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Felipe Pezzoni deixará a Banda Eva em 2027 como o vocalista mais longevo e o menos conhecido em escala nacional


Felipe Pezzoni sairá da Banda Eva ao fim do Carnaval de 2027, quando já terá completado 14 anos no posto de vocalista do grupo baiano
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♫ OPINIÃO
♬ Quando Felipe Pezzoni deixar de ser o vocalista da Banda Eva ao fim do Carnaval de 2027 para iniciar carreira solo, como anunciado em comunicado enviado à imprensa na tarde de ontem, 28 de maio, o cantor baiano terá permanecido no posto durante 14 anos.
Ou seja, fazendo as contas, Felipe Pezzoni sairá da banda como o vocalista mais longevo da história da Eva, que nasceu como bloco em 1980 – puxado por cantores como Durval Lelys e Ricardo Chaves – e se tornou banda em 1993 com Ivete Sangalo à frente dos vocais na era de ouro da axé music.
Antecessor de Pezzoni no posto de vocalista, o cantor Saulo Fernandes ficou na Banda Eva de 2002 até o Carnaval de 2013, totalizando 11 anos, três a menos do que Pezzoni. Antes de Saulo, a cantora Emanuelle Araújo assumiu os vocais da banda de 1999 a 2002, substituindo Ivete Sangalo.
Contudo, é curioso que, embora seja o vocalista com mais tempo na Banda Eva, Felipe Pezzoni é também o menos conhecido e o menos popular em escala nacional. É que a banda viveu o auge artístico e comercial nos anos 1990, década do apogeu da axé music, com Ivete Sangalo nos vocais e com projeção e sucessos nacionais.
A partir dos anos 2000, a discografia da Banda Eva perdeu relevância nacional, assim como os demais artistas do gênero, ainda que, na Bahia e no circuito de shows da axé music (mais concentrado nos estados do Nordeste), a banda criada em Salvador (BA) tenha se mantido atuante.
O comunicado sobre a saída de Felipe Pezzoni enfatiza que, com Pezzoni à frente, “a Banda Eva lançou quatro álbuns e fez mais de 1,5 mil apresentações em 20 estados e 16 países diferentes, alcançando milhões de fãs, e teve vendas esgotadas de abadás no Carnaval de Salvador dos últimos dois anos”.
Como empresa bem gerenciada, a Banda Eva certamente ainda movimenta boas cifras no mercado da música. Contudo, sucesso empresarial não significa necessariamente relevância artística. Sob esse prisma, a banda perdeu força na cena nacional na era com Felipe Pezzoni. O que em nada depõe contra o cantor. São contingências mercadológicas, pois, fora do Carnaval, a axé music deixou de dar as cartas no mercado. Mas o fato é que, sim, Felipe Pezzoni sairá da Eva como o vocalista mais longevo e menos conhecido (fora do universo do axé) da banda que entrou em cena há 33 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Grupo Falamansa transforma balada do trio Paralamas do Sucesso em forró no primeiro álbum de estúdio em dez anos


Grupo Falamansa alinha nove músicas inéditas no repertório autoral do álbum ‘A origem de tudo’
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♫ NOTÍCIA
♬ Banda de forró que entrou em cena em 1998 na cidade de São Paulo (SP), Falamansa lança o primeiro álbum de estúdio em dez anos, “A origem de tudo”, em rotação nos aplicativos de áudio desde as 21h de ontem, 28 de maio. Há quase 30 anos com a mesma formação, o quarteto paulistano apresenta nove músicas inéditas entre as dez faixas do álbum “A origem de tudo”.
A exceção é a balada “Quase um segundo” (Herbert Vianna, 1988), sucesso do trio carioca Os Paralamas do Sucesso que Tato (Ricardo Ramos da Cruz – voz e violão), Alemão (Douglas Machado Capalbo – zabumba), Dezinho (André Canônico – triângulo e percussão) e Valdirr (Josivaldo Leite da Silva – acordeom) trazem para o universo do forró.
O álbum “A origem de tudo” inclui feat do Falamansa com o cantor baiano Lazzo Matumbi na música “Uma palavra”. Já Elba Ramalho e Fagner figuram na faixa “Não existe maior amor que o seu”. Contudo, o grupo direcionou o foco inicial do álbum para a música “Mais um dia de sol”, alvo de clipe ainda inédito.
Além da música-título, o repertório do álbum “A origem de tudo” é composto por canções como “365 vezes”, “Tenha fé que tudo passa”, “Deixa a sua risada” e “Só se for agora”, quase todas assinadas por Tato.
“A origem de tudo” é o primeiro álbum de estúdio do Falamansa desde “Lá da alma”(2016), disco lançado há uma década.
Capa do álbum ‘A origem de tudo’, do grupo Falamansa
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Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta anuncia locais da turnê ‘Equilibrivm’ sem nenhum estádio – e ela tem motivo para isso


Anitta em imagens de ‘Equilibrivm’
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Anitta anunciou nesta quinta-feira (28) os locais dos shows da turnê do seu mais recente álbum, “Equilibrivm”. Com todas as apresentações marcadas para o mês de agosto, a turnê passará por: Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e Salvador (BA).Dos cinco eventos, apenas São Paulo não teve o local do show revelado.
As escolhas de Anitta acontecem num momento em que artistas dos mais variados gêneros e com muito (ou nem tanto) apelo investem nas apresentações em estádios. Ela, mesmo sendo uma das maiores artistas do país, decidiu ir por um caminho de shows menores e em espaços abertos.
O público dos locais anunciados varia entre cerca de 10 e 20 mil pessoas. Os maiores são o Caminho Niemeyer, em Niterói, e o Centro de Convenções de Salvador.
Se quem não acompanha de perto a carreira de Anitta pode estranhar a decisão da estrela pop, ela já falou algumas vezes sobre o porquê show em estádio não está no seu horizonte.
‘Equilibrivm’: Anitta mostra boa fase, mas perde força em faixas para o exterior
Em entrevista ao influenciador Hugo Gloss logo após o lançamento de “Equilibrivm”, a cantora já havia adiantado que os shows da sua turnê seriam em espaços onde o público pudesse ter um contato mais próximo com ela, mas que também conseguissem comportar a estrutura de um show de diva pop.
“Eu quero brincar muito com luz, com a cena mesmo. O palco vai ser importante, como as pessoas vão ver, de onde as pessoas vão ver, a acústica é importante. Não é tão simples fazer um show assim”, explicou.
“Não tem muito lugar pra fazer show no Brasil. Você fica preso a estádio de futebol. A casa de show é muito pequena. Tinha que ter um tamanho ideal e eu também não quero um estádio.”
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Ela já havia reclamado da falta de variedade de casas de shows com estrutura para mega espetáculos. Em uma live no Instagram feita com fãs em 2023, a artista desabafou.
“Já falei para vocês que não tenho muito paciência para esse negócio de show em estádio. No Rio [de Janeiro] não dá, tá babado para fazer evento”, afirmou, complementando que só o estádio Nilton Santos é uma opção viável. “Todos os eventos ficam lá, você quer fazer um diferencial e não dá”.
Juntinho do povo
Anitta se apresenta no Réveillon 2026 do Amapá.
Lidiane Lima/GEA
Anitta também falou que o seu “problema” com shows em estádio está ligado a distância entre o público e o artista.
“Prefiro fazer em um lugar menor, várias datas, porque daí a pessoa consegue te ver. Vida real, sabe. Pra ver no telão, vê na TV. Fica em casa.”
Para o seu novo show, Anitta adiantou que o público assistirá a um show novo, de uma nova era focada quase exclusivamente no álbum “Equilibrivm”, com palco e toda identidade visual planejada para essas apresentações.
O repertório também terá poucas canções antigas – e todas elas terão alguma conexão com o novo trabalho.
Turnê ‘Equilibrivm’: veja datas e locais
1/08 – Porto Alegre (RS) – Fly 51
08/08 – São Paulo (SP) – Não anunciado
15/08 – Fortaleza (CE) Colosso
22/08 – Niterói (RJ) – Caminho Niemeyer
29/08 – Salvador (BA) Centro de Convenções

Fonte: G1 Entretenimento

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Mainha do Brega: conheça a costureira que virou cantora aos 63 anos: ‘Ainda sou uma menina’


Conheça ‘Mainha do Brega’, a costureira que virou cantora aos 63 anos
Vestida com um longo vermelho cravejado de pedras e com plumas nos braços: é assim que Fátima Mascarenhas se apresenta para o público.
Aos 63 anos, a piauiense natural de Teresina decidiu que iria deixar de lado as tesouras e linhas para se arriscar nos palcos e em estúdios de gravação em Feira de Santana, na Bahia, onde mora atualmente com a filha e duas netas.
Sob o nome artístico de “Mainha do Brega”, ela se tornou uma das novas sensações da música romântica e da seresta nas redes sociais.
Em poucos meses, alcançou marcas expressivas para uma artista que ainda não estreou oficialmente nos palcos: ultrapassou a marca de 50 mil seguidores no Instagram e aproxima-se dos 90 mil seguidores no TikTok.
Nesta última plataforma, o engajamento é maior: um acumulado que ultrapassa 1,2 milhão de curtidas e 11 milhões de visualizações em seus vídeos.
O sucesso repentino pavimentou o caminho para o lançamento de “Recordações”, seu primeiro projeto audiovisual, disponibilizado em 8 de maio.
O trabalho reúne 15 faixas com regravações de clássicos da música brega e da seresta, incluindo sucessos como “Porque Brigamos” (eternizada por Diana em 1972), “Naquela Mesa” (gravada por Nelson Gonçalves em 1971) e “Foi Tudo Culpa do Amor” (sucesso de Odair José de 1974).
Somados, os vídeos no YouTube ultrapassam 1 milhão de visualizações.
Costureira, manicure, vendedora..
Fátima teve uma trajetória marcada por diferentes trabalhos informais: já foi dona de casa, vendeu salgados, atuou como manicure e, mais recentemente, trabalhava como operadora de máquina, fechando roupas para uma fábrica de costura local.
A relação com os microfones, no entanto, vem desde a infância em Teresina, sua cidade natal.
“A gente brincava de auditório naquela época, então eu colocava todo mundo sentadinho nos banquinhos, nas taubinhas, e começava a cantar. Terminava que só quem cantava era eu”, relembra.
Apesar da paixão antiga pelas músicas que faziam sucesso em sua infância, Fátima nunca havia trabalhado profissionalmente com música até o dia em que recebeu um convite despretensioso do filho, Eduardo.
“Ele fez o ritmo de uma música, me chamou para almoçar na casa dele e falou: ‘Mainha, canta essa música para eu ver’. Eu cantei e ele disse: ‘Minha mainha é do Brega’. Aí ficou Mainha do Brega e dali começou tudo”, explicou.
Filho soma 800 mil ouvintes mensais
Fátima Mascarenhas, a Mainha do Brega, ao lado do seu filho, Eduardo Mascarenhas, conhecido como “o Rasta”.
Acervo pessoal
Eduardo Mascarenhas, de 38 anos, é conhecido artisticamente como “O Rasta” e lidera o projeto “Seresta do Rasta”, com o qual viaja pelo Brasil cantando ‘sofrência’, arrocha e brega.
Ele aprendeu a tocar os primeiros acordes em um violão emprestado e com apenas uma corda, já que a família não tinha condições financeiras.
Para apoiar o início do filho na música, Fátima trabalhou como manicure para conseguir o valor necessário para consertar o instrumento:
“Fiz a unha de algumas pessoas, consegui cinco reais na época e dei para ele comprar as cordas”, relembra.
Depois disso, o jovem aprendeu a tocar teclado, cavaquinho, contrabaixo e guitarra. Atualmente, ele soma mais de 800 mil ouvintes mensais no Spotify e vive somente da música.
Fátima Mascarenhas, a Mainha do Brega, em registro em frente ao ônibus do Rasta, seu filho.
Acervo pessoal
‘Jovens não estão atrás apenas do funk’
A rápida ascensão de Mainha do Brega nas redes sociais atraiu os olhares de nomes graúdos do cenário do arrocha nacional.
O cantor Tierry comentou em uma das publicações da artista deixando emojis de aplausos e a mensagem “bom demais”.
Cantor Tierry comenta na publicação de @mainhadobrega.
Redes sociais
Os conteúdos também geraram forte identificação com um público mais jovem, que interage frequentemente com comentários bem-humorados como: “então é esse tipo de música que a gente gosta quando chega nos 30?”.
Fátima celebrou essa conexão com as novas gerações:
“Hoje em dia, quase ninguém mais me chama de Dona Fátima, é só ‘mainha’. Eles gostam de mim e é a coisa mais linda de ver. Os jovens não estão atrás apenas do funk, sabe, estão indo atrás do brega também”, contou.
Nada de ansiedade por aqui
Atualmente, Fátima Mascarenhas passa por um período de preparação, que inclui aulas de canto e ensaios semanais com foco na montagem de sua primeira turnê oficial de shows.
Embora as datas das apresentações ainda não tenham sido anunciadas, ela afirma que recebe propostas e pedidos de contratação diariamente pelas redes sociais.
Quando perguntada se está nervosa para sua estreia oficial, Mainha do Brega responde:
“Não. Já fui a shows do meu filho e ficava dando tchau para as pessoas, querendo me aparecer. Tenho esse carisma mesmo. Não sou idosa. No fundo, ainda sou só uma menina”, comenta, rindo.
Mainha do Brega no projeto audiovisual “Recordações”.
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Austríaco que planejou ataque a show de Taylor Swift é condenado a 15 anos de prisão


Um dos jovens que planejou um ataque a um show de Taylor Swift na Áustria é levado por agentes a tribunal
Lisa Leutner/Reuters
Um tribunal austríaco condenou a 15 anos de prisão, nesta quinta-feira (28), um jovem de 21 anos que admitiu ter planejado um ataque islâmico frustrado contra um show de Taylor Swift em Viena, em 2024. Ele foi considerado culpado por diversos crimes, a maioria deles relacionada a terrorismo.
O réu, um austríaco identificado como Beran A, já tinha se declarado culpado em abril. O rapaz foi preso em 7 de agosto de 2024, um dia antes do primeiro dos três shows planejados pela estrela pop norte-americana em Viena.
Taylor Swift fala pela primeira vez sobre suspeita de ataque terrorista aos seus shows em Viena
Todas as três datas foram canceladas, para consternação dos fãs e da própria Swift, que escreveu depois que isso era “devastador”. O julgamento em Wiener Neustadt, perto de Viena, está focado em mais do que esse ataque planejado.
Beran A também é acusado, juntamente com o eslovaco Arda K, de planejar ataques no Oriente Médio que não foram levados a cabo, e de dar apoio a um terceiro homem que foi preso sob suspeita de realizar um ataque com faca em Meca.
Vídeos em alta no g1
“Eu me declaro culpado em parte”, disse Beran A no início de seu interrogatório pelo juiz. Perguntado se ele se declarava culpado das acusações relacionadas ao ataque planejado ao show, ele declarou: “Sim”.
Os promotores acusavam Beran A de usar instruções em vídeo do Estado Islâmico sobre como fazer uma bomba de estilhaços, produzir uma pequena quantidade do explosivo peróxido de triacetona e tentar comprar ilegalmente armas, incluindo uma metralhadora e uma granada de mão para o ataque planejado.
Ele foi acusado de vários delitos relacionados a terrorismo, bem como de pertencer a uma organização criminosa e de fazer uma ameaça perigosa, e pode pegar de 10 a 20 anos de prisão se for condenado.
Taylor Swift faz show no Rio de Janeiro, em 2023
Stephanie Rodrigues/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Budah busca conciliar dança e reflexão em ‘Frequência lunar’, álbum que inclui faixas com Iza, Pabllo Vittar e Duquesa


Budah lança ‘Frequência lunar’, álbum com 14 faixas formatadas por 13 produtores musicais
Mateus Aguiar / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dois anos após o primeiro álbum, “Púrpura” (2024), a rapper capixaba Budah apresenta o segundo álbum, “Frequência lunar”, lançado hoje, 28 de maio.
Com 14 faixas formatadas por nada menos do que 13 produtores musicais (AmandesNoBeat, André Nine, Calixto, DJ Caetano – Mousik, Donatto, Douglas Moda, Franco – The Sir!, Iamlopess, Iuri Rio Branco, Larinhx, Lucas Vaz, Tibery e Vitão), o álbum “Frequência lunar” apresenta feats inéditos de Budah com Pabllo Vittar (na faixa “Vampira”), Iza (na música “Salto 15”), Duquesa (na faixa “Vip – Ninguém te conhece”), Tasha & Tracie (na música “Vida de artista”), Ajulliacosta (na faixa “Sua favorita”), Franco – The Sir! (na mesma faixa “Sua favorita”) e Vita (na música “Submundo”).
Com mix de boombap, R&B, drill, ragga, house e pop, o segundo álbum de Budah confirma a contínua ascensão feminina no universo do hip hop brasileiro em movimento iniciado décadas atrás por pioneiras como Negra Li.
A propósito, o viés feminino sobressai nos versos de Budah, alguns escritos com inspiração em experiências compartilhadas por mulheres com a rapper em relatos ou conversas.
“O álbum ‘Frequência lunar’ vem bem diferente do ‘Púrpura’. É um trabalho mais noturno, com pegada mais de rap e beats marcantes, feito para dançar e curtir com as amigas nos bailes, mas o álbum também puxa para a reflexão. Tem muito papo reto e letras sobre autoestima, sobre o lugar que a mulher merece ocupar e sobre ser quem você é sem precisar se encaixar em padrões”, conceitua Budah.
Capa do álbum ‘Frequência lunar’, de Budah
Mateus Aguiar / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rashid, Criolo, Projota e Vitão cruzam com o produtor português Tayob J. na travessia do álbum ‘A beleza do erro’


Rashid (à frente) participa do álbum ‘A beleza do erro’, do produtor português Tayob J.
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♫ NOTÍCIA
♬ A ascendência brasileira do produtor, compositor e multi-instrumentista português Tayob J. – filho de mãe paranaense – explica a conexão do artista lusitano com rappers do Brasil no álbum de estreia de Tayob, “A beleza do erro”, programado para 11 de junho.
Se Rashid figura na música “Na vanguarda de mim mesmo”, faixa gravada com a adesão de Dino D’ Santiago e já apresentada em single e clipe lançados em 24 de abril, Criolo canta “Reza por dois”, música gravada em Portugal e finalizada em São Paulo (SP), cidade natal de Criolo. Já Projota e Vitão sustentam o flow de “Acertos são consequências”.
Produzido, gravado e mixado por Tayob J., o álbum “A beleza do erro” busca unir pessoas e culturas diferentes em travessia intercontinental facilitada pela conexão natural do artista português com o Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme iraniano feito inteiramente com IA e orçamento de US$ 2 mil estreia em festival de NY


“Dreams of Violets”, filme feito totalmente com IA e orçamento de R$ 10 mil estreia em festival internacional
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O Festival de Tribeca definiu a estreia mundial de “Dreams of Violets”, com exibição marcada para o dia 10 de junho, durante a 25ª edição do evento em Nova York.
De acordo com a Fountain 0, responsável pelo projeto, este é o primeiro longa-metragem com atores reais totalmente gerado por inteligência artificial a integrar a programação oficial de um festival de grande porte.

Dirigido pelo cineasta iraniano Ash Koosha, o filme é um docudrama de 75 minutos inspirado nos protestos que tomaram as ruas de Teerã em janeiro deste ano.
Sinopse
Pôster de “Dreams of Violets”, filme feito totalmente com Inteligência Artificial.
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A trama acompanha cinco iranianos que se encontram em um beco da cidade antes de serem executados, sob o testemunho de Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral.
Os confrontos retratados refletem os conflitos reais entre autoridades e civis que resultaram em pelo menos 7 mil mortos e mais de 50 mil presos, segundo dados da Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos.
Em comunicado, Jane Rosenthal, cofundadora de Tribeca, destacou o equilíbrio entre o recurso tecnológico e o impacto da mensagem política do projeto.
“Neste momento da história, em que tanto a inteligência artificial quanto o Irã são centrais no debate global, este filme oferece ao público uma perspectiva rara e íntima de um conflito que muitos não conseguiram ver ou compreender completamente. O que nos comoveu não foi apenas a conquista tecnológica, mas a imediaticidade emocional e a urgência da própria história.”
Natural de Teerã e radicado em Londres, o diretor Ash Koosha iniciou o projeto logo após o anúncio dos massacres.
Sem acesso a equipes de filmagem, atores ou ao próprio território iraniano, o cineasta utilizou ferramentas digitais para viabilizar a obra a partir de sua casa.
O custo total da produção foi de cerca de US$ 2.000 (aproximadamente R$ 10 mil), em um processo que durou três meses.
Feito totalmente com IA
Docudrama ‘Dreams of Violets’ integra programação oficial do Festival de Tribeca
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Para a criação do longa, foram combinadas ferramentas como a Kling AI para geração de vídeo, o Claude AI da Anthropic para ajustes de linguagem, e os sistemas Gemini e Nanobanana do Google para pesquisa e imagens, além de tecnologia proprietária da Fountain 0 para precisão de quadros.
Koosha defendeu o caráter memorialístico da produção frente às discussões éticas sobre o uso da tecnologia em episódios reais.
“Entendo que um filme gerado por IA sobre pessoas que realmente morreram levanta questões difíceis. Pensei nessas questões a cada minuto de cada dia em que trabalhei neste filme. Minha resposta é que a alternativa — o silêncio, o esquecimento, o resultado preferido do regime — é pior. O filme existe porque os mortos merecem ser vistos.”
Historicamente, grandes festivais de cinema têm restringido produções de inteligência artificial a mercados paralelos.
Na última semana, o Festival de Cannes exibiu o longa de ação “Hell Grind”, gerado por IA pela startup Higgsfield AI, mas limitou a exibição ao Marché du Film, proibindo produções do gênero na competição oficial.
No ano passado, o Festival de Varsóvia também abrigou a estreia internacional do documentário gerado por IA “Post Truth”, após exibição comercial na Turquia.
O Festival de Tribeca de 2026 ocorre entre os dias 3 e 14 de junho.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: composta em 15 minutos, ‘Meteoro’ pedia levada juvenil, sem citações de sexo ou bebida


A história de “Meteoro”, hit de 2009
Um poema quase infantil, mas que deu uma carreira completa para um dos maiores artistas sertanejos da atualidade. A faixa “Meteoro” nasceu em 2009 e mudou o rumo de Luan Santana.
Antes dela, o artista chegou a fazer shows para apenas 15 pessoas. Mas depois desse hit, a vida do cantor se transformou por completo.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Luan Santana se apresenta no Limeira Rodeo Music 2026
Thomaz Marostegan/g1
Apesar de ter mudado a história de Luan Santana, ele não foi o responsável pela composição. “Meteoro” foi escrita por um dos maiores hitmakers da época, o cantor Sorocaba, que faz dupla com Fernando.
Luan e Sorocaba se conheceram pouco antes do estouro de “Meteoro”. Os dois se apresentavam em um mesmo evento, em Santa Catarina. E depois do show, foram todos para um hotel, onde o Sorocaba mostrou algumas músicas pra Luan. O então gurizinho, apelido que o Luan tinha na época, gostou de várias e pediu permissão para gravar algumas delas.
O pedido foi atendido, mas no encontro seguinte após uma outra apresentação, Sorocaba já chegou com a “Meteoro” pronta e apresentou pro Luan.
Sorocaba compôs “Meteoro” em 15 minutos e pensando totalmente na carreira do Luan. Quando escreveu os versos, ele pensou que a música não poderia falar de sexo e nem de bebida, porque o público que ouvia Luan naquela época era bem jovem.
Assim, ele escolheu falar de amor de uma forma até bobinha, através de um “meteoro da paixão”.
Apesar de ter mudado a história do cantor, “Meteoro” não chegou a ser a música mais tocada de Luan naquele ano — nem no seguinte. O sertanejo trouxe junto com ela e com seu estouro nacional hits mais adorados, como “Sinais” e “Você não sabe o que é amor”.
Ainda assim, a faixa se tornou emblemática na carreira dele, que a partir dali, se tornou um dos artistas mais tocados nas rádios e ganhou reconhecimento em todo o país.
Hoje, Luan conseguiu fazer uma transição de carreira para um público mais adulto, mas ainda segue cantando sobre o amor. Só que agora, com letras mais maduras.
Luan Santana é grande atração do segundo dia do Limeira Rodeo Music 2026
Thomaz Marostegan/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Castela mistura country com funk em música do quinto álbum, ‘Fire arena’


Ana Castela em imagem do clipe da música ‘Hoje tem rodeio’, faixa escolhida para promover o álbum ‘Fire arena’
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♬ Promovido com festa em São Paulo (SP) que agitou a Villa Country na noite de ontem, 27 de maio, o quinto álbum de Ana Castela, “Fire arena”, estará disponível a partir das 21h de hoje nos aplicativos de música.
Segundo álbum de estúdio da artista, “Fire arena” tem como foco inicial a música “Hoje tem rodeio” (Mateus Félix, Léo Souzza, Gui Ferraz, Giovani Avelar e Rodolfo Alessi), cujo clipe, filmado sob direção de Jacques JR, já está em rotação no YouTube. Contudo, a música “Pa pa pa pa” já tem chamado a atenção por misturar country com funk.
Além de “Hoje tem rodeio” e de “Pa pa pa pa”, o repertório do álbum “Fire arena” é composto pelas músicas “Eu não vou mudar”, “É que eu não te esqueci”, “É bom demais”, “Beijando outra morena”, “Não depende só de mim”, “Vou vender o meu chapéu” e “Meu erro”, totalizando nove músicas inéditas.
Os versos de “Meu erro” – “Cê me fez / Pegar raiva / De rodeio / Cê me fez / Jogar fora / Meu chapéu preto” – indicam que o universo musical de Ana Castela no álbum “Fire arena” continua gravitando em torno do rodeio e do sertanejo de cepa mais pop, em sintonia com o álbum antecessor “Let’s go rodeo” (2025), mais influenciado pela estética da música country norte-americana.
Capa do álbum ‘Fire arena’, de Ana Castela
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Fonte: G1 Entretenimento