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Iza lança o terceiro álbum de estúdio em novembro – o que esperar do sucessor de ‘Afrodhit’?

Iza confirma o lançamento do terceiro álbum de estúdio na Semana da Consciência Negra, em novembro
Reprodução / X Iza
♫ ANÁLISE
♬ Em setembro de 2025, ao lançar o single “Caos e sal” / “Tão bonito”, Iza sinalizou que o terceiro álbum de estúdio da artista despontava no horizonte, precisamente na praia do reggae e do afrobeat.
Decorrido mais de um ano do lançamento do single duplo, o álbum enfim está perto de ancorar nos aplicativos de áudio. De acordo com Iza, o sucessor do álbum “Afrodhit” (2023) tem lançamento confirmado para meados de novembro, na Semana da Consciência Negra.
A data é simbólica por dois motivos, não somente pela presença da ancestralidade no repertório mais recente de Iza, como também pelo fato de que o álbum será lançado quando Iza estiver festejando exatos dez anos de carreira iniciada em novembro de 2016 com a edição do primeiro single da cantora, “Quem sabe sou eu”.
Desta vez, os seguidores da cantora e compositora carioca não precisaram esperar tanto por um novo álbum da artista. Nada menos do que cinco anos separaram o primeiro álbum de Iza, “Dona de mim” (2028), do segundo, o já mencionado “Afrodhit”.
Já o terceiro chegará apenas três anos após “Afrodhit”. E pode-se esperar um álbum produzido com mix de reggae, afrobeat e ancestralidade africana. O elemento diferencial seria a mitologia egípcia.
O que ainda não está confirmado é se o feat com Jota.Pê na música “Eu e você” (2025) – composição de Marcelo Camelo e Malu Magalhães, gravada com produção musical de Marcelo Camelo – integrará o terceiro álbum de estúdio de Iza ou se permanecerá como um single avulso na discografia da cantora.
Seja como for, Iza precisa de um álbum forte que consiga agregar valor à obra fonográfica da artista. Apesar da boa receptividade de “Afrodhit”, álbum impulsionado pelo single “Fé nas maluca”, gravado por Iza com MC Carol, ainda paira a sensação de que o melhor álbum de Iza é o primeiro, o já citado “Dona de mim”, lançado já há longínquos oito anos – tempo muito distante na volátil era digital.
A missão do vindouro terceiro álbum de estúdio da artista é justamente mudar essa impressão e imprimir uma identidade mais bem delineada na discografia de Iza.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aretuza Lovi mistura sabores da ‘farofa’ pop brasileira no álbum ‘Calor nacional’

Aretuza Lovi lança o álbum ‘Calor nacional’ com nove músicas, três já apresentadas em singles
Beto Cardoso / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quinto álbum de Aretuza Lovi, se incluído na conta o seminal “Popstar” de 2013, “Calor nacional” está em rotação desde as 12h de ontem, 15 de outubro.
Com nove músicas, o álbum “Calor nacional” chega ao mundo digital na sequência dos singles “Caipiranhas” (2026), “Tarô” (2026) – gravado com Linn da Quebrada – e “Tamborim” (2026), este em feat com Lexa.
Entre as seis faixas até então inéditas do álbum “Calor nacional”, figuram músicas como “Biquíni de crochê” (gravada por Aretuza com Alina Garcia), “Litrão”, “Melzinho do amor” (faixa que traz feat da artista com Romero Ferro) e “Dançar pelada” (música que agrega Katy da Voz e as Abusadas, Isma e Christopher Luz – este também presente na faixa final “Aretuza”).
Nascida em Cristalina (GO), cidade do interior de Goiás, a cantora pretendeu fazer um álbum pautado pela diversidade da mistura pop brasileira.
“Nesses quase 15 anos de carreira, eu já transitei por vários ritmos musicais. Comecei com pop bem quebradeira. Depois, dei uma passada ali pelo Norte e Nordeste, como homenagem a tudo o que essas regiões representam na minha vida. Nesse álbum ‘Calor nacional’, resolvi fazer essa mistura, essa farofa que só eu sei fazer do meu jeitinho Aretuza. Então, peguei toda essa experiência musical desses 15 anos, dos lugares por onde passei, dos sabores, dos cheiros, dos temperos, das pessoas, do calor dessas pessoas, do calor dessas regiões, e misturei tudo nesse trabalho”, teoriza a artista no texto de apresentação do álbum.
O produtor musical e DJ baiano Noize Men assina a produção da maior parte das nove músicas do álbum “Calor nacional”.
Capa do álbum ‘Calor nacional’, de Aretuza Lovi
Beto Cardoso / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Os músicos Cristovão Bastos e Mauro Senise aprontam o álbum ‘É luxo só’ em celebração do compositor Ary Barroso

O pianista Cristovão Bastos (de pé) e o saxofonista Mauro Senise tocam 14 músicas de Ary Barroso no álbum ‘É luxo só’
Reprodução /Vídeo / Montagem g1
♫ NOTÍCIA
♬ Em 5 e 6 de outubro, o pianista Cristovão Bastos e o saxofonista e flautista Mauro Senise ocuparam o estúdio da gravadora Biscoito Fino, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e gravaram em dois dias as 14 músicas do álbum “É luxo só”.
Trata-se de um tributo fonográfico dos dois instrumentistas cariocas ao compositor mineiro Ary Barroso (7 de novembro de 1903 – 9 de fevereiro de 1964), cuja obra é um dos pilares da música brasileira feita dos anos 1930 aos anos 1950 antes da ruptura estética provocada pela revolução da Bossa Nova – movimento, aliás, que abraçou Ary através de João Gilberto (1931 – 2019) e Tom Jobim (1927 – 1994).
Gravado com participação do guitarrista Leo Amuedo, o álbum “É luxo só – Cristovão Bastos e Mauro Senise tocam Ary Barroso” traz no repertório os sambas “Aquarela do Brasil” (1939), “Morena Boca de Ouro” (1941) e “Na Baixa do Sapateiro” (1938), além da música-título “É luxo só” (Ary Barroso e Luiz Peixoto, 1957).
Outra faixa do tributo de Cristovão e Senise a Ary é “No rancho fundo” (1931), originalmente um samba-canção que migrou para o universo sertanejo ao longo dos anos por causa da temática ruralista da letra escrita por Lamartine Babo (1904 – 1963) para a melodia sublime de Ary Barroso, letrada originalmente pelo desenhista J. Carlos e intitulada “Na grota funda”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diddy é transferido para unidade de baixa segurança, diz site

Sean ‘Diddy’ Combs em foto de 2017, em Nova York.
Lucas Jackson/Reuters
Sean “Diddy” Combs foi transferido da prisão federal de Fort Dix, em Nova Jersey, para a Instituição Correcional Federal de Allenwood, na Pensilvânia, uma unidade de baixa segurança, segundo informações do TMZ.
O Departamento Federal de Prisões dos Estados Unidos não informou o motivo da transferência. Segundo o site, no entanto, Diddy acumulou diversas infrações disciplinares durante sua passagem por Fort Dix, entre elas violações relacionadas ao uso de telefone e envolvimento em brigas. Por causa das ocorrências, ele foi enviado duas vezes para uma unidade especial destinada a presos que infringem as regras.
De acordo com fontes do site, Diddy perdeu 41 dias de créditos por bom comportamento, que poderiam contribuir para uma libertação antecipada, além de ficar 400 dias sem o privilégio de fazer compras na prisão. A NBC News também noticiou que o rapper teria tido acesso a um celular proibido na cadeia, além de bebidas alcoólicas, massagens e refeições especiais.
Preso desde setembro de 2024, o rapper cumpre pena de 50 meses após ser condenado por transporte para fins de prostituição.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Durante julgamento por crimes sexuais, Russell Brand é acusado de tentar arrastar mulher para banheiro

O ator e comediante britânico Russell Brand, acusado de estupro e múltiplas acusações de agressão sexual, comparece ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, Grã-Bretanha, em 2 de maio de 2025.
REUTERS/Carlos Jasso
Uma das seis mulheres que acusam Russell Brand de crimes sexuais disse a um tribunal de Londres nesta sexta-feira (16) que o ator e comediante britânico se transformou em um “maníaco de olhos arregalados” quando tentou arrastá-la para dentro de uma cabine de banheiro no local onde ela trabalhava.
Brand, que já foi um dos apresentadores mais conhecidos do Reino Unido e ex-marido da cantora americana Katy Perry, está sendo julgado sob acusação de três estupros, três agressões sexuais e uma agressão indecente contra seis mulheres entre 1999 e 2009.
Brand, que tem 51 anos, nega as acusações e disse à polícia, após sua prisão, que nunca havia praticado atividade sexual sem consentimento.
Agora no g1
A segunda denunciante disse ao Tribunal da Coroa de Southwark, em Londres, que, em 2001, Brand tentou puxá-la para dentro do banheiro masculino da MTV Europe, em Londres, onde ela trabalhava.
Inicialmente, ela disse que havia trocado “brincadeiras” com Brand sobre a camiseta que ele vestia, da qual ela disse ter gostado. Mas afirmou que o comportamento dele mudou depois que ela o acompanhou para mostrar onde ficavam os banheiros.
Ela disse que Brand estava bastante amigável, mas depois se tornou “um maníaco de olhos arregalados tentando me puxar para o banheiro”.
Incidente ‘breve’
“Ele me segurou pelo braço e começou a me puxar, dizendo: ‘vamos, entre comigo'”, afirmou. “Ele começou quase a implorar: ‘vamos, vamos, entre’.”
Ela disse que, embora ele tivesse apertado seu braço com força, conseguiu se soltar. “Eu disse a ele: ‘o que você está fazendo? Você está louco? Me solte'”, contou ao tribunal.
Ela afirmou que, quando percebeu que “não estava acontecendo” porque ela era forte demais, Brand entrou no banheiro. Segundo ela, todo o incidente durou cerca de 20 segundos.
A mulher não relatou o que havia acontecido ao empregador na época, dizendo que seria apenas a palavra dela contra a dele, mas procurou a polícia depois de assistir a um documentário sobre Brand lançado em 2023.
O advogado de Brand, Ian Winter, afirmou que Brand havia implorado para que ela entrasse no banheiro para algum tipo de atividade sexual e que havia aceitado que ela não estava consentindo, mas que a visão dela sobre o ocorrido mudou depois que assistiu ao documentário.
“Foi um incidente muito breve, muito pequeno, em que ele tentou fazer você entrar no banheiro, você recusou e ele deixou por isso mesmo”, sugeriu.
As seis denunciantes, que têm direito legal ao anonimato por toda a vida, procuraram as autoridades após o documentário, informou o juiz Joel Bennathan ao júri na quinta-feira.
O julgamento, que deve durar cerca de seis semanas, continua.

Fonte: G1 Entretenimento

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Karim Aïnouz conta como atraiu Elle Fanning e Callum Turner para seu novo filme: ‘Apetite pelo material’

Após participar da 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, o diretor cearense Karim Aïnouz traz ao Brasil seu mais recente filme internacional, “Rosebush Pruning”.
A produção reúne um elenco de peso, com nomes como Elle Fanning, Callum Turner, Riley Keough, Jamie Bell, Lukas Gage, Elena Anaya, Tracy Letts e Pamela Anderson. O longa estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (15).
Leia também: ‘Rosebush Pruning’, longa de Karim Aïnouz, é selecionado em mostra do Festival de Berlim
Em entrevista ao g1, o diretor de filmes como “A Vida Invisível”, “Praia do Futuro” e “Motel Destino” contou que já queria trabalhar com Elle Fanning e Callum Turner e que o interesse dos atores pelo projeto facilitou a escalação.
“Houve um apetite muito grande desses atores pelo material. A Elle almoçou comigo e contou que tinha lido o roteiro (escrito por Efthimis Filippou) e adorado sua personagem. Ela sempre quis fazer alguém assim, que chega como uma espécie de estrangeiro e provoca uma mudança. Para um ator, é muito estimulante interpretar personagens que nunca interpretou. E acho que, para mim, também”, diz o diretor.
Assista ao trailer do filme “Rosebush Pruning”
Ambientado na Catalunha, o filme acompanha uma família americana rica e excêntrica, envolvida em situações absurdas e moralmente questionáveis. Os irmãos Jack (Jamie Bell), Ed (Callum Turner), Anna (Riley Keough) e Robert (Lukas Gage) demonstram sua superficialidade ao se preocuparem mais com roupas de grife do que com o pai cego e dominador, vivido por Tracy Letts.
A dinâmica familiar muda quando Jack, o mais velho dos irmãos e figura central da família, anuncia que vai deixá-los para viver com a namorada, Martha (Elle Fanning). A decisão desencadeia uma sequência de acontecimentos inesperados e violentos, que culminam na desintegração da família.
Leia também: Karim Ainöuz busca raízes em ‘Marinheiro das Montanhas’: ‘tinha uma intuição que tinha algo muito bonito a se descobrir ali’
Inspiração italiana
Para contar a história de “Rosebush Pruning” (“poda de rosa”, em português), Aïnouz conta que começou a desenvolver o projeto durante a pandemia, período em que encontrou no trabalho uma forma de enfrentar as incertezas daquele momento.
“Eu achei que ia morrer, que não ia filmar nada na vida. Como eu posso me salvar?”, relembra o diretor.
Elenco de “Rosebush Pruning”: Elle Fanning, Jamie Bell, Callum Turner, Lukas Gage, Riley Keough e Tracy Letts
Felix Dickenson/Divulgação
A ideia surgiu de uma proposta do produtor Michael Weber, que já havia trabalhado com o cineasta em “Praia do Futuro” e “Motel Destino”: fazer uma nova versão do filme italiano “De Punhos Cerrados” (1965), dirigido por Marco Bellocchio e centrado em uma família disfuncional.
A sugestão agradou a Aïnouz, que passou a enxergar o projeto como parte de um conjunto temático que também inclui seus dois filmes anteriores.
“Quando a gente pensou no projeto, no começo, era quase como uma continuação de “O jogo da rainha” (2023) e “Motel Destino” (2024). Porque são filmes com personagens masculinos antagonistas, muito perigosos, tóxicos, sobre patriarcas”.
“Em ‘Rosebush Pruning’, é uma história de como esse patriarca, de fato, domina essa família como um presidente que domina um país. Então acho que tem uma série de paralelos com o mundo que a gente está vivendo”, diz o cineasta.
Riley Keough e Lukas Gage numa cena de ‘Rosebush Pruning’, de Karim Aïnouz
Divulgação
Para Aïnouz, a história também dialoga com o isolamento dos ricos durante a pandemia, tema que ele e o roteirista exploraram no desenvolvimento do filme.
“É uma história muito diferente do que eu jamais contei. Isso me animou como cineasta. Aqui, eu queria falar de personagens que eu não conhecesse. Porque a gente entra numa zona de conforto que a gente fica falando de quem a gente conhece demais”, afirma o diretor.
A possibilidade de recorrer à sátira também o atraiu para o projeto. Com ela, o cineasta viu uma maneira de abordar temas duros e polêmicos sem abrir mão do humor.
“O roteirista trouxe a sátira para mim e isso foi muito prazeroso. Porque eu sempre quis que as pessoas rissem, ficassem desconfortáveis e tivessem uma relação visceral com os personagens. Não necessariamente se apaixonem por eles”, declara Aïnouz.
Força na polêmica
Embora “Rosebush Pruning” seja repleto de cenas fortes e intensas, o diretor diz que não houve resistência do elenco às situações mais chocantes da trama. Segundo ele, aconteceu justamente o contrário.
Elle Fanning e Jamie Bell numa cena de ‘Rosebush Pruning’, de Karim Aïnouz
Divulgação
“Quando o roteiro estava pronto, achei que nenhum ator iria querer fazer esse filme, porque ele é tão maluco (risos). Mas foi justamente o contrário. Houve uma curiosidade e um desejo muito grande de participar do projeto, porque era muito diferente de tudo que os atores tinham feito. Então, não ouvi ninguém dizer ‘Não vou fazer isso’, porque estava no roteiro. Acho que foi exatamente isso que os estimulou, assim como a mim, a sair da zona de conforto”, diz o diretor.
Apesar das situações extremas retratadas na trama, Aïnouz acredita que o filme será bem recebido pelo público brasileiro por seu senso de humor, que dialoga com as situações absurdas do país.
“Acho que é um filme que, de fato, é muito mais compreendido aqui do que em outros países, porque ele tem um senso de ironia cheio de referência”.
“Muitas pessoas estão comparando o filme a obras de Nelson Rodrigues. Eu acho que são muito diferentes. Mas confesso que tem ali, também, um despudor, que pode ser bem-vindo para o público brasileiro. Levar essas histórias para o cinema pode ser bom para um público que tem um senso de humor que outros países não têm”, declara o cineasta.
Pamela Anderson em cena de ‘Rosebush pruning’
Divulgação
Som e cores marcantes
Outros aspectos que chamam a atenção são a fotografia vibrante de Hélène Louvart, que já havia trabalhado com o cineasta em “A Vida Invisível”, e a trilha sonora de Matthew Herbert, que remete à música de outros filmes de Aïnouz, como “Praia do Futuro” e “Motel Destino”.
Questionado sobre como preserva sua marca autoral em produções internacionais, como “Rosebush Pruning”, o diretor afirma que essa é uma de suas principais preocupações:
“Para mim, o que eu sempre tento proteger é a minha marca. Eu tenho um jeito de contar a história. Eu tenho um jeito de trabalhar a interpretação dos atores, tenho um jeito de escolher música, tenho um jeito de escolher a cor”.
“Isso também gera muita curiosidade no contexto brasileiro. Eu acho que não vi tantos filmes tão coloridos quanto esse aqui. E isso é bom, porque isso provoca eles a fazerem filmes diferentes”, diz.
Callum Turner numa cena do filme ‘Rosebush Pruning’, de Karim Aïnouz
Divulgação
Após “Rosebush Pruning”, Karim Aïnouz já tem dois projetos internacionais em vista. Um deles, com o título provisório de “Neon River”, será ambientado parcialmente no Japão.
Para o diretor, mais importante do que filmar no Brasil ou no exterior é encontrar histórias e personagens que o instiguem.
“Eu acho que é sempre estar sendo estimulado por histórias e personagens pelos quais eu me apaixono, por histórias que eu acho que devem ser contadas. Então, fazer um filme aqui, na Espanha ou na Inglaterra…”
“Eu sempre estou procurando algo que me instigue, independentemente de onde isso acontece e em que língua é falada”, conclui o diretor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Pitty reprocessa chip do punk rock em álbum que também acena para a pista do pop contemporâneo e para o metal

Pitty lança o sexto álbum solo de estúdio nesta sexta-feira, 16 de outubro, com 12 músicas
Jorge Daux / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: “Pitty”
Artista: Pitty
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Aperitivo do sexto álbum solo de estúdio de Pitty, o single “Sobremesa” deixou gosto meio agridoce no ar. Era um rock voraz de cepa punk que, embora saboroso, sinalizava retrocesso na discografia de artista que há sete anos lançara “Matriz” (2019), grande álbum em que Pitty trocou o chip e expandiu a sonoridade, passando a Bahia natal pelo filtro do rock.
No mundo a partir de hoje, sexta-feira, 16 de outubro, em edição digital e em LP fabricado pela gravadora Deck, o álbum intitulado “Pitty” tem o mesmo sabor de “Sobremesa” em parte das 13 faixas, formatadas com produção musical orquestrada por Rafael Ramos com a própria Pitty.
É como se “Matriz” não tivesse existido na trajetória fonográfica da cantora, compositora e instrumentista baiana.
Em essência, ao longo do álbum “Pitty”, a artista reativa o chip do punk rock em músicas como a assertiva “Não à deriva”, faixa que tangencia o stoner rock, e flerta com o peso do metal em “Desobediente”, faixa que termina com toques da música oriental na produção feita com a adesão de Nave.
Até aí tudo bem. O álbum traz de volta a Pitty de outrora, mas com a experiência dos 49 anos – completados em 7 de outubro – e com a maturidade de quem já atravessou problemas de saúde, pariu uma filha já pré-adolescente e uma separação cujas dores são expiadas nos versos do blues-rock “Álbum de casamento”.
“Eu vou botar no papel tudo o que doer / É caminho pra absorver, trilha pra elaborar / … / Devolva minhas senhas, eu confiei em você / A minha autoestima, não precisa devolver / Eu já tomei de volta a posse do que é meu / Minha arte, meu corpo, minha maternidade / A minha insanidade quem resolve sou eu”, determina Pitty, dando o tom altivo das letras do álbum, cujo repertório é inteiramente assinado pela artista, sem parceiros.
Pitty faz acerto póstumo de contas com a mãe nos versos do rock-balada ‘Cuidada’
Jorge Daux / Pitty
O corpo estranho no álbum “Pitty” é “Pileque de poeta”, faixa feita com a adesão de Felipe Vassão que acena para a pista do pop contemporâneo, fora de sintonia com o tom do álbum. “Sobriedade seletiva”, outra faixa formatada com a colaboração de Vassão, soa mais integrada à atmosfera roqueira do álbum por harmonizar elementos de punk-disco e house.
Com letra endereçada à destinatária de identidade desconhecida, “Amiga,” também se diferencia no conjunto da obra, soando como um rock em flerte fugaz com o universo do tecnobrega.
Curiosamente, o álbum se agiganta quando os beats se desaceleram e a guitarra de Martin Mendonça perde a fúria que sustenta músicas como “Armadura”.
Esse crescimento é nítido em “Caminhada”, balada em que Pitty versa sobre sororidade feminina. “Não estamos sozinhas, embora tentem dizer / Que a nossa única escolha é ceder ou morrer / A gente se reconhece pelo rastro e pela voz / O que tentaram quebrar em ti dói em todas nós / Não aceito que te calem, não aceito o teu fim / Cuidar de você é também cuidar de mim”, ressalta Pitty.
Já o rock-balada “Cuidada” é afetivo acerto póstumo de contas de Pitty com a mãe, Laurita, já falecida. Em outra letra interessante, Pitty se dirige à mãe com a experiência de ela, Pitty, já ser mãe de Madalena.
No geral pautado pela fúria incandescente das guitarras, sobressalentes em faixas como “Madame” e harmonizadas com o baixo de Paulo Kishimoto, a bateria de Nico e os teclados de Rodrigo Tavares, o álbum “Pitty” termina com “Nó”, rock sobre recomeço.
“Pior que cair é nem tentar andar”, sentencia a roqueira em verso de “Nó”. Por mais que o álbum “Pitty” deixe a sensação de que a artista deu dois passos para trás, o fato é que Pitty tem se mantido de pé, em movimento.
Capa do álbum ‘Pitty’
Jorge Daux / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Wannabe’, das Spice Girls, faz 30 anos; clipe parece plano-sequência, mas tem corte escondido

‘Wannabe’, das Spice Girls, faz 30 anos; clipe parece plano-sequência
Há 30 anos, as Spice Girls lançavam o primeiro clipe do quinteto, “Wannabe”. O vídeo é lembrado como um plano-sequência, filmado sem cortes. Na prática, há uma emenda, que seria aos 2 minutos e 46 segundos de vídeo, embora não confirmada pela equipe que criou o vídeo.
A ideia era gravar em um prédio em Barcelona, com as cantoras invadindo uma festa. Cinco dias antes das filmagens, a autorização foi negada. A produção levou o clipe ao St. Pancras Renaissance Hotel (antigo Midland Grand Hotel), que estava abandonado no centro de Londres. Por lá, fazia muito frio e havia pouca iluminação.
O resultado parece espontâneo, mas boa parte do que surge na tela foi coreografada. O grupo repetiu o trajeto várias vezes antes de começar a gravar, e a equipe fez de 10 a 15 gravações completas.
Na edição, o diretor uniu a primeira metade impecável de um take à segunda metade de outro. A emenda parece estar escondida no momento em que a câmera mostra uma TV exibindo o clipe.
Alguns takes foram descartados, incluindo os que Geri Halliwell tropeçou e caiu porque estava de salto alto.
As Spice Girls no clipe de ‘Wannabe’, de 1996
Reprodução
A direção é do sueco Johan Camitz, que nunca tinha feito um clipe. Quatro anos depois, ele morreu em um acidente ao ser atropelado por um motorista que havia sido baleado.
Antes do sucesso, o vídeo enfrentou resistência. Executivos da gravadora Virgin consideraram a música e o clipe estranhos e anárquicos demais. A preocupação aumentou porque rádios como a BBC 1 se recusaram a tocar a música assim que ela foi lançada.
Os executivos também acharam as roupas das cantoras justas e transparentes demais. Chegaram a querer que o clipe fosse regravado, mas desistiram da ideia.
Meses depois, “Wannabe” passou a ser exibido na TV inglesa e entrou na programação da MTV. A música ficou um mês no topo da Hot 100 da “Billboard” e se tornou o primeiro hit das Spice Girls.
Geri, Mel C, Victoria, Mel B e Emma: as Spice Girls
Divulgação/Virgin Records

Fonte: G1 Entretenimento

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O que Renato Russo estaria fazendo hoje? Companheiros de Legião Urbana falam do amigo, 30 anos depois de sua morte

O que Renato Russo estaria fazendo hoje? Companheiros de Legião Urbana falam do amigo, 30 anos depois de sua morte
Trinta anos após a morte de Renato Russo, a influência do cantor e compositor continua presente na música brasileira. Líder da Legião Urbana e autor de algumas das canções mais marcantes do rock nacional, Renato segue sendo lembrado não apenas pela obra que deixou, mas também pela personalidade e pela forma como enxergava o mundo.
Em reportagem exibida pelo Fantástico, os músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, parceiros de Renato na Legião Urbana, relembraram histórias do amigo e refletiram sobre o legado que atravessa gerações. Veja a reportagem completa acima.
‘Livraria absurda de textos e música’
Descrito pelos companheiros como alguém de vasta cultura e senso crítico apurado, Renato era, nas palavras de Dado, uma espécie de “livraria absurda de textos e música”. Já Bonfá destacou o humor refinado e a inteligência do cantor, características que ajudaram a moldar uma das obras mais influentes da música brasileira.
Carioca criado em Brasília, Renato Russo transformou experiências pessoais, reflexões políticas e questões existenciais em letras que continuam encontrando novos ouvintes décadas depois. Canções como “Tempo Perdido”, “Pais e Filhos”, “Eduardo e Mônica” e “Faroeste Caboclo” seguem entre as mais conhecidas do repertório do grupo.
Para Dado Villa-Lobos, a permanência dessas músicas está ligada à capacidade de Renato de escrever sobre temas universais. Segundo ele, o compositor buscava criar letras que pudessem ser compreendidas em diferentes épocas e lugares, evitando referências excessivamente datadas. Isso ajudou a transformar suas canções em obras que continuam atuais para públicos de diversas gerações.
A força da conexão de Renato com o público também foi um dos pontos lembrados pelos ex-companheiros de banda. No palco, ele tinha um poder de comunicação raro. “Parecia que ele estava cantando para você”, recordou Bonfá ao falar sobre a capacidade do cantor de transformar letras pessoais em experiências coletivas.
Legado que atravessa gerações
Ao longo da entrevista, Dado e Bonfá destacaram que a Legião Urbana deixou uma obra com relevância ética, estética, poética e cultural, capaz de dialogar com diferentes momentos da sociedade brasileira. Para Bonfá, a lembrança de Renato permanece viva não apenas entre amigos e familiares, mas também entre milhões de admiradores que continuam redescobrindo suas músicas.
Renato Russo morreu em 11 de outubro de 1996, aos 36 anos, vítima de complicações decorrentes da aids. Três décadas depois, suas composições continuam ocupando espaço em playlists, programas de TV e apresentações musicais.
E o que Renato estaria fazendo hoje?
Questionado sobre o que imaginava para o amigo caso ele estivesse vivo, Bonfá não hesitou na resposta. Para o músico, Renato seguiria fazendo aquilo que mais amava.
“Ele estaria fazendo o que ele sempre fez melhor, que é compor, fazer músicas e cantar”, afirmou.
Para os companheiros de Legião Urbana, é justamente essa produção artística que mantém Renato Russo presente. Trinta anos após sua morte, a trajetória do cantor reforça uma ideia repetida ao longo da reportagem: o artista pode ser mortal, mas a arte permanece.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Após ‘Street Fighter’ e ‘Velozes e Furiosos’, Jason Momoa persegue personagens brasileiros? ‘Coloquei no meu contrato’

Em ‘Street Fighter’, Jason Momoa interpreta mais um brasileiro
Após interpretar personagens brasileiros em “Velozes e Furiosos 10” (2023) e no novo “Street Fighter”, no qual interpreta um dos maiores representantes nacionais dos games, Jason Momoa garante que tudo não passa de uma coincidência. Assista ao vídeo acima.
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Na nova adaptação da franquia clássica de jogos de luta, que estreou nesta quinta-feira (15) nos cinemas, o ator dá vida a ninguém menos que a besta elétrica verde Blanka.
Três anos antes, o havaiano de 47 anos já tinha aparecido como o vilão brasileiro Dante Reyes na franquia de carros e espiões estrelada por Vin Diesel.
“Bem, eu coloquei no meu contrato que, sim, eu devo ser brasileiro em todos os personagens”, brinca ele, em entrevista ao g1.
“Mas, com o Lobo, eles falaram: ‘Não sei. Ele é de outra galáxia. Não sei se ser do Brasil vai fazer sentido’. Eu tento. O épico havaiano (‘Chief of war’) foi tipo: ‘Pode ser um cara brasileiro. Ele estava num barco e foi pra lá’.”
Jason Momoa em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Em “Street Fighter”, além da função de produtor, a participação de Momoa é pequena, mas importante, e passa de rival a salvador do protagonista Ryu (Andrew Koji).
No caminho, encontra espaço até para contar melhor a história absurda do personagem, desde a criação por enguias, que ativaram sua mutação, até nome de batismo Jimmy. Bem incomum para um brasileiro, a escolha vem dos games, onde há décadas motiva um debate sobre a verdadeira origem da criatura.
A desenvolvedora do jogo, a japonesa Capcom, garante que Blanka é mesmo brasileiro – para sorte de Momoa.
“Eu estive no Brasil muitas vezes. Pode ter tido um pouco de coincidência. Quero dizer, acho que antes de eu assinar para cada um dos personagens eles já eram do Brasil. Eu amo o Brasil”, diz Momoa.
Jason Momoa em cena de ‘Velozes e furiosos 10’
Divulgação
Família do mundo
O roteiro coescrito pelo diretor Kitao Sakurai (“Bad trip”) conta a história da relação entre dois lutadores de artes marciais afastados após crescerem juntos – e da mulher misteriosa que os convida para um torneio criado por um ditador megalomaníaco.
Com foco no trio, Koji e os intérpretes de Ken (Noah Centineo) e Chun-Li (Callina Liang) tiveram chance de passar um tempo juntos na Austrália antes do começo das gravações.
“Tivemos muita sorte de passar seis semanas fazendo treinamento de dublês juntos, nós três. Malhando na academia, nos recuperando, comendo juntos, trabalhando com o Jon Valera, nosso coordenador de dublês, para trazer à realidade nossas lutas”, afirma Centineo (“Adão Negro”).
“E então, conforme todo mundo começou a chegar e a trabalhar, nos tornamos uma família – que cresceu pessoa a pessoa.”
Noah Centineo e Andrew Koji em cena de ‘Street Fighter’
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Uma família marcada por escalações ousadas, que misturam nomes de mundos diversos, como luta livre (Cody Rhodes, Joe “Roman Reigns” Anoa’i e Hirooki Goto), MMA (Alexander Volkanovski), comédia (Andrew Schulz) e música (Curtis “50 Cent” Jackson e Orville Peck).
“‘Street Fighter’ como jogo, para mim, é sobre o conjunto. É um elenco maluco de personagens e, sem todos eles, não parece de verdade o game. Eles são do mundo todo e são muito diferentes entre si”, fala Sakurai.
“Então, pareceu mais apropriado trazer pessoas de diferentes partes da cultura – atletas, atores, músicos do mundo todo e artistas marciais – para encarnar esses personagens, porque esse é o sentimento de ‘Street Fighter’. Quando você joga, tem essa diferença na essência de cada um que é muito divertida de explorar.”
Callina Liang em cena de ‘Street Fighter’
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Fonte: G1 Entretenimento