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Danny Glover, ator de ‘Máquina Mortífera’, revela diagnóstico de Alzheimer


Danny Glover no tapete vermelho do Oscar 2019
Jordan Strauss/Invision/AP
O ator Danny Glover anunciou que está com Alzheimer. A revelação do diagnóstico foi feita nesta quarta-feira (1º), ao canal de TV norte-americano “NBC”.
Na entrevista, o ator de “Máquina Mortífera” e “A Cor Púrpura” falou sobre a decisão de anunciar e sobre o medo de perder parte da memória.
“Tenho certeza de que conforme a doença avança, as coisas vão ficar diferentes e algumas mudanças vão acontecer”, disse.
Agora no g1
Danny Glover destacou que está tranquilo com relação ao cuidado que receberá, pois afirma que sua família “cuidará de tudo”.
“Acho importante que ele tenha controle da própria narrativa, da história da vida dele. Que momento melhor que agora para ele falar sobre si”, explicou Mandisa Glover, filha do ator.
Mesmo após o diagnóstico, o ator seguiu com a agenda de compromissos profissionais. “De certa forma, eu consigo conviver com isso” resumiu.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Não mexe nas minhas gavetas’, de Danilo e Davi, é destaque nas rádios do Brasil no primeiro semestre de 2026


Danilo e Davi
Reprodução
“Não mexe nas minhas gavetas”, música de Danilo e Davi, é destaque nas rádios do Brasil no primeiro semestre de 2026.
Lançada em janeiro como parte do projeto “Aliança” da dupla, a faixa aparece na primeira posição do ranking da Crowley. Já pela listagem da Connectmix, ela fica na 10ª posição. Os dados são referentes ao período de 1 de janeiro a 30 de junho de 2026.
A Crowley é a empresa de monitoramento de rádio mais tradicional do mercado brasileiro, com atividade desde 1997. A Connectmix divulga desde o final de 2014 os seus rankings de rádios, com foco no monitoramento em tempo real da execução das faixas.
Segundo o ranking da Crowley, o TOP 10 é dominado, mais uma vez, pelo sertanejo. Já os dados da Connectmix apontam a entrada do pagode na 6ª posição (“P De Pecado” – Menos é Mais feat Simone Mendes) e do pop internacional na 9ª posição (“Ordinary” – Alex Warren).
Música mais tocada em 2025, “Tubarões”, de Diego e Victor Hugo, segue forte e ainda aparece no Top 10 da Connectmix, ficando com a segunda posição. E, ainda, de acordo com a empresa, Gusttavo Lima faz dobradinha na lista das dez mais tocadas: “Retrovisor”, em 1º, e “Vagabundo”, em 4º.
LEIA MAIS:
Cantor de ‘Ordinary’ morou na rua e criou ‘casa de influencers’ antes de emplacar música nº 1 do mundo
‘P do Pecado’: como pagode e sertanejo se uniram para criar música mais ouvida do Brasil
Veja como ficou o TOP10 das músicas mais tocadas nas rádios no primeiro semestre de 2026 segundo as empresas de monitoramento Crowley e Connectmix:
CROWLEY:
“Não Mexe Nas Minhas Gavetas” – Danilo & Davi
“Não Namora” – Clayton & Romario Part.Ze Neto & Cristiano
“Quem Sente Saudade Sou Eu” – Maiara & Maraisa
“Romance Rosa” – Edy Britto & Samuel
“Admita” – Matheus & Kauan Part. Lauana Prado
“Retrovisor” – Gusttavo Lima
“Amar De Novo” (Set Fire To The Rain) – Paula Fernandes
“Pedido De Socorro” – Gustavo Mioto
“Estranho De Novo” – Felipe Araujo
“Gerente Da Sicredi” – Bruno & Barreto Part. Countrybeat
CONNECTMIX:
“Retrovisor” – Gusttavo Lima
“Tubarões” – Diego e Victor Hugo
“Olho Marrom” – Luan Santana
“Vagabundo” – Gusttavo Lima feat. Luis Fonsi
“Sua Boca” – Zé Felipe feat. Ana Castela
“P De Pecado” – Menos é Mais feat Simone Mendes
“Olha onde eu tô” – Ana Castela
“Quem sente saudade sou eu” – Maiara e Maraisa
“Ordinary” – Alex Warren
“Não Mexe Nas Minhas Gavetas” – Danilo & Davi

Fonte: G1 Entretenimento

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Paramount propõe concessões à UE para destravar compra da Warner Bros


Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
A Paramount Skydance Corp ofereceu medidas corretivas para resolver as preocupações da União Europeia em matéria de concorrência relativas à sua aquisição de US$110 bilhões da Warner Bros. Discovery, conforme revelou um documento regulatório divulgado nesta quarta-feira (01), numa medida que, segundo uma fonte da Reuters na semana passada, provavelmente obterá a aprovação da Comissão Europeia para o negócio.
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A Paramount afirmou estar “confiante de que esta medida corretiva aborda de forma direta e abrangente quaisquer preocupações expressas na avaliação preliminar da Comissão Europeia e apoia o caminho para a aprovação em tempo hábil”.
A Comissão, que atua como responsável pela aplicação das normas de concorrência na UE, não forneceu detalhes sobre as medidas corretivas, em conformidade com a sua política.
Agora no g1
Uma pessoa com conhecimento direto do assunto disse à Reuters na semana passada que a Paramount proporia o fim de sua joint venture de distribuição de filmes com a Universal Pictures para atenuar as preocupações antitruste manifestadas por exibidores de cinema europeus.
A Comissão prorrogou o prazo para sua decisão de 7 de julho para 22 de julho, a fim de ter tempo para avaliar a medida corretiva.
O Departamento de Justiça dos EUA aprovou o acordo, mas a Paramount pode enfrentar um obstáculo, já que a Califórnia, Nova Iorque e outros estados norte-americanos estão preparando uma ação judicial para bloqueá-lo, disseram fontes à Reuters.
O Reino Unido afirmou na terça-feira que poderá intervir no acordo devido ao potencial impacto nas notícias, na programação infantil e nos serviços de streaming.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Arrow’ ignora Neymar por oito anos e recebe resposta do jogador ao vivo


Ator de ‘Arrow’ ignora Neymar por oito anos e recebe resposta do jogador ao vivo
Reprodução
Stephen Amell, conhecido por interpretar o protagonista da série “Arrow” (Arqueiro Verde), foi colocado em uma situação curiosa durante uma entrevista ao apresentador James Corden. Durante o programa “After Hours with James Corden”, o apresentador revelou ao público que Neymar seguia o ator no Instagram e que Amell tinha deixado o jogador no “vácuo” há anos.
O apresentador pediu o celular de Amell e exibiu sua tela no telão do programa. Ele provou que o ator jamais havia respondido ao jogador brasileiro. Além disso, Amell nem sequer seguia Neymar de volta na rede social. A mensagem, enviada pelo craque em 20 de agosto de 2018, dizia: “Grande fã”.
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Entrando na brincadeira, Corden colocou o ator para seguir o atleta e decidiu responder ao Neymar.
“Oi, cara, acabei de ver sua mensagem. Fico feliz em saber que você seja fã. Você está nos Estados Unidos? Vamos sair juntos, só eu e você. Estou na nova série de “Baywatch”, da Fox. Você vai amar. Atualmente estou com o Rio Ferdinand. Ele te odeia. Brincadeira, ele disse que você é o rei”, escreveu o apresentador pelo perfil de Amell.
A mensagem bem-humorada foi acompanhada por uma foto de Amell ao lado do ex-jogador inglês Rio Ferdinand, que também participava do programa. Apenas quatro minutos depois, Neymar enviou uma resposta.
“Sim, estou nos Estados Unidos para a Copa do Mundo. Estamos hospedados em um hotel em Houston e não podemos sair até o fim do torneio. Será um grande prazer te conhecer. Acompanho seu trabalho desde Arrow. Foi incrível. Por favor, mande um abraço para o Rio (Ferdinand). Esse cara foi incrível em campo”.
Ator de ‘Arrow’ ignora Neymar por oito anos e recebe resposta do jogador ao vivo
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Coautor de ‘YMCA’ e policial de Village People, cantor Victor Willis morre aos 74


Victor Willis, cantor e líder da Village People.
Reprodução / Redes Sociais
O cantor Victor Willis morreu aos 74 anos no início desta semana. Willis é o coautor do sucesso Y.M.C.A e o policial do grupo Village People.
Segundo a página da banda nas redes sociais, o cantor morreu de uma doença “curta mas agressiva”.
“Estamos profundamente tristes por anunciar a morte de VICTOR WILLIS, vocalista do Village People. Victor faleceu na segunda-feira 30 de junho de 2026 de uma doença curta mas agressiva. Privacidade é solicitada”, publicou a banda.
Agora no g1
Village People em recente viagem à Índia.
Reprodução / X

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Confessions’: por que Madonna vai lançar ‘continuação’ de álbum de pista, 21 anos depois


Capa de Confessions on a Dance Floor (2005), álbum de Madonna
Reprodução
Madonna lança nesta sexta (3) o aguardado “Confessions II”, disco que “continua” o tema do álbum “Confessions on a Dance Floor” (2005).
Com produção também assinada pelo britânico Stuart Price, a cantora promete um álbum “sobre consciência e liberdade”, que explora a música eletrônica de ontem, hoje e de amanhã.
Mas de todo o seu repertório, por que Madonna quis revisitar justamente o “Confessions”, 21 anos depois? Para entender essa escolha, é preciso relembrar a história do disco de 2005 e como o álbum influenciou não só a carreira dela, como a própria música pop.
A volta da pista de dança
Em 2005, Madonna vinha de uma fase menos popular de sua carreira, com o divisivo e político “American Life”. Em um momento tenso para os EUA, pós-11 de setembro, ela queria um disco com clima oposto: “queria ser feliz, boba e dinâmica. Queria levantar a mim e aos outros com este álbum”, revelou.
Produzido por Stuart Price, “Confessions” aborda a pista de dança como um lugar sagrado, de confissões e de liberdade. É um álbum principalmente de disco music com pegada anos 70, mas tem elementos de outros gêneros como o house.
Além disso, o álbum foi concebido “non-stop” (sem pausas), como um set de DJ. Ao dar play na primeira música, ela gradualmente se transforma na segunda e por aí vai.
Foto promocional de Madonna para o disco ‘Confessions on a Dance Floor’
Divulgação
Para Madonna — que antes de ser cantora, foi dançarina —, a dança tem um lugar de absoluta importância. Foi graças às pistas que ela conseguiu seu primeiro sucesso (“Everybody”); foi nas discotecas que ela conviveu com nomes de Keith Haring a Basquiat; e onde conheceu seus melhores amigos Martin Burgoyne e Debi Mazar.
Por isso, no álbum de 2005, ela faz uma homenagem à história da música pop e disco (e à própria história), com citações de Abba (“Hung Up”), Donna Summer (“Future Lovers”) e mais. Já nas letras, reflete sobre a passagem do tempo, espiritualidade e resiliência.
Madonna nos bastidores do clipe ‘Hung Up’, de 2005
Divulgação
O que ‘Confessions’ significa para Madonna
Com o tempo, “Confessions on a Dance Floor” (2005) passou a simbolizar tudo que associamos a Madonna: é um atestado de liberdade, expressão e longevidade.
O disco marcou um novo auge de Madonna aos 47 anos, com mais de 20 anos de carreira. Com “Confessions”, ela provou que seguia relevante e ainda desafiava expectativas — afinal, apostar em música disco em 2005 não era uma escolha óbvia. A fase ainda rendeu “Hung Up”, até hoje um dos maiores sucessos de uma cantora repleta de hits.
Foi também um dos álbuns mais influentes de sua carreira e da música pop no século XXI. Discos como “Future Nostalgia”, de Dua Lipa, e “Renaissance”, de Beyoncé, foram nitidamente influenciados pelo que Madonna fez neste trabalho.
Madonna na capa de ‘Confessions II’
Divulgação
Por tudo isso, faz sentido que Madonna escolha esse álbum para revisitar. Hoje, a cantora vê a pista de dança como um lugar ainda mais sagrado e importante, em meio à tecnologia, à tensão política, etc. Esse é o tema que ela pretende trazer em “Confessions II”, com um olhar para o presente e o futuro.
“‘Dançar não é um ato sem sentido, mas permite criar um senso de comunidade e conexão. Hoje, com os smartphones, não nos conectamos mais de verdade, mesmo que na gente se iluda pensando que sim. Em vez disso, cada pista de dança é um espaço ritualístico onde você liberta seu corpo e mente, a ansiedade desaparece e você tem a chance de talvez alcançar um estado de consciência mais profundo”, disse à Vogue Itália.
Além disso, ela vem da turnê “Celebration”, em que celebrava sua própria carreira. Agora, ela se prepara para continuar homenageando seu legado — desta vez, olhando para frente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença, ‘eterno menino’, chega aos 80 anos sem tirar a capa jovial do ‘bicho maluco beleza’ na vida e no palco


Alceu Valença faz 80 anos hoje, quarta-feira, 1º de julho, com obra que totaliza 316 composições
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Nascido em 1º de julho de 1946 em São Bento do Una (PE), cidade do agreste pernambucano, Alceu Paiva Valença chega hoje aos 80 anos sem tirar na vida e no palco a capa jovial do bicho maluco beleza, personagem-título de música de 1992.
Dissociado da letra do frevo folião, o epíteto bicho maluco beleza cai bem em um artista que, pela própria natureza elétrica, desafia a inflexível embolada do tempo ao se tornar octogenário sem perder a energia.
É essa energia que caracteriza o cantor e compositor pernambucano no imaginário nacional desde os anos 1970, década que revelou Alceu Valença para o Brasil na corrente migratória que deslocou artistas nordestinos para o eixo Rio-São Paulo em busca de visibilidade em todo o território nacional.
Da mesma geração do conterrâneo Geraldo Azevedo (com quem debutou no mercado fonográfico em LP gravado em dupla e editado em 1972) e do paraibano Zé Ramalho, Alceu Valença fez o próprio nome ao criar um som que embala aboios, frevos, maracatus, baiões, xotes e cirandas em alta voltagem, por vezes até com a potência do rock, mas sem fazer rock, como o artista costuma enfatizar em entrevistas.
Desde o primeiro álbum solo, “Espelho cristalino”, lançado em 1974, Alceu seguiu rota que abriu portas – inclusive as da psicodelia aplicada à música nordestina – e apontou caminhos para sucessores como o também pernambucano Lenine.
Em turnê pelo Brasil desde março com o show “80 girassóis”, criado para celebrar as oito décadas de vida do artista com o retrospecto da obra, o cantador é um discípulo do rei Luiz Gonzaga (1912 – 1989) que encontrou o próprio norte na dinastia nordestino.
Alceu Valença é um artista de imagem solar e, sob esse prisma luminoso, o título do show “80 girassóis” se afina com o temperamento vivaz do cantor. Sempre montado no futuro indicativo, Alceu percorreu caminhos que se bifurcaram, partindo de Olinda (PE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) ou Lisboa (Portugal), sem jamais deixar de delinear um traço de união entre essas cidades que moldam o particular universo musical e poético do artista.
“Sou um eterno menino, me sinto com oitenta ao contrário, oito anos talvez. Ou o oito traçado na horizontal, que é o símbolo do infinito”, poetiza Alceu no texto promocional da turnê que passará novamente pela cidade do Rio de Janeiro (RJ) na sexta-feira, 3 de julho, com apresentação do artista na Fundição Progresso.
Alceu Valença consegue ser um nome nacional e, ao mesmo tempo, um símbolo e lenda viva da cultura pernambucana, base e bússola de obra que ecoa aboiadores, cantadores e repentistas, totalizando 316 composições e 839 gravações feitas em 54 anos de carreira fonográfica.
Das 316 músicas, “Anunciação” (1983) é a mais tocada e a responsável pela crescente renovação do público do artista. “Tropicana” (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982) e “La belle de jour” (1992) também puxam e engrossam o coro do público nos shows de Alceu Valença, bicho maluco beleza que encara a incessante embolada do tempo, “senhor de rugas e marcas”, com a energia desafiadora daqueles octogenários permanecem eternos meninos.
Alceu Valença se considera um ‘eterno menino’ e celebra os 80 anos de vida com o show da turnê ’80 girassóis’
Leo Aversa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Medina sobre cobrança de rock no Rock in Rio: ‘Roqueiros fazem barulho, mas o primeiro dia que esgota é o pop’


Roberta Medina fala sobre críticas e expansão do Rock in Rio
A cada anúncio de line-up do Rock in Rio, questionamentos como “cadê o rock?” ou “virou Pop in Rio?” têm presença confirmada nas redes sociais.
“Os roqueiros falam isso. O povo do pop não reclama”, afirma Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, empresa organizadora do festival.
“E é muito engraçado porque os roqueiros são barulhentos. Então quando não tem o rock, eles vão nas redes, fazem barulho, mas o primeiro dia que esgota é o pop”, afirma Medina.
“A gente ama o rock. Tá na nossa essência, tá na nossa atitude. Mas o que a gente precisa construir são dias que funcionam para essas milhares de pessoas”, analisou a VP durante entrevista à imprensa brasileira na edição do festival em Lisboa.
Cerca de 330 mil pessoas passaram pelo evento ao longo dos quatro dias de shows. No palco, estrelas do pop e do rock reuniram multidões, incluindo atrações como Sepultura e Linkin Park.
A empresária reforçou que o festival ama o gênero e o metal — público que ela confessa que tinha medo quando tinha 12 anos, na edição do Maracanã em 1991 —, mas que o line-up depende do mercado e da disponibilidade dos artistas. “A gente é rock, é pop. E a gente aqui até adotou o ‘all in Rio’. Porque é isso, é tudo. Sempre foi. Se a gente olhar para 1985, sempre foi sobre todos os estilos. Nunca foi só rock”, relembra.
Calema lota Rock in Rio Lisboa
Divulgação
Planos de crescimento
Ao longo dos quatro dias de Rock in Rio Lisboa, Roberta Medina circulou pelo evento para entender o que estava dando certo ou errado no evento. O festival está pelo segundo ano em um novo espaço, o Parque Tejo, criado em 2023 para acolher a Jornada Mundial da Juventude.
A empresária fez um balanço positivo, destacando que as principais queixas da edição anterior (filas em banheiros e bares provocadas pelo aumento do tempo de permanência do público no evento mesmo após o término da programação musical) foram resolvidas com a duplicação das estruturas.
“As mudanças que a gente fez, de mover alguma estrutura, de alargar mais o espaço, estão trazendo bom resultado. Ainda temos um desafio, que é o fato de as pessoas param na rua [que liga um palco ao outro]. A gente já alargou muito por causa do Palco Mundo, mas eles param ali com a inclinação e fica parecendo que está cheio. Quando lá na frente, do lado do rio [Tejo], ainda tem espaço. E isso foi um desafio na última edição”, conta.
Expansão do festival
Rock in Rio Lisboa 2026
Divulgação
Medina ainda falou sobre os planos de expansão do festival. “A gente vai crescer trazendo o mercado europeu para Portugal”, afirma a empresária, negando que o Rock in Rio vá para outros países.
A ideia é fortalecer os eventos já existentes usando a atual tendência do “turismo musical”, no qual as pessoas programam viagens focando em festivais de música e programação cultural.
“O esforço para fazer uma edição em outro país é muito grande, porque o Rock in Rio é um modelo de negócio muito diferente. Com a oferta de infraestrutura que ele faz, trabalha muito com o mercado publicitário.”
“Então, a nossa decisão para já é fazer com que o mundo se encontre nesses dois polos que a gente tem [Portugal e Brasil]. Estamos alargando a estratégia internacional dos dois mercados para que o mundo venha a nós.”
Não tem milagres
Pedro Sampaio distribuiu leques para o público do Rock In Rio Lisboa.
Marília Neves/g1
Medina ainda falou sobre o fortalecimento da carreira de artistas que passam pelos palcos do evento.
Ela afirmou que, apesar de trazer cantores menores para palcos secundários, o Rock in Rio não é um evento de “novos talentos”. “Quando você vai para os grandes palcos, tem que ser aqueles que são consagrados, senão também é um grande risco”, diz.
“O festival potencializa o trabalho bem-feito. Mas não é vir tocar no Rock in Rio que vai resolver a vida de ninguém.”
O QUE ROLOU NO RO:K IN RIO LISBOA 2026:
Pedro Sampaio faz show catártico com ‘Cavalinho’, Melody e balé contagiante no Rock in Rio Lisboa
Alok conta como resolveu dilema sobre feat com Jennifer Lopez
Andreas Kisser fala de turnê de despedida do Sepultura: ‘Tem tirado muita gente de casa’
Joyce Alane comenta cobrança sobre ‘novos Gils e Caetanos’ na música nacional: ‘Eles foram eles’
Ana Castela, Marina Sena, Gabriel o Pensador: O que os portugueses estão ouvindo de música brasileira

Fonte: G1 Entretenimento

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Caça na privada e R$ 20 mil de prêmio: como é reality show de funcionários criado por Viih Tube


Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube
“Esse é o reality, literalmente, da nossa casa”. Assim Viih Tube anuncia o “As Patroas”, programa em que 11 funcionários da influenciadora e ex-BBB e do seu marido, Eliezer, disputam um prêmio de R$ 20 mil.
O primeiro episódio do reality foi lançado nesta terça-feira (30), no canal de ViihTube no YouTube e nas redes sociais do casal. Os capítulos serão lançados às terças e sábados.
Segundo a ex-BBB, seu reality show, que não tem eliminação, será vencido por quem acumular mais pontos. Os programas serão divididos em dois momentos:
Agora no g1
Na terça-feira, os participantes (babás, governanta, auxiliar geral e motorista) disputarão o “desafio do CLT” que resulta no acúmulo de R$ 1 mil e 10 pontos. Quem vencer também será a “patroa da semana”, que terá direito a uma “regalia” escolhida pelo público.
Já na dinâmica de sábado, os empregados de Viih Tube e Eliezer participarão da dinâmica “lavando roupa suja”. Eles não explicaram o que acontecerá nesse momento.
Ao todo, o programa terá R$ 60 mil distribuídos em prêmios entre o primeiro colocado, que ganhará R$ 20 mil e o valor que acumula nas provas, o segundo colocado, que ficará só com a quantia que conseguir acumular nas provas, além de uma motocicleta, que será entregue ao terceiro colocado na disputa geral.
Nos stories do Instagram, Viih Tube explicou que a ideia da criação do reality show partiu dela.
“Por incrível que pareça, fui eu [que tive a ideia] O Eli é quem grava mais as meninas [funcionárias] no mercado, zoando elas. Eu adoro essa coisa de websérie, episódios, criar provas, cenários. A ideia foi minha e o Eli amou, palpitou comigo”, disse.
“Acho que eles [funcionários] vão se divertir tanto. Vai atrapalhar o trabalho? Vai. Mas nem tudo é trabalho.”
Em abril deste ano, o casal participou de uma edição do programa “Globo Repórter” e comentaram sobre a hiperexposição da vida pessoal e das consequências disso, incluindo o impacto nos filhos Lua e Ravi.
“Me acostumei com isso”, disse Eliezer. “Eu gosto, sou assim desde de pequena, né”, completou Viih Tube.
“Dentro do vaso? Não é possível”
Antes das primeiras dinâmicas, o casal informou que todos os funcionários precisavam participar das gravações. Quem não participasse estaria eliminado.
No primeiro desafio do reality, uma funcionária era escolhida por sorteio e deveria, a qualquer momento, falar a palavra esdrúxulo sem que ninguém soubesse que ela foi escolhida para a missão.
Se ninguém descobrisse, a pessoa ganharia R$ 2 mil. Caso a missão fosse entendida por alguém, o prêmio seria repartido entre os outros 10 participantes.
Viih Tube e Eliezer com a filha Lua
Foto: Reprodução/Fantástico
Já a prova principal de estreia consistia em encontrar moedas que foram espalhadas pela casa. Nas imagens, Eliezer e Viih Tube espalham os objetos por um lago artificial, por toda a sala e até mesmo no vaso sanitário e no lixo do banheiro.
Anderson, o motorista do casal, encontra os objetos no banheiro e reclama.
“Misericórdia, né? Dentro do vaso? Pelo amor de Deus, não é possível.”
Após retirar moedas de dentro do vaso, ele revira o lixo que estava ao lado do assento e retira mais objetos de lá.
“Eu peguei de dentro do lixo. Cheio de papel, cheio de bosta”, comentou Anderson.
A vencedora da prova foi Vilma, uma das babás de Luna, uma das filhas do casal. Além dos 10 pontos e dos R$ 1 mil acumulados, a funcionária ganhará uma massagem, um jantar em um restaurante ou o direito de entrar 1h mais tarde no trabalho durante a semana.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Dona Onete: ‘Tive que recuar por pedidos médicos, mas estou vencendo. Ainda estou de pé’


Dona Onete celebra 10 anos de “Banzeiro”, disco que espalhou os sons e encantarias da Amazônia pelo mundo
Lais Teixeira
💃Rainha do Carimbó chamegado, Dona Onete comemora dois grandes feitos neste mês de junho: a chegada dos seus 87 anos (completados no último dia 18), e os 10 anos do seu álbum de maior sucesso, “Banzeiro”.
Em entrevista ao g1, a cantora, compositora, pesquisadora e professora marajoara revisita a própria carreira na música — iniciada tardiamente, aos 72 anos —, mas não só.
Também fala sobre os artistas que tem ouvido recentemente, seu estado de saúde atual e os novos projetos. Confira abaixo.
🌊10 anos de ‘Banzeiro’
Da sala de sua casa, em Belém, Dona Onete está feliz.
Ela celebra uma década de “Banzeiro”, álbum que levou o Carimbó para além da Amazônia e a consolidou no cenário nacional.
Lançado em junho de 23 de junho de 2016, o disco alcançou o primeiro lugar da “World Music Charts Europe”, impulsionando uma série de apresentações nos Estados Unidos, México, diversos países da Europa e do Sudeste Asiático.
A obra de 12 faixas — cujo título remete à agitação das águas de rios e lagos amazônicos — se tornou um dos principais registros da música paraense contemporânea, ao unir, em um mesmo trabalho, ritmos tradicionais como banguê e bolero.
“Eu era folclorista, participava de grupos de dança, mas tinha vontade de ‘mexer’ mais com o Carimbó. Só de ver o nosso ritmo querido em lugares como Rio de Janeiro e São Paulo, que são vitrines, já é um sentimento de dever cumprido”, conta Dona Onete.
Em músicas como “Tipiti” e “Banzeiro”, elementos do dia a dia amazônico também ganham dimensão poética, quase como uma espécie de crônica cantada.
Já em faixas como “Proposta Indecente” e “No Sabor do Beijo”, a ex-professora explora a sensualidade bem-humorada que se tornou uma de suas marcas como cantora:
“O carimbó é como se fosse uma dança entre um beija-flor e uma rosa. Vêm vários beija-flores querendo tirar o néctar dela, mas ela não deixa. Ela se faz de pavulagem”, analisa em tom de brincadeira.
Dona Onete Banzeiro
Divulgação
🎤 Bate-bola com Dona Onete
Em um bate-bola com o g1, Dona Onete respondeu a perguntas sobre cheiros, sabores, músicas e memórias que ajudam a definir a Amazônia e sua própria trajetória artística. Veja abaixo:
Qual cheiro melhor representa a Amazônia?
“Nosso tucupi. É um perfume bem caboclo”.
Qual é o sabor da Amazônia?
“Com farinha ou sem farinha. Com açúcar ou sem açúcar: o nosso açaí”
Qual música é a pura definição da Amazônia?
“Além do hino do Pará, “Este Rio É Minha Rua”, de Fafá de Belém e “Sabor Açaí”, de Nilson Chaves. Isso porque não quero falar minhas…”
Quais artistas tem ouvido recentemente?
‘”A Gaby Amarantos com o ‘Rock Doido’, a Keila, o Nelsinho Rodrigues, Joelma… sempre vou valorizar os daqui.”
Que conselho a Dona Onete de 87 aos daria para aquela professora que guardava as composições num caderno lá em Cachoeira do Arari?
“Nunca deixe ninguém te tolher, te fazer se sentir escravizada, ou te impedir de mostrar o que você tem. Espere, que vai dar certo. Agora, se você esperar demais e não se mostrar um pouquinho, ninguém te encontra. Foi o que aconteceu comigo: fui me mostrando um pouquinho e olha no que deu…”
Dona Onete figura em dois singles lançados quase simultaneamente neste mês de fevereiro, ‘Jambu no cuxá’ e ‘Quatro contas’
Tereza Maciel / Divulgação
🩺 Estado de saúde atual
Do início da sua trajetória na música, para cá, Dona Onete andou bastante.
Emendou uma maratona de apresentações divulgando seus trabalhos musicais, passando por vários e vários países, por palcos de grandes festivais e também em apresentações solo.
Em fevereiro deste ano, porém, ela foi hospitalizada com infecção urinária. Com isso, Dona Onete reduziu totalmente o ritmo de trabalho e brecou a agenda de shows.
A última apresentação da cantora, já utilizando uma cadeira de rodas, foi no Festival do Carimbó, em Irituia, no Pará, no dia 18 de janeiro. Desde então, a agenda está suspensa.
“Estou vivendo um período muito bonito, apesar dos meus problemas de saúde. Mas estou vencendo. Ainda estou de pé”, afirma.
Dona Onete professa a fé em entidades espirituais no single ‘Quatro contas’
Tereza Maciel / Divulgação
📚 Novos projetos
Mesmo com a redução do ritmo por recomendações médicas, Dona Onete diz que não parou de criar e já começa a planejar novos projetos.
“Meus músicos vão voltar a ensaiar. Estou quietinha no meu canto, mas minha cabeça continua fervilhando, fazendo música.”
Além da carreira musical, a artista também projeta novos trabalhos ligados à literatura infantil, área que sempre manteve conexão ao longo da vida como professora.
“Não quero deixar de fazer as historinhas cantadas. Quero fazer o próximo livro e quero que as crianças aprendam a amar o nosso Pará. Ainda tenho muitas histórias para contar”, conclui.
Amazônia Live – Hoje e Sempre com Joelma, Gaby Amarantos, Zaynara e Dona Onete
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento