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Veja quem são os candidatos a senador no Tocantins em 2026


Plenário do Senado Federal
Ton Molina/Agência Senado
O Tocantins tem 12 candidatos ao Senado nas Eleições 2026. Os nomes foram anunciados durante as convenções partidárias, realizadas até esta quarta-feira (5). Conforme o calendário eleitoral, os partidos têm até o dia 15 de agosto para registrarem formalmente as candidaturas.
Veja quem são os candidatos anunciados.
Alexandre Guimarães (MDB)
Apóstolo Flávio Braga (DC)
Carlos Gaguim (UNIÃO)
Coronel Nilton Santos (NOVO)
Eduardo Gomes (PL)
Eli Borges (REPUBLICANOS)
Fábio Ribeiro (REDE)
Hélio Rodrigues (DEMOCRATA)
Osvany Luz (DEMOCRATA)
Osvaldo Soares (PSOL)
Paulo Mourão (PT)
Ronaldo Dimas (PODEMOS)
Vanderlei Luxemburgo (PODEMOS)
A votação para governador, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente será realizada no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governo e presidência vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
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Veja abaixo detalhes sobre os candidatos:
Alexandre Guimarães (MDB)
Alexandr Guimarães é deputado federal
Reprodução/Câmara dos Deputados
Deputado federal em exercício, José Alexander Guimarães tem 40 anos. Ele nasceu em 1986, em Araguaína. Ele é advogado, formado pela UNIRG em Gurupi (TO), produtor rural e empresário. É casado e tem uma filha.
Em 2022, foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal pelo Republicanos.
Apóstolo Flávio Braga (DC)
Apóstolo Flávio Braga é candidato ao Senado pelo Tocantins
Arquivo Pessoal Flávio Braga
Flávio Braga é natural de Belo Horizonte e hoje mora em Araguaína, no norte do Tocantins. Ele é advogado, casado e atua como apóstolo da Igreja Árvore da Vida, em Araguaína. Na carreira política, já foi candidato a deputado estadual.
Carlos Gaguim (União Brasil)
Carlos Henrique Amorim, deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Deputados
Carlos Henrique Amorim, conhecido como Carlos Gaguim, tem 63 anos e é natural de Ceres (GO). Ele é empresário e político. Na vida pública, atuou como vereador em Palmas, deputado estadual e assumiu o governo do Tocantins entre 2009 e 2010. Atualmente, está no terceiro mandato de deputado federal, cargo que ocupa desde 2015.
Coronel Nilton Santos (Novo)
Coronel Nilton Santos é candidato ao Senado pelo Tocantins
Divulgação/Partido NOVO
Coronel Nilton Santos tem 50 anos e é natural de Goianésia (GO). Casado, pai de três filhos e católico, ele iniciou sua vida profissional como trabalhador rural entre 1986 e 1996, foi Agente de Saúde de Prevenção e Combate à Dengue, até ingressar na carreira militar. No Corpo de Bombeiros Militar, alcançou o posto de Tenente-Coronel.
Ele é graduado em Gestão de Segurança Pública, Gestão de Emergências e Direito.
Eduardo Gomes (PL)
Senador Eduardo Gomes (PL-TO) é vice-presidente do Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado
Carlos Eduardo Torres Gomes, conhecido como Eduardo Gomes, é natural de Estância (SE), tem 60 anos, é casado e pai. Ele é empresário e político. Sua carreira política inclui dois mandatos como vereador e três como deputado federal, cargo que ocupou entre 2007 e 2015. Em 2019, foi eleito como senador pelo Tocantins e é vice-presidente do Senado.
Eli Borges (Republicanos)
Eli Borges é deputado federal pelo Tocantins
Reprodução/Câmara dos Desputados
Eli Borges, natural de Ipameri (GO), é casado e tem três filhos. Pastor e agropecuarista no estado, atualmente exerce o seu primeiro mandato como deputado federal. Ele chegou ao Tocantins em 1988 e foi vereador por três mandatos em Palmas.
Em 2002, foi eleito para o cargo de deputado estadual. Nas eleições seguintes, em 2006, 2010 e 2014, o político venceu novamente as eleições para assumir cadeira na Assembleia Legislativa. Em 2018, foi eleito para a Câmara Federal, onde exerce o cargo atualmente.
Fábio Ribeiro (REDE)
Fábio Ribeiro é candidato ao senado pelo REDE
Arquivo Pessoal/Fábio Ribeiro
Fábio Paulino Ribeiro é jornalista, empresário e ativista ambiental. Aos 49 anos, é casado e pai de duas meninas. Natural de Palotina (PR), ele está no Tocantins há mais de 30 anos. Na vida pública, participou de associações, entidades administrativas e partidos políticos.
Candidatou-se a prefeito de Palmas em 2012 e também disputou o cargo de governador do estado do Tocantins em 2014.
Hélio Rodrigues (DEMOCRATA)
Hélio Rodrigues é candidato a Senado pelo Democrata
Reprodução/Democrata
Hélio Rodrigues Carvalho, 56 anos, nasceu em Ananás (TO) e mora em Araguaína desde 1979. Divorciado e pai de três filhos, é formado em administração de empresas, foi auditor fiscal da Secretaria da Fazenda do Tocantins e atuou na Prefeitura de Araguaína. Com experiência na construção civil e no mercado imobiliário, também trabalhou na Europa. Foi candidato a deputado federal em 2022 e disputa uma vaga ao Senado pelo Tocantins.
Osvany Luz (DEMOCRATA)
Osvany Luz é candidata ao Senado pelo Democrata
Reprodução/Instagram Osvany Luz
Osvany Luz é bacharel em administração, jornalista e atua como líder comunitária com atuação em Palmas, onde utiliza a influência digital para cobrar melhorias e divulgar demandas da população. Natural de Porto Nacional (TO), é pioneira da capital, divorciada e mãe de um filho. É apontada como a única mulher na disputa pelo Senado pelo Tocantins.
Osvaldo Soares (PSOL)
Professor Osvaldo Soares é candidato ao Senado pela Federação PSOL – REDE
Divulgação/PSOL
Morador de Palmas há 32 anos, Osvaldo Soares tem 66 anos e dedicou a maior parte da vida ao ensino público. Geógrafo, trabalhou por 26 anos na Prefeitura de Palmas, onde foi professor, diretor de escola e presidente do Conselho Municipal de Educação. É professor da rede estadual desde 2002.
Ele é casado e tem três filhos. Na carreira política, disputou as eleições para vereador em Palmas, em 2012.
Paulo Mourão (PT)
Paulo Mourão, candidato do PT ao governo do Tocantins
Divulgação
Paulo Sardinha Mourão é formado em engenharia agronômica e foi candidato ao governo do estado nas eleições de 2022. Seu primeiro cargo foi como deputado federal constituinte pelo Tocantins, permanecendo na Câmara por quatro mandatos. Mourão também foi prefeito de Porto Nacional e deputado estadual.
Ronaldo Dimas (Podemos)
Ronaldo Dimas
Divulgação
Ronaldo Dimas Nogueira Pereira é natural da cidade de Frutal (MG) e possui formação em Engenharia Civil pela Universidade de Uberaba. Foi eleito como prefeito de Araguaína em 2012, reeleito em 2016 e comandou a cidade por dois mandatos, até o final de 2020.
Em 2022, o político foi candidato a governador do Tocantins. Ele também atuou como deputado federal de 2003 a 2007 e foi candidato a vice-governador em 2006 ao lado de Siqueira Campos, mas não foi eleito.
Vanderlei Luxemburgo (PODEMOS)
Vanderlei Luxemburgo é candidato ao Senado pelo Tocantins
Reprodução/Instagram Wanderlei Luxemburgo
Vanderlei Luxemburgo é natural do Rio de Janeiro (RJ) e tem 74 anos. Treinador de futebol e empresário, ele possui empresas no Tocantins. Após uma carreira vitóriosa nos campos, em 2022, ele tentou disputar uma vaga ao Senado pelo Tocantins, mas acabou sendo substituído. Agora, teve sua candidatura lançada pelo Podemos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Madrasta é investigada por omissão na morte do menino Gustavo Veloso, diz delegado


Pai e madrasta de Gustavo Veloso são presos
A madrasta Kathellen Moreira é investigada por omissão na morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. Ela e o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, pai da criança, foram presos na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas. Ela passa a responder pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura do menino, junto com o pai da criança.
PRISÃO DO CASAL: Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado
Os pais do menino não moravam juntos e viviam em disputa judicial. Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe contou que o filho ia visitar o pai e voltava para casa com hematomas. A criança foi encontrada morta no dia 3, na casa do pai, na região norte da capital.
O laudo pericial, ao qual o g1 teve acesso, afirmou que a morte de Gustavo ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”. A criança sofreu hemorragia interna e apresentava marcas de agressões no rosto e laceração intestinal.
Durante coletiva de imprensa, o delegado Eduardo Menezes afirmou que os elementos reunidos até agora evidenciam que as graves lesões encontradas nas regiões anal e intestinal da criança ocorreram em um contexto de violência extrema e foram usadas como instrumento de tortura.
“No depoimento, ela deixa claro que deu banho, que determinava o horário da comida. Então, naquele momento, ela assume também uma posição de responsável legal, na condição de garantidora”, afirmou o delegado.
Em entrevista à TV Anhanguera, o delegado relembrou o dia do ocorrido. “A morte, como a gente apurou, se deu no domingo ainda. E ele só comunica a Polícia Civil às 16h30 do dia seguinte. O que eu entendo? É que ele, durante todo esse tempo, ficou tentando construir uma versão minimamente aceitável e não conseguiu. Esse menino sofreu e, muito provavelmente, na verdade, certamente, gritou bastante. Fica muito difícil conceber que essa mulher, que estava ali ao lado, no cômodo ao lado, não tenha ouvido tudo, não tenha acompanhado essas agressões. Ela vai também responder por omissão nesses crimes de tortura e homicídio”, explicou.
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A polícia investiga o que aconteceu dentro da casa e que teria resultado no “volume” de violência identificado nos exames de perícia realizados pelo Instituto Médico Legal (IML). O delegado afirmou, em coletiva, que o caso “marcou” as equipes envolvidas na investigação.
“Médicos legistas me ligaram muito abalados. É um caso muito chocante, a investigação ainda não está concluída. A gente precisa pontuar […] em que momento se deflagrou essa sequência de agressões”, diz.
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Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado
Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira foram presos em Palmas
Divulgação/Instagram Delegado Eduardo Meneses
O delegado afirmou que a suspeita de violência sexual não foi totalmente descartada e ressaltou que a tipificação dos crimes ainda poderá ser alterada conforme os resultados de novas perícias.
A defesa de Igor Gustavo afirma que o menino se afogou no domingo (2) na piscina de casa, mas foi socorrido na própria casa. Na manhã de segunda-feira (3), o pai teria encontrado a criança sem sinais vitais. A defesa alega que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia. A defesa ressalta que não comentará detalhes do caso devido ao sigilo das investigações (veja nota abaixo).
A defesa de Kathellen Moreira informou que recebeu com surpresa a decisão que decretou a prisão preventiva da investigada e afirmou que o pedido não considerou que ela é mãe de uma bebê de cinco meses, que ainda está em fase de amamentação. Segundo a nota, será feito o pedido de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares menos severas ou por prisão domiciliar, medida permitiria conciliar o andamento das investigações com os cuidados necessários à filha (veja nota abaixo).
Morte suspeita
Os pais do menino não moravam juntos e viviam disputas judiciais. Segundo o médico legista e diretor do IML, Eduardo Godinho, não há sinais de afogamento, mas a criança apresentava marcas de agressões no rosto e na parte interna do intestino, além de ter sofrido hemorragia interna.
Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe, Sabrina da Silva Feitosa, contou que o filho ia visitar o pai e voltava para casa com hematomas. Em um vídeo gravado antes da morte, o menino aparece chorando ao recusar ir para a casa de Igor. Ao ser questionado pela mãe sobre o motivo de não querer visitá-lo, a criança responde: “Porque ele me bate”.
“Mostrei as fotos e ele falava que o menino tinha caído. Ele tinha todo um argumento dele. Mandei o vídeo para ele, falando que não era certo, porque o meu filho estava daquele jeito. Não é certo. Toda vez que ele [filho] vê ou escuta a voz, ele fica com medo e agora ele está falando que ele [o pai] bate nele. Ele [pai] falou: ‘De novo essa história'”, disse a mãe.
Os advogados de Sabrina informaram que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça para cobrar o pagamento de pensão.
Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos
Reprodução/TV Anhanguera
Íntegra da nota do advogado de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira
A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva.
Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial.
Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa.
A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial.
Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente.
A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mãe de criança morta na casa do pai posta vídeo em homenagem ao filho: ‘Eu te amo mais que tudo’


Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado
Sabrina da Silva Feitosa publicou um vídeo nas redes sociais em homenagem ao filho, Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, encontrado morto na casa do pai, em Palmas, com sinais de agressão. Na gravação, mãe e filho aparecem abraçados em um momento de carinho e trocam declarações de afeto, completando as frases um do outro.
O pai da criança, Igor Gustavo Veloso de Souza, e a madrasta, Kathellen Moreira, suspeitos do crime, foram presos na quarta-feira (5). O laudo pericial, ao qual o g1 teve acesso, afirmou que a morte de Gustavo ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”. A criança sofreu hemorragia interna e apresentava marcas de agressões no rosto e laceração intestinal.
O vídeo, gravado antes da morte da criança, foi compartilhado pela mãe em seu perfil em uma rede social na manhã desta quinta-feira (6), após o anúncio da prisão do casal. Nas imagens, Sabrina inicia a frase dizendo “eu te”, e Gustavo responde “amo”. Em seguida, ela continua com “mais que”, e o menino completa “tudo”. Por fim, Sabrina diz “nessa”, e Gustavo conclui: “vida” (veja o vídeo acima).
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Os pais do menino não moravam juntos e viviam disputas judiciais. A morte foi constatada na segunda-feira (3), após o filho passar o fim de semana com o advogado e pai.
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A defesa de Igor Gustavo afirmou que o menino se afogou no domingo (2) na piscina de casa, mas foi socorrido na própria casa. Na manhã de segunda-feira (3), o pai teria encontrado a criança sem sinais vitais. A defesa alega que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia.
Em entrevista à TV Anhanguera, a mãe contou que o filho ia visitar o pai e voltava para casa com hematomas.
“Mostrei as fotos e ele falava que o menino tinha caído. Ele tinha todo um argumento dele. Mandei o vídeo para ele, falando que não era certo, porque o meu filho estava daquele jeito. Não é certo. Toda vez que ele [filho] vê ou escuta a voz, ele fica com medo e agora ele está falando que ele [o pai] bate nele. Ele [pai] falou: ‘De novo essa história'”, disse.
Advogados de Sabrina informaram que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão.
Investigação da morte
Durante coletiva de imprensa, o delegado Eduardo Menezes afirmou que os elementos reunidos até o momento indicam que as graves lesões encontradas nas regiões anal e intestinal da criança ocorreram em um contexto de violência extrema e teriam sido provocadas como forma de tortura.
“O que a gente entendeu é que essas lacerações no ânus e no intestino fazem parte desse contexto de forte agressão. Então, foi um instrumento de meio de tortura”, afirmou Menezes.
O delegado afirmou que a hipótese de violência sexual ainda não foi totalmente descartada e ressaltou que a tipificação dos crimes poderá ser alterada conforme o resultado de novas perícias. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
A madrasta, Kathellen Moreira, é investigada por omissão na morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. Ela e o pai da criança, o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, foram presos na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas. Ambos passaram a responder pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura contra o menino.
O enterro de Gustavo aconteceu na terça-feira (4). Durante a cerimônia, a imagem da mãe sobre o caixão do filho repercutiu nas redes sociais e comoveu internautas.
Sabrina da Silva Feitosa durante enterro do menino Gustavo
Arquivo pessoal/Cirlene Feitosa
Íntegra da nota do advogado de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja quem são os candidatos a vice-governador no Tocantins em 2026


Amélio Cayres, Atos Gomes, Lucia Viana, Rosileia Dias e Silva Neto
Divulgação/Clayton Cristus/Instagram Atos Gomes/Federação PSOL-REDE/Reprodução TV Anhanguera/Instagram Coronel Silva Neto
Cinco candidatos a vice-governador das seis chapas anunciadas nas convenções partidárias foram definidos para a eleição do governo do Tocantins. Os nomes foram anunciados durante as convenções partidárias, realizadas até esta quarta-feira (5).
O nome que irá disputar o cargo de vice-governador da chapa de Ivaildo Pereira da Cruz (DC), conhecido como Du Pereira, ainda não foi escolhido.
Veja quem são os candidatos a vice-governador:
Amélio Cayres (MDB) – chapa com Vicentinho Júnior
Atos Gomes (Republicanos) – chapa com Professora Dorinha
Lucia Viana (PSOL) – chapa com Witer Naves
Rosileia Dias (NOVO) – chapa com Ataídes de Oliveira
Silva Neto (PSD) – chapa com Laurez Moreira
Conforme o calendário eleitoral, os partidos têm até o dia 15 de agosto para registrarem formalmente as candidaturas. As propagandas eleitorais iniciam no dia seguinte. A votação será no dia 4 de outubro e, caso a disputa vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
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Amélio Cayres (MDB)
Deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos)
Clayton Cristus/Dicom Aleto
Amélio Cayres chegou ao Tocantins em 1979 e passou a exercer atividade agropecuária. Ele entrou na política em 1996 e foi eleito à prefeito de Esperantina, sendo reeleito em 2000. Em 2006, foi eleito deputado estadual pela primeira vez e foi reeleito para mais quatro mandatos consecutivos: 2010, 2014, 2018 e 2022. Em 2025, o político foi reeleito como presidente da Assembleia Legislativa para o biênio 2025/2026.
Atos Gomes (Republicanos)
Atos Gomes
Divulgação/Instagram Atos Gomes
O político foi nomeado como Secretário de Estado dos Esportes e Juventude em dezembro de 2025 e deixou o cargo a pedido, em abril de 2026, antes do prazo-limite previsto no Calendário Eleitoral para que membros do Executivo que pretendiam concorrer nas eleições deixassem funções de gestão. Atos também é presidente Jovem do Republicanos, segundo descrito nas próprias redes sociais.
Lucia Viana (PSOL)
Lúcia Viana (PSOL) é candidata à prefeitura de Palmas
Divulgação/Federação PSOL-REDE
Lúcia Viana é advogada e atuou como servidora pública federal por mais de 30 anos. Atualmente está aposentada do cargo de analista judiciário do Ministério Público Federal (MPF) e advoga em causas sociais. Ela atuou na Procuradoria da República no Tocantins por 15 anos e também foi servidora concursada no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Senado, em Brasília (DF), onde morou por 20 anos. A advogada é filiada ao PSOL desde 2009 e já foi candidata a vereadora, prefeita, vice-prefeita, deputada federal e senadora.
Rosileia Dias (NOVO)
Subtenente Rosileia Dias
Reprodução/TV Anhanguera
Rosileia Dias é professora, bacharel em direito e subtenente da Polícia Militar do Tocantins. Ela atua no setor de Assessoria junto ao Tribunal de Justiça do Estado. Segundo o Portal da Transparência, a militar é concursada desde fevereiro de 2004.
Silva Neto (PSD)
Coronel Silva Neto
Divulgação/Instagram Coronel Silva Neto
Julio Manoel da Silva Neto é ex-comandante-geral da Polícia Militar e já serviu ao Exército.
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Fonte: G1 Tocantins

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Empresário é condenado por descumprir medida protetiva ao expor ex-companheira na internet e televisão


Homem é preso por descumprir medida protetiva ao falar da ex nas redes sociais
Um empresário de Araguaína, no norte do Tocantins, foi condenado a mais de 3 anos de reclusão por descumprir uma medida protetiva ao fazer referência à ex-companheira em publicações nas redes sociais e em um programa de televisão.
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Segundo o documento, o homem publicou vídeos em seu perfil pessoal e concedeu entrevista citando o conflito envolvendo a guarda da filha com a mulher. A Justiça levou em conta que, apesar de o nome da vítima não ter sido citado, a identificação da mulher “ficou clara” levando em conta o assunto abordado pelo homemm, caracterizando descumprimento de medida.
Ao expor a ex-companheira, o empresário deu espaço a uma onda de comentários ofensivos direcionados à vítima nas redes sociais.
O promotor Matheus Eurico Borges afirmou que a Lei Maria da Penha também alcança o ambiente virtual e esclareceu que a violência contra a mulher não ocorre apenas de forma física ou presencial.
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Tribunal de Justiça do Tocantins
Divulgação/TJTO
A sentença ressalta, ainda, que eventuais conflitos relacionados à guarda da filha devem ser resolvidos por meios judiciais adequados, e não por exposição pública da vítima.
Além da pena de reclusão, o empresário foi condenado a pagar R$ 6 mil por danos morais à vítima.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra momento da prisão do pai e madrasta do menino Gustavo


Vídeo mostra momento da prisão do pai e madrasta do menino Gustavo
Vídeos divulgados pela Polícia Civil mostram o momento da prisão do advogado Igor Gustavo Veloso de Souza e da companheira dele, Kathellen Moreira, na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas. Eles são suspeitos de envolvimento na morte do menino Gustavo, de três anos, filho de Igor.
O casal foi preso preventivamente após determinação da Justiça. O menino foi encontrado morto na casa de Igor na segunda-feira (3). Durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, o delegado Eduardo Menezes afirmou que a polícia investiga homicídio duplamente qualificado e crime de tortura.
“O que a gente entendeu é que essas lacerações no ânus e no intestino fazem parte desse contexto de forte agressão. Então, foi um instrumento, um meio de tortura”, declarou Menezes.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
As imagens divulgadas pela polícia mostram os agentes dentro da casa de Igor, informando sobre as ordens de prisão. A filha do casal, uma bebê de oito meses, estava no local e ficou com a mãe.
Igor foi algemado. O casal foi levado para a Delegacia de Homicídios, onde prestou depoimento e passou pelo Instituto Médico Legal (IML). Depois, o pai foi levado à Casa de Prisão Provisória de Palmas e a madrasta, para a unidade prisional feminina.
A defesa de Igor Gustavo afirmou que ele colaborou com as autoridades desde o início, colocando-se à disposição e combinando previamente sua entrega após o mandado de prisão. A defesa ressalta que não houve captura após buscas, mas sim cumprimento acordado da ordem judicial, e informa que não comentará detalhes do caso devido ao sigilo das investigações (veja nota abaixo).
O g1 ainda não conseguiu contato com Kathellen Moreira.
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Momento da prisão de Igor Gustavo e Kathellen Moreira
Reprodução/Polícia Civil
Morte suspeita
A defesa de Igor Gustavo afirma que o menino se afogou no domingo (2), na piscina de casa, mas foi socorrido no local. Na manhã de segunda-feira (3), o pai teria encontrado a criança sem sinais vitais. A defesa alega que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia.
O laudo pericial ao qual o g1 teve acesso afirma que a morte de Gustavo ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”. A criança sofreu hemorragia interna e apresentava marcas de agressões na face e laceração intestinal.
Exames complementares para pesquisa de sêmen, álcool e drogas foram solicitados e serão incorporados posteriormente à investigação conduzida pela Polícia Civil.
Igor Gustavo e Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, não moravam juntos e viviam disputas judiciais. Um vídeo gravado no fim de semana do crime mostra a criança se recusando a ir para a casa do pai. Nas imagens, ao ser questionada pela mãe sobre o motivo de não querer visitá-lo, a criança responde: “Porque ele me bate”.
Advogados de Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, informaram à TV Anhanguera que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão.
“Ela já havia me reportado diversas situações em que a criança chegava machucada das visitas. No entanto, o medo e o temor dela pela própria vida e pela vida do filho e da família, em relação a ele, em virtude das ameaças, impediam que ela nos permitisse tomar providências mais drásticas naquele momento”, disse a advogada Stella Bueno.
O pedido de prisão preventiva do pai e da madrasta foi protocolado na Justiça do Tocantins pelo delegado Eduardo Menezes, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na tarde de quarta-feira (5).
O diretor do IML, Eduardo Godinho, comentou que o estado em que a criança chegou ao IML é incomum. “Muita violência. Sinais de violência na face, no intestino, internamente. Isso não é comum nos dias de hoje. Até agora, o primeiro exame não tem indício nenhum de afogamento. Ali realmente foi outro tipo de trauma que levou à causa da morte”, afirmou.
Íntegra da nota da defesa de Igor Veloso
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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Caso Gustavo: foto de mãe sob o caixão de menino morto na casa do pai comove a web


Sabrina da Silva Feitosa durante enterro do menino Gustavo
Arquivo pessoal/Cirlene Feitosa
Uma imagem de Sabrina da Silva Feitosa durante o enterro do filho Gustavo Feitosa, de 3 anos, comoveu a web. A criança foi encontrada morta na casa do pai e apresentava sinais de agressão. O pai e advogado Igor Gustavo Veloso de Souza e a companheira dele Kathellen Moreira são investigados por homicídio duplamente qualificado e tortura do menino.
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Reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Tocantins

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Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado


Em coletiva de imprensa, Polícia Civil detalhou dinâmica do homicídio do menino Gustavo Veloso, de 3 anos
Stefani Cavalcante/g1 Tocantins
O advogado Igor Gustavo Veloso de Souza e a companheira dele Kathellen Moreira vão responder pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tortura do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, conforme informado pelo delegado Eduardo Meneses. O casal foi preso na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas.
Durante coletiva de imprensa, o delegado afirmou que os elementos reunidos até agora evidenciam que as graves lesões encontradas na região anal e intestinal da criança ocorreram em um contexto de violência extrema e foram usadas como instrumento de tortura.
“O que a gente entendeu é que essas lacerações no ânus e no intestino fazem parte desse contexto de forte agressão. Então, foi um instrumento de meio de tortura”, declarou Menezes.
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A defesa de Igor Gustavo afirmou que ele colaborou com as autoridades desde o início, colocando-se à disposição e combinando previamente sua entrega após o mandado de prisão. A defesa ressalta que não houve captura após buscas, mas sim cumprimento acordado da ordem judicial, e informa que não comentará detalhes do caso devido ao sigilo das investigações (veja nota abaixo).
O g1 ainda não conseguiu contato com Kathellen Moreira.
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Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira são investigados pela morte de menino de 3 anos
Reprodução/Redes Sociais
Morte suspeita
A defesa de Igor Gustavo afirma que o menino se afogou no domingo (2) na piscina de casa, mas foi socorrido na própria casa. Na manhã de segunda-feira (3), o pai teria encontrado a criança sem sinais vitais. A defesa alega que, abalado e desorientado, o pai deixou a residência, mas depois se apresentou espontaneamente à delegacia, comunicou o ocorrido, prestou esclarecimentos e entregou as chaves da casa para os trabalhos da polícia e da perícia.
O laudo pericial ao qual o g1 teve acesso afirma que a morte de Gustavo ocorreu com “crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões”. A criança sofreu hemorragia interna e apresentava marcas de agressões pela face e laceração intestinal.
Exames complementares para pesquisa de sêmen, álcool e drogas foram solicitados e serão incorporados posteriormente à investigação conduzida pela Polícia Civil.
Igor Gustavo e Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, não moravam juntos e viviam disputas judiciais. Um vídeo gravado no fim de semana do crime mostra a criança se recusando a ir para a casa do pai. Nas imagens, ao ser questionado pela mãe sobre o motivo de não querer visitá-lo, a criança responde: “Porque ele me bate”.
Advogados de Sabrina da Silva Feitosa, mãe do menino, informaram à TV Anhanguera que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão.
“Ela já havia me reportado diversas situações em que a criança chegava machucada das visitas. No entanto, o medo e o temor dela pela própria vida e pela vida do filho, da família, em relação a ele, em virtude das ameaças, impedia ela de nos permitir que tomássemos providências mais drásticas em relação a isso no momento”, disse a advogada Stella Bueno.
O diretor do IML, Eduardo Godinho, comentou que o estado em que a criança chegou ao IML é incomum. “Muita violência. Sinais de violência pela face, pelo intestino, internamente. Isso não é comum nos dias de hoje. Até agora, primeiro exame não tem indício nenhum de afogamento. Ali realmente foi outro tipo de trauma que levou à causa da morte”, afirmou.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Íntegra da nota do advogado de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja quem são os candidatos a governador no Tocantins em 2026


Ataídes Oliveira, Du Pereira, Laurez Moreira, Professora Dorinha, Vicentinho Júnior, Witer Naves
Divulgação/ TSE/Instagram Du Pereira/Governo do Tocantins/Senado Federal/Reprodução/TV Anhanguera
O Tocantins tem seis candidatos ao governo nas eleições de 2026. Os nomes foram anunciados durante as convenções partidárias, realizadas até esta quarta-feira (5). Conforme o calendário eleitoral, os partidos têm até o dia 15 de agosto para registrarem formalmente as candidaturas.
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Veja quem são os candidatos anunciados:
Ataídes Oliveira (Novo)
Du Pereira (DC)
Laurez Moreira (PSD)
Professora Dorinha (União Brasil)
Vicentinho Júnior (PSDB)
Witer Naves (PSOL)
A votação para governador, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente será realizada no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governo e presidência vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
Veja abaixo detalhes sobre os candidatos:
Agora no g1
Ataídes Oliveira (Novo)
Ataídes Oliveira (NOVO)
Divulgação/ TSE
Ataídes de Oliveira é empresário e político. Em 2010, ele foi eleito primeiro suplente de senador nas eleições. Exerceu o mandato de senador durante os períodos de licença do titular e assumiu definitivamente a cadeira no Senado Federal em dezembro de 2013, após a morte de João Ribeiro, permanecendo no cargo até o fim da legislatura, em 2019.
Também disputou o cargo de governador em 2014 e ficou na terceira posição com 24.874 votos (3,54%), atrás de Sandoval Cardoso (SD), que disputava a reeleição e Marcelo Miranda (PMDB), que acabou eleito.
Du Pereira (DC)
Empresário Du Pereira oficializa candidatura ao governo
Reprodução/Instagram Du Pereira
Du Pereira é jornalista, radialista e empresário no Tocantins. Inicialmente, ele tinha anunciado pré-candidatura a deputado estadual nas redes socias.
Laurez Moreira (PSD)
Laurez Moreira
Divulgação/Governo do Tocantins
Laurez Moreira iniciou a carreira política em 1983 como vereador de Dueré, cargo no qual também presidiu a Câmara Municipal até 1988. Em 1994, foi eleito deputado estadual, exercendo três mandatos consecutivos. Posteriormente, foi eleito deputado federal por dois mandatos.
Em 2013, renunciou ao mandato na Câmara dos Deputados para assumir a Prefeitura de Gurupi, onde foi prefeito por dois mandatos consecutivos, entre 2013 e 2020. Desde 2023, exerce o cargo de vice-governador do Tocantins. Ele assumiu o comando do Executivo em 3 de setembro de 2025, durante o afastamento do governador Wanderlei Barbosa.
Professora Dorinha (União Brasil)
Professora Dorinha Seabra
Divulgação/Senado Federal
Professora Dorinha Seabra é pedagoga e mestre em Educação. Ela se estabeleceu no Tocantins na década de 1990, onde ocupou o cargo de secretária estadual da Educação e Cultura entre 1998 e 2009.
Em 2010, foi eleita deputada federal pelo Tocantins e reeleita em 2014 e 2018, completando três mandatos consecutivos na Câmara dos Deputados. Nas eleições de 2022, foi eleita senadora pelo Tocantins. Ela exerce mandato no Senado Federal desde 1º de fevereiro de 2023.
Vicentinho Júnior (PSDB)
Vicentinho Junior
Divulgação
Vicentinho Júnior é empresário e cumpre seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Tocantins. O candidato iniciou sua trajetória na Câmara dos Deputados ao ser eleito em 2014, tomando posse em 2015. Desde então, foi reeleito nas eleições de 2018 e 2022.
Em janeiro de 2023, assumiu a presidência do Progressistas no Tocantins. No início de 2026, Vicentinho Júnior deixou o Progressistas e filiou-se ao PSDB.
Witer Naves (PSOL)
Witer Naves (PSOL)
Reprodução/TV Anhanguera
Witer Naves é geógrafo e servidor público. Ele nasceu em Goiânia e está no Tocantins há 31 anos. Durante a carreira, atuou como sub-secretário de desenvolvimento urbano e habitação de Palmas, entre 2005 e 2007.
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Fonte: G1 Tocantins

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Pai e madrasta suspeitos da morte de menino de 3 anos são presos em Palmas


Madrasta (esq) e pai Igor Gustavo Veloso de Souza (dir)
Reprodução/TV Anhanguera
O advogado Igor Gustavo Veloso de Souza, pai de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, e a madrasta da criança, Kathellen Moreira, foram presos na madrugada desta quinta-feira (6), em Palmas. A prisão ocorre um dia depois de a Polícia Civil pedir à Justiça a prisão preventiva do casal suspeito da morte do menino.
Conforme apurado pela TV Anhanguera, os investigadores monitoravam os passos do casal e faziam campana no local onde eles estavam hospedados, na residência de um amigo de Igor, na quadra 407 Norte. Vizinhos perceberam uma movimentação considerada atípica e repassaram informações que ajudaram a equipe policial.
Ao notarem a aproximação dos agentes, os investigados acionaram o advogado, que informou à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que ambos se entregariam. Após passarem por procedimentos no Instituto Médico Legal (IML), o pai da criança foi encaminhado para o sistema prisional e a madrasta para a unidade prisional feminina.
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O caso foi registrado na segunda-feira (3) depois que o pai procurou a polícia para comunicar o óbito do filho, afirmando que o menino tinha se afogado na piscina. Entretanto, o laudo do IML concluiu que Gustavo morreu após sofrer múltiplas agressões e violência sexual.
Esta reportagem está em atualização.
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Fonte: G1 Tocantins