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Wagner Moura será protagonista de filme com Kristen Stewart, diz site


Wagner Moura no tapete vermelho do Oscar 2026
Frederic J. Brown / AFP
Wagner Moura será protagonista do filme “Flesh of The Gods”, junto com Kristen Stewart (“Crepúsculo”). A informação é do site DEADLINE.
Segundo a reportagem do portal norte-americano, Wagner assumirá o papel que seria de Oscar Isaac, que precisou deixar as gravações por conta de conflito de agenda.
A sinopse do filme, divulgada durante o festival de Cannes de 2024, diz que a trama, um suspense de vampiros, contará a história de um casal da Los Angeles dos anos 1980 e sua rotina noturna.
A direção é de Panos Cosmatos (“Mandy – Sede de Vingança”) e o roteiro é de Andrew Kevin Walker (“Se7en”).
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Lindsey Buckingham, ex-Fleetwood Mac, é atacado por suposta stalker com ‘substância desconhecida’


Lindsey Buckingham, ex-guitarrista do Fleetwood Mac
Divulgação
O músico Lindsey Buckingham, ex-guitarrista do Fleetwood Mac, foi alvo de um ataque na Califórnia, enquanto se dirigia a um compromisso. A informação é da NBC, que afirma que o músico não se machucou.
Segundo fontes policiais ouvidas pela emissora americana NBC4, uma mulher arremessou uma substância desconhecida contra o artista logo após ele entrar em um prédio. Não há detalhes adicionais sobre a natureza da substância lançada.
A suspeita fugiu do local imediatamente após a agressão.
Ainda segundo a NBC, investigações preliminares apontam que o ataque foi planejado. A polícia acredita que a mulher obteve informações sobre o horário e o local exatos da agenda do músico para esperá-lo. Fontes afirmam que a agressora já é conhecida de Buckingham devido a incidentes anteriores e seria uma “stalker” (perseguidora) do artista.
Apesar do susto, nenhuma prisão foi efetuada até o momento, embora as autoridades locais esperem deter a suspeita em breve.

Fonte: G1 Entretenimento

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Megan Thee Stallion passa mal durante peça ‘Moulin Rouge’ na Broadway: ‘Fiquei assustada’


Megan Thee Stallion no Grammy 2022
Angela Weiss/AFP
A cantora Megan Thee Stallion passou mal durante a apresentação do musical “Moulin Rouge” na Broadway na noite desta terça-feira (31).
Em postagem no Instagram, Megan disse que ainda tentou seguir com a performance até o fim, mas não conseguiu.
“Ultimamente tenho ultrapassado meus limites e meu corpo pediu para eu parar. Fiquei realmente assustada. Pensei que iria desmaiar no palco, realmente tentei ir até o fim, mas não consegui.
Ao site The Hollywood Reporter, a equipe da cantora deu mais detalhes sobre o atendimento médico e explicou que a cantora está bem.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Na noite de terça-feira, Megan foi levada a um hospital para avaliação médica após apresentar sintomas preocupantes. Os médicos identificaram exaustão extrema, desidratação, vasoconstrição e baixo metabolismo como a causa dos sintomas. Megan já recebeu tratamento, teve alta e agora está descansando”, disse o comunicado enviado à imprensa norte-americana.
Na mesma postagem no Instagram, Megan contou que voltaria aos palcos quando estivesse totalmente recuperada.
“Só preciso de um dia para descansar. Estarei de volta ao palco na quinta-feira, mais forte, recuperada e pronta para dar 100% do que vocês merecem”.
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Essa é a primeira participação de Megan em um musical da Broadway.
Ao todo, ela se apresentará durante oito semanas, tendo começado no dia 24 de março. A última performance está marcada para o dia 17 de maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Solange Couto entra para ranking dos mais rejeitados da história do ‘BBB’ e chora após saída: ‘Muita vergonha’


Pedido de perdão à Ana Paula, recado dos filhos e choro: veja como foi o Bate-Papo BBB com Solange Couto
Reprodução/gshow
Solange Couto entrou para a história do “BBB”. Isso porque, após sua saída da 26ª edição do reality show, na noite desta terça-feira (31), a atriz atualizou o ranking dos participantes eliminados com o maior índice de rejeição.
Solange recebeu 94,17% dos votos em um paredão contra Jordana e Marciele, que receberam 3,54% e 2,29%, respectivamente.
A porcentagem colocou a atriz como a participante eliminada com maior percentual de rejeição do “BBB26”, e a sétima mais rejeitada da história do reality nacional.
Veja ranking dos 10 eliminados mais rejeitados na história do ‘BBB’:
Karol Conká (“BBB 21”): 99,17%
Nego Di (“BBB 21”): 98,76%
Viih Tube (“BBB 21”): 96,69%
Aline dos Santos (“BBB 5”): 95%
Camilla (“BBB 25”): 94,67%
Patrícia (“BBB 18”): 94,26%
Solange Couto (“BBB 26”) – 94,17%
Felipe Cobra (“BBB 7”): 93%
Nayara (“BBB” 18″): 92,69%
Rogério Padovan (“BBB 5”) e Rafael Leandro (“BBB 12”): 92%
Arrependimento
Solange Couto no Bate-Papo BBB
gshow
Logo após a saída, Solange Couto participou do “Bate-Papo BBB” com Ceci Ribeiro e Gil do Vigor.
A atriz assistiu a alguns comentários que fez na casa e pediu desculpas por eles.
“Me desculpem. Eu peço muitas desculpas a vocês. Me perdoem. Eu não sou essa coisa feia que pareceu que eu sou. Eu não sou assim. Meus filhos, as pessoas que me conhecem da vida, sabem que eu não sou assim. Não era o personagem, mas era o que eu falei: um bichinho feio que estava morando aqui dentro e que eu vou tratar de dar um remedinho para ele”, disse Solange.
Durante participação no “Café com o eliminado”, no “Mais Você” desta quarta-feira (1), Solange reiterou o pedido de desculpas e se disse envergonhada por algumas de suas falas na casa.
Em uma delas, durante o jogo, Solange chegou a dizer “que nasceu do prazer, não de estupro. A pessoa quando é infeliz assim é porque deve ter nascido de trepada mal dada”.
“Não tenho muito o que dizer. Fiquei com muita vergonha do que eu falei. Só compreendi hoje de madrugada. Quando entendi que na minha infância, na minha adolescência, começo da juventude, eu ouvia coisas, até muito piores das que eu falei, corriqueiramente, e era tudo muito natural. Nunca na minha vida imaginei falar uma coisa dessas. O confinamento, essa pressão… Estou muito triste comigo, mas só quero pedir perdão, desculpem todas as mães, mulheres, avós como eu…”, afirmou Solange.
Chorando, a atriz repetiu diversas vezes que estava com vergonha de suas falas no jogo.
“O BBB é uma vivência indescritível, de verdade: os sentimentos que você tem, as falas que pode ter, até os gestos que pode vir a ter, atitudes que não condizem com o seu normal. Não quero justificar, não quero explicar, só quero pedir perdão pelo meu erro, que foi muito sério com a Ana Paula, com todas as mulheres”, diz Solange.
Como são escritos os discursos do ‘BBB’?

Fonte: G1 Entretenimento

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Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta formam uma dupla do’ telecoteco’ na cena graciosa do show ‘Bicudos dois’


Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta apresentam o show ‘Bicudos dois’ no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Bicudos dois
Artistas: Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta
Data e local: 31 de março de 2026 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Um dos grandes álbuns de 2025, injustamente ausente das indicações do 33º Prêmio da Música Brasileira, “Bicudos dois” foi lançado em dezembro e gerou show extremamente gracioso em que Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta se confirmam uma dupla do balacobaco ou, para ser mais exato, uma dupla do telecoteco.
No dicionário do samba, telecoteco é a levada malemolente do tamborim. É o balanço, o molejo, que também pode estar na voz, como no caso desses dois cantores que, tanto no show como no disco, evocam duplas do passado, como a formada no início dos anos 1930 por Francisco Alves (1898 – 1952) e Mário Reis (1907 – 1981), de cujo repertório os bicudos reviveram o samba “É preciso discutir” (Noel Rosa, 1932), uma das pérolas pescadas pelos artistas no baú da música brasileira.
Assim como no disco, essas joias raras se afinam no roteiro com músicas recentes que parecem vir de algum lugar do passado, casos de “Santinha” (Chico Adnet e Mario Adnet, 2022), samba moldado para salão de gafieira, e de “Prece do jangadeiro” (Pedro Amorim, 2025), cujo canto em feitio de oração parece mergulhar nas profundezas do cancioneiro marítimo de Dorival Caymmi (1914 – 2008).
Em cena, dividindo o palco do Teatro Ipanema com cinco músicos extraordinários, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta tangenciaram no show “Bicudos dois” a maestria dos arranjos do disco de 2025, sequência do álbum “Dois bicudos” (2004), lançado há 22 anos.
Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta se afinam no show ‘Bicudos dois’
Rodrigo Goffredo
O show estreou em 17 de dezembro no Rio de Janeiro (RJ), mesma cidade em que voltou à cena na noite de ontem, 31 de março, dentro da programação do “Terças no Ipanema”, projeto que tem levado público antenado ao Teatro Ipanema pela curadoria de Flávia Souza Lima.
Como já ficou evidenciado no canto de “Doralice” (Dorival Caymmi e Antônio Almeida, 1945), samba que abriu roteiro encerrado (no bis) com a verve de outro samba, “O que será de mim” (Ismael Silva, Nilton Bastos e Francisco Alves, 1931), ode ao ócio, o charme do show residiu na harmonização das vozes dos dois bicudos. A bossa do canto de “Doralice”, por exemplo, remeteu à gravação original do samba pelo grupo vocal Anjos do Inferno, inspiração para ninguém menos do que João Gilberto (1931 – 2019).
Às vezes cantando em uníssono, como no ágil samba “Seja breve” (Noel Rosa, 1935), revivido com o batuque do chapéu de palha percutido pelo baterista Marcos Thadeu, outras vezes esboçando um duelo, como no samba-choro de breque “Desafio do malandro” (Chico Buarque, 1985), Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta mostraram total entrosamento, inclusive quando tiraram sarro um do outro em papo sobre futebol, assunto da fala introdutória da marcha “Hino do Canto do Rio” (Lamartine Babo, 1950). Por isso mesmo, como são uma dupla em cena, os cantores poderiam ter alinhado os figurinos para dar charme adicional ao show…
Com o toque virtuoso dos músicos Marcos Thadeu (bateria e chapéu de palha), Paulino Dias (percussão), Paulo Aragão (violão, arranjos e direção musical), Pedro Aragão (bandolim e violão) e Rui Alvim (clarinete e clarone), os cantores caíram afinados no suingue de músicas como o samba-choro “O que vier eu traço” (Alvaiade e Zé Maria, 1945).
Mas nem tudo foi ginga, balanço. A dolência de “Reserva de domínio” (1985) evidenciou a beleza da melodia inspirada do habitual letrista Paulo César Pinheiro, parceiro de Mauro Duarte (1930 – 1989), autor dos versos, neste samba de melancolia reforçada no número pelo choro da cuíca de Paulino Dias. Já a dor de cotovelo do samba “Pergunte aos meus tamancos” (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves, 1936) foi filtrada pelo telecoteco dos dois bicudos.
Entre a verve de “Falso patriota” (Victor Simon e David Raw, 1953) e “Cosme e Damião” (Wilson Baptista e Jorge de Castro, 1955), sambas apresentados nas vozes dos cantores Geraldo Pereira (1918 – 1955) e Jorge Veiga (1910 – 1979), respectivamente, Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta extrapolaram o repertório do álbum “Bicudos dois”, cantando “Foi uma pedra que rolou” (Pedro Caetano, 1940) – música regravada pela dupla no disco original de 2004 “Dois bicudos” – e “Canção para inglês ver” (1931), música do roteiro de “Lamartiníadas” (2005) show feito por Del-Penho e Malta com Pedro Miranda em torno da obra do compositor Lamartine Babo (1904 – 1963), autor desse tema lançado na voz do próprio autor há 95 anos!
No todo, o show “Bicudos dois” roçou a perfeição do segundo álbum conjunto dessa dupla do telecoteco.
Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta mostram destreza vocal no canto de sambas como ‘Seja breve’ e ‘O que vier eu traço’ no show ‘Bicudos dois’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Guns N’ Roses no Brasil: qual a formação da banda, setlist e tudo que você precisa saber sobre os shows


Axl Rose canta com o Guns N’ Roses no Allianz Parque, em SP, em outubro de 2025
Divulgação
Depois de passar por cinco cidades no Brasil em 2025, o Guns N’ Roses volta ao país a partir desta quarta (1º) para uma série de shows da mesma turnê.
O icônico grupo de hard rock vai passar por nove cidades brasileiras, entre shows solo e uma apresentação em festival. Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Guns N’ Roses no Brasil.
Qual a formação atual do grupo?
O Guns N’ Roses confirmou no último sábado (28) que a tecladista Melissa Reese não participará da turnê mundial de 2026. A decisão, motivada por “motivos pessoais imprevistos”, foi anunciada às vésperas do início dos shows.
No grupo desde 2016, Reese fez história como a primeira integrante feminina da banda. Por enquanto, a banda não revelou se haverá uma substituição para a turnê ou se Dizzy Reed seguirá como o único tecladista no palco.
Além de Reed, a formação atual conta com Axl Rose nos vocais, Slash na guitarra, Duff McKagan no baixo, Richard Fortus na guitarra e backing vocal e Isaac Carpenter na bateria.
Relembre trechos dos maiores hits de Guns N’ Roses no show em 2014 em Fortaleza
Quais são as datas no Brasil?
1º de abril em Porto Alegre;
4 de abril no Festival Monsters of Rock, em São Paulo;
7 de abril em São José do Rio Preto;
9 de abril em Campo Grande;
12 de abril em Cariacica;
15 de abril em Salvador;
18 de abril em Fortaleza;
21 de abril em São Luís;
25 de abril em Belém.
No show em Porto Alegre, Halestorm será a banda de abertura. Já nas outras apresentações solo, quem vai abrir é a banda Raimundos.
Como é o show?
O grupo veio ao Brasil em 2025 com a mesma turnê, “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”, passando por São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Cuiabá e Brasília.
O show teve cerca de três horas de duração, passando por sucessos do grupo, músicas mais recentes e até covers de Jimmy Webb a Black Sabbath. Veja como foi a apresentação em São Paulo.
Qual é o provável setlist do show?
Welcome to the Jungle
Mr. Brownstone
Bad Obsession
Live and Let Die
Slither (cover de Velvet Revolver)
Chinese Democracy
Pretty Tied Up
It’s So Easy
Yesterdays
Double Talkin’ Jive
Sabbath Bloody Sabbath (cover de Black Sabbath)
Nothin’
Dead Horse
Perhaps
Civil War
Atlas
Knockin’ on Heaven’s Door
Sweet Child o’ Mine
November Rain
Patience
New Rose (cover de The Damned)
Down on the Farm (cover de UK Subs)
Don’t Cry
Nightrain
Paradise City

Fonte: G1 Entretenimento

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Beyoncé, Gaga, U2… Como Es Devlin cria cenários monumentais para os maiores artistas do mundo


Es Devlin: como é criar ‘esculturas’ para shows de Beyoncé, U2 e Lady Gaga
A artista britânica Es Devlin tem um trabalho difícil de descrever. Ela cria esculturas gigantescas, estruturas luminosas e tecnológicas para todo tipo de ambiente — da sala de museu aos grandes estádios.
É um trabalho de criação, imaginação e execução impressionantes. Foi Devlin quem pensou os telões cúbicos de Beyoncé na “Formation Tour” e o palco monumental da “Renaissance Tour”; e o palco tecnológico do U2 na turnê “Innocence + Experience”. Também é dela a produção do cenário de Gaga em Copacabana, hoje um dos maiores shows da história da música.
“Alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá”.
Estruturas de turnês do U2, Beyoncé e The Weeknd pensadas por Es Devlin
Reprodução/Site da artista
Os shows são só uma parte: Devlin já desenvolveu projetos para desfiles de grandes marcas, peças de teatro e até eventos como as Olimpíadas. Mas agora, a britânica tem focado mais em seu trabalho autoral.
É o caso da exposição “Sou o Outro do Outro”, aberta desde o dia 15 de março na Casa Bradesco, em São Paulo. A mostra reúne obras imersivas, que brincam com espelhos, sons e imagens, convidando o público a participar — seja levando “um pedaço” da exposição consigo, ou desenhando no longo papel em branco.
É um trabalho que envolve um pouco de tudo: não só ideias inovadoras, mas algum conhecimento de engenharia, arquitetura e tecnologia. E grana, claro, para executar tudo isso.
“Trabalhamos no limite do possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque estamos criando coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível”, diz.
Ao g1, Devlin explica como foi “parar” em uma atividade tão peculiar e como esse tipo de trabalho é feito. Leia abaixo:
g1 – Como você descreve o seu trabalho, nas suas palavras?
Es Devlin: Sou uma artista de Londres. Nos últimos 10 anos, minha prática artística tem se concentrado principalmente em instalações na Tate Modern, no Imperial War Museum e no Victoria and Albert Museum. Paralelamente, também trabalho com teatro, música, concertos, cerimônias olímpicas (incluindo Rio 2016 e Londres 2012), shows do intervalo do Super Bowl e desfiles de moda. Ou seja, minha prática é bastante abrangente.
g1 – Como alguém acaba fazendo o que você faz?
Es Devlin: Acho que sendo presente. Quando eu era criança, tocava muita música, desenhava muito e meus professores meio que desistiram de mim. Eles diziam: “Você nunca vai ser nada”, porque eu não queria me especializar.
Existe uma frase em inglês, “jack of all trades” (“pau para toda obra”). E você pode ser chamado de “mestre de nada”. Eu pensei que era exatamente isso que eu queria ser: estar entre tudo. Me vejo quase como uma dobradiça, um espaço intermediário, um corredor. É um lugar muito rico para se viver, no corredor.
g1 – Na prática, seu trabalho envolve não apenas pensar e criar, mas também um pouco de engenharia, arquitetura e tecnologia, certo?
Es Devlin: Isso mesmo. Trabalhamos exatamente no limite do que é possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque criamos coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível.
g1 – Você costuma trabalhar com grandes artistas e bandas em palcos imensos, que todo o público está assistindo. Esta exposição é quase o oposto; o público está interagindo de perto, individualmente. Qual a diferença entre criar um e outro?
Es Devlin: Acho que o documentário mais útil sobre o que acontece em um show pop gigante é “Spirits in the Forest”, do Anton Corbijn, sobre o Depeche Mode. Ele acompanha cinco fãs fervorosos e ajuda a entender as obsessões deles: um quase morreu e a primeira lembrança ao acordar do coma foi uma música da banda; outro só vê os filhos porque toca em uma banda cover deles.
Ao assistir ao show pelos olhos deles, você entende que a música não pertence mais à banda, pertence a eles. Se multiplicar isso por 75.000 pessoas, o que acontece é uma experiência coletiva coautoriada por cada uma delas. Vejo toda performance e toda obra de arte como algo de autoria do público.
Uma pintura não existe a menos que o público a veja. Vejo uma grande continuidade entre este trabalho aqui e uma peça de estádio.
g1 – Como funciona o processo? Uma organização, como a das Olimpíadas, ou um artista vem até você com o quê?
Es Devlin: Cada vez há um convite para encontrar um terreno comum, buscar linhas de investigação que se sobrepõem. Ao ser convidada para a Casa Bradesco, no Matarazzo, sou convidada para um novo país, cultura e comunidade.
Para me envolver adequadamente, preciso pesquisar e aprender a linguagem deste edifício, desta cidade e deste país. Busco coisas em comum com a minha experiência, como um diagrama de Venn.
Procuro o lugar onde a minha pequena vida se sobrepõe à vida do Brasil, de São Paulo, do Matarazzo. Ali está o show. O mesmo acontece se for com “Hamlet” ou com a Beyoncé: há uma linha de investigação sobreposta em algum lugar.
O processo consiste em continuar desenhando círculos. Às vezes erramos, mas se continuar procurando, você sempre encontrará esse ponto de conexão porque somos todos feitos da mesma matéria.
g1 – Quanto tempo isso leva? Pode dar um exemplo, se ajudar.
Es Devlin: É muito variado. “Tristan & Isolde”, na Met Opera, em Nova York, comecei a trabalhar há quatro anos. Esta exposição, começamos há 18 meses. Já a turnê da Lady Gaga para o Coachella, recebi a ligação em fevereiro e abriu em abril.
g1 – Foi o que veio aqui para o Brasil também, né? Para o show em Copacabana? Teve alguma adaptação?
Es Devlin: Isso. Não teve nenhuma mudança, foi exatamente a mesma estrutura que veio para o show do Rio… que foi só duas semanas depois.
g1 – Sobre o público usar celulares em shows, isso mudou a forma como você cria? Você já disse que, como os shows podem ser filmados de todos os ângulos, é preciso pensar nisso.
Es Devlin: Lembro-me da primeira vez, em 2007, após a invenção do iPhone. Olhei para a arena e vi centenas daquelas coisinhas. Quando eu era criança, eram isqueiros; você usava fogo, algo elementar. Com o celular, parece que o aparelho é o público e o braço é apenas um periférico.
Penso muito sobre “centauros”: inteligência humana com tecnologia para ajudar nossa agência (como dirigir um carro) versus “centauros reversos”, onde a máquina está no comando e o humano é apenas um periférico de carne, como um entregador da Amazon.
Temos que escolher o que queremos ser. Por que queremos gravar? Não é para nós, nunca assistiremos a tudo de volta. É para o futuro? É por vício no capitalismo ou algo mais profundo, como deixar rastros de memórias para seres futuros diante de uma possível extinção? Eu não sei a resposta, mas penso muito nisso.
g1 – Então você não leva isso em consideração ao trabalhar em um palco?
Es Devlin: Na verdade, não. Penso, como sempre fiz, em como comunicar intimidade em grande escala. Como pegar a verdade do que se tenta comunicar. Nesta exposição, escrevi uma história sobre algo que vivi: um livro que li, uma vez que quase me afoguei, ou um dançarino que conheci. São verdades pessoais que quero comunicar.
Em um show pop é a mesma coisa: alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Vale o Escrito’, ‘Donos do Jogo’, ‘Corrida dos Bichos’… como o Jogo do Bicho é retratado nas telas?


Jogo do bicho nas telas: linha do tempo mostra evolução do tema em 70 anos
O universo do jogo do bicho é uma das referências estéticas mais duradouras da teledramaturgia brasileira. Uma mistura de violência, corrupção, vício em apostas e Carnaval. Nada mais Brasil.
Mas o mundo da contravenção mudou bastante nos últimos tempos. E a televisão, claro, tentou acompanhar.
O bicheiro deixou de ser o apontador romântico de “Amei um Bicheiro” (1952) ou o malandro carismático de “Senhora do Destino” (2004), para virar o mafioso violento de superproduções como “Os Donos do Jogo” (2025).
Essa trajetória ganha um novo capítulo em 2026 com o lançamento de “Corrida dos Bichos” (Prime Video). O filme leva a contravenção para um lugar inédito: uma distopia futurista onde o jogo evolui para uma competição estilo “Jogos Vorazes”.
O g1 mapeou sete décadas de representações e ouviu especialistas para entender por que, 70 anos depois, o público continua hipnotizado pelo submundo da contravenção.
No fim desta reportagem, veja uma linha do tempo completa com as principais produções que retrataram o universo do jogo do bicho.

Por que o tema atrai tanto?
O fascínio pelo jogo do bicho vai muito além da aposta. Para o historiador e escritor do livro “Maldito Invento dum Baronete: Um Breve História do Jogo do Bicho”, Luiz Antônio Simas, o jogo está entranhado na cultura das ruas e em suas contradições.
“O bicho dialoga com o botequim, com a esquina, com o mundo do samba e do Carnaval. Mas também dialoga com a violência, com a segurança, com as relações entre poder público e privado”, explica.
Pai e filho, os bicheiros Miro e Maninho Garcia, retratados em “Vale o Escrito”
Divulgação
No entanto, curiosamente, não é o jogo em si o que atrai o público. “De cada 10 pessoas que eu conheço que amam filmes sobre o tema, nove não fazem a menor ideia de como se joga no bicho”, conta.
Máfia: horror que seduz
A sedução que o público sente por séries como “Os Donos do Jogo” (Netflix) tem explicação: a dramaturgia brasileira encontrou no bicho a sua própria versão dos filmes de máfia.
André Lamoglia e Juliana Paes estrelam “Os Donos do Jogo”
Divulgação
“A máfia no cinema seduz mais do que horroriza. Ao mesmo tempo em que você mostra o horror, esse horror é sedutor. As pessoas se encantam pelo ambiente em que ele está inserido”, analisa.
Mas Simas alerta para a diferença entre o documento e o entretenimento. Enquanto séries como “Vale o Escrito” (Globoplay) expõem dilemas reais, a ficção aposta no delírio e no romance.
Carnavalesco Milton Cunha em entrevista ao documentário “Vale o Escrito”
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“O grande equívoco é tratar o jogo do bicho por apenas um viés: ou restringi-lo ao crime ou romantizar a contravenção”, defende o historiador.
Malandro é malandro…
A figura do bicheiro na TV mudou nas últimas décadas porque o crime na vida real se transformou. O antigo “malandro” deu lugar ao bandido envolvido em lavagem de dinheiro e conexões internacionais.
Búfalo e Suzana em festa da escola de Samba na série ‘Os donos do jogo’
Reprodução: Netflix
Para o historiador, as séries documentais recentes abandonaram a visão romântica para mostrar a teia real da contravenção. “Quem comanda o jogo não é o sujeito na esquina, são as altas esferas do poder”.
Fim do jogo do bicho?
Para o historiador, o jogo do bicho como conhecemos está com os dias contados. O motivo é geracional: o bicho não renovou seu público.
“O jogo do bicho não representa nem 15% do faturamento do complexo criminoso que envolve a contravenção atualmente. É raríssimo aparecer alguém com menos de 40 ou 50 anos jogando”, observa.
A ‘cúpula’ dos bicheiros em “Os Donos do Jogo”, da Netflix
Divulgação
Essa mudança esvaziou o faturamento direto do jogo. “O jogo é quase um elemento pitoresco. O complexo estendeu seus tentáculos para a lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas”, afirma.
E é justamente essa transição do “negócio de bairro” para o crime transnacional que as produções recentes tentam capturar. Anitta entra para elenco de ‘Corrida dos bichos’, novo filme dirigido por Fernando Meirelles.
Os 20 títulos selecionados pelo g1 em ordem cronológica.
Amei um bicheiro (1952)
Boca de Ouro (1963)
Bandeira 2 (1971)
Mário Fofoca (1983)
Partido Alto (1984)
O Rei do Rio (1985)
Mandala (1987)
Fogo no Rabo (1988)
Sai de Baixo (1999)
Senhora do Destino (2004)
A Grande Família (2006)
Lara com Z (2011)
Giovanni Improtta (2013)
Doutor Castor (2021)
Lei da Selva (2022)
Vale o Escrito (2023)
Vai Que Cola (2023)
Volta por Cima (2024)
Os Donos do Jogo (2025)
Corrida dos bichos (2026)
Jogo do Bicho: linha do tempo mostra representação nas telas dos últimos70 anos
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1952

Amei um bicheiro (filme): Carlos (Cyl Farney) é um jovem ambicioso que sai do interior e vai para o Rio de Janeiro, onde acaba se envolvendo com o jogo do bicho. Depois de um tempo na cadeia, resolve mudar de vida ao se casar com Laura (Eliana Macedo) e viver honestamente.
Filme “Amei um bicheiro”, com Grande Otelo, Eliana e Cyl Farney
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1963
Boca de Ouro (filme): Boca de Ouro (Jece Valadão) é o chefe do jogo do bicho em Madureira, no Rio de Janeiro. Após a morte do Boca, o repórter Caveirinha (Ivan Cândido) decide ir atrás de Guigui (Odete Lara), antiga amante do bicheiro. O filme ganhou uma segunda versão, em 2019, dirigida por Daniel Filho e protagonizada por Marcos Palmeira.
Boca de Ouro (1963), Nelson Pereira Dos Santos
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1971
Bandeira 2 (novela, TV Globo): Com 179 capítulos, a novela faz um retrato do submundo dos chefões do jogo do bicho no Rio de Janeiro, a difícil e constante luta pela sobrevivência nas zonas mais pobres da cidade, e da busca por realizações profissionais.
1983

Mário Fofoca (série, ficção, TV Globo): Na trama, o detetive vivido por Luis Gustavo se muda para o Rio e, com a ajuda de um amigo, passa a investigar casos de infidelidade. No enredo do episódio “O Rei dos Bicheiros”, a investigação sobre a suposta traição de um contraventor termina em um acidente que deixa os envolvidos irreconhecíveis.
1984
Partido Alto (série, ficção, TV Globo): A produção retrata a vidas de moradores da Zona Sul e do subúrbio carioca. No episódio 122, Piscina (José Mayer) diz a Jussara (Betty Faria ) que irá tirar Jorginho (José Mayer) da casa do bicheiro.
1985
O Rei do Rio (filme): Baseado na peça O Rei de Ramos, de autoria de Dias Gomes. Tucão (Nuno Leal Maia) e Nico Sabonete (Nelson Xavier) são dois empregados do bicheiro Cacareco. Buscando melhorar de vida, o ambicioso Tucão convence seu amigo a tomar alguns pontos de Cacareco (Milton Gonçalves) para começarem suas próprias carreiras no jogo do bicho.
Pôster do filme “Rei do Rio”, lançado em 1985
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1987

Mandala (novela, TV Globo): A trama das 20h trazia Tony Carrado (Nuno Leal Maia) como um dos personagens centrais. O bicheiro era retratado sob uma estética que misturava o “cafona” ao romântico, sendo temido no submundo da contravenção carioca ao mesmo tempo em que se submetia à paixão pela protagonista Jocasta (Vera Fischer).
Tony Carrado (Nuno Leal Maia)
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1988
Fogo no Rabo (série, TV Globo): ‘Fogo no Rabo’ foi uma paródia da novela ‘Roda de Fogo’, exibida em 1986, no programa TV Pirata. No 8º episódio da primeira temporada, Reginaldo (Luiz Fernando Guimarães) decide ir para Atlantic City com Penélope e um grupo de bicheiros.
1999
Sai de Baixo (1999-2002) (série, ficção, TV Globo): No episódio “Anta na cabeça”, da quarta temporada, Vavá (Miguel Falabella) arranja um emprego de apontador de jogo do bicho. Coincidentemente a sorte da família muda porque Magda resolve jogar no touro, ganha uma fortuna e vira bicheira.
2004
Senhora do Destino (novela, TV Globo): O famoso personagem Giovanni Improtta, bicheiro interpretado por José Wilker, foi tirado de um livro de Aguinaldo Silva e se popularizou junto ao público por frases como “Não esqueça do meu lema: com Giovanni Improtta não tem problema”. Ele conhece Maria do Carmo (Suzana Vieira) na prisão.
2006
A Grande Família (2001-2014) (série, ficção, TV Globo): No episódio “Tuco Mãos de Tesoura” (6ª temporada), Agostinho Carrara (Pedro Cardoso) tenta passar a perna como apontador do jogo do bicho por influência do bicheiro Dentada (Alexandre Zacchia), mas acaba sendo desmascarado. Ao final do episódio, a polícia leva todo mundo para delegacia. “Jogar no bicho é crime”‘, diz um dos policiais. “Peraí, crime, não. É uma contravenção”, rebate Beiçola.
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2011
Lara com Z (série, ficção, TV Globo): Um dos personagens da produção, Agenor Improtta (Othon Bastos) é chefe de uma família de bicheiros e primo de Giovanni Improtta, o célebre contraventor imortalizado por José Wilker na novela “Senhora do destino”, também escrita por Aguinaldo Silva.
Othon Bastos vive bicheiro em série da Globo
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2013
Giovanni Improtta (Filme): Na adaptação para o cinema, o clássico bicheiro vivido por José Wilker tenta oficializar sua posição social e entrar para o restrito clube de grandes contraventores. A trama foca na transição do personagem das ruas para as esferas de poder.
2021
Doutor Castor (série documental, Globoplay): Em quatro episódios, a produção conta a história de Castor de Andrade, bicheiro responsável por crimes cruéis no Rio de Janeiro. Entre as décadas de 80 e 90, ele foi o principal responsável por grandes times do Bangu, que chegou a jogar uma final de Brasileiro, e pela mudança de patamar da Mocidade Independente de Padre Miguel, que se firmou como uma das grandes escolas de samba do Rio.
2022
Lei da Selva (série documental, Prime Video): Dividida em 4 episódios, conta como a loteria criada para financiar um jardim zoológico nos moldes da máfia italiana, foi incorporada pela cultura popular carioca e se transformou num imenso império do crime.
Luiz Antônio Simas em entrevista ao documentário “Lei da Selva”
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2023
Vale o Escrito (série, ficção, Globoplay): Série documental que detalha a árvore genealógica e as guerras de poder das principais famílias de bicheiros do Rio de Janeiro.
Shanna Garcia dando entrevista na série Vale o Escrito, da Globoplay
Reprodução/Globoplay
Vai Que Cola (série, ficção, Multishow): No episódio “Bicheiro do Deserto”, Bebeto (Paulinho Gogó) decide abrir uma banca do bicho nas Arábias, mas depois de criar muita confusão, pede para Terezinha (Cacau Protássio) ajudá-lo a sair dessa vida
2024
Volta por Cima (novela, TV Globo): Isabel Teixeira viveu a viúva de um grande contraventor. Durante a trama, a personagem também acaba se envolvendo no Jogo do Bicho. Atriz chegou a dizer em entrevista que “Vale o Escrito” virou fonte de estudo para interpretar a personagem “Violeta”
Isabel Teixeira interpreta Violeta Castilho em “Volta Por Cima”
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2025
Os Donos do Jogo (série, ficção, Netflix): Suspense que explora a disputa pelo controle do Jogo do Bicho no Rio de Janeiro entre quatro poderosas famílias: Guerra, Moraes, Fernandez e Saad.
2026
Corrida dos bichos (filme, Prime Video): Distopia ambientada em um Rio de Janeiro futurista, onde o jogo do bicho evoluiu para uma competição de parkour de alta tecnologia com apostas milionárias. A produção ainda não tem data de estreia.
Assista ao trailer de ‘Corrida dos bichos’

Fonte: G1 Entretenimento

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Solange Couto é eliminada do ‘BBB 26’ com 94,17% da média dos votos


William Bonner e Sandra Annenberg invadem a casa do BBB!
Solange Couto foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão desta terça-feira (31). A sister deixou a casa após receber 94,17% da média dos votos.
Treino viral de Samira no BBB expõe erros comuns na academia; veja como corrigir movimentos
Ela disputava a preferência do público com Jordana e Marciele, que ficaram com 3,54% e 2,29% da média, respectivamente.
Quem saiu do BBB 26? Solange Couto é a décima primeira eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
A atriz Solange Couto tem 69 anos e é natural do Rio de Janeiro. Popularmente conhecida por sua personagem Dona Jura na novela O Clone (2001) com o bordão “Não é brinquedo, não”, seu último trabalho na TV foi em Garota do Momento (2024).

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 anuncia Espaço Favela com Belo, Xamã e mais; veja line-up completo


O cantor Belo é uma das atrações do Rock in Rio 2026
Vitor Batista
O Rock in Rio anunciou nesta terça-feira (31) o line-up completo do Espaço Favela. O festival acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.
Entre os destaques deste ano estão Xamã e Belo, destaque também na TV, ambos atuando na novela “Três Graças”. Rodrigo do CN, Major RD, Dennis e Cabelinho também são atrações principais do palco.
Veja o line-up completo do Espaço Favela:
4 de setembro (sexta-feira)
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
5 de setembro (sábado)
Major RD
Canto Cego
Quantum
6 de setembro (domingo)
Xamã
Rael
Budah
7 de setembro (segunda-feira)
Belo
Mart’nália
Tiee
11 de setembro (sexta-feira)
Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
12 de setembro (sábado)
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
13 de setembro (domingo)
Dennis
Suel
Marvvila
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Venda geral começa dia 26 de maio
A venda geral de ingressos começa no dia 26 de maio, às 12h, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
A pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 19 de maio, também às 12h. Neste caso, o público poderá comprar até dois ingressos por dia de festival por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4
Foo Fighters (Palco Mundo) – headliner
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Machine Gun Kelly
Sepultura
Bad Omens
Black Pantera convida Nervosa
Poppy
Malvada convida Day Limns
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Fatboy Slim (New Dance Order)
Laufey (Palco Sunset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Sunset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Sunset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento