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Documentário ‘Mestre Zu’ homenageia vida e legado do jornalista Zuenir Ventura; veja trailer

Documentário ‘Mestre Zu’ homenageia legado e vida do jornalista Zuenir Ventura
Estreia no dia 22 de outubro o documentário “Mestre Zu”, uma homenagem ao jornalista, escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), Zuenir Ventura.
Dirigido por Zelito Viana e codirigido por Luciana Savaget, o lançamento ganha um tom ainda mais emocionante de tributo após recente falecimento do autor, aos 95 anos, em 2 de setembro.
Considerado um dos pilares do jornalismo moderno brasileiro, ele foi apelidado carinhosamente de “Mestre Zu” pela postura acolhedora com colegas de diferentes gerações.
Em mais de 60 anos de carreira, emprestou seu carisma e senso crítico a redações fundamentais, como “Jornal do Brasil”, “O Globo”, “Veja” e “Época”, sem nunca perder o seu autêntico DNA de repórter.
O jornalista e escritor Zuenir Ventura, vai lançar o livro “1968 – O que Fizemos de Nós”. FOTO ANDRE LESSA/AE.
André Lessa/Estadão Conteúdo
A narrativa da obra resgata sua juventude em Nova Friburgo (RJ), onde trabalhou como pintor de paredes e boy de banco, e ressalta o imenso esforço de sua mãe, que lavava batinas para garantir seus estudos.
Essa base forte pavimentou o caminho para que ele cobrisse eventos históricos decisivos, atuando como intérprete de João Goulart em Paris e, mais tarde, enfrentando a prisão durante a ditadura militar após o AI-5.
O documentário também ilustra a habilidade de Zuenir em unir o rigor da apuração à sensibilidade literária, eternizada em livros como “1968 – O Ano que Não Terminou”, “Chico Mendes”, “Cidade Partida” e “Inveja – Mal Secreto”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cézar Mendes reúne Alice Caymmi, Adriana Calcanhotto, Marisa Monte e Sophie Charlotte no álbum ‘Itapuano’

Cézar Mendes canta cinco das 12 músicas compostas com Arnaldo Antunes e reunidas no álbum ‘Itapuano’
Bob Wolfenson / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Compositor e violonista baiano nascido em Santo Amaro da Purificação (BA) e revelado em 1998 como parceiro do conterrâneo Caetano Veloso em “Aquele frevo axé”, música que batizou álbum de Gal Costa (1945 – 2022), Cézar Mendes incursiona pela arte do canto em cinco das 12 músicas do segundo álbum do artista, “Itapuano”, programado para 30 de outubro.
Contudo, Mendes – que entrou em cena como cantor em fevereiro de 2024, mês em que fez o primeiro show em Salvador (BA) – não abre mão das participações estelares, tal como no primeiro álbum, “Depois enfim”, lançado em 2018 com elenco de convidados que incluía Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Caetano Veloso, Djavan, Fernanda Montenegro, Marisa Monte, Moreno Veloso e Tom Veloso.
Aliás e a propósito, Calcanhotto, Caetano, Marisa, Moreno e Tom são nomes presentes ao longo das 12 faixas de “Itapuano”, álbum anunciado em 25 de setembro pelo single “João”.
A esse time, se juntam Alice Caymmi, Antonio Zambujo, Chico Buarque, Mônica Salmaso, Pedro Miranda e Sophie Charlotte, além de Mario Adnet, produtor e arranjador do álbum gravado entre agosto de 2025 e março deste ano de 2026 no Estúdio Sarapuí, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O repertório do álbum “Itapuano” é calcado na parceria de Mendes com Arnaldo Antunes, iniciada há 22 anos com a gravação por Arnaldo da canção “Itapuana” no álbum “Saiba” (2004) – música ora revivida por Cézar Mendes em feat com Mônica Salmaso.
Entre regravações de “Enquanto passa outro verão” (2021), “O culpado é o cupido” (2023) e “Também pede bis” (2018), recicladas no álbum “Itapuano” com as vozes de Sophie Charlotte, Adriana Calcanhotto e Chico Buarque, respectivamente, Cézar Mendes apresenta músicas inéditas em disco como “Apenas milagre”, “Colibri” (composição que também tem a assinatura de Mario Adnet) e “Papel de bobo”, esta gravada com a voz de Alice Caymmi.
Capa do álbum ‘Itapuano’, de Cézar Mendes
Bob Wolfenson / Divulgação
♪ Eis a ficha técnica das 12 faixas de “Itapuano”, segundo álbum do compositor, violonista e agora cantor Cézar Mendes:
1. “João” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2020)
Voz: Caetano Veloso
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Marcelo Costa
Flautas: Eduardo Neves
Cordas: St. Petersburg Studio Orchestra
2. “Amor se acalme” (Cezar Mendes, Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 2015)
Voz: Marisa Monte
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Cordas: St. Petersburg Studio Orchestra
3. “Também pede bis” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2018)
Voz: Chico Buarque
Voz: Cezar Mendes
Violão e arranjo: Mario Adnet
Cavaquinho: Ana Rabello
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Percussão: Marcus Thadeu
Sax tenor: Eduardo Neves
4. “Papel de bobo” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2026)
Voz: Alice Caymmi
Violão e arranjo: Mario Adnet
Cello: Jaques Morelenbaum
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Marcelo Costa
5. “O culpado é o cupido” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2023)
Voz: Adriana Calcanhotto
Voz: Cezar Mendes
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano Marcos Nimrichter
Violão solo: Leonardo Amuedo
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Cordas: St. Petersburg Studio Orchestra
6. “Umbigo” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2021)
Voz: Tom Veloso
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano e acordeom: Marcos Nimrichter
Clarinete: Cristiano Alves
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Percussão: Marcus Thadeu
7. “Enquanto passa outro verão” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2021)
Voz: Sophie Charlotte
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Cordas: St. Petersburg Studio Orchestra
8. “Apenas milagre” ( Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2026)
Voz: António Zambujo
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Marcelo Costa
Cordas: St. Petersburg Studio Orchestra
9. “Se não dá, não dá” (Cezar Mendes, Arnaldo Antunes e Marcia Xavier, 2026)
Voz: Moreno Veloso
Violão e arranjo: Mario Adnet
Cavaquinho: Ana Rabello
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Percussão: Marcus Thadeu
Sax tenor: Eduardo Neves
Trompete: Aquiles Moraes
Trombone: Everson Moraes
10. “Desistiu de mim” (Cezar Mendes, Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carminho, 2018)
Voz: Pedro Miranda
Voz: Cezar Mendes
Violão e arranjo: Mario Adnet
Cavaquinho: Ana Rabello
Piano: Marcos Nimrichter
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Antonio Neves
Percussão: Marcus Thadeu
Sax tenor: Eduardo Neves
Trompete: Aquiles Moraes
Trombone: Everson Moraes
11. “Colibri” (Cezar Mendes, Mario Adnet e Arnaldo Antunes, 2026)
Voz: Mario Adnet
Voz: Cezar Mendes
Violão e arranjo: Mario Adnet
Piano: Daniel Jobim
Cello: Jaques Morelenbaum
Clarinete: Cristiano Alves
12. “Itapuana” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2004)
Voz: Mônica Salmaso
Voz: Cezar Mendes
Violão e arranjo: Mario Adnet
Baixo: Jorge Helder
Bateria: Marcelo Costa
Guitarra: Leonardo Amuedo
Acordeom: Marcos Nimrichter
Clarinete: Cristiano Alves

Fonte: G1 Entretenimento

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Netinho falou em 2010 ao Fantástico sobre relação com pessoa do mesmo sexo; relembre

Netinho falou sobre experiência com pessoa do mesmo sexo no Fantástico; relembre
Em reportagem exibida pelo Fantástico em 2010, o cantor baiano Netinho falou sobre a experiência de ter se relacionado com uma pessoa do mesmo sexo. Dois anos antes, ele havia falado pela primeira vez sobre sua sexualidade em uma entrevista a uma revista de celebridades.
Questionado sobre o que havia declarado na ocasião, Netinho respondeu:
“Eu falei que eu tive, já tinha vivido uma experiência com uma pessoa do mesmo sexo que eu”.
Na sequência, o cantor foi questionado sobre como percebeu que sentia atração por um homem.
“Eu acho que todo mundo que passa por isso, quem vive esse tipo de relação, primeiro é um choque”, afirmou.
Ao ser perguntado se aceitava o que estava sentindo, o cantor explicou que, no início, teve uma sensação de não aceitação.
“Tem aquela sensação de não aceitação, tipo: ‘Por que eu tô sentindo isso?’ E tal. Mas, com o tempo, você percebe que é um sentimento que nasceu dentro de você. Quando você coloca pra fora isso, conta pra alguém, eu acho que você passa a ser mais feliz”, disse.
Além de Netinho, a reportagem citou outros famosos que haviam falado publicamente sobre a própria sexualidade, entre eles o cantor Ricky Martin, que havia anunciado ser gay. Veja a reportagem completa no vídeo acima.
Netinho falou sobre sexualidade ao Fantástico
Reprodução/TV Globo
Morte
Netinho, um dos principais nomes do axé music e intérprete de sucessos como “Milla”, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em um hospital de Salvador. O cantor enfrentava um câncer do sistema linfático há mais de um ano.
Por desejo do cantor, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos.
LEIA TAMBÉM: ‘Milla’ existiu ou não? Relembre a história por trás de um dos maiores sucessos de Netinho
Netinho, um dos nomes mais queridos do axé, morre aos 60 anos
Jornal Nacional/ Reprodução
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico
Ouça os podcasts do Fantástico
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sally Rooney deixará de ter livros distribuídos no Reino Unido após apoiar grupo pró-Palestina classificado como terrorista

A autora Sally Rooney posa para uma fotografia antes do anúncio do vencedor do Prêmio Costa de Literatura de 2018 em Londres, Grã-Bretanha, 29 de janeiro de 2019
REUTERS/Henry Nicholls/Foto de Arquivo
A escritora irlandesa Sally Rooney, autora de “Pessoas Normais”, afirmou nesta quarta-feira (14) que seus livros deixarão de ser distribuídos no Reino Unido por seu apoio ao Palestine Action, grupo pró-Palestina classificado como organização terrorista pelo governo britânico.
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Segundo Rooney, a decisão de parar de distribuir os livros foi tomada em comum acordo com a editora Faber & Faber, responsável pelas publicações da autora no território, que não pode mais pagar seus direitos autorais devido à legislação britânica.
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O Palestine Action foi banido no Reino Unido em julho de 2025, após ser incluído na lista de organizações terroristas do território. No mês seguinte, Rooney publicou um artigo no jornal irlandês The Irish Times em que afirmou que continuaria apoiando a organização e que destinaria parte de seus lucros a ela.
Pela legislação antiterrorismo britânica, financiar organizações consideradas terroristas é crime e tem pena de até 14 anos de prisão. Por isso, segundo a editora, o pagamento dos direitos autorais a Rooney poderia violar a lei, já que ela afirmou que usaria o dinheiro para apoiar o grupo. O grupo não é proibido na Irlanda, onde a escritora vive.
➡️ O Palestine Action foi classificado como organização terrorista após integrantes do grupo invadirem uma base da Força Aérea do país e danificarem dois aviões militares. Segundo o governo, a organização já tinha um histórico de ataques contra instalações militares e empresas de defesa.
Em comunicado enviado ao veículo, Rooney afirmou que está preparada para enfrentar as consequências de seu posicionamento.
“Fiz todos os esforços para ser honesta com o público sobre minhas crenças e intenções e estou totalmente preparada para aceitar as consequências”, declarou.
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A Faber & Faber também se manifestou. “Vender a obra de uma escritora e não poder repassar os ganhos a ela é uma situação inconcebível para uma editora”, afirmou a empresa.
A decisão não significa que os livros de Rooney serão retirados das livrarias britânicas. Os exemplares que já estão disponíveis continuarão sendo vendidos, mas a editora deixará de fornecer novas unidades. As obras também podem continuar sendo comercializadas em outros países.
Em setembro de 2025, Rooney deixou de comparecer a uma cerimônia de premiação em Londres por ter sido aconselhada a não entrar no Reino Unido devido ao risco de prisão por seu apoio ao grupo.
A obra de mais sucesso da autora, “Pessoas Normais”, vendeu mais de 1 milhão de exemplares somente no Reino Unido. Outros dois romances, “Conversas Entre Amigos” e “Belo Mundo, Onde Você Está”, ultrapassaram 500 mil cópias vendidas cada um no território, segundo o The Guardian.

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso reforça laços com obra dos Beatles ao gravar canção ‘Because’ no álbum do violonista Niño Josele

Caetano Veloso grava músicas do repertório dos Beatles desde 1975
Roncca / Reprodução Facebook Caetano Veloso
♫ ANÁLISE
♬ No álbum lançado pelo violonista espanhol Niño Josele em 9 de outubro, “Bajañí”, algumas faixas chamaram a atenção do público brasileiro pelas conexões do músico com artistas nacionais. Uma delas é a abordagem de “Because” – canção de John Lennon (1940 – 1980) e Paul McCartney apresentada pelos Beatles no álbum “Abbey road”, lançado em setembro de 1969 – em feat de Josele com Caetano Veloso.
A gravação reforça os laços do artista baiano com o cancioneiro do grupo inglês. “Because” é a sexta música do repertório dos Beatles que aparece em registro fonográfico oficial na voz de Caetano.
Pedra fundamental na construção do rock em escala planetária, a banda britânica sempre esteve entre as influências de Caetano Veloso, artista sempre atento aos sinais do universo pop. Há ecos de Beatles, por exemplo, na atmosfera do álbum “Transa”, gravado em Londres em 1971 e lançado em 1972.
Contudo, essa influência apareceu de forma explícita somente em 1975, ano em que o cantor lançou dois álbuns simultâneos, “Joia” e “Qualquer coisa”, em que gravou nada menos do que quatro músicas dos Beatles.
“Help” (1975) foi uma das músicas do álbum “Joia”. Já “Eleanor Rigby” (1966), “For no one” (1966) e “Lady Madonna” (1968) apareceram em sequência no lado B da edição em LP do álbum “Qualquer coisa”.
Cabe lembrar que “Eleanor Rigby” reapareceria onze anos depois no álbum gravado por Caetano em 1986 para o mercado norte-americano, através do selo Nonesuch, com arranjos calcados em violão e percussão.
Bem mais tarde, em 2020, o cantor gravaria uma quinta música de Lennon & McCartney, “Hey Jude”, em registro de voz e violão, editado como single em 2020 como parte da trilha sonora do documentário “Narciso em férias” (2020).
Para Caetano Veloso, a canção “Hey Jude” carrega forte simbolismo. É que a canção transmitia esperança ao artista ao longo dos 54 dias em que Caetano ficou preso numa cela por determinação do governo militar do Brasil, em detenção efetuada em 27 de dezembro de 1968.
“Eu me lembro nitidamente de que “Hey Jude” era a canção positiva. Quando tocava, era sinal de que ia melhorar minha situação, de que os portões iam se abrir e a luz ia ser vista de novo”, relembrou Caetano no documentário de Renato Terra e Ricardo Calil.
Também feita no molde voz & violão, a gravação de “Because” no álbum de Niño Josele joga mais uma luz sobre a antiga e forte relação de Caetano Veloso com o cancioneiro dos Beatles.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sem reforma e modernização, Louvre terá que fechar as portas, alerta presidente;

O Louvre terá que “fechar suas portas ao público” se não for realizado um grande plano de reforma e modernização, alertou nesta quarta-feira (14) o presidente Christophe Leribault, um ano após o roubo impressionante no museu mais visitado do mundo.
“Qualquer que seja o futuro governo [após as eleições presidenciais na França em 2027], terá de ter em mente que, se o Louvre não for reformado, adaptado e transformado, perderá prestígio muito rapidamente e, a longo prazo, terá que fechar suas portas ao público”, disse o dirigente ao jornal francês Le Figaro.
O roubo de 19 de outubro de 2025, no qual um grupo de homens levou, em apenas oito minutos e em plena luz do dia, várias joias da Coroa avaliadas em mais de 100 milhões de dólares (cerca de R$ 500 milhões), estampou as manchetes da imprensa internacional e deixou o mundo atônito.
O incidente expôs as falhas de segurança da instituição, que no ano passado recebeu cerca de nove milhões de visitantes, a grande maioria estrangeiros.
Leribault afirmou à AFP que o ambicioso plano de renovação do museu, chamado “Louvre – Novo Renascimento” e apresentado pelo presidente Emmanuel Macron no início de 2025, representa “o único caminho se quisermos garantir o futuro” da pinacoteca e a sua segurança.
“Precisamos de um grande plano para o Louvre. As operações indispensáveis para garantir a segurança do museu exigem obras no edifício histórico e nas infraestruturas. Não existe uma solução ‘superficial’, fácil e milagrosa”, explicou Leribault, nomeado em fevereiro.
Em sua entrevista ao Le Figaro, Leribault disse que esse grande projeto, estimado em um bilhão de euros (R$ 5,6 bilhões) e que prevê a reforma do edifício e a construção de uma nova entrada, seria realizado “ao longo de 12 a 15 anos” e poderia acarretar um aumento no preço do ingresso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2027 anuncia line-up por dia e início da venda de ingressos diários para festival

Travis Scott, Charli XCX, The Killers e David Guetta estão entre as principais atrações do Lollapalooza 2027
Divulgação/Reprodução/Instagram
O Lollapalooza Brasil anunciou a programação por dia de festival, que acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2027. A venda de ingressos por dia começa nesta quarta-feira (14). Veja os headliners de cada dia:
Sexta-feira: Travis Scott, David Guetta e Sombr
Sábado: The Killers, Queens of the Stone Age e Mochakk
Domingo: Charli XCX, The Neighbourhood, Fontaines D.C. e The Prodigy
Line-up completo do Lolla 2027 dividido por dia
🎶 SEXTA-FEIRA (19/03/2027)
Travis Scott
David Guetta
SOMBR
Cage the Elephant
Lola Young
Slayyyter
Tomora
Leon Bridges
Angine de Poitrine
Snow Strippers
Ninajirachi
Die Spitz
Cat Dealers
Nação Zumbi
Fezzo
Majis
Rawayana
Carola & Curol
Make U Sweat
Marina Diniz
Mary Olivetti
El Efecto
Rakta
Deafkids
🎶 SÁBADO (20/03/2027)
The Killers
Queens of the Stone Age
Mochakk
Dominic Fike
Geese
Four Tet
Rodrigo Amarante
Mike D 5D
Sammy Virji
Julia Wolf
Midnight Generation
Carlita
Brime!!
Budang
Santos Bravos
Weird Baile
Grag Queen
Luana Flores
Buhr
Bebé
Zepelim e o Sopro do Cão
DJ Ramemes
Paira
Joaquim
DJ Tamy
🎶 DOMINGO (21/03/2027)
Charli XCX
The Neighbourhood
Fontaines D.C.
The Prodigy
Malcolm Todd
Raye
Adéla
Marlon Hoffstadt
Boys Noize
Criolo, Amaro e Dino
The Avalanches
Violet Grohl
Boy Harsher
Mind Enterprises
Clementaum
Fernanda Martins
Acid Asian
Catîça
Real no Ficción
Núbia
Seu Pereira e Coletivo 401
Psilosamples
Kenya2ohz
Ciça Moreira
Clarissa
Qual a análise do line-up?
Pop, rap e rock de arena: Travis Scott, Charli XCX, The Killers e Queens of the Stone Age são headliners acostumados a grandes palcos.
Novas popstars: Raye, Slayyyter, Adéla e Lola Young estão entre artistas que têm crescido nas paradas.
Eletrônica: Veteranos como The Prodigy, David Guetta, Four Tet e Boys Noize até nomes fortes atuais, como Mochakk, Marlon Hoffstadt, Sammy Virji e DJ Ramemes.
Indie e rock alternativo: Atrações como Fontaines D.C., The Avalanches, Cage the Elephant, Boy Harsher, The Neighbourhood, Geese e Violet Grohl, filha do líder do Foo Fighters.
Cena brasileira: Veteranos como Nação Zumbi e Rodrigo Amarante, ex-Los Hermanos; também há nomes da cena independente como El Efecto, Rakta, Deafkids, Psilosamples e Seu Pereira e Coletivo 401.
Projetos colaborativos: A união de Criolo, Amaro e Dino e outro trio, o Brime!!, formado pelo produtor CESRV (Cesinha) e os MCs Febem e Fleezus
Lollapalooza anuncia line-up com Charli XCX, Travis Scott, The Killers e David Guetta
Charli XCX cantou no Brasil pela última vez em 2022, como atração do Primavera Sound São Paulo. Desde então, ela lançou o disco “Brat”, que se tornou fenômeno mundial e a alçou ao topo do pop contemporâneo.
Hoje, na fase “Music, Fashion, Film” (que incorpora influências de rock alternativo), ela tem feito shows mais estruturados como headliner de festivais.
Além dela, novos nomes do pop dançante como Slayyyter e Adéla, que vêm ganhando notoriedade nas paradas em 2026, também entraram. Para os fãs do pop soul, Raye e Lola Young (a última, que esteve no Rock in Rio 2026) são destaques.
A cantora Charli xcx
Reuters
Na linha do rock, o festival também escalou atrações de diferentes vertentes. O Queens of the Stone Age vem pela sexta vez ao Brasil, após um intervalo de 9 anos sem se apresentar por aqui. Os roqueiros “deviam” essa vinda aos fãs após o cancelamento do show no The Town em 2023, por motivos médicos, faltando um mês para o festival.
O Fontaines D.C. também vem “recompensar” os fãs após ter cancelado o Lolla 2025, a dez dias do festival, também por questões médicas. O grupo irlandês de pós-punk está entre as novas bandas de maior evidência no rock atual. Além deles, entrou a aguardada banda americana Geese, fenômeno do novo rock.
Há ainda atrações bem “Lolla raiz”: caso dos grupos The Killers e Cage The Elephant, representantes do rock alternativo que já passaram algumas vezes pelo festival.
Fontaines d.c.
Reprodução
Line-up do Lollapalooza 2027
Divulgação
RELEMBRE O LOLLA 2026
Os melhores e os piores shows… Os destaques e as decepções
O que deu certo e o que deu errado no ano passado?
Como comprar ingressos para o Lolla?
A venda de ingressos é pela Ticketmaster. Há as modalidades Lolla Pista, Lolla Lounge e Lolla Comfort, e é possível comprar ingresso para o dia (Lolla Day) ou para todos os dias (Lolla Pass).

Fonte: G1 Entretenimento

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Russell Brand era um predador sexual implacável, dizem promotores britânicos

Russell Brand volta a ser acusado de estupro e violência sexual
O ator e comediante Russell Brand, que já foi um dos apresentadores de maior destaque do Reino Unido, era um predador implacável que estuprou ou abusou de seis mulheres, apesar dos protestos delas, para satisfazer seu apetite sexual voraz, afirmaram os promotores nesta quarta-feira.
Brand, de 51 anos, ex-marido da cantora norte-americana Katy Perry, está sendo julgado por três acusações de estupro, três de agressão sexual e uma de importunação sexual envolvendo seis mulheres entre 1999 e 2009.
Ele nega todas as acusações e apresentará sua defesa no tribunal em uma data posterior.
Russell Brand durante evento em Los Angeles, em abril de 2013
Frederic J. BROWN / AFP
“Hoje me sinto abençoado”, disse ele ao chegar à Corte da Coroa de Southwark, em Londres. “É claro que estou preocupado, mas tenho esperança de que esse processo leve a bons resultados para todos os envolvidos.”
Ao abrir o processo contra ele, a promotora Riel Karmy-Jones disse que algumas das seis mulheres que fizeram as denúncias resistiram, enquanto outras não tiveram oportunidade de reagir às investidas dele. Isso não fez diferença para Brand, disse ela.
“Seu desejo, seu forte desejo por algum tipo de contato sexual, era indiscriminado e voraz”, afirmou a promotora.
Embora pudesse ser engraçado, charmoso e simpático quando queria algo, ele também tinha uma expectativa infantil de que todos os seus desejos fossem atendidos, acrescentou ela.
“Ele era implacável, calculista, manipulador e, segundo a acusação, era um predador sexual”, disse Karmy-Jones.
Os supostos crimes ocorreram ao longo de uma década, à medida que ele passava de apresentações como comediante stand-up a apresentador de TV, ator e astro de cinema de Hollywood, segundo ela.
Brand nega envolvimento em atividades sem consentimento
O primeiro caso teria ocorrido em 1999, quando ele se apresentava em um show paralelo à Conferência do Partido Trabalhista em Bournemouth.
A primeira denunciante, que havia assistido ao espetáculo e presumido que Brand fosse gay, disse que ele a estuprou em seu quarto de hotel, para onde ela o havia convidado porque achava que ele estava interessado em uma causa sobre a qual ela vinha conversando com ele.
Um de seus colegas de palco naquele espetáculo disse que Brand se gabara de querer dormir com 5.000 mulheres ao longo da vida, afirmou a promotoria.
Em 2001, ele é acusado de tentar arrastar uma mulher para um cubículo do banheiro da MTV Europe, onde ela trabalhava. Três anos depois, uma mulher afirmou que ele a arrastou para um cubículo do banheiro de um bar antes de estuprá-la oralmente.
Por volta da mesma época, em 2004 ou 2005, uma mulher que trabalhava em uma empresa de mídia afirmou que ele a agrediu sexualmente em seu escritório.
A quinta denunciante, uma fã, teve relações sexuais consensuais na casa dele em 2009, mas depois ele a estuprou analmente, afirmou a promotoria. A sexta denunciante, que trabalhava para o Channel 4, alega que Brand exigiu uma massagem e, em seguida, pressionou o rosto contra a região genital dela, no mesmo ano.
Ao ser interrogado pela polícia, Brand se recusou a responder às perguntas, mas apresentou declarações por escrito nas quais afirmava não se lembrar dos incidentes, nunca ter se envolvido em atividades não consensuais e admitia ter feito sexo em cubículos de banheiro durante festas, disse Karmy-Jones.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Milla’ existiu? Fantástico investigou a história por trás de um dos maiores sucessos de Netinho; relembre

Compositor de ‘Milla’ revela se a personagem da música realmente existiu ou não
A morte do cantor Netinho, um dos principais nomes do axé music, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), resgata a história de um dos maiores sucessos de sua carreira: “Milla”. Em 2015, o Fantástico investigou se a mulher que inspirou a canção realmente existiu ou se era apenas uma personagem criada pelo compositor. Veja a reportagem no vídeo acima.
A reportagem ouviu o cantor, o compositor Manno Góes e pessoas que conheciam a história por trás da música, que marcou carnavais e micaretas em todo o Brasil. A resposta veio do próprio compositor: Milla existiu de verdade e foi inspirada em um amor de verão vivido por ele na Ilha de Itaparica, na Bahia (saiba mais abaixo).
Amor de verão inspirou a música
Na reportagem, Manno Góes contou que frequentava a região de Mar Grande, na Ilha de Itaparica, durante os verões de 1986 e 1987. Foi nesse cenário que conheceu a mulher que inspiraria a canção.
“Durante os verões de 86, 87, eu ia muito para Mar Grande, uma praia que tem aqui na Ilha de Itaparica, pertinho de Salvador. Em Mar Grande tem um farol. E esse farol vivia apagado e, quando você está chegando no cais, dá para você ver bem o moinho que está lá. Numa dessas minhas idas a Mar Grande, eu conheci uma menina baixinha, de covinha. A gente ficava muito no cais de Mar Grande”, contou o compositor ao Fantástico.
Segundo Manno, os dois namoraram por cerca de três meses, mas ela precisou se mudar para Recife. Anos depois, quando voltou à Bahia, acabou indo morar no mesmo prédio que ele.
“Então, assim, o destino trouxe ela de volta para o meu cais”, completou.
A história aparece nos versos de “Milla”, que começa com a lembrança de um encontro na Ilha do Sol.
Na reportagem, Netinho também comentou a identificação do público com a canção e a história de amor retratada na letra.
“Eu creio que muitas vezes se identificou com isso, porque quem não teve um grande amor na vida, uma história de amor que nunca esqueceu”, disse o cantor.
Referência a Hollywood também foi explicada
Outro ponto que despertava a curiosidade dos fãs era a referência a Hollywood na letra.
Netinho alegou que a inspiração veio de um motel com teto retrátil, de onde era possível observar as estrelas.
“Ela estava na cama de um motel que tinha o teto que abria e a pessoa da cama via as estrelas no céu”.
A explicação, no entanto, foi contestada pelo compositor Manno Góes, que afirmou que o estabelecimento não tinha relação com a música.
“O motel Hollywood não tem nada a ver com a música. O nosso amor é um amor de Hollywood”, disse Manno Góes na reportagem.
Netinho, por sua vez, afirmou que o importante era a interpretação que cada pessoa dava à canção.
“Hollywood, sendo um motel, sendo a própria Hollywood, Ilha do Sol, sendo Itaparica, outra ilha qualquer, o que importa é que a pessoa fique feliz”, afirmou.
Compositor confirmou que Milla existiu
Ao final da reportagem, o Fantástico revelou o resultado de uma votação feita nas redes sociais: 82% dos participantes acreditavam que Milla havia existido.
A aposta estava correta. Manno Góes confirmou que a personagem foi inspirada em uma mulher real, com quem viveu um romance de verão em Mar Grande.
“Mila existiu realmente. Foi um amor de verão que aconteceu em Mar Grande, como a música retrata”, afirmou o compositor.
Na ocasião, ele também contou que a mulher estava casada e feliz, assim como ele, e desejou que a canção continuasse embalando histórias de amor.
“Mila hoje é uma mulher que está super bem casada, feliz com os filhos dela. Eu também super feliz, casado com meus filhos. E tomara que essa música, Mila, embale ainda muitos amores aí.”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sobrinho de Lô Borges, Rodrigo Borges persegue ‘sonho real’ do tio no terceiro álbum, ‘Transverso’

Rodrigo Borges regrava a canção ‘Sonho real’ (1984) com Roberta Campos no álbum ‘Transverso’
Weber Pádua / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Sobrinho de Lô Borges (1952 – 2025) e de Márcio Borges, irmãos que compuseram parte do cancioneiro essencial do Clube da Esquina, Rodrigo Borges reforça os vínculos familiares no terceiro álbum, “Transverso”.
Programado para 13 de novembro, o álbum “Transverso” tem repertório calcado na música de Minas Gerais, estado natal do cantor, compositor e violonista revelado há 15 anos com a edição do álbum “Qualquer palavra” em 2011.
Nesse álbum inicial, Rodrigo gravou “Outro cais” (Marilton Borges e Duca Leal, 1980), música que reaparece em “Transverso” em gravação feita com o toque do piano Fender Rhodes de Marilton Borges, pai de Rodrigo e um dos compositores da canção (também revivida por Maria Rita no corrente show “Redescobrir vol. 2”).
Ao longo das oito faixas do álbum “Transverso”, Rodrigo Borges apresenta três composições autorais – “Eu sigo a lua”, “Quando o sol renascer” e “Um amor” – entre regravações de “Onde a gente está” (Lô Borges e Márcio Borges, 2010) e “Sonho real” (Lô Borges e Ronaldo Bastos, 1984).
Gravada por Rodrigo em dueto com a cantora mineira Roberta Campos, “Sonho real” é a música escolhida para anunciar o álbum “Transverso” em single agendado para 30 de outubro.
Rodrigo Borges (voz, vocais e violões de aço) gravou o álbum “Transverso” com os toques dos músicos Beto Lopes (baixo, trompete e guitarras), Christiano Caldas (pianos, teclados e sintetizadores), Diogo Gomes (trompete), Jorge Continentino (saxofone e flauta), Lincoln Cheib (percussão e bateria) e Marlon Sette (trombone).

Fonte: G1 Entretenimento