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Militares fizeram grupo em aplicativo antes de invasão e mortes em delegacia no TO, aponta decisão


Justiça pede prisão preventiva de PMs suspeitos de participação em chacina
Policiais militares investigados pela Chacina de Miracema teriam criado um grupo em um aplicativo de mensagens com o nome “Operação Anamon”, horas antes da morte de Manoel Soares da Silva e Edson Marinho da Silva em delegacia da cidade. As informações estão na decisão que determinou a prisão preventiva de 23 PMs e aplicação de medidas cautelares.
De acordo com a decisão, o policial que criou o grupo teria participado da mobilização das equipes de militares e ficou sob a posse de uma caminhonete. Esse mesmo veículo foi flagrado por câmeras de segurança indo em direção a delegacia e deixando o local instantes após o ataque.
DE CAPITÃO A CORONEL: veja quem são os oficiais da PM presos por suspeita de chacina em Miracema do Tocantins
O nome do grupo faz referência ao sargento da PM, Anamon Rodrigues, morto no dia 4 de fevereiro de 2022, durante uma troca de tiros no setor Novo Horizonte II. Após a morte do policial, outros seis assassinatos foram registrados na cidade. As vítimas foram: Manoel Soares, Edson Marinho, Valbiano Marinho da Silva, Aprigio Feitosa da Luz, Pedro Henrique de Sousa Rodrigues e Gabriel Alves Coelho.
Sargento da PM morreu durante troca de tiros com criminosos, em Miracema do Tocantins
Divulgação
Conforme a decisão, os 23 policiais estariam envolvidos em “eventos marcados por extrema violência” em um contexto de represália, que inclui a chacina, invasão armada em uma unidade policial e ocultação de provas.
“A forma como os delitos teriam sido praticados com monitoramento prévio, divisão de tarefas, emprego de veículos oficiais ou descaracterizados, adulteração de sistemas de rastreamento, desligamento estratégico de aparelhos telefônicos e destruição de mídias, evidencia, em análise preliminar, elevado grau de periculosidade social e risco concreto decorrente da manutenção da liberdade dos representados”, apontou o Colegiado de Juízes da 1ª Vara Criminal de Miracema.
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Nesta sexta-feira (8), todos os 23 militares se apresentaram na sede do Comando Geral da PM. O advogado Paulo Roberto, que faz a defesa de parte dos militares, informou que ainda não teve acesso à decisão que decretou as prisões. “Tão logo a gente tenha conhecimento, teremos condições de emitir um parecer acerca da situação”, afirmou.
A Polícia Militar informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação. Afirmou que não compactua com desvios de conduta e os fatos serão apurados pelos órgãos competentes (veja nota completa abaixo).
Justiça determina a prisão preventiva de 23 policiais militares suspeitos pela Chacina de Miracema
Reprodução/TV Anhanguera
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Invasão e ataque planejados
Depois do confronto que matou o sargento, Valbiano Marinho da Silva foi assassinado em casa. Ele é considerado pela polícia o suspeito de matar o PM. O assassinato aconteceu depois que Manoel Soares e Edson Marinho, pai e irmão de Valbiano, foram levados para a delegacia. Na época, a mãe de Valbiano, Maria do Carmo, disse que a casa havia sido invadida pelos policiais e que o filho foi morto na porta enquanto estava algemado.
Na delegacia, Manoel e Edson prestaram depoimento na madrugada do dia 4 de fevereiro de 2022. Depois dos procedimentos, eles foram liberados, mas decidiram ficar na delegacia até o amanhecer para voltarem para casa em segurança. Nesse período, a delegacia foi invadida por 15 pessoas encapuzadas que renderam policiais civis e atiraram contra pai e filho.
Conforme a decisão, depois que as vítimas passaram pelos procedimentos policiais, várias viaturas começaram a circular e estacionar nas imediações da delegacia de Miracema. A movimentação iniciou a partir das 04h30. Manoel e Edson foram mortos por volta das 6h29.
Depoimentos de pai e filho foram gravados antes das mortes na delegacia de Miracema
Reprodução
O major Yurg Noleto Coelho foi apontado como uma “liderança informal” das equipes que estavam à paisana. Imagens teriam mostrado ele emitindo ordens e mantendo uma viatura posicionada em um local com visualização das rotas de fuga. Depois da invasão, ele e outros policiais teriam ido até um posto de combustível recolher os HDs das câmeras de segurança que poderiam ter captado as movimentações da chacina.
No celular do policial que acompanhou o major, também foram encontradas fotos dos HDs recolhidos e de câmeras de monitoramento com marcações em vermelho. Na decisão, é informado que viaturas tiveram os sistemas de rastreamento adulterados no período em que a delegacia foi invadida.
Segundo a decisão, um PM também teria retirado o GPS de uma viatura e instalado em outra para gerar “trilhas artificiais” que seriam compatíveis com o cortejo do sargento Anamon.
Execução no Jardim Buritis
No dia 5 de fevereiro de 2022, Aprigio Feitosa da Luz, de 24 anos, Gabriel Alves Coelho, de 21 anos, e Pedro Henrique de Sousa Rodrigues, de 18 anos, foram encontrados mortos no Jardim Buriti.
Conforme a decisão, quatro jovens foram abordadas em um posto de combustível durante uma festa e colocadas em veículos brancos sob pretexto de que seriam encaminhadas para a delegacia. Eles foram levados para o loteamento Jardim Buriti, onde foram executados. Apenas um sobreviveu. A ação teria acontecido em represália à morte do sargento Anamon.
Conforme a decisão, os policiais também teriam monitorado o posto de combustível antes da abordagem.
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que tomou conhecimento da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor de policiais militares, incluindo mandados de prisão preventiva e medida de afastamento das funções públicas, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Tocantins.
A Corporação esclarece que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que não compactua com quaisquer desvios de conduta praticados por seus integrantes, mantendo o compromisso permanente com a legalidade, a ética, a disciplina e a transparência institucional.
Ressalta-se que os fatos são objeto de apuração pelos órgãos competentes, sendo assegurados aos envolvidos o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme prevê a legislação vigente.
A Polícia Militar do Tocantins seguirá colaborando com as instituições responsáveis, reafirmando seu compromisso com a preservação da ordem pública, da credibilidade institucional e da confiança da sociedade tocantinense.
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Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe sobre a queda do helicóptero da dupla Henrique e Juliano em fazenda no Tocantins


Henrique e Juliano postam vídeo após acidente com helicóptero no TO
O helicóptero que caiu nesta sexta-feira (8), em uma fazenda em Porto Nacional, pertence ao sertanejo Juliano, que faz dupla com Henrique. Edson Reis, pai dos cantores, pilotava a aeronave na companhia de outra pessoa.
O Corpo de Bombeiros confirmou a presença de duas pessoas na aeronave: o piloto Edson Reis e um ocupante. Ambos tiveram ferimentos leves.
A assessoria da dupla classificou o incidente como um pouso de emergência.
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Veja abaixo o que se sabe sobre o acidente a seguir.
Onde e quando ocorreu o acidente?
O acidente aconteceu no fim da manhã de sexta-feira, 8 de maio, em uma propriedade rural da dupla Henrique e Juliano, localizada no município de Porto Nacional, na região central do Tocantins. Testemunhas locais relataram ter ouvido um forte estrondo por volta das 12h20.
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Helicóptero caiu próximo a fazenda de Henrique e Juliano no Tocantins
Reprodução/Redes sociais
Quem estava a bordo da aeronave?
Estavam no helicóptero o piloto Edson Reis, pai dos cantores, e um segundo ocupante. Henrique e Juliano não estavam no voo. Segundo a assessoria da dupla, os dois tripulantes sofreram apenas ferimentos leves e não precisaram de atendimento hospitalar mais complexo.
Qual foi a causa informada?
A assessoria dos artistas classificou o ocorrido como um “pouso de emergência”. Em nota e em vídeos publicados nas redes sociais, os cantores reforçaram que o pai é um piloto experiente e que o incidente resultou apenas em danos materiais.
Como ficou o estado do helicóptero após a queda?
Imagens registradas no local mostram que a aeronave, de cor laranja, ficou pendurada em uma árvore na divisa da fazenda da família com um condomínio de chácaras. Testemunhas afirmaram que o helicóptero sobrevoou a área em baixa altitude antes de atingir a cerca e a vegetação.
Como está sendo a investigação do caso?
Investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB), foram acionados para realizar a coleta de dados e a análise dos danos. A investigação deve apontar os fatores que levaram à queda da aeronave de matrícula PR-MSJ.
O que disse a dupla Henrique e Juliano sobre o ocorrido?
Henrique publicou um vídeo tranquilizando os fãs e confirmando que todos estavam bem. Ele destacou a experiência do pai como piloto e agradeceu pelo fato de não haver lesões graves. Juliano também agradeceu a preocupação do público e confirmou que a aeronave está registrada em seu nome.
Até o momento, a agenda de compromissos não sofreu alterações. Os cantores mantiveram o show confirmado para a noite de sábado (9), em Uberlândia (MG), no Estádio Parque do Sabiá.
Íntegra da nota da dupla
Confirmamos o incidente, com helicóptero pertencente à família de Henrique e Juliano. A aeronave fez um pouso de emergência Na tarde de hoje, 08 de maio.
O pouso aconteceu em uma das propriedades da dupla, em Porto Nacional/TO. Sr. Edson Reis, pai dos cantores, é um piloto experiente e estava no comando do helicópter, felizmente passa bem, e não sofreu nenhum tipo de lesão grave.
Íntegra da nota do CENIPA
Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), informa que, nesta sexta-feira (08/05), investigadores do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI) — órgão regional do CENIPA, com sede em Brasília (DF) — foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-MSJ, no município de Porto Nacional (TO).
Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.
Helicóptero cai em fazenda no Tocantins
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba qual é o modelo e quanto vale o helicóptero de Henrique e Juliano que caiu em fazenda no Tocantins


Henrique e Juliano postam vídeo após acidente com helicóptero no TO
O helicóptero do cantor Juliano, da dupla com Henrique, que caiu na manhã desta sexta-feira (8), com o piloto e um ocupante, em uma propriedade da família em Porto Nacional, é um Robinson R44 II. O modelo é um dos mais populares do mundo para voos privados e instrução, devido ao baixo custo operacional e à versatilidade, segundo análises da Aircraft Owners and Pilots Association (AOPA).
De acordo com a assessoria da dupla, a aeronave era pilotada por Edson Reis, pai dos cantores, no momento do incidente. A equipe informou que ocorreu um pouso de emergência. Conforme a nota, Edson é um piloto experiente e passa bem, assim como o ocupante.
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De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a aeronave estava com a situação de voo regular e com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) válido até 2027.
O g1 fez um levantamento em lojas especializadas na venda do modelo e constatou que um Robinson R44 Raven II, fabricado em 2013, custa atualmente entre R$ 2,5 milhões e R$ 3,8 milhões no mercado de usados, especialmente quando está em estado considerado seminovo ou após revisões completas, conhecidas como overhaul. Na época do lançamento, o valor de fábrica da aeronave girava em torno de R$ 5,5 milhões.
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Helicóptero caiu próximo a fazenda de Henrique e Juliano no Tocantins
Reprodução/Redes sociais
Confira as principais características do helicóptero:
Modelo: Robinson R44 Raven II (ano 2013).
Capacidade: Transporta até 3 passageiros e 1 piloto (4 assentos no total).
Motorização: Possui um motor convencional (a pistão), sendo uma aeronave de pequeno porte.
Peso de decolagem: Suporta um peso máximo de 1.134 kg (somando o peso do helicóptero, combustível e ocupantes).
Autonomia de voo: É homologado para voos visuais (VFR), inclusive durante o período noturno.
Queda da aeronave
Além de Edson, outra pessoa estava a bordo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o helicóptero ficou pendurado em uma árvore após o que a assessoria da dupla classificou como um “pouso de emergência”. As duas pessoas sofreram apenas ferimentos leves.
Em vídeos publicados nas redes sociais, Henrique e Juliano tranquilizaram os fãs. “Meu pai estava no comando, ele é um piloto experiente. Não houve nenhum tipo de lesão grave, então foi apenas dano material”, afirmou Henrique. Juliano também confirmou que a aeronave está registrada em seu nome.
A Polícia Militar informou que acompanhou a ocorrência no local, e a aeronave está sendo removida da área da fazenda da família.
A Força Aérea Brasileira disse que investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foram acionados para apurar a queda da aeronave de matrícula PR-MSJ, em Porto Nacional. Segundo o órgão, a equipe realiza a coleta de dados, análise dos danos e levantamento de informações que vão auxiliar na investigação do caso (veja íntegra da nota abaixo).
Íntegra da nota da dupla
Confirmamos o incidente, com helicóptero pertencente à família de Henrique e Juliano. A aeronave fez um pouso de emergência Na tarde de hoje, 08 de maio.
O pouso aconteceu em uma das propriedades da dupla, em Porto Nacional/TO. Sr. Edson Reis, pai dos cantores, é um piloto experiente e estava no comando do helicópter, felizmente passa bem, e não sofreu nenhum tipo de lesão grave.
Íntegra da nota do CENIPA
Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), informa que, nesta sexta-feira (08/05), investigadores do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI) — órgão regional do CENIPA, com sede em Brasília (DF) — foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-MSJ, no município de Porto Nacional (TO).
Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.
Local onde o helicóptero caiu fica a 20km de Palmas
g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Ponte entre Tocantins e Pará será reconstruída após laudo apontar risco estrutural, diz Dnit


Pescador flagra carreta passando por ponte com restrição na BR-230, entre TO e PA
A Ponte Transaraguaia, que liga os estados do Tocantins e do Pará, na BR-230, permanecerá totalmente interditada por tempo indeterminado. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a ponte será reconstruída após laudos técnicos apontarem riscos graves na sustentação da estrutura.
Diante da situação, o DNIT anunciou que o edital para a licitação das obras de reconstrução está programado para ser publicado em 26 de junho de 2026. Enquanto a obra não começa, o órgão informou que já iniciou o processo para a contratação emergencial de uma balsa para restabelecer a travessia na região.
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A decisão se baseou em um Relatório Técnico de Avaliação Estrutural realizado entre fevereiro e abril de 2026. Os testes, que incluíram ensaios técnicos e provas de carga com veículos pesados, identificaram deterioração elevada nos pilares do trecho central e nos blocos de fundação, que sustentam o vão principal sobre o Rio Araguaia.
A nova ponte será construída dentro do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE) e deverá seguir normas técnicas atualizadas, com o objetivo de garantir maior capacidade de carga e maior durabilidade.
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Ponte sobre o Rio Araguaia na BR-230 que liga TO e PA
DNIT/Divulgação
Veja rotas alternativas
Até que o serviço de balsa seja iniciado, os motoristas que precisam circular entre o Pará e o Tocantins devem utilizar as seguintes rotas:
Rota 01: Via BR-153 e BR-226, passando por São Geraldo do Araguaia (PA) e Xambioá (TO).
Rota 02 (Via Esperantina): Desvio no km 59 da BR-230, acessando 15 km de estrada de terra até o porto das balsas em Esperantina (TO). Após a travessia, o condutor segue pela TO-201 até Buriti (TO) e TO-010 até Araguatins.
Rota 03: Seguir de Marabá (PA) até o entroncamento com a MA-125, passando por São Pedro da Água Branca (MA) e outras cidades maranhenses até chegar à BR-010, ao norte de Imperatriz (MA).
O DNIT também destacou que está implementando novas diretrizes no programa de manutenção de pontes e viadutos. A partir deste ano, o monitoramento preventivo das estruturas passará a contar com o suporte de satélites e inteligência artificial, com o objetivo de agilizar diagnósticos e evitar colapsos de infraestrutura.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Tá todo mundo bem’, tranquiliza Henrique, da dupla com Juliano, após queda de helicóptero


Henrique e Juliano postam vídeo após acidente com helicóptero no TO
O sertanejo Henrique publicou um vídeo no Instagram oficial da dupla, tranquilizando os fãs após o helicóptero da família cair na fazenda dos cantores, em Porto Nacional, região central do Tocabntins. O acidente foi registrado nesta sexta-feira (8). Edson Reis, pai da dupla, pilotava a aeronave. Segundo a assessoria, Edson passa bem.
“Sobre o incidente com o helicóptero, está todo mundo bem, entendeu? Meu pai estava no comando, ele é um piloto experiente. Não houve nenhum tipo de lesão grave, então foi apenas dano material, graças a Deus.
‘Tá todo mundo bem’ , tranquiliza Henrique
Reprodução/Instagram da dupla Henrique e Juliano
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Helicóptero da dupla Henrique e Juliano cai em fazenda no Tocantins
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia três pessoas na aeronave, sendo um casal e o piloto. Duas pessoas sofreram ferimentos leves.
**Reportagem em atualização.
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Fonte: G1 Tocantins

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Helicóptero que caiu em fazenda era pilotado pelo pai de Henrique e Juliano, diz assessoria


Helicóptero caiu próximo a fazenda de Henrique e Juliano no Tocantins
Reprodução/Redes sociais
O helicóptero, que caiu sobre uma árvore nesta sexta-feira (8), em uma fazenda em Porto Nacional, era pilotado por Edson Reis, pai da dupla Henrique e Juliano. A informação foi confirmada pela assessoria da dupla. Ele passa bem.
Segundo a nota, a aeronave pertence à família e o pouso de emergência aconteceu em uma propriedade dos cantores.
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia três pessoas na aeronave, sendo um casal e o piloto. Duas pessoas sofreram ferimentos leves.
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Vídeos em alta no g1
“Só escutei o barulho. Minha fazenda fica a uns 500 metros da deles. Ouvi o barulho umas 12h20. Passou por cima da minha chácara baixinho, como se fosse direto para o porto deles, e só escutamos o estrondo”, disse Denir.
**Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Tocantins

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Helicóptero cai próximo a fazenda da dupla Henrique e Juliano no Tocantins, diz bombeiros


Fazenda Terra Prometida
Reprodução/Instagram Nelorehej
Um helicóptero caiu próximo a uma fazenda da dupla Henrique e Juliano no final da manhã desta sexta-feira (8), em Porto Nacional. Segundo o Corpo de Bombeiros, haviam três pessoas na aeronave, sendo um casal e o piloto. Duas pessoas sofreram ferimentos leves.
Esta reportagem está em atualização.
Vídeos em alta no g1

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Fonte: G1 Tocantins

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De capitão a coronel: veja quem são os oficiais da PM presos por suspeita de chacina em Miracema do Tocantins


Justiça pede prisão preventiva de PMs suspeitos de participação em chacina
Investigações indicam que policiais militares de várias patentes tiveram participação na chacina de Miracema do Tocantins, com atuação em diferentes etapas da ação criminosa, que envolveu os crimes de sequestro, execução e ocultação de provas. Nesta sexta-feira (8), a Justiça determinou a prisão preventiva de 23 policiais e a aplicação de medidas cautelares.
O grupo é investigado por suposto envolvimento em uma sequência de crimes violentos que envolveu seis assassinatos, em 2022. Os crimes ocorreram logo após a morte do policial militar Anamon Rodrigues de Sousa durante um confronto em uma plantação de mandioca.
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Os militares investigados se apresentaram nesta sexta-feira na sede do Comando Geral da PM, em Palmas. A medida foi negociada entre o Ministério Público Estadual (MPTO) e o comando da polícia. Depois, eles foram levados para a Delegacia Geral da Polícia Civil.
Entre os investigados estão os oficiais:
Douglas Luiz da Silva – tenente-coronel e ajudante de ordens do governador;
Wallas de Sousa Melo – major;
Yurg Noleto Coelho – major;
Wilquer Barbosa de Sousa – major;
Gleiston Ribeiro Pereira – capitão.
Além dos oficiais, as investigações apontam que pelo menos outros 18 militares também são suspeitos de participação nos crimes. Entre eles, há agentes de diferentes níveis da Polícia Militar, incluindo tenentes, sargentos, cabos e soldados.
Segundo a decisão que autorizou as prisões, o grupo teria atuado em conjunto em tarefas como monitoramento das vítimas, apoio operacional, transporte, execução e destruição de provas.
A Polícia Militar informou que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação. Afirmou que não compactua com desvios de conduta e os fatos serão apurados pelos órgãos competentes (veja nota completa abaixo).
O advogado Paulo Roberto, que faz a defesa dos militares citados pela reportagem, informou que ainda não teve acesso à decisão que decretou as prisões. “Tão logo a gente tenha conhecimento, teremos condições de emitir um parecer acerca da situação”, afirmou.
A Casa Militar informou que Douglas Luiz foi afastado de todas as suas funções de Ajudante de Ordens e de todas as agendas oficiais (veja nota abaixo).
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Chacina deixou sete mortos em Miracema do Tocantins
Motagem/g1
Quais foram as participações dos oficiais
Conforme a decisão colegiada dos Juízes da 1ª Vara Criminal de Miracema do Tocantins, o tenente-coronel Douglas Luiz da Silva é apontado como integrante de uma equipe que utilizou um veículo oficial para permanecer por longo período no local onde três vítimas foram abordadas no loteamento Jardim Buriti.
De acordo com os registros, o carro ficou estacionado em um ponto estratégico durante a madrugada e, depois, seguiu trajeto compatível com o deslocamento de quatro jovens que foram abordados. As informações prestadas pelo grupo teriam omitido essa permanência, o que sugere tentativa de ocultar a movimentação.
O major Wallas de Sousa Melo aparece nas investigações sobre a invasão da Delegacia de Miracema, foi visto circulando nas imediações horas antes do ataque. Imagens mostram que ele passou em frente à unidade e permaneceu estacionado em local estratégico até pouco antes das execuções.
Segundo a decisão da Justiça, há indícios de que tenha mantido contato com os executores e orientado a dispersão após os crimes, além de não ter determinado diligências imediatas.
O major Yurg Noleto Coelho é apontado como uma das principais lideranças informais do grupo. Ele teria coordenado equipes, emitido ordens durante a ação e posicionado viaturas em pontos estratégicos com visão das rotas de fuga. Também há indícios de participação na retirada de equipamentos de gravação para eliminar provas e na organização das ações posteriores aos crimes.
O major Wilquer Barbosa de Sousa é citado como responsável por atuação conjunta na manipulação de registros de viaturas. Os dados indicam possíveis irregularidades ou adulterações nos sistemas de monitoramento de veículos, com alinhamento de versões com outros envolvidos.
O capitão Gleiston Ribeiro Pereira teve a participação associada ao uso de um veículo que circulou repetidamente entre o local da abordagem e o loteamento onde ocorreram as execuções. Registros técnicos mostram que o carro esteve presente nos momentos-chave da ação.
Também há indicação de que o capitão procurou informações sobre a vítima sobrevivente após o crime, o que sugere interesse direto no desfecho do caso.
Além das prisões, a decisão impôs sanções rigorosas a todos os 23 presos. Um outro policial militar não teve a prisão decretada, mas também foi submetido às medidas cautelares.
Afastamento imediato das funções públicas.
Suspensão da posse e do porte de armas de fogo (particulares ou funcionais).
Proibição de acesso a unidades policiais.
Proibição de contato com a vítima sobrevivente, familiares das vítimas e investigadores.
Quem são as vítimas
Na mesma noite na morte de Anamon Rodrigues, Valbiano Marinho da Silva foi assassinado em casa, por suspeita de envolvimento com a morte do PM.
Na madrugada de sábado, 5 de fevereiro, Manoel Soares da Silva e Edson Marinho da Silva, pai e irmão de Valbiano, foram assassinados dentro de uma delegacia quando 15 pessoas encapuzadas invadiram o local.
No dia seguinte, mais três corpos foram encontrados no loteamento Jardim Buriti. As vítimas foram identificadas como Aprigio Feitosa da Luz, de 24 anos, Gabriel Alves Coelho, de 21 anos, e Pedro Henrique de Sousa Rodrigues, de 18 anos.
Como foi a dinâmica dos crimes
De acordo com a decisão, a investigação da Polícia Civil revelou que os crimes ocorreram de forma coordenada entre os dias 4 e 5 de fevereiro de 2022, estruturados em quatro episódios principais.
Morte do Sargento Anamon Rodrigues de Sousa: Ocorrida durante um confronto armado em um mandiocal.
Execução de Valbiano Alves Marinho: Morto a tiros na porta de sua casa enquanto estava sob custódia informal de policiais da Agência Local de Inteligência (ALI).
Invasão da Delegacia de Polícia de Miracema: Uma ação articulada que resultou na execução de Manoel Soares da Silva e Edson Marinho da Silva (o pai e do irmão de Valbiano) dentro da unidade policial.
Mortes no Loteamento Jardins Buritis: O sequestro, tortura e execução de quatro jovens, com apenas um sobrevivente.
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que tomou conhecimento da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor de policiais militares, incluindo mandados de prisão preventiva e medida de afastamento das funções públicas, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Tocantins.
A Corporação esclarece que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que não compactua com quaisquer desvios de conduta praticados por seus integrantes, mantendo o compromisso permanente com a legalidade, a ética, a disciplina e a transparência institucional.
Ressalta-se que os fatos são objeto de apuração pelos órgãos competentes, sendo assegurados aos envolvidos o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme prevê a legislação vigente.
A Polícia Militar do Tocantins seguirá colaborando com as instituições responsáveis, reafirmando seu compromisso com a preservação da ordem pública, da credibilidade institucional e da confiança da sociedade tocantinense.
Íntegra da nota da Casa Civil
A Casa Militar informa que tomou conhecimento nesta sexta-feira, 8, da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor do policial militar, servidor do órgão.
A CAMIL esclarece que o policial militar foi afastado de todas as suas funções de Ajudante de Ordens e de todas as agendas oficiais.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vereadora denuncia prefeito por agressão após investigar uso de máquina pública em fazenda; VÍDEO


Vereadora de Paranã relata ter sido agredida pelo prefeito da cidade; entenda
A vereadora Rosania Carvalho de Farias (MDB), de Paranã, denunciou que foi agredida pelo prefeito da cidade após receber uma denúncia anônima e tentar localizar um maquinário público na fazenda dele. Phabio Augusto da Silva Moreira (Republicanos) nega as acusações sobre uso de bem público, diz que foi agredido por um amigo da vereadora e agiu em legítima defesa.
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O caso foi registrado nesta quarta-feira (6), na zona rural da cidade. Os dois registraram boletins de ocorrência na Polícia Civil. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e a Polícia Militar, mas não obteve nenhum retorno até a última atualização desta reportagem.
A vereadora estava acompanhada do amigo e do filho de 21 anos, que gravou um vídeo da confusão. As imagens estão circulando nas redes sociais.
Segundo depoimento de Rosania à polícia, ela afirmou recebeu a denúncia de que uma máquina pública estaria na fazenda do prefeito para fazer a colheita de abóboras. Ela foi até um órgão público onde ficam os maquinários, mas não encontrou nenhuma máquina. Em seguida, foi à fazenda e parou na porteira, mas também não encontrou máquina.
Vereadora denunciou ter sido agredida pelo prefeito e pelo pai dele
Arquivo Pessoal Rosania Carvalho
Em entrevista ao g1, Rosania diz que não desceu do carro e, enquanto manobrava a caminhonete para ir embora, o prefeito chegou no local e cercou o veículo.
“Fiz a manobra, retornei e quando ia retornando pra pegar a estrada grande, a primeira-dama me fechou com a caminhonete. Ela e o gestor, e eles já foram descendo e perguntando o que eu tava fazendo lá”, relata.
A vereadora afirma ter marcas de lesões e que passou por exame médico no Hospital de Paranã.
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Homem é condenado a 22 anos de prisão por matar amigo a facadas após briga por dinheiro
A confusão teria começado após o prefeito ver o amigo da vereadora que estava dentro do carro. Segundo depoimento à polícia, a vereadora relata que o prefeito agrediu seu amigo e, ao descer do carro para defendê-lo, foi agredida pelo gestor e seu pai, que também estava no local.
O prefeito deu outra versão à polícia, alegando que se defendeu após o amigo da vereadora descer do carro e ir em sua direção. Em nota, Fábio da Farmácia afirma que a Polícia Militar do Tocantins foi acionada e vistoriou a fazenda e que nenhum maquinário público ou irregularidade foi encontrada no local (íntegra da nota abaixo).
Ainda segundo a nota, o prefeito passou por exame de corpo de delito que apontou lesões em regiões como mãos, cotovelos e ombros. O g1 não coneseguiu contato com o prefeito até a última atualização desta reportagem.
Íntegra da nota do prfeito Fábio da Farmácia
O prefeito de Paranã, Fábio da Farmácia, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil nesta quinta-feira, 7, após um episódio ocorrido na Fazenda Grota da Areia, propriedade de seu pai, na zona rural do município.
Conforme o registro policial, uma vereadora da cidade esteve no local acompanhada de um homem identificado como Cleuton Gomes Porto, sob a alegação de que buscavam uma máquina pública que supostamente estaria na fazenda.
Após a chegada ao imóvel e a constatação de que não havia qualquer equipamento da Prefeitura na propriedade, houve um desentendimento entre o prefeito e Cleuton. Durante a confusão, Fábio da Farmácia e o pai dele, que já é idoso, foram agredidos fisicamente.
A Polícia Militar foi acionada e acompanhou a vistoria realizada na fazenda. Nenhum maquinário público ou irregularidade foi encontrado no local.
Após o episódio, o prefeito passou por exame de corpo de delito. O laudo médico apontou lesões em regiões como mãos, cotovelos e ombros.
Na ocorrência registrada na 99ª Delegacia de Polícia de Paranã, Fábio solicita providências e informa que pretende representar criminalmente contra os envolvidos. Entre os crimes registrados estão ameaça, violação de domicílio e lesão corporal dolosa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é condenado a 22 anos de prisão por matar amigo a facadas após briga por dinheiro


Homem é condenado por matar amigo depois de ter pedido de empréstimo recusado
Um homem foi condenado a 22 anos de prisão por matar Erivelton Rodrigues Lima, de 31 anos, a facadas após uma briga por dinheiro, em Palmas. Segundo a Justiça, os amigos moravam juntos e discutiram por causa de um empréstimo. O réu pode recorrer da decisão.
O réu é Wilame Pereira Saraiva, de 42 anos. Ele está preso preventivamente, conforme o Tribunal de Justiça do Tocantins. O g1 solicitou posicionamento para a Defensofira Pública, que faz a defesa dele, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
O crime ocorreu em junho de 2023, no setor Jardim Aureny III. O corpo de Erivelton só foi encontrado quando o pai, sem conseguir contato por dias, foi até a kitnet onde o filho morava. O suspeito fugiu após o homicídio e foi localizado e preso em São João dos Patos (MA), no dia 11 de junho.
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O julgamento aconteceu nesta quinta-feira (7), no Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal da capital. Conforme a decisão, Wilame confessou que deu o golpe de faca que matou Erivelton.
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Homem foi condenado a 22 anos de prisão por matar amigo a facadas
Reprodução/TV Anhanguera
Durante o julgamento, o réu afirmou que a discussão começou quando recusou emprestar dinheiro e que a vítima teria avançado contra ele com uma faca. Wilame disse que conseguiu desarmar Erivelton e o golpeou em seguida, alegando ter agido em legítima defesa.
Apesar da versão, os jurados decidiram pela condenação. O júri considerou que o crime foi motivado por um motivo fútil, relacionado à discussão por dinheiro, e que a vítima foi surpreendida, o que dificultou a defesa.
Na sentença, o juiz Cledson José Dias Nunes destacou a gravidade do crime, ressaltando que foi cometido contra um amigo próximo.
O magistrado também levou em conta que o réu tinha condenações anteriores e usava tornozeleira eletrônica no momento do crime, que foi rompida na madrugada do assassinato.
Corpo foi encontrado pelo pai da vítima, dias após o crime
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins