasileiro.
O atendimento consular prestado pelo estado brasileiro é feito a partir de contato do cidadão interessado ou, a depender do caso, de sua família. A atuação consular do Brasil pauta-se pela legislação internacional e nacional.
Note-se que a prestação de assistência consular em situações que envolvem nacionais engajados em forças armadas de terceiros países apresenta especificidades, inerentes às obrigações contraídas no ato de alistamento e às circunstâncias no terreno de operações.
Em atendimento ao direito à privacidade e em observância ao disposto na Lei de Acesso à Informação e no decreto 7.724/2012, o Ministério das Relações Exteriores não divulga informações pessoais de cidadãos que requisitam serviços consulares e tampouco fornece detalhes sobre a assistência prestada a brasileiros.
Informa-se que o Ministério das Relações Exteriores publicou alerta recente sobre a participação de combatentes brasileiros em conflitos armados em terceiros países.
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Fonte: G1 Tocantins

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Nova lei no Tocantins limita protesto de contas de energia e água em atraso


O descumprimento da norma pode gerar sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor
Patrício Reis/G1
Uma nova lei publicada no Diário Oficial do Estado proibiu o protesto em cartório de contas de energia elétrica e água com valor igual ou inferior a um salário mínimo no Tocantins. A norma foi promulgada no dia 6 de maio pelo presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres (MDB), e está valendo.
A Lei nº 5.031, publicada no dia 7 de maio, também estabelece prazo mínimo para o protesto de débitos superiores a um salário mínimo. Nesses casos, a cobrança em cartório só poderá ocorrer após 90 dias de atraso no pagamento da fatura.
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A lei foi promulgada pelo presidente da Assembleia porque o governador do estado não sancionou o texto dentro do prazo previsto pela Constituição Estadual. De acordo com o texto, a proibição vale para débitos relativos aos serviços públicos de fornecimento de energia elétrica e água no estado.
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O descumprimento por parte das concessionárias poderá sujeitar às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras penalidades administrativas cabíveis.
Vídeos em alta no g1
O que dizem as empresas
Em nota, a Energisa informou que o protesto em cartório é uma medida administrativa de cobrança prevista na Lei Federal nº 9.492, de 1997, e que pode ser utilizada por empresas e cidadãos para recuperação de débitos.
A distribuidora afirmou ainda que conduz suas rotinas em conformidade com a legislação do setor elétrico.
O g1 solicitou posicionamento da BRK Ambiental, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Brenda Santos.

Fonte: G1 Tocantins

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Padrasto é indiciado por estupro de vulnerável após espionar enteada durante o banho, diz polícia


Homem de 40 anos é indiciado por violência sexual após espionar jovem tomando banho
Um homem de 40 anos foi indiciado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o investigado subia em um sofá para alcançar uma fresta na parede do banheiro e observar a enteada de 12 anos enquanto ela tomava banho.
O caso foi registrado no início de janeiro de 2026 em Palmas e investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Palmas (DPCA). O fato foi percebido pela adolescente, que imediatamente procurou ajuda da mãe.
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A mulher procurou a polícia e conseguiu medidas protetivas contra o homem, que foi proibido de se aproximar e ter contato com a vítima. O delegado José Lucas Melo explicou que a prática de observar alguém em situação íntima configura ato libidinoso na modalidade de contemplação lasciva.
“Em situações envolvendo vítimas maiores de idade, essa conduta geralmente caracteriza o crime de importunação sexual, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão. No entanto, quando a vítima possui menos de 14 anos, o entendimento consolidado pelos tribunais superiores é de que o crime passa a ser o de estupro de vulnerável, cuja pena varia de 10 a 18 anos”, explicou.
Com a conclusão do inquérito, o caso foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
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Divulgação/PCTO
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Fonte: G1 Tocantins

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Queda de helicóptero de Juliano, da dupla com Henrique, é investigada


Henrique e Juliano postam vídeo após acidente com helicóptero no TO
Após a queda do helicóptero do sertanejo Juliano, da dupla com Henrique, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que foram coletados dados e preservados elementos que ajudarão na investigação do acidente. A aeronave era pilotada pelo pai dos sertanejos, Edson Reis.
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia duas pessoas na aeronave: o piloto e um ocupante. Ambos tiveram ferimentos leves, mas não precisaram de atendimento hospitalar.
O acidente aconteceu no fim da manhã desta sexta-feira (8). A aeronave caiu em uma propriedade rural da dupla Henrique e Juliano, localizada em Porto Nacional. Nas redes sociais, os cantores publicaram um vídeo tranquilizando os fãs. “Está todo mundo bem, entendeu? Meu pai estava no comando. Ele é um piloto experiente. Não houve nenhum tipo de lesão grave”.
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Conforme a Cenipa, investigadores do 6º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foram acionados para atender à ocorrência. Os detalhes sobre a investigação ainda não foram divulgados no Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
O Cenipa é o órgão responsável por investigar acidentes aeronáuticos no Brasil, sem atribuir culpa, com foco na prevenção de novas ocorrências.
Helicóptero pilotado pelo pai da dupla Henrique e Juliano caiu em fazenda dos cantores
Reprodução/Instagram Henrique e Juliano/Redes sociais
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Pessoas que moram na região do assentamento São João relataram ter ouvido um forte estrondo por volta das 12h20. Imagens registradas no local mostram que o helicóptero ficou pendurado em uma árvore na divisa da fazenda da família dos sertanejos com um condomínio de chácaras.
Testemunhas afirmaram que o helicóptero sobrevoou a área em baixa altitude antes de atingir a cerca e a vegetação. A assessoria dos artistas classificou o ocorrido como um “pouso de emergência”. Em nota e em vídeos publicados nas redes sociais, os cantores reforçaram que o pai é um piloto experiente e que o incidente resultou apenas em danos materiais.
Até o momento, a agenda de compromissos não sofreu alterações.
Íntegra da nota da dupla
Confirmamos o incidente, com helicóptero pertencente à família de Henrique e Juliano. A aeronave fez um pouso de emergência Na tarde de hoje, 08 de maio.
O pouso aconteceu em uma das propriedades da dupla, em Porto Nacional/TO. Sr. Edson Reis, pai dos cantores, é um piloto experiente e estava no comando do helicópter, felizmente passa bem, e não sofreu nenhum tipo de lesão grave.
Helicóptero cai em fazenda no Tocantins
Arte g1
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