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Juliano Floss anuncia fim de namoro com Marina Sena


Marina Sena e Juliano Floss assumem namoro
Reprodução/Instagram
O influenciador Juliano Floss anunciou o fim do namoro com a cantora Marina Sena na noite desta segunda-feira (17).
Em postagem no stories do Instagram, o ex-BBB escreveu um texto agradecendo o carinho dos fãs do agora ex-casal.
“Aos que sempre torceram, ao carinho por nossa história, em respeito a tudo que vivemos juntos, comunico aqui o fim do meu relacionamento com Marina”, escreveu.
A cantora, de 27 anos, e o dançarino, de 20, assumiram o relacionamento em julho de 2024, publicando uma serie de fotos durante uma tour dela pela Europa.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pantera abre álbum ‘Continental’ com fala do geógrafo Milton Santos


A banda Black Pantera insere fala incidental do geógrafo Milton Santos (1926 – 2021) na música-título do álbum ‘Continental’
Hugo Brito / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Notável geógrafo e pensador baiano nascido há 100 anos e falecido há cinco anos, mas imortalizado pela definição crítica de que qualquer espaço geográfico está em permanente mutação social, moldado pelas ações políticas decorrentes das relações humanas, Milton Santos (1926 – 2021) figura in memoriam no quinto álbum de estúdio do trio Black Pantera, “Continental”, no mundo a partir da próxima sexta-feira, 21 de agosto.
É que uma fala de Milton Santos abre o álbum, inserida na música-título “Continental”. Outra novidade é que Chico César completa o naipe de convidados do Black Pantera no álbum. O cantor figura em “Banzo”, outra das 13 músicas do repertório inédito e autoral do álbum “Continental”.
Chico César se junta a um time que inclui Derrick Green, Duquesa e Sandra de Sá, presentes nas músicas “Obsoleto”, “Serotonina” e “Quando canto”, respectivamente.
Outras músicas do álbum são “Negusa nagast”, “Punhos cerrados”, “Velho jeans rasgado”, “Yasuke”, “Sic mundus” e “W.P.P.”, além de “Start the game” e “Hórus”, ambas já lançadas previamente em singles em 13 e 31 de julho, respectivamente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliane Gamboa se une a Ivan Lins para exaltar força de mulher que denunciou a PM pelo assassinato do irmão


Ivan Lins regrava, como convidado de single de Juliane Gamboa, música que lançou em 1980 no álbum ‘Novo tempo’
Isabela Espíndola / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em 13 de outubro de 1979, a empregada doméstica Marli Pereira Soares viu o irmão, Paulo Pereira Soares, então com 18 anos, ser assassinado com vários tiros disparados por policiais do 20º Batalhão de Polícia Militar. Consta que os policiais entraram na casa de Marli e Paulo, no bairro de Vila Pauline no município de Belford Roxo (RJ), com a intenção de executar o rapaz.
O crime ecoou em todo o Brasil graças à coragem de Marli, que, no dia seguinte, foi ao batalhão – ação que repetiria diversas vezes entre idas ao batalhão e à delegacia – para reconhecer, apontar e denunciar os executores do crime, em atitude firme que lhe valeu na imprensa o epíteto de “Marli Coragem” e que foi exaltada por Ivan Lins em samba, “Coragem mulher”, composto por Ivan com o parceiro letrista Vitor Martins e lançado pelo próprio cantor no álbum “Novo tempo”, em 1980.
É esta música, pérola pouco conhecida até por seguidores de Ivan Lins, que Juliane Gamboa pesca em gravação inédita, feita com participação do próprio Ivan, para single que será lançado na quinta-feira, 20 de agosto, em edição da gravadora Biscoito Fino.
Capa do single ‘Coragem mulher’, de Juliane Gamboa com participação de Ivan Lins
Isabella Moriconi / Divulgação
“Estava procurando uma música inédita para o meu próximo disco e fiquei muito tocada e mexida com toda a história, além de impressionada por nunca ter ouvido falar no nome de Marli Pereira Soares, mesmo estando há alguns anos dentro do movimento negro. Tudo o que essa música simboliza tem muito a ver com quem eu sou, com a história das mulheres da minha família”, associa Juliane Gamboa, cantora e compositora que lançou há dois anos o elogiado álbum “Jazzwoman” (2024).
Ivan Lins endossa o discurso da artista. “Tenho muita esperança de que a Juliane consiga, através dessa canção, mexer com as pessoas. Tudo é política em arte, e é importante que as novas gerações se comprometam a melhorar o Brasil no sentido humanístico. A intolerância racial, social, e religiosa cresce no mundo todo. Canções como essa são cada vez mais necessárias”, avalia o cantor, lembrando que a ideia de celebrar a coragem de Marli em música foi do parceiro Vitor Martins.
“Nunca tínhamos visto uma mulher peitar a Polícia Militar do Rio de Janeiro, que já tinha fama de muito violenta. Os policiais ameaçaram matar Marli e todos da família dela, caso falassem alguma coisa, mas a Marli não se intimidou e foi ao comandante, no quartel, e os denunciou. Botaram as tropas em formação e ela foi apontando. A gente se comoveu muito com a história dela e achávamos que a música poderia também ajudar a protegê-la. Imagino que hoje ela tenha uns 70 anos, viva em outro lugar e com outro nome”, relata Ivan Lins.
Nascida em 1954, na Favela do Pinto, Marli Pereira Soares tem 72 anos, caso esteja viva, carregando marcas de duas mortes na família por PMs. É que, em 13 de janeiro de 1993, 14 anos depois da execução do irmão, Marli teve o filho Sandro, então com 15 anos, assassinado por policial. Dessa vez, ninguém fez música para encorajar a luta de Marli por justiça.
Contudo, a luta de “Marli Coragem” ecoa em 2026 na gravação feita por Juliane Gamboa com arranjo e produção musical de Diego do Valle. Gravado no estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro (RJ), o single “Coragem mulher” foi orquestrado sob direção musical da própria Juliane Gamboa.
Juliane Gamboa lança single que enaltece e lembra a coragem de Marli Pereira Soares em 1979
Isabella Morriconi / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Produtor nega que Fiuk tenha perdido dinheiro em filme: ‘Não investiu um único real’


Jonathan Neves, conhecido como JJ, foi produtor executivo de “Descontrole” e contesta a versão de Fiuk sobre o projeto.
Divulgação/Instagram/Jonathan Neves
O produtor executivo de “Descontrole”, filme brasileiro que teria Fiuk como protagonista, contestou a afirmação do cantor de que investiu dinheiro próprio no projeto e sofreu prejuízo.
“É mentira escrachada. Ele está querendo dizer que está em crise por algo que ele não colocou um real. Na verdade, ele deve ter custado uns R$ 150 mil para aquele filme”, rebateu Jonathan Neves.
O valor gasto com a participação de Fiuk na produção incluiu despesas como guinchos, hospedagem, alimentação e o uso de um Porsche 911, segundo ele. O filme nunca chegou a ser lançado.
Patrocinadores não queriam Fiuk no filme
Conhecido como JJ, Jonathan Neves é piloto de drift e também participaria do filme como ator e dublê. Na produção, ficou responsável por buscar patrocinadores para viabilizar o projeto.
Segundo ele, Fiuk chegou a dizer que levaria para o elenco nomes como o da irmã, a atriz Cleo Pires, mas a participação nunca se concretizou.
“Eu saí para vender esse filme na estrada. Cada vez que entrava o nome dele, eu perdia o patrocinador. Tinha gente que dizia: ‘O Fiuk eu não quero, mas se o Caio Castro entrar, aí pode ser’”, revelou.
Jonathan Neves, conhecido como JJ, é piloto de drift e atuaria como produtor, ator e dublê em “Descontrole”.
Divulgação/Jonathan Neves
Roteiro de Fiuk precisou ser mudado
Jonathan Neves diz ainda que não conseguiu captar recursos para o roteiro inicial apresentado por Fiuk. Segundo ele, somente após mudanças na proposta conseguiu investidores para produzir um projeto-piloto.
“Eu falei para ele [Fiuk]: ‘Cara, se for uma coisa mais voltada para policial, com cenas de ação fortes e tal, meio ‘Bad Boys’, eu tenho quem invista’. Os patrocinadores só queriam se fosse um negócio assim”, afirmou.
De acordo com Jonathan, os investidores que colocaram dinheiro no projeto foram reembolsados ou estão tendo a participação negociada em outros filmes.
O g1 procurou novamente a equipe de Fiuk para comentar os novos fatos apresentados pelo produtor, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Entenda como tudo aconteceu
O cantor e ator Fiuk, de 35 anos, afirmou ao g1 no sábado (15) estar enfrentando dificuldades financeiras após investir na produção de um filme brasileiro sobre drift, estilo de direção em que o motorista provoca derrapagens controladas.
Intitulado “Descontrole”, o longa foi anunciado com orçamento superior a R$ 20 milhões e com profissionais que teriam experiência na franquia “Velozes e Furiosos”. Fiuk foi apresentado como um dos protagonistas e afirmou que a iniciativa do projeto partiu dele.
Por meio de sua assessoria, o ex-BBB disse que dedicou anos ao desenvolvimento do projeto, inclusive, injetando recursos próprios, mas acabou deixando a produção com prejuízos financeiros e sem nunca ter assinado um contrato. Ele não explicou, porém, quanto investiu.
Fiuk compartilha nas redes sociais registros de sua paixão pelo drift, modalidade que inspirou o filme.
Reprodução/Instagram/Fiuk
Diretor diz que filme foi cancelado; Fiuk afirma que projeto virou ‘Asfalto’
O longa-metragem com orçamento total estimado em mais de R$ 20 milhões seria dirigido por André Luís, que também comandou “Tração” (2023), longa de ação que teve Fiuk no elenco.
Ao g1, André Luís disse que o projeto de “Descontrole” foi encerrado há mais de um ano. “Nem lembrava mais do assunto”, afirmou.
Ele também informou que sua produtora, a Owner Entertainment, está finalizando outro filme de ação com carros, intitulado “Asfalto”.
Fiuk afirma, por sua vez, que “Asfalto” é o mesmo projeto anteriormente divulgado como “Descontrole”.
Segundo o ator, o perfil criado no Instagram para divulgar o filme de sua autoria teve o nome alterado posteriormente para “Asfalto”, e a produção teria seguido sob a nova denominação sem sua participação.
Ele diz ainda que, durante o desenvolvimento do projeto, um dos patrocinadores teria demonstrado interesse em protagonizar a produção. E que, a partir disso, toda a configuração do projeto mudou.
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Produção previa 50 carros e helicóptero
As gravações de “Descontrole” chegaram a começar em novembro de 2024, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. No roteiro, Fiuk interpretaria Dori, um piloto de drift com um “passado enigmático”.
Segundo informações divulgadas pelo Gshow na época das filmagens, mais de R$ 700 mil seriam destinados somente à sequência inicial, gravada no Píer da Barra Norte, com mais de 50 carros, um helicóptero e cerca de 100 pessoas.
Jonathan Neves, conhecido como JJ e piloto de drift, seria uma das estrelas de “Descontrole”, no papel de Joon, além de atuar como diretor-executivo do filme.
Divulgação.
Fiuk diz que não vai desistir de sonho
Mesmo diante da experiência frustrada, Fiuk garante que não pretende abandonar o sonho de fazer um filme sobre o universo dos carros.
Em entrevista ao Metrópoles, na sexta-feira (14), afirmou estar disposto a vender bens pessoais para viabilizar a nova produção. “Vou vender o que precisar. Guitarra, carro… Vou fazer acontecer isso aí”, afirmou.
Segundo sua equipe, a nova produção já tem nome: “Espírito Máquina”. Ele começará do zero.
“Será uma outra história, só que com construção criativa e estrutura jurídica mais transparente para preservar sua autoria e participação”, afirmou a equipe.
Ele não disse se pretende levar o caso anterior à Justiça. Falou apenas que não quer transformar todo este episódio em “uma disputa pública”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paramount pede garantia de US$ 1,88 bilhão a estados americanos que contestam fusão com Warner


Agora no g1
A Paramount Skydance pediu nesta segunda-feira (17) a um juiz dos Estados Unidos que obrigue 12 estados que tentam impedir sua compra da Warner Bros. Discovery a depositar uma garantia de US$ 1,88 bilhão (R$ 9,78 bilhões).
O valor serviria para cobrir os custos provocados pelo atraso na conclusão do negócio.
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A empresa terá de pagar US$ 7 milhões (R$ 36,41 milhões) por dia caso a operação, avaliada em US$ 110 bilhões (R$ 572,11 bilhões), não seja concluída até 30 de setembro.
A Paramount afirmou que o julgamento do processo movido pelos estados está previsto para março.
Até que o julgamento termine e as partes apresentem seus últimos argumentos à Justiça, a empresa estima que terá pago US$ 1,3 bilhão (R$ 6,76 bilhões) aos acionistas da Warner Bros. Discovery em valores relacionados ao atraso — quantia que não poderá ser recuperada.
Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Líder de gangue arquitetou assassinato de Tupac, diz promotor


Tupac e Duane “Keffe D” Davis
g1
Duane “Keffe D” Davis, ex-líder de gangue de rua orquestrou os tiros a partir de um carro contra o astro do hip-hop Tupac Shakur, ocorrido em 1996 em Las Vegas, em retaliação à agressão sofrida por seu sobrinho, afirmou um promotor aos jurados durante as alegações iniciais de um julgamento por homicídio relacionado a um crime há muito não resolvido que se tornou um momento marcante na história do rap.
Ele é acusado de homicídio com uso de arma letal e se declarou inocente. Davis é acusado de liderar um grupo de homens para matar Shakur, então com 25 anos, em um tiroteio de carro ocorrido em 1996 perto da Las Vegas Strip.
“Vocês ficarão sabendo que, quando surgiu a oportunidade de retaliação, Duane Davis se certificou de que os atiradores estivessem armados e prontos para executar seu plano. E, surpreendentemente, vocês ficarão sabendo disso pelo próprio Duane Davis”, disse o promotor Binu Palal, referindo-se a recentes declarações públicas de Davis que reavivaram o caso há muito adormecido.
O advogado de defesa Michael Sandt afirmou que, após 30 anos, os investigadores ainda têm muito poucas provas para sustentar a acusação.
“No fim das contas, vocês precisam se perguntar: o que eles estão dizendo é verdade ou ficção?”, disse Sandt ao júri.
Assassinato do rapper Tupac Shakur chega a julgamento depois de 30 anos
O assassinato reforçou a imagem de violência que permeava a cultura do hip-hop e suas letras durante a era de ouro do rap “gangsta”, alimentando a rivalidade entre a Costa Leste e a Costa Oeste do rap daquela época.
A polícia informou, após a prisão de Davis em 2023, que ele era um suspeito de longa data no assassinato, mas que os investigadores não tinham provas admissíveis suficientes para indiciá-lo até que ele começou a se incriminar em uma série de declarações públicas.
O julgamento perante a juíza Carli Kierny deve durar até seis semanas em um tribunal no centro de Las Vegas. Ele poderá contar com o depoimento do cofundador da Death Row Records, Marion “Suge” Knight, um ex-magnata do rap que estava com Shakur na noite em que ele foi assassinado e que agora cumpre uma pena de 28 anos de prisão por uma condenação não relacionada a homicídio culposo. Um júri foi selecionado na semana passada.
Quem foi o mandante
Duane “Keffe D” Davis, apontado como mandante da morte de Tupac
Reuters
As autoridades descreveram Davis como o “mandante” de um plano apressado para vingar a agressão sofrida por seu sobrinho nas mãos de Shakur e membros de sua comitiva dentro do cassino MGM Grand, em Las Vegas, na noite de 7 de setembro de 1996.
A violência no cassino teria começado por conta de uma richa entre duas gangues de rua da região de Los Angeles — os South Side Compton Crips, dos quais Davis se autodenominava líder, e os Mob Piru, que, segundo a polícia, estavam associados a Knight e à Death Row Records. Eles estavam em Las Vegas para assistir a uma luta pelo título mundial de boxe na categoria peso-pesado entre Mike Tyson e Bruce Seldon.
Davis teria obtido a arma do crime e a entregado a dois outros homens no banco traseiro de um Cadillac branco enquanto circulavam em busca do carro de Knight e Shakur após a briga.
Os tiros foram disparados quando Davis e os outros alcançaram o veículo de Knight e Shakur. Shakur foi atingido quatro vezes e morreu no hospital seis dias depois. Knight, que estava dirigindo, sofreu um ferimento leve causado por um fragmento de bala que lhe arranhou a cabeça.
Caso arquivado voltou à tona
Tupac Shakur na capa do disco ‘All eyez on me’, de 1996
Reprodução
A investigação do assassinato ficou paralisada por anos, mas a polícia afirmou que as declarações feitas por Davis em 2018 a diversos veículos de mídia sobre seu envolvimento no tiroteio reativaram o caso.
Davis disse em entrevistas e em seu livro de memórias de 2019, “Compton Street Legend”, que estava no banco do passageiro da frente do Cadillac e havia entregado a arma a um dos dois homens sentados atrás dele, segundo a polícia.
Mas nem o relato de Davis nem as autoridades revelaram quem disparou contra Shakur. Os outros três homens que estavam no Cadillac com Davis já morreram.
De acordo com a lei de Nevada, Davis pode ser acusado de homicídio se tiver participado do crime sem ter puxado o gatilho.
Em seu livro, Davis escreveu que por muito tempo foi considerado suspeito dos assassinatos de Shakur e de um rapper rival, Christopher Wallace, que se apresentava como The Notorious B.I.G. pela gravadora Bad Boy Entertainment, sediada em Nova York, e foi morto a tiros em Los Angeles em março de 1997.
Embora o assassinato de Wallace continue sem solução, os investigadores há muito especulam que ele foi morto a tiros em retaliação ao assassinato de Shakur, ocorrido meses antes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Medicamento usado para reverter overdose é encontrado no local da morte de Hayden Panettiere, diz site


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Narcan, medicamento usado para reverter overdoses, foi encontrado no local da morte de Hayden Panettiere, segundo fontes do TMZ. A atriz americana conhecida por seus papéis em séries de TV como “Nashville” e “Heroes” morreu aos 36 anos neste domingo (16).
O medicamento é administrado por via nasal para reverter os efeitos de uma overdose de opioides, e o dispositivo usado para aplicá-lo teria sido encontrado sobre um colchão, de acordo com informações do site.
O TMZ informou ainda que duas ambulâncias foram enviadas ao local, o que poderia indicar a presença de duas pessoas em situação de emergência. Ainda não há confirmação de quem recebeu a dose de Narcan.
Morte de Hayden Panettiere: o que se sabe e o que falta saber sobre o caso
Quem é Hayden Panettiere
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Hayden Panettiere se assumiu bissexual em biografia meses antes de morrer: ‘Eu tinha medo’
Famosos lamentam morte de Hayden Panettiere aos 36 anos: ‘Orando pela sua filha’
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS

Fonte: G1 Entretenimento

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Hayden Panettiere: autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca


Morre atriz Hayden Panettiere aos 36 anos
A autópsia preliminar de Hayden Panettiere não apontou indícios de traumas relacionados à causa de sua morte, segundo informações confirmadas pela Fox News Digital. A atriz americana conhecida por seus papéis em séries de TV como “Nashville” e “Heroes” morreu aos 36 anos neste domingo (17).
“Durante a autópsia, não foram encontrados sinais de trauma que pudessem ter contribuído para a morte”, informou em comunicado o gabinete do Médico Legista do Condado de Greenville. “A causa e como ocorreu a morte ainda permanecem indefinidas, aguardando novas investigações e a conclusão de exames complementares”.
Ainda de acordo com a polícia, Hayden Panettiere foi encontrada em parada cardíaca por equipes de emergência. Apesar das tentativas de reanimação realizadas pelos socorristas, a atriz teve a morte declarada às 14h32.
Panettiere era mãe de Kaya Evdokia Klitschko, de 11 anos, fruto de seu relacionamento com o ex-boxeador ucraniano Wladimir Klitschko.
Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Quem é Hayden Panettiere
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
A atriz Hayden Panettiere no tapete vermelho do 71º Globo de Ouro, em Los Angeles.
REUTERS/Danny Moloshok
Vício em drogas e álcool
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado.
“Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pitty lança em outubro o sexto álbum de estúdio com músicas inéditas


Pitty lança o sexto álbum de estúdio em 16 de outubro
Jorge Daux / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pitty lança em 16 de outubro o sexto álbum de estúdio com músicas inéditas da discografia autoral iniciada há 23 anos com a edição do álbum “Admirável chip novo” em 2003. O sexto álbum se chama “Pitty” e é o primeiro batizado com o nome da cantora, compositora e instrumentista baiana.
“Eu tenho dito que estou fazendo o primeiro disco da minha vida, porque essa é a sensação. As coisas vêm na hora em que precisam vir. Depois de sete anos, surgiu um jeito novo de criar e eu me permiti seguir esse movimento sem tentar controlar o que estava acontecendo”, contextualiza Pitty.
Sim, o álbum “Pitty” é também o primeiro disco de estúdio da artista desde o aclamado “Matriz”, álbum lançado em 2019, há sete anos – intervalo caracterizado pela artista como “tempo de escuta, elaboração e retomada”.
Pitty nunca ficou tanto tempo sem lançar um álbum solo de estúdio. O período entre “Sete vidas” (2014) e “Matriz” foi de cinco anos, mesmo tempo que separou “Sete vidas” do antecessor “Chiaroscuro” (2009).
No álbum “Pitty”, a artista assume a criação e a direção geral do trabalho, gestado desde o fim de 2025. Pitty assina letras, melodias, riffs e a coprodução musical, além de toda a estética e narrativa do álbum, que será editado via Deck, única gravadora da cantora em toda a carreira.

Fonte: G1 Entretenimento

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A vida de sucesso de Hayden Panettiere nas telas e a dificuldade da atriz para lidar com a fama


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos, viveu a maior parte de sua vida sob os holofotes — desde o sucesso como estrela infantil até papéis principais em séries de sucesso como “Heroes” e “Nashville” — mas também enfrentou dificuldades que acompanham as pressões da fama.
Panettiere apareceu em seu primeiro comercial aos 11 meses de idade. Sua mãe, Lesley Vogel, era atriz e trabalhou para que a filha seguisse o mesmo caminho.
Aos quatro anos de idade, Hayden já participava da novela americana “One Life to Live”, e aos oito anos integrou o elenco de outra novela, “Guiding Light”.
Seu talento natural para a atuação era evidente, mas a ascensão meteórica da carreira na infância teve um preço.
“Desde muito jovem, perdi a chance de ter uma infância normal, amigos, relacionamentos e minha privacidade”, escreveu Panettiere em sua reveladora autobiografia, “This Is Me”, publicada no início deste ano.
Ela contou ao Hollywood Reporter que foi “preparada” para ser atriz. “Eu era como um soldadinho, e sempre fui. ‘Não’ nunca foi uma opção.”
A atriz Hayden Panettiere no tapete vermelho do 71º Globo de Ouro, que acontece neste domingo (12), em Los Angeles.
REUTERS/Danny Moloshok
A carreira de Panettiere floresceu e logo ela conquistou papéis como a voz da Princesa Dot em “Vida de Inseto”, da Pixar, em 1998, tornando-se uma das mais jovens indicadas ao Grammy pelo álbum infantil que acompanhava a animação.
Ela atuou ao lado de Denzel Washington no drama sobre futebol americano “Duelo de Titãs”, em 2000; e teve papéis nas séries de TV “Ally McBeal” e no filme “Um Presente para Helen”, de 2004, com Kate Hudson.
Durante as filmagens de “Deu Zebra!” (2005), um filme infantil sobre uma zebra que pensa ser um cavalo de corrida, ela sofreu uma lesão nas costas ao cair de uma zebra e, “mais de 20 anos depois, essas lesões ainda me incomodam”, escreveu ela.
Ela também estrelou a comédia de líderes de torcida de 2006, “As Apimentadas: Tudo ou Nad”a, o terceiro filme da série “Teenagers: As Apimentadas”.
Ainda em 2006, ela alcançou um novo patamar de fama quando a série cult “Heroes” se tornou um grande sucesso.
Panettiere ficou conhecida pela atuação cativante e espirituosa no papel de Claire, uma líder de torcida que se regenerava caso sofresse danos físicos e que estava no centro da premissa da série: “salve a líder de torcida, salve o mundo”.
A atriz tinha 17 anos quando a série estreou, e a fama trouxe consigo novos níveis de atenção, incluindo a de uma multidão de paparazzi. Ela conta que os fotógrafos chegaram a chutá-la, dizendo coisas “horríveis” para tentar obter uma reação. Uma revista estampou uma foto sua com celulite.
“Sofri de dismorfia corporal durante anos por causa disso, acreditando que, não importa o quão forte, magra ou jovem eu fosse, não teria como escapar das temidas coxas com celulite.”
Hayden Panettiere, que vai interpretar Amanda Knox, dá entrevista nesta sexta-feira (7) em Pasadena, na Califórnia.
AP
Em certo momento, ela recebeu uma “pílula da felicidade” de um assessor de imprensa para ajudá-la a se apresentar no tapete vermelho. Isso acabou sendo “a porta de entrada que me conduziu às benesses dos medicamentos e à ruína do vício”, disse ela.
Durante as filmagens de “Heroes”, Panettiere sugeriu que sua mãe deixasse de ser sua empresária. “Eu queria desesperadamente que ela fosse apenas minha mãe”, disse a atriz.
“Eu também não esperava a reação que tive, que foi: ‘Você me deve uma’. Foi tudo o que ela disse e foi embora.”
Aos 18 anos, Panettiere começou a namorar seu colega de elenco de “Heroes”, Milo Ventimiglia. Isso não a impediu de ser alvo de assédio sexual em Hollywood.
Em uma festa em 2008, um executivo de TV a beijou nos lábios — o que ela inicialmente considerou inofensivo, mas Ventimiglia disse a ela que foi “completamente inapropriado”.
Mais tarde, um homem que ela descreveu como “um ator e diretor vencedor do Oscar” teria cometido assédio. Ela conta que ele lhe contou que tinha chiclete na calça e, quando ela olhou para baixo, “os testículos desse ator respeitado e premiado estavam para fora do zíper aberto”.
Jasmin Savoy Brown e Hayden Panettiere numa cena de ‘Pânico VI’
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E em outra ocasião, alguém que ela considerava amiga tentou convencê-la a dormir com um “famoso cantor e compositor britânico na casa dos trinta” enquanto estavam em um iate.
“Meu corpo já não me parecia mais meu”, escreveu Panettiere. “O choque foi tão grande que nem me passou pela cabeça dizer não.” Ela conseguiu, no entanto, sair da cama e correr para fora do quarto.
Panettiere conheceu o campeão ucraniano de boxe Wladimir Klitschko em uma festa em Los Angeles quando tinha 19 anos e eles começaram um relacionamento. Ele era 13 anos mais velho que ela, e eles tiveram uma filha cinco anos depois.
Após o parto, ela foi duramente atingida pela depressão pós-parto.
“Felizmente, nunca senti hostilidade ou negatividade em relação à minha filha, mas não conseguia me conectar com ela da maneira que sabia que deveria, e estava constantemente estressada e ansiosa”, disse ela ao podcaster Jay Shetty.
Ela estava bebendo muito. “O que eu fazia para reprimir essas emoções não era normal nem saudável.”
Klitschko ajudou a conseguir tratamento para ela, mas quando a filha tinha três anos, ele disse a Panettiere que estava preocupado com a menina quando ela estava com a mãe por causa da bebida, e pediu que ela transferisse a guarda para ele.
Panettiere reagiu com raiva e considerou uma batalha judicial para ficar com a filha, mas acabou concordando porque aceitou que sua filha Kaya “precisava se sentir em paz, não apenas fisicamente, mas também mental e emocionalmente”.
Ela escreveu: “Não estar sob o mesmo teto que ela todos os dias tem sido a experiência mais dolorosa da minha vida, e é difícil descrever as camadas de emoção, incluindo tristeza, ressentimento e raiva que senti por causa disso…”
“Sinto muita tristeza por não ser a mãe que pensei que seria, e definitivamente não a mãe que quero ser. Acredite em mim, ninguém deveria ter que criar um filho por videochamada.”
Ela continuou presente na vida da filha e acrescentou em sua autobiografia recente que “apesar de tudo, o vínculo que tenho com Kaya é incrivelmente forte”.
Ao mesmo tempo, Panettiere era elogiada por interpretar a problemática cantora country Juliette Barnes no drama televisivo “Nashville” que lhe rendeu duas indicações ao Globo de Ouro durante seus seis anos de exibição.
Um crítico, no jornal Metro, escreveu: “Uma personagem que poderia ser o maior estereótipo de todos os tempos, graças à atuação digna de prêmios de Panettiere, tornou-se o coração de ‘Nashville’, uma personagem verossímil, imperfeita, nem sempre fácil de gostar e claramente produto de sua infância traumática.”
A distinção entre a atriz e sua personagem, no entanto, tornou-se tênue.
“Quando comecei a trabalhar em ‘Nashville’, pensei: ‘Bem, é apenas uma coincidência que nossas vidas tenham tantas semelhanças'”, disse ela.
“E então, com o passar dos anos, os episódios continuaram, e tudo começou a se encaixar – desde com quem Juliette Barnes estava namorando, até ser alcoólatra, ter depressão pós-parto, perder o filho, basicamente abandoná-lo — era como, OK, vocês estão apenas copiando a minha vida.”
Além de ser perturbador, para Panettiere foi traumático encenar coisas tão semelhantes à sua vida real. “Mergulhei de cabeça no meu próprio inferno”, escreveu ela.
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
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“Eu sofria de ansiedade debilitante e um vício do qual não conseguia me livrar, e tive que passar por isso duas vezes. Primeiro em casa, como Hayden, e depois diante de milhões de pessoas, como Juliette.”
Pouco antes do fim das filmagens de “Nashville”, ela conheceu um novo namorado, Brian Hickerson. Mais tarde, ele se tornou violento, com Panettiere dizendo que ele batia sua cabeça contra a parede e, em uma ocasião, a espancou tanto no rosto que “não saí de casa por semanas”.
Em 2021, ele foi preso após se declarar inocente das acusações de violência doméstica.
Ela sofreu outro grande trauma pessoal em 2023, quando seu irmão mais novo, Jansen, faleceu, supostamente devido a um problema no coração.
Aos 36 anos, Panettiere enfrentou mais dificuldades do que a maioria das pessoas e tentou lidar com elas escrevendo um livro, que foi publicado em maio.
“Sempre me esforcei para ser uma pessoa positiva, mas lamento todas as horas que perdi para o vício, meus relacionamentos desfeitos e meus entes queridos que não estão mais aqui”, explicou ela.
“Também sei que não estou sozinha quando digo que o fato de minha família ter se desfeito ainda dói.”
“Passei anos em tratamento tentando entender essas perdas e cheguei à conclusão de que a única coisa que posso mudar sou eu mesma e a pessoa que quero ser.”
“Se ao menos fosse fácil.”
Ela concluiu dizendo aos leitores que havia aceitado seu passado e que tinha esperança no futuro, tendo aprendido a “caminhar de mãos dadas com meus triunfos e minhas tragédias, porque eles me fizeram quem eu sou”.
Morre atriz Hayden Panettiere aos 36 anos

Fonte: G1 Entretenimento