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Tocantins recebe nova remessa de vacinas da da Pfizer e termina semana com mais de 120 mil novas doses


Novo lote da Pfizer contém 29.250 doses que devem ser usadas para a D2 da população com mais de 12 anos. Novas doses da Pfizer chegaram ao Tocantins
Carla Cleto/ Sesau
O Tocantins recebeu nesta quinta-feira (24) mais 29.250 doses de vacinas contra a Covid-19. Desta vez os imunizantes são da Pfizer e devem ser usados para aplicação da segunda dose na população com mais de 12 anos de idade. Ao longo da semana, somadas todas as remessas, o Tocantins já recebeu 122.750 doses.
O secretário da Saúde, Afonso Piva, pediu que quem está com a vacinação atrasada compareça para completar a imunização. “Estamos recebendo doses para atender a todos os públicos alvos vacináveis, conclamo toda a sociedade a incentivar a vacinação, temos estoques para atender pessoas a partir de cinco anos de idade. Juntos venceremos esta batalha contra o vírus”.
Segundo a própria secretaria, em todo o Tocantins são 364.904 pessoas com a dose de reforço atrasada, “com este quantitativo os dados de vacinação do Estado não avança e uma grande parte da população fica suscetível ao vírus e suas variantes”, afirmou a gerente de Imunização, Diandra Rocha.
Tocantins já aplicou 2.301.672 doses de vacinas contra a Covid-19, com 59,06% da população totalmente imunizada. Dentre estes, apenas 15,78% da população, apta a receber as dose de reforço, procuraram as Unidades de Saúde.
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Fonte: G1 Tocantins

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Comissão mantém relator do impeachment e deputado apresenta parecer prévio pelo prosseguimento do processo


Decisão de manter Júnior Geo no cargo foi tomada por unanimidade entre os deputados que votaram. Advogado de Carlesse protestou contra a apresentação do parecer. Júnior Geo foi mantido na relatoria do impeachment
Talita Gregório/Assembleia Legislativa do Tocantins
A Comissão Especial do Impeachment contra o governador afastado do Tocantins Mauro Carlesse (PSL) decidiu na noite desta quinta-feira (24) manter o deputado Júnior Geo (PROS) como relator do processo. A defesa do governador tinha pedido a retirada dele da função alegando que ele não poderia atuar de forma imparcial por ter apresentado pedido anterior de abertura do mesmo tipo de processo.
A votação foi unânime entre os três deputados que participaram: Eduardo do Dertins (PPS), Olyntho Neto (PSDB) e Zé Roberto (PT). Os outros dois deputados da comissão, Júnior Geo e Elenil da Penha (MDB) não votaram por serem, respectivamente, relator e presidente da comissão.
Logo após esta votação, o deputado Júnior Geo apresentou o parecer prévio dele pela continuidade do processo. Quando o deputado começou a falar, o advogado do governador, Juvenal Klayber, protestou contra a apresentação. Ele estava na comissão porque tinha falado por 15 minutos defendendo o impedimento do relator.
O parecer prévio também foi aprovado por unanimidade pelos cinco integrantes da comissão. Ele é considerado prévio porque ainda não tem efeito de levar o caso ao plenário. A partir da leitura deste documento a comissão cria um calendário de trabalho para receber novas evidências. As primeiras providências foram solicitar uma serie de documentos para serem analisados, inclusive as declarações de bens de Mauro Carlesse para os anos de 2014 e 2018.
O deputado Júnior Geo informou que poderá apresentar o parecer final na próxima quinta-feira (3), após a analise dos novos documentos. A sessão será às 18h01.
Carlesse está afastado do Palácio Araguaia por determinação do STJ desde outubro de 2021. O prazo do afastamento do governador termina em abril, mas pode ser revisto pela Justiça caso o STJ avalie que é necessário. Ele é considerado suspeito em duas operações da Polícia Federal.
Uma das investigações é sobre suposto recebimento de propina de fornecedores do plano de saúde dos servidores públicos estaduais. A outra é sobre interferência política em operações da Polícia Civil do Tocantins. Os argumentos da decisão que levou ao afastamento embasaram o pedido de impeachment. Carlesse nega todas as acusações.
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Fonte: G1 Tocantins

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Defesa de guardas metropolitanos filmados chutando e pisando em jovem em Palmas diz que houve ‘uso moderado’ da força


Comandante da Guarda Metropolitana classificou a situação como ‘caso isolado’ e disse que não houve motivação racial. Defesa de guardas metropolitanos que agrediram jovem na capital fala pela 1ª vez
O advogado que representa os cinco guardas metropolitanos de Palmas filmados agredindo o jovem Vinícius Lucas Ferreira, de 26 anos, durante uma abordagem no último fim de semana falou sobre o caso pela primeira vez. Leonardo Cardoso afirma que a equipe foi até o posto de combustíveis onde tudo aconteceu porque havia uma denúncia de que uma mulher estava sendo agredida e os guardas usaram ‘força moderada’ para conter Vinícius.
“Ele falou: ‘vocês não têm nada a ver com isso. Eu vou tirar esses guardinhas daqui nem que seja no tapa’. Neste momento, ele já partiu em direção à equipe, desferiu um soco no subinspetor da guarda e neste momento ele já estava em situação de flagrante”, afirma. “Foi feito esta tentativa de contenção dele e foi necessário o uso da força. O uso moderado da força”.
Jovem foi agredido por guarda metropolitanos em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
Nas imagens, os agentes aparecem chutando a cabeça e pisando no rosto de Vinícius. Também nesta quinta-feira, o superintendente da Guarda Metropolitana de Palmas, Marcelo Pereira Lima, classificou o episódio como ‘fato isolado’ e negou que tenha havido motivação racial.
“Sobre a abordagem, ela não reflete os 29 anos de trabalho que a gente vem desenvolvendo. É um fato isolado. O excesso cometido na ocorrência, seja lá qual for a motivação, vai ser apurado”, disse.
Os cinco guardas que aparecem nas imagens foram afastados das ruas pela corregedoria da GMP. Eles também devem responder a procedimentos administrativos, além das acusações na área criminal. O caso deverá ainda ser analisado na Justiça Civil para averiguação de dano moral. Todos devem ser ouvidos na próxima semana pelo Ministério Publico. O promotor do caso acredita que eles podem responder por abuso de autoridade e tortura.
A TV Anhanguera apurou ainda que em 2020 houve uma queixa contra Vinícius Lucas por ameaça, mas que ele não responde a nenhum processo. Por telefone, ele confirmou que houve um desentendimento familiar na época, mas disse que foi ouvido e liberado. Ele negou ainda ter agredido os guardas ou outras pessoas presentes no posto de combustíveis.
Guardas foram filmados agredindo jovem em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
As agressões
A confusão foi no último domingo (20) e começou depois que guardas metropolitanos foram acionados para uma ocorrência de perturbação de sossego no estabelecimento. Um vídeo mostra o momento em que um dos homens chegou a chutar a cabeça do jovem.
“Só sei que o policial [se referindo ao guarda] já pegou pelo meu pescoço me jogou pra fora e começou a me agredir. Eu já deitado no chão, sem nenhuma reação, me agredindo com chute na cara, com murro, com spray de pimenta, pisando na minha cabeça, pisando no meu pescoço”, lembra Vinícius.
A família do vendedor procurou uma delegacia e registrou um boletim de ocorrência. Após a repercussão do caso, a prefeitura de Palmas disse que a ocorrência envolvendo as agressões foi encaminhada para a corregedoria da Guarda Metropolitana da cidade e que cinco agentes foram afastados temporariamente das funções externas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Augustinópolis decreta feriado no Carnaval; festas estão proibidas


Feriado será no dia 1º de março; no dia 2 haverá ponto facultativo. Vista do município de Augustinópolis
Folha do Bico/Divulgação
A Prefeitura de Augustinópolis, na região do Bico do Papagaio, publicou decreto proibindo realização de festividades de Carnaval. Município também decretou que será feriado municipal no dia 1º de março e ponto facultativo no dia 2.
O texto com as medidas é assinado pelo prefeito Antônio Cayres (PSC) e foi publicado na terça-feira (22).
O decreto proibiu a realização de festividades relativas ao Carnaval em 2022, seja nas ruas, praças públicas e bares. Também não podem ser realizados shows e bailes carnavalescos em locais fechados, públicos ou particulares.
Em Augustinópolis, segundo o município, são 2.155 casos de Covid e 40 mortes desde o início da pandemia.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ministro Onyx Lorenzoni participa de lançamento de programa que vai oferecer auxílio financeiro em cidades do TO


Projeto vai oferecer bolsa de meio salário mínimo e auxílio transporte para desempregados nos municípios participantes. Adesão é voluntária. Ministro Onyx Lorenzoni participa de lançamento de programa no Tocantins
Betânia Sousa/TV Anhanguera
O ministro do Trabalho e Previdência Onyx Lorenzoni cumpriu agenda nesta quinta-feira (24) em Palmas. Ele participou do lançamento do Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário no Tocantins. O projeto será custeado por prefeituras e vai oferecer bolsa de meio salário mínimo e auxílio transporte aos desempregados nos municípios participantes.
O evento aconteceu no auditório da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e contou com a presença de políticos, incluindo o governador Wanderlei Barbosa (Sem partido) e prefeitos de várias cidades.
Conforme o governo federal, “o programa é centrado em cursos de qualificação para trabalhadores desempregados combinados com a execução de atividades de interesse público”.
O programa vai beneficiar pessoas de 18 a 29 anos e também aqueles que já passaram dos 50 anos e estão fora do mercado de trabalho há mais de dois anos. Criado por Medida Provisória, o programa conta com a parceria do Sistema S – que vai oferecer aos participantes mais de 200 cursos de qualificação aos beneficiários.
Durante o evento Onyx Lorenzoni afirmou que o governo federal não vai investir financeiramente e o programa será de total responsabilidade dos municípios que participarem. A adesão é voluntária. As prefeituras terão a missão de organizar atividades de interesse público, lançar editais que vão definir a quantidade de vagas e coordenar todas as etapas, até o pagamento.
A afirmação foi uma surpresa para os prefeitos que esperavam pelo repasse de recursos para o andamento do programa nos municípios. Diogo Borges, presidente da ATM, pretende contar com emendas parlamentares para custear as bolsas.
Dados do governo federal apontam que 7, 8 milhões de jovens no Brasil não trabalham e nem estudam. Segundo a ATM “o programa espera como resultado a redução dos impactos sociais no mercado de trabalho causados pela pandemia da Covid-19”.
O programa deve se estender até dezembro de 2022.
Ministro Onyx Lorenzoni participa de lançamento de programa no Tocantins
Betânia Sousa/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Tatuador é condenado a 16 anos de prisão por assassinato de jovem na região sul de Palmas

Para o Ministério Público, motivação do crime foi rivalidade entre facções criminosas. Diante da Justiça o tatuador Leonardo Castro de Sousa alegou ter agido em legítima defesa. O tatuador Leonardo Castro de Sousa, de 22 anos, foi condenado a 16 anos, 7 meses e 15 dias de prisão pelo assassinato do jovem Henrique das Missões Leite em Palmas. O crime foi em fevereiro de 2021 no Jardim Aureny I. Segundo o Ministério Público, Leonardo Castro é integrante de uma facção criminosa e teria matado Henrique por acreditar que ele pertencia a um grupo rival.
O g1 não conseguiu localizar a defesa de Leonardo Castro de Sousa para comentar o caso. Durante o julgamento, ele confessou ter cometido o crime, mas disse que atirou contra a vítima em legítima defesa. O argumento não convenceu os jurados, que optaram pela condenação por homicídio qualificado.
Conforme o promotor de Justiça André Ramos Varanda, a vítima caminhava tranquilamente pela rua na noite do crime, quando foi surpreendido por Leonardo Castro, que efetuou vários disparos. A situação caracterizou homicídio qualificado por uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Henrique foi hospitalizado, mas morreu dias depois.
A condenação foi definida em sessão do Tribunal do Júri realizada nesta quarta-feira (23). Leonardo Castro já estava preso desde a época do crime quando foi capturado pela Polícia Militar. Ele não terá o direito de responder em liberdade e retornou para a Unidade Penal de Palmas.
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Fonte: G1 Tocantins

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De Ferrari a Porshe: veja alguns dos carros de luxo apreendidos em esquema de clonagem de veículos do Exército


Veículos foram apreendidos em operação da PF e PRF. Mais de 3 mil veículos do Exército podem ter sido clonados por grupos que atuavam em 11 estados brasileiros. Veículos apreendidos em Campo Grande estavam em condomínio de luxo.
Reprodução/PF
Modelos de marcas como Ferrari, Porche, Mercedes e Ranger Rover estão na lista de carros apreendidos durante operação da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, que apura clonagem de 3,3 mil veículos do Exército. Mandados de prisão e de busca e apreensão começaram a ser cumpridos nesta quinta-feira (24).
A ação ocorreu , simultaneamente, em mais de dez estados, totalizando 82 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão. Em Campo Grande (MS), a operação foi realizada em um condomínio de luxo. Estão envolvidos também os estados:
São Paulo
Minas Gerais
Tocantins
Pará
Goiás
Paraíba
Ceará
Paraná
Pernambuco
Maranhão
Segundo as investigações, os criminosos clonavam chassis de veículos do Exército com objetivo de obter documentos legítimos e legalizar veículos roubados.
O abatimento ilegal de cada veículo até R$ 40 mil.
Reprodução/PF
Ao todo, a Operação Fiat Lux identificou cerca de 10 mil adulterações no sistema veicular brasileiro. O prejuízo causado soma mais de R$ 500 milhões. Nesta quinta, mais de 400 policiais federais e rodoviários cumprem os mandados. Equipes do Exército também prestam apoio à operação.
Operação Fiat Lux identificou cerca de 10 mil adulterações no sistema veicular brasileiro.
Reprodução/PF
Segundo os investigadores, as clonagens dos chassis do Exército só foram possíveis porque contaram com a participação de servidores do Detran e de despachantes. A investigação não aponta a participação de integrantes do Exército nas fraudes.
O prejuízo causado pelas fraudes veiculares soma mais de R$ 500 milhões.
Reprodução/PF
A pedido da PF, a Justiça afastou das funções 95 servidores do Detran. Desse total, 85 atuam no Detran-SP; 7 no Detran-TO; e 3 no Detran-MG. Cerca de 20 despachantes também foram afastados das funções no estado de São Paulo.
Fraudes
O inquérito policial, instaurado no fim de 2020, teve origem após a detecção da clonagem de veículos do Exército. Segundo a polícia, os criminosos também criavam veículos fictícios no Sistema Federal da Secretaria Nacional de Trânsito, permitindo a realização de financiamentos e a participação em consórcios. Esses automóveis eram dados como garantia em operações financeiras.
A investigação também apontou que servidores do Detran e despachantes inseriam, no Sistema Federal de Registro de Veículos Automotores, automóveis comprados na Zona Franca de Manaus – com isenção de PIS e Cofins – e emplacavam indevidamente esses carros em São Paulo para burlar a fiscalização.
O abatimento ilegal de cada veículo, a maioria caminhonetes, girava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil. Depois, os veículos eram revendidos sem recolhimento dos impostos. Foi identificado o uso de documentos falsificados em aproximadamente 300 automóveis.
O prejuízo causado pelas fraudes veiculares soma mais de R$ 500 milhões. Em dez meses de atuação, foram recuperados R$ 35 milhões em veículos – entre eles caminhões, caminhonetes e automóveis de luxo.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de inserção de dados falsos, financiamento fraudulento, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Tocantins

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Mais de 200 indígenas ficam sem estudar no TO por falta de transporte e material escolar e lideranças fazem protesto; VÍDEO


Ato foi realizado na sede da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Tocantinópolis. Indígenas fazem protesto para pedir transporte e material escolar para estudantes
Indígenas Javaés de várias aldeias em Tocantinópolis, no norte do estado, fizeram um protesto nesta quinta-feira (24) para cobrar acesso à educação. Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cime), 240 alunos da região estão sem estudar por falta de transporte e de material escolar. O ano letivo na rede estadual começou há 10 dias.
O protesto aconteceu na sede da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Tocantinópolis. Famílias ocuparam o prédio e pediram condições para que crianças e jovens pudessem frequentar as escolas na cidade. Um vídeo mostra as lideranças cantando e erguendo cartazes durante o ato. (Assista acima)
O g1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), mas a pasta não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
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Segundo as lideranças indígenas, um dos problemas é a falta de material escolar. Eliane Franco, coordenadora do Cime, diz que muitas famílias vivem em vulnerabilidade e não têm condições financeiras para comprar os itens. Neste ano os indígenas não receberam materiais básicos, como cadernos, lápis e canetas.
“Estão pedindo que a Diretoria Regional de Ensino compre e entregue o material para os alunos, poque eles sempre fizeram isso, mas esse ano estão negando esse direito aos jovens e crianças do povo Apinajé. São 240 alunos perdendo aulas por falta de material”, disse Eliane Franco.
Indígenas fizeram ato em Diretoria de Educação em Tocantinópolis
Divulgação/Cime
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Outra questão está relacionada com a mobilidade. Eliane Franco informou que antes da pandemia o transporte escolar era de responsabilidade do governo do estado, mas o serviço passou a ser feito pela prefeitura de Tocantinópolis. A mudança prejudicou estudantes que vivem em aldeias que pertencem a municípios vizinhos.
Segundo ela, cerca de 70 alunos não contam com transporte atualmente e estão perdendo aulas.
“Eles foram surpreendidos na volta às aulas, no dia 14 de fevereiro. O transporte escolar das aldeias foi transferido para o município de Tocantinópolis. Houve uma municipalização do transporte escolar sem consulta prévia ao povo Apinajé. Ela [prefeitura de Tocantinópolis] pegou a responsabilidade do transporte, mas se recusou a pegar os 58 alunos que pertencem ao município de Maurilândia”, explicou Eliane.
Indígenas pedem transporte escolar no interior do Tocantins
Divulgação/Cime
Indígenas fazem ato por educação em Tocantinópolis
Divulgação/Cime
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Fonte: G1 Tocantins

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PRF apreende mais de 2,2 mil litros de bebidas alcóolicas transportadas de forma irregular


Mercadorias não tinham notas fiscais. Apreensões foram realizadas durante fiscalização em Gurupi. Agentes da PRF apreenderam carregamentos de bebida
PRF/Divulgação
Dois carregamentos de bebidas alcóolicas foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Gurupi, no sul do estado, na tarde desta quarta-feira (23). Ao todo, foram localizados 2.210 litros de produtos de diversas marcas. As mercadorias eram transportadas sem nota fiscal.
A primeira ocorrência aconteceu após abordagem de rotina em caminhão-baú. O motorista apresentou documentação que aparentemente estava válida, mas após verificação junto à Secretaria da Fazenda foi verificada irregularidade do transporte da mercadoria.
O carregamento, com 1.132 litros de diversas bebidas alcoólicas nacionais, foi apreendido e encaminhado para Sefaz para devidas providências.
No mesmo dia a equipe PRF abordou outro caminhão-baú carregado mais 1.080 litros de bebidas. O condutor não apresentou nota fiscal. Ele afirmou que a carga foi embarcada em Goiânia e Anápolis com destino a Porto Nacional. Essa carga também foi apreendida e encaminhada para Sefaz.
Os dois casos foram registrados como transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal.
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Fonte: G1 Tocantins

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Com novo caso de mormo, estado passa a ter limitação para eventos com equinos em 29 cidades


Nova portaria foi publicada após Augustinópolis registrar o primeiro caso de mormo em 2022. Estado agora tem duas confirmações no ano; em 2021 foram 22. Tocantins tem dois casos de mormo confirmados em 2022
Divulgação/Adapec
A Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) publicou uma nova portaria suspendendo eventos e aglomerações de equinos em municípios do Tocantins. A nova medida foi adotada após a confirmação de um caso de mormo em Augustinópolis, na região do Bico do Papagaio.
Mormo é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria que pode ser transmitida para o homem. Não existe vacina e nem tratamento, por isso os animais são sacrificados.
Além da suspensão em Augustinópolis, as proibições de eventos e aglomerações continuam valendo para os municípios de Nova Olinda, Marianópolis, Araguaína e Buriti, que estão na lista desde janeiro. Filadélfia, que constava na relação no início do ano, foi liberada pela Adapec.
Este é o primeiro caso de mormo no município de Augustinópolis e o segundo deste ano no Tocantins. Em 2021 tinham sido confirmados 22 animais infectados.
“Recebemos o resultado do exame do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) na última sexta-feira e logo tomamos todas as providências determinadas pela legislação, inclusive com a eutanásia do animal”, explicou Isadora Melo, responsável pelo Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos da Adapec.
As cidades que fazem divisa com estes municípios onde há casos de mormo confirmados estão impedidas de realizarem eventos abertos com equinos, como cavalgadas, tropeadas e outros. Essa proibição vale para:
Pau D’Arco
Bandeirante
Colinas do Tocantins
Babaçulândia
Filadélfia
Palmeirante
Pium
Caseara
Divinópolis do Tocantins
Monte Santo
Chapada de Areia
Santa Fé do Araguaia
Muricilândia
Aragominas
Carmolândia
Piraquê
Wanderlândia
São Sebastião do Tocantins
Araguatins
Carrasco Bonito
Sampaio
Praia Norte
Sítio Novo
Axixá
Prevenção
A principal forma de prevenção é a realização de exames regularmente, já que a validade é de 60 dias. A orientação é que, ao comprar um animal, o interessado exija esses exames e evite que o equídeo tenha contato com outros sem comprovação negativa da doença.
No caso de suspeita da enfermidade, o produtor rural deve isolar o animal e comunicar imediatamente as unidades da Adapec presentes em todo o estado ou ligar gratuitamente no 0800 063 11 22, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 14h.
A Adapec conta com 23 barreiras fixas nas divisas do estado e mais 13 barreiras volantes para atuar na fiscalização das áreas animal e vegetal.
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Fonte: G1 Tocantins