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Impeachment: o que se sabe sobre o processo que pode levar à cassação de Mauro Carlesse


Além do processo no STJ, o governador afastado do Tocantins pode ter pela frente uma batalha na Assembleia Legislativa. Governador do Tocantins, Mauro Carlesse
Esequias Araújo/Governo do Tocantins
Além dos processos judiciais que enfrenta no Superior Tribunal de Justiça (STJ), o governador afastado do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL), pode ter pela frente uma batalha na Assembleia Legislativa. O presidente da AL, deputado Antônio Andrade (PSL), disse que deve abrir um processo de impeachment contra o governador nesta terça-feira (7). Veja o que já se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o processo:
O processo de impeachment já começou?
Ainda não. O processo só começa a tramitar oficialmente quando o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins acolhe um pedido de abertura de impeachment que tenha sido protocolado na casa, o que ainda não aconteceu.
Atualmente a presidência da AL é ocupada pelo deputado Antônio Andrade (PSL). Ele adiantou na segunda-feira (6), em entrevista à TV Anhanguera, que decidiu aceitar o pedido formulado pelo advogado Evandro de Araújo de Melo Júnior na última sexta-feira (3). Andrade disse ainda que pretende iniciar o processo nesta terça-feira (7). (Reveja a entrevista abaixo)
Presidente da AL-TO adianta que vai aceitar abertura de impeachment contra Carlesse
Do que o governador está sendo acusado?
Todos os pedidos de impeachment contra Carlesse apresentados até o momento são baseado nos mesmos inquéritos que levaram ao afastamento do governador pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Carlesse é investigado por suposto pagamento de propinas no PlanSaúde, uso da máquina pública em benefício próprio e interferência em investigações policiais. (Relembre a operação no vídeo abaixo)
STJ determina afastamento do governador do Tocantins, alvo de buscas da PF
O presidente da AL sinalizou que o pedido que será aceito é o do advogado Evandro de Araújo de Melo Júnior, o terceiro que foi apresentado. Este documento tem 54 páginas e lista diversos os indícios de crimes de responsabilidade que vêm sendo investigados pelo STJ.
Em conversa com o g1, o autor afirmou que se sentiu incomodado com a situação do estado e resolveu levar um pedido a AL para abranger pontos que não estavam sendo elencados nos outros pedidos.
Quais os próximos passos se o presidente da AL abrir o processo?
Presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Antônio Andrade tem o poder de decidir sobre a abertura do processo
Joelma Cristina/Governo do Tocantins
O presidente da AL informou que a primeira medida será submeter a decisão de abrir o processo ao plenário. Acolher um pedido de impeachment é prerrogativa da presidência e o processo poderia ir para a formação da comissão especial sem passar por esta votação, mas Antônio Andrade optou por fazer uma votação inicial antes de dar prosseguimento. Mesmo sendo em plenário, esta primeira votação não gera nenhum tipo de condenação ao governador.
Se os deputados concordarem, a AL deverá formar uma comissão com cinco parlamentares, um para cada bloco partidário que existe na casa. A função desta comissão será levantar as informações sobre o caso, ouvir testemunhas e também a defesa do governador.
Veja quais são os blocos partidários
DEM/MDB
PSDB/PTC/PP
PSL e SD
PSB/PPS/PR/PHS/PROS/PPL
PV e PT
Após ser criada, a comissão vai escolher um dos participantes para ser o relator. O parlamentar escolhido para esta função vai elaborar um relatório recomendando as medidas que julgar mais adequadas após ouvir todos os lados e então este relatório será votado pelos demais participantes. Para ser aceito, o documento precisa ter maioria dos votos dentro da comissão.
Se o relatório for no sentido de admitir as denúncias e ele for aprovado na comissão, o caso vai então ao plenário.
A fase do julgamento em plenário ainda ainda não tem um rito completamente definido. O atual regimento da AL prevê que a votação de um impeachment seja por voto secreto, mas o presidente da AL já informou que pretende mudar esta regra para votação aberta. Não se sabe quais outras mudanças podem ser inseridas nesta reforma do regimento.
Normalmente, em casos de impeachment o governador aguardaria a votação em plenário ainda no cargo e seria nesta ocasião que se definiria o afastamento. Isso não se aplica nesta situação porque Carlesse já está afastado do comando do Poder Executivo temporariamente pela decisão judicial.
Quanto tempo o processo pode levar?
Também é uma questão incerta. O presidente da AL disse na segunda-feira que não descarta convocar sessões extraordinárias durante o recesso legislativo para dar celeridade ao assunto. Mesmo assim, os prazos regimentais e o tempo que a defesa do governador terá para se manifestar podem fazer o processo se arrastar por meses.
No caso mais recente de impeachment em um estado brasileiro, contra o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, o processo completo, da abertura à cassação, levou mais de 10 meses.
O que acontece com Carlesse enquanto o caso é julgado?
Por enquanto, tudo permanece como está. O governador não foi afastado do cargo por uma decisão do Poder Legislativo e sim por uma ordem judicial e por isso, neste momento, não há novas determinações que ele seja obrigado a cumprir.
E se o afastamento for revogado ou o prazo acabar antes da votação?
Apesar de serem sobre o mesmo assunto, os processos no STJ e na Assembleia Legislativa são independentes. Se o próprio STJ ou uma corte superior revogar a medida de afastamento antes do caso ser julgado na AL, Carlesse volta ao cargo normalmente e responde ao processo de impeachment enquanto administra o estado.
O mesmo acontece se o prazo do afastamento, que termina em abril de 2022, vencer sem que a Assembleia tenha feito a votação. Vale lembrar que o STJ também tem o poder de prorrogar o período de afastamento de Carlesse por mais do que os seis meses determinados inicialmente, se julgar necessário.
Se a ordem judicial de afastamento for revogada depois que o impeachment já tiver sido votado em plenário e o afastamento aprovado pelos deputados, então Carlesse seguirá fora do cargo. Nesta situação, a AL poderá fazer nova análise para decidir sobre o retorno ou seguir com o processo, até a votação final.
E se ele for condenado?
Se os deputados estaduais entenderem que o governador cometeu crime de responsabilidade, ele perderá definitivamente o mandato. Nesta situação, o vice-governador Wanderlei Barbosa, que atualmente é governador em exercício, passaria a ser o titular do cargo.
A AL pode ainda determinar outras consequências. Carlesse corre o risco de perder os direitos políticos, por exemplo. Esta não é uma punição obrigatória e há entendimentos diferentes em processos de impeachment anteriores no Brasil.
No caso do ex-governador Wilson Witzel, por exemplo, a decisão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro foi de que ele ficasse inelegível pro cinco anos. Já a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) conseguiu manter os direitos políticos, mesmo perdendo o mandato.
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Fonte: G1 Tocantins

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Locais de prova do vestibular 2022 da Unitins são divulgados


A aplicação será no dia 19 de dezembro. São 680 vagas em 17 cursos da instituição. Vestibular vai selecionar estudantes para a Unitins
Cristian Reurison/Unitins
A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) informou que os inscritos no Vestibular 2022/1 podem consultar os locais de prova no portal da instituição. As avaliações serão aplicadas presencialmente no dia 19 de dezembro, na parte da tarde, das 14h15 às 19h15.
O processo seletivo oferece 680 vagas distribuídas nos 17 cursos. Os candidatos farão as provas em unidades de ensino localizadas nas cidades em que a Unitins possui Campus, além da cidade de Araguaína, que receberá exclusivamente candidatos do curso de Medicina, sendo:
Araguatins – 1 local de prova
Araguaína– 3 locais de prova
Augustinópolis – 2 locais de prova
Dianópolis – 1 local de prova
Palmas – 2 locais de prova
Paraíso do Tocantins – 2 locais de prova
Os portões abrem pontualmente às 12h30 (horário de Brasília) e fecham às 14h. Os candidatos devem apresentar documento de identificação oficial com foto (não é permitida a apresentação de xerox ou documentos digitais) e, preferencialmente, cartão de confirmação de inscrição disponibilizado no site.
As provas devem ser feitas em caneta azul ou preta fabricada em material transparente. A Unitins lembrou que há um item no edital que prevê a realocação de candidatos para o curso de medicina que pediram para fazer a prova em Augustinópolis para Araguaína por causa da logística. A preferência foi pela ordem de inscrição.
A instituição disse que esta edição do vestibular tem mais de 6,7mil inscritos. Dos 17 cursos, os que registraram maior concorrência foram os cursos de Medicina/Campus Augustinópolis, seguido do curso de Direito/Campus Palmas e Direito/Campus Augustinópolis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Pequizeiro exige comprovante de vacinação contra a Covid-19 para entrada em escolas e órgãos públicos


Medida vale para ingresso em ginásios, museus e todos os espaços que não sejam privados. Ponto de vacinação em Pequizeiro
Glauber Henrique/Prefeitura de Pequizeiro/Divulgação
A prefeitura de Pequizeiro, na região norte do Tocantins, tornou obrigatória a apresentação de comprovante de vacina contra a Covid-19 na entrada órgãos públicos. Segundo o decreto, a medida é necessária para todos os moradores que precisem dos serviços ou atendimentos presenciais. Além de secretarias, o cartão de vacina agora é passaporte para quem frequenta escolas, ginásios esportivos e todos os espaços que não sejam privados. Veja a lista abaixo
A nova regra começou a valer nesta segunda-feira (6). O decreto assinado pelo prefeito Jocélio Nobre da Silva (PSD) afirma que o comprovante a ser apresentado é “correspondente a 1º dose, 2ª dose ou dose única”. A medida vale para os seguintes espaços:
Órgãos públicos
Escolas
Salão de festas
Ginásio esportivo e campos de futebol
Atividades de entretenimento
Museus, galerias e exposições de arte
Conferências, convenções e feiras
O vacinômetro, portal do governo que monitora a vacinação em todo o estado, aponta que somente 52% da população de Pequizeiro recebeu duas aplicações ou a dose única contra o coronavírus.
Conforme o documento, a prefeitura considerou “indicativos de que a vacinação em massa aliada à manutenção das medidas sanitárias não farmacólogas é capaz de representar importante resposta no combate à pandemia”.
Serão aceitos como comprovantes válidos a caderneta de vacinação impressa ou digital emitida pela Secretaria de Saúde, institutos de pesquisa clínica ou outras instituições governamentais nacionais ou estrangeiras e também o certificado de vacinação digital disponível na plataforma do Sistema Único de Saúde. O cartão deve ser apresentado juntamente com um documento com foto.
O uso de máscara continua sendo obrigatório na cidade.
A Prefeitura informou que a medida vai ser fiscalizada pela Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Saúde, Polícia Militar e Polícia Civil. Em caso de descumprimento da regra o morador poderá responder medidas administrativas e sanções previstas no Código de Postura do Município, além de sanções cíveis e penais.
Pandemia em Pequizeiro
Desde o início da pandemia, Pequizeiro confirmou 638 casos da doença. Conforme o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, do total de diagnósticos, 12 pessoas não resistiram e morreram.
A cidade recebeu 9.072 doses de imunizantes contra o coronavírus desde o início da campanha de imunização, mas somente 6.889 vacinas foram aplicadas. Do total, 3.774 pessoas receberam a primeira aplicação, 2836 a segunda e 70 foram vacinados com a Janssen, vacina de dose única. Até esta segunda-feira a dose de reforço foi administrada em 209 moradores.
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Fonte: G1 Tocantins

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Presidente da Assembleia diz que vai aceitar pedido de abertura de impeachment contra Mauro Carlesse


Governador do Tocantins está afastado do cargo desde outubro por determinação do STJ. Antônio Andrade disse que vai aceitar a abertura do processo oficialmente nesta terça. Presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, Antônio Andrade
Joelma Cristina/Governo do Tocantins
O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado Antônio Andrade (PSL), confirmou nesta segunda-feira (6) que vai aceitar um pedido de abertura de processo de impeachment contra o governador afastado Mauro Carlesse (PSL). Trata-se do pedido apresentado pelo advogado Evandro de Araújo de Melo Júnior na sexta-feira (3). (veja abaixo quais são as acusações específicas)
A defesa de Mauro Carlesse não quis comentar a abertura do processo.
“Eu vou receber este último [pedido de impeachment] que foi protocolado aqui na casa. Para que os deputados possam definir, discutir o bom andamento do terceiro pedido de impeachment”.
A decisão do deputado foi após a procuradoria jurídica da AL avaliar que o pedido preenche os requisitos legais necessários para começar a tramitar. Os pedidos que tinham sido apresentados pelo deputado estadual Júnior Geo (Pros) e o presidente do Sisepe, Cleiton Pinheiro, ainda não tiveram o parecer divulgado. O quarto pedido, que foi apresentado pelo deputado federal Vicentinho Júnior (PL) nesta segunda ainda não foi avaliado.
Antônio Andrade disse que o primeiro ato do processo será colocar a admissibilidade em votação no plenário. O pedido só terá andamento se os demais parlamentares concordarem. A votação não gera condenação ao governador afastado, ela serve apenas para decidir se o processo deve seguir adiante ou não.
“Vamos colocar para o plenário justamente pra gente montar o rito sobre como é que vai caminhar o pedido de impeachment. Após a gente definir esta situação, a gente vai se reunir para que possa montar as comissões. Vai ser montado de acordo com a quantidade de blocos que tem aqui na casa. Cada bloco vai indicar um representante, são cinco representantes que a Assembleia vai indicar e nós vamos procurar fazer isso o mais rápido possível”.
Governador Mauro Carlesse está afastado do comando o Palácio Araguaia
Esequias Araújo/Governo do Tocantins/ Divulgação
Normalmente, em casos de impeachment o governador aguardaria uma votação em plenário sobre o mérito das acusações ainda no cargo e seria nesta ocasião que se definiria o afastamento. Isso não se aplica nesta situação porque Carlesse já está afastado do comando do Poder Executivo temporariamente por uma decisão judicial.
O presidente da AL informou ainda que vai iniciar uma mobilização para votar projetos que estão aguardando na fila e limpar a pauta antes da tramitação do impeachment. Ele citou a lei orçamentária e também projetos relacionados ao Tribunal de Justiça como exemplos. Antônio Andrade previu que este processo deve estar concluído até o dia 18 de dezembro. Ele não descartou convocar sessões extraordinárias durante o recesso parlamentar para tratar do impeachment.
Carlesse está sendo investigado pela Polícia Federal em duas operações e por isso os ministros do Superior Tribunal de Justiça determinaram um afastamento de seis meses que começou em 20 de outubro. O prazo termina, portanto, em abril de 2022.
Caso seja condenado pela AL, Carlesse perde o mandato de maneira definitiva e o vice-governador, Wanderlei Barbosa (Sem partido), que atualmente é o governador em exercício, se torna o titular do Palácio Araguaia.
Quais são as acusações?
O pedido de impeachment é baseado nos mesmos inquéritos que levaram ao afastamento do governador pelo STJ. Carlesse é considerado suspeito em duas operações da Polícia Federal que ocorreram simultaneamente.
O pedido tem 54 páginas e lista diversos indícios de crimes de responsabilidade que vêm sendo investigados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), como o pagamento de propinas no PlanSaúde, uso da máquina pública em benefício próprio e interferência em investigações policiais.
Em conversa com o g1, o autor do pedido, o advogado Evandro de Araújo de Melo Júnior, afirmou que se sentiu incomodado com a situação do estado e resolveu levar um pedido a AL para abranger pontos que não estavam sendo elencados nos outros pedidos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Bruno Calaça: Justiça realiza audiência de instrução e ouve envolvidos na morte do médico


Um dos acusados é o ex-soldado da Polícia Militar, Adonias Sadda. PM Adonias Sadda foi indiciado pela morte de Bruno Calaça (à direita).
Arquivo pessoal
Nesta segunda-feira (6), a Justiça realiza, por videoconferência, uma audiência de instrução e julgamento com os acusados da morte do médico Bruno Calaça, assassinado em uma boate no dia 26 de julho, em Imperatriz.
De acordo com o Ministério Público, a audiência de instrução faz parte do processo e ainda não é o julgamento em si, que ainda não tem previsão para ter a data marcada. O irmão de Bruno, Willian Calaça, deve ser ouvido da cidade de Porto Nacional, no estado do Tocantins.
Atualmente, são reús o ex-policial militar Adonias Sadda, acusado de atirar contra o médico; e o advogado Ricardo Barbalho, que estava com Adonias na boate.
Adonias Sadda era soldado da Polícia Militar, segue preso, e já foi expulso da corporação. Ele Adonias foi indiciado pelo crime, após imagens de câmera de segurança flagrarem o momento em que ele atira a queima roupa contra o médico, durante uma discussão.
Além da morte de Bruno, Adonias responde a um processo onde é acusado de atropelar e matar Hiego Santos, de quatro anos, em Imperatriz. O caso aconteceu há seis anos e continua em tramitação na justiça.
Esta também não é a primeira vez também que Adonias Sadda responde por processos internos de investigação da PM do Maranhão. Há cinco anos, ele foi absolvido de um caso de abuso de autoridade, após ter sido acusado de dar um soco em uma advogada durante uma abordagem policial.
Segundo a denúncia, Adonias Sadda deu um forte soco na vítima que era passageira de um veículo que estaria fazendo manobras perigosas. À TV Mirante, a vítima que não quis se identificar, afirmou que se apresentou à polícia e que o PM foi truculento e, após questionar a apreensão do veículo, foi agredida.
Prisões
Além de Adonias Sadda, também responde pela morte de Bruno Calaça, o bacharel em Direito, Ricardo Barbalho. Nas imagens que registraram a ação, ele aparece junto com o PM e uma terceira pessoa, o empresário Waldez Cardoso, conversando antes dos três partirem para cima de Bruno.
Momento em que o médico Bruno Calaça, de 24 anos, é baleado em festa no Maranhão.
Divulgação
Investigações
Em dois depoimentos à polícia, Adonias Sadda afirmou que o tiro disparado contra o médico foi acidental. Entretanto, o laudo do exame do corpo de delito feito no soldado desmentiu a versão apresentada pelo PM.
O exame foi realizado no dia 30 de julho, logo após o soldado da PM ter prestado um novo depoimento. O soldado disse ter sido atingido por um chute de Bruno Calaça, antes do disparo.
Bruno Calaça, de 24 anos, foi baleado durante uma festa em Imperatriz na madrugada desta segunda-feira (26)
Arquivo pessoal
De acordo com a Polícia Civil, o laudo mostra que não há compatibilidade entre a lesão apresentada pela PM e o relato prestado por ele. Segundo a Delegacia de Homicídios, a versão foi confrontada com trechos do depoimento e cenas da câmera de segurança que registrou o crime.
Mãe recebe diploma
O médico Bruno Calaça Barbosa tinha 24 anos e se formou dez dias antes de ser morto. A mãe da vítima, Arielle Calaça, recebeu o diploma do filho. A cerimônia foi marcada por muita dor e emoção.
Médico morto a tiros durante festa no MA tinha se formado há poucos dias no TO: ‘Estava tão feliz”
“A gente fica mais confiante na justiça e que vai haver justiça. Mas, mesmo tendo justiça, meu filho não vai estar de volta. Porque eles mataram meu filho por um motivo fútil, não tinha necessidade de matar meu filho, não tinha necessidade de nada daquilo. Um policial daquele não tinha condições de trabalhar na corporação da polícia”, desabafou a mãe.
Mãe de Bruno Calaça recebe diploma do filho no Tocantins (MA)
Divulgação

Fonte: G1 Tocantins

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Quarto pedido de impeachment contra Mauro Carlesse é apresentado na AL


Novo pedido foi apresentado pelo deputado Vicentinho Júnior (PL) e também se baseia nos inquéritos do STJ. Deputado Vicentinho Júnior (PL) apresenta o quarto pedido de impeachment contra Carlesse
Divulgação/Assembleia Legislativa
Um quarto pedido de impeachment contra o governador Mauro Carlesse (PSL) foi protocolado na Assembleia Legislativa do Tocantins na tarde desta segunda-feira (6). O documento foi entregue pelo deputado federal Vicentinho Júnior (PL) e entra na fila com outros três pedidos que já foram apresentados desde o começo de novembro e aguardam parecer jurídico.
Assim como os demais, o pedido do deputado se baseia nos inquéritos da Polícia Federal que levaram o Superior Tribunal de Justiça a afastar Carlesse do cargo de governador por seis meses. O governador está sendo investigado por supostos esquemas de corrupção e interferência política em operações policiais.
Ainda não foi informado o número de páginas deste pedido. Vicentinho Júnior e Mauro Carlesse são adversários políticos e já trocaram críticas em diversas ocasiões. O pai do deputado, Vicentinho Alves, disputou o governo com Carlesse no segundo turno da eleição suplementar de 2018.
O presidente da Assembleia Legislativa, Antônio Andrade (PSL), deve decidir sobre a abertura ou não de processo de impeachment na terça-feira (7).
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Fonte: G1 Tocantins

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Idoso bêbado é preso após atropelar bebê em carrinho e deixar a criança ferida

Apesar do susto, o bebê teve apenas ferimentos leves e foi levado ao hospital. Testemunhas disseram que o homem fazia zigue zague pela rua. A Polícia Militar prendeu em flagrante um idoso de 70 anos que é suspeito de ter atropelado um bebê que estava dentro de um carrinho no setor Tropical Palmas, em Porto Nacional. O acidente foi no final da tarde de domingo (5), por volta das 18h. O motorista tem 70 anos e não teve o nome divulgado pela PM. A criança, de apenas cinco meses, teve ferimentos leves e foi levada a um hospital. Quando tudo aconteceu, o carrinho estava na calçada.
A polícia disse que testemunhas informaram que o motorista fazia zigue zague pela rua. Quando chegaram ao local, os policiais teriam constatado que o homem apresentava “visível estado de embriaguez, com forte odor etílico, falta de coordenação motora, entre outros”.
Os pais da criança estavam no local no momento do acidente, mas quando a polícia chegou tinham ido com o bebê para o hospital. O idoso foi preso em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante e conduzido para Delegacia de Polícia. O veículo foi guinchado para o pátio do Detran.
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Fonte: G1 Tocantins

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Parentes de idoso socorrido em ambulância empurram veículo após problema mecânico; VÍDEO


Caso aconteceu em Gurupi, no sul do Tocantins. Filho do paciente disse que o pai esperou socorro por mais de uma hora e, ao entrar, automóvel não funcionou. Moradores de povoado de Gurupi reclamam da falta de ambulâncias na região
A família de um idoso de 66 anos precisou empurrar uma ambulância após o veículo apresentar problemas mecânicos em um povoado de Gurupi. A situação ocorreu neste fim de semana quando o João Batista da Rocha sentia fortes dores e era levado para uma unidade de saúde. Imagens feitas pelo filho do paciente mostram o idoso dentro do veículo quebrado e vários moradores empurrando o automóvel. (Veja o vídeo)
Conforme os parentes, João Batista da Rocha sentia fortes dores no abdomem decorrentes de um problema urinário. Segundo Wanderson Carneiro, filho do paciente, o veículo custou chegar ao povoado Trevo da Praia e ainda ficou parado após a pane elétrica.
“Mais de 1 hora lá esperando e ele sentindo dor. A gente não podia fazer nada. Só olhar e ver ele sentir dor. Quando chegou colocamos ele no carro, a ambulância já não prestou mais. Teve que empurrar. Não pegou. O motorista tirou a bateria do seu próprio carro para colocar na ambulância” disse Wanderson Carneiro.
A Prefeitura de Gurupi disse que “o quadro clínico do paciente foi classificado pelo médico regular como não sendo de ‘perfil de urgente'”. Disse ainda que depois de apresentar problemas o automóvel foi levado para uma “manutenção preventiva”. Leia a nota na íntegra ao fim da reportagem
Durante todo o tempo o filho do paciente esperou assistência para o pai, mas não conseguiu.
“É difícil a situação, viu minha gente. A gente desde 5 horas da manhã esperando a ambulância. Você liga no Samu, o Samu fala que não pode vir buscar porque não tem carro para andar em estrada de chão. Brincando com a saúde do ser humano”, reclamou Wanderson Carneiro.
Sem a disponibilidade de outro veículo, os próprios moradores resolveram intervir. Eles e o motorista concertaram a ambulância em que o idoso estava.
O automóvel só saiu do lugar depois que a população empurrou.
Moradores precisaram empurrar ambulância com paciente dentro em Gurupi
Reprodução/TV Anhanguera
Essa não é a primeira vez que os moradores do povoado Trevo da Praia reclamam da falta de atendimento de urgência. No local, que fica a 70 km de Gurupi, moram centenas de famílias. Quando alguém passa mal e precisa de atendimento, a ambulância disponível é a que apresentou problemas mecânicos.
Segundo os moradores, outro problema é quando mais de um paciente precisa de socorro ao mesmo tempo. A família de João e de outros pacientes cobram melhorias e esperam que o povoado possa contar com melhor assistência nos atendimentos de urgência.
“Eu acho que o poder público tinha que olhar com outros olhos para a população do Trevo da Praia. Pelo menos colocar um carro adequado para rodar em estrada de chão”, disse Wanderson Carneiro.
O que diz a Prefeitura de Gurupi
Não houve negativa de atendimento por parte da ambulância do Samu. O que aconteceu foi que o quadro clínico do paciente foi classificado pelo médico regular como “não sendo de perfil de urgente”. O Samu já realizou vários atendimentos no Povoado Trevo da Praia a pacientes com classificação de urgência.
Assim que a ambulância do povoado apresentou problemas a Secretaria, ainda no domingo, enviou a referida ambulância para fazer a manutenção preventiva.
O paciente foi transferido para Gurupi para avaliação médica e toda a assistência necessária.
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Fonte: G1 Tocantins

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Primeira temporada de júris em 2022 terá julgamento de casos de grande repercussão em Palmas


Entre os réus que terão os casos julgados estão Iury Italu Medanha, Gilberto de Carvalho Limoeiro Parente Júnior, Iolanda Costa Fregonesi e Cleber Venâncio. Os julgamentos serão entre fevereiro e março. Julgamentos serão realizados no salão do tribunal do Júri do Fórum de Palmas
Divulgação/Fórum de Palmas
A primeira temporada de júris da comarca de Palmas tem 15 julgamentos marcados para os meses de fevereiro e março de 2022. Entre os casos que serão julgados estão réus de crimes com grande repercussão como Iury Italu Medanha, Gilberto de Carvalho Limoeiro Parente Júnior, Iolanda Costa Fregonesi e Cleber Venâncio.
Todos os julgamentos serão realizados no salão do tribunal do Júri do Fórum de Palmas. A previsão é de que sejam iniciados sempre às 8h20 se não houverem novos pedidos de adiamento, como ocorreram em alguns dos processos.
O g1 entrou em contato com a defesa de todos os citados nesta reportagem. A advogada de Iolanda Costa Fregonesi disse que não vai se manifestar. Os que representam os demais ainda não se pronunciaram.
Caso Patrícia Aline
O julgamento de Iury Italu Mendanha, acusado de matar a namorada Patrícia Aline, é o primeiro da temporada e está marcado para o dia 2 de fevereiro de 2022. O júri foi adiado quatro vezes desde 2020. O último adiamento aconteceu na semana passada, depois que o advogado apresentou um atestado médico.
O crime aconteceu em agosto de 2018. O corpo da jovem foi localizado em um terreno baldio perto de um shopping na região norte da capital. A investigação da Polícia Civil apontou que a vítima foi executada por ciúmes.
O réu ficou foragido por alguns dias após o crime e acabou sendo localizado no interior do estado. Quando foi preso, Iury Italu confessou o assassinato e até deu detalhes de como tudo aconteceu.
Caso Elvisley Costa
O julgamento de Gilberto de Carvalho Limoeiro Parente Júnior, de 47 anos, está marcado para o dia 21 de fevereiro de 2022. Ele acusado de atirar e matar o empresário Elvisley Costa de Lima, em Palmas. O crime aconteceu em um estacionamento da Avenida Palmas-Brasil em janeiro de 2020.
O réu foi detido em um posto da Polícia Rodoviária Federal em Uruaçu (GO). Ele é apontado como o homem que aparece em imagens de câmeras de segurança atirando contra Elvisley.
O crime teria sido encomendado por Bruno Teixeira da Cunha, que foi preso em Itajaí (SC) após ficar mais de um ano foragido. O Ministério Público e a Polícia Civil acreditam que o assassinato foi encomendado por R$ 25 mil e a motivação seria a cobrança de uma dívida.
Caso Pedro Caldas
O júri popular de Iolanda Costa Fregonesfoi marcado para o dia 14 de março de 2022. Ela é acusada de dirigir embriagada e atropelar o médico Pedro Caldas enquanto ele andava de bicicleta em Palmas. A morte aconteceu em dezembro de 2017.
O julgamento estava marcado para agosto de 2020, mas foi adiado após a defesa dela apresentar recurso no Superior Tribunal de Justiça. Os pedidos foram negados, mas o julgamento acabou não acontecendo devido à suspensão dos júris por causa da pandemia de Covid-19.
O atropelamento foi em novembro de 2017 e o médico passou um mês em coma. A jovem estaria dirigindo embriagada e sem habilitação quando atropelou o médico e um colega dele em uma das marginais da TO-050. Iolanda responde ao processo em liberdade.
Caso Alan Kardec
Cléber Venâncio e o principal suspeito de matar o taxista Alan Kardec na frente da própria casa em Palmas. O julgamento dele está marcado para o dia 21 de março de 2022.
O réu, inclusive, chegou a ser julgado em outubro de 2019, quando foi absolvido pelos jurados quatro anos após o crime. Na época, apesar de entender que Cleber Venâncio atirou na vítima, o júri decidiu que o réu deveria ser absolvido.
Depois deste julgamento o Ministério Público recorreu e a sentença foi cassada pela 2ª Turma da 2 Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins. Com isso foi determinado que o réu fosse submetido a um novo julgamento pelo Tribunal do Júri.
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Fonte: G1 Tocantins

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Radares fixos de avenidas de Palmas são substituídos por equipamentos novos; veja os locais


Prefeitura disse que equipamentos de fiscalização eletrônica mais modernos serão instalados. Radares fixos de Palmas estão sendo substituídos
Lia Mara/Prefeitura de Palmas
Os radares fixos de algumas avenidas de Palmas serão substituídos ao longo desta semana por equipamentos novos. Segundo a Prefeitura de Palmas, a troca é para que as vias tenham aparelhos de fiscalização eletrônica mais modernos, como dispositivos com câmeras de alta resolução.
A substituição, que começou nesta segunda-feira (6), é feita pela Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana (Sesmu).
Conforme a pasta, durante a instalação os novos equipamentos serão aferidos por técnicos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Eles são responsáveis por verificar se os sensores dos equipamentos estão em consonância com a velocidade permitida na via. A aferição é realizada de 12 em 12 meses.
As avenidas de Palmas que receberão equipamentos novos são:
Av. NS-01, Quadra 403 Sul, faixa de pedestre (Hospital Unimed)
Av. NS-02, Quadra 404 Sul, próximo ao ITOP
Av. NS-04, Quadra 904 Sul (Acesso a quadra)
Av. Teotônio Segurado, Taquari, a 850 metros da Av. “A”
Av. NS-02, faixa de pedestre, da Feira da Quadra 304 Sul
Radares fixos de Palmas são substituídos por aparelhos mais modernos
Lia Mara/Prefeitura de Palmas
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Fonte: G1 Tocantins