29 das 30 cidades mais pacíficas do país estão nas regiões Sul e Sudeste, segundo um levantamento do Ipea com dados de 2015.
A única exceção é Cametá, no Pará, que aparece em 22º lugar. No topo da lista, está a catarinense Jaraguá do Sul, que contabiliza apenas 3,7 mortes a cada 100 mil habitantes no ano.
Para dar uma ideia, a média brasileira é de 28,9 homicídios a cada 100 mil pessoas
Em seguida, aparece Brusque, também em Santa Catarina, seguida pelas paulistas Americana e Jaú.
O estudo destaca que a taxa de homicídios caiu em vários estados, mas que houve discrepâncias muito grandes: enquanto em alguns locais ela subiu mais de 100% nos últimos dez anos, em outros, como o estado de São Paulo, caiu 44%.
O ranking das cidades mais pacíficas é montado a partir das menores taxas de homicídio do país, em municípios com mais de 100 mil habitantes.
Jaraguá do Sul
O Ipea destaca o alto patamar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Jaraguá do Sul, que em 2010 estava em 0,803, como diferencial.
Além disso, o percentual de adultos com ensino fundamental completo era de 68,7%, enquanto em Altamira (PA), o município mais violento, era de 46,1%.
A renda per capita em Jaraguá do Sul ainda era de mais que o dobro da de Altamira.
O líder do PSDB na Câmara, deputado Ricardo Tripoli (SP), anunciou na noite desta segunda-feira que o partido vai recorrer da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não cassar a chapa Dilma-Temer durante o julgamento concluído na semana passada. Segundo Tripoli, a decisão foi tomada durante a reunião da executiva nacional e de outras lideranças tucanas, quando o partido decidiu permanecer na base aliada de Temer.
“O partido vai recorrer, a forma como vai recorrer ainda não foi definida”, disse Tripoli em entrevista coletiva. Para o parlamentar, o melhor caminho deve ser apresentar um recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a decisão do TSE. “A ação é do PSDB. Se não entrar (com recurso), está prevaricando. A incoerência seria não ocorrer”, acrescentou o líder tucano, ao ser questionado se o recurso contradiz a decisão da maioria do PSDB de não desembarcar do governo.
Melania é a primeira esposa de um presidente na história moderna nos Estados Unidos a adiar sua mudança para Washington após a vitória nas eleições.
Casa Branca tem dois novos moradores desde domingo (12): a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e seu filho Barron se mudaram para o número 1600 da Pennsylvania Avenue.
Cinco meses depois da posse do presidente Donald Trump, a ex-modelo nascida na Eslovênia e seu filho de 11 anos se uniram ao chefe de Estado na Casa Branca, informou à AFP um assessor da primeira-dama.
Os dois haviam permanecido em Nova York para que Baron completasse o ano escolar. O filho de Trump deve ser matriculado para o ciclo 2017-2018 na St. Andrews Episcopal School, na região de Washington.
Melania e Barron desembarcaram do avião presidencial ao lado de Trumo na Base Andrews.
Depois de chegar à Casa Branca, Melania publicou uma fotografia no Twitter, na qual observava o South Lawn e o Monumento a Washington.
“Esperando com impaciência as recordações que faremos em nossa nova casa! #Movingday”, escreveu.
Melania é a primeira esposa de um presidente na história moderna nos Estados Unidos a adiar sua mudança para Washington após a vitória nas eleições.
Ao menos durante os dias da semana, Trump morava sozinho na Casa Branca. A primeira-dama manteve a discrição desde que o marido se tornou presidente.
Sua aparição pública mais notória aconteceu no mês passado, quando visitou com Trump o Oriente Médio e a Europa, em uma viagem que a Casa Branca considerou um “grande êxito”.
PSDB reunirá executiva nacional para definir se permanece ou desembarca da base do governo. Senado discute reforma trabalhista; Câmara, participação estrangeira em companhias aéreas.
Depois de ter sido absolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última sexta-feira (9), o presidente Michel Temer se dedicará a uma missão no Congresso Nacional nesta semana: unificar sua base de apoio.
A tarefa começa nesta segunda-feira (12), quando a executiva nacional do PSDB, um dos principais partidos da base, deve se reunir para definir se a legenda desembarca, ou não, do governo.
Apesar do resultado favorável a Temer no TSE, os tucanos estão divididos. Parte da legenda defende o rompimento com o Palácio do Planalto por causa da investigação em que o peemedebista é alvo no Supremo Tribunal Federal (STF).
Com base nas delações dos donos da JBS, a Corte apura se Temer cometeu os crimes de organização criminosa, corrupção e obstrução de justiça.
Os tucanos que querem o rompimento com o governo avaliam que a situação do presidente da República é instável. Para eles, isso pode comprometer o avanço das reformas trabalhista e previdenciária no Congresso.
Além da busca de Temer por sobrevivência política, a semana no Congresso também terá análise de projetos com impacto na economia e no campo social.
Uma delas é a reforma trabalhista, com mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que será novamente discutida pelo Senado.
Na terça-feira (13), o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) fará a leitura de relatório favorável ao projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Depois disso, será concedido prazo para que os senadores analisem o relatório.
A previsão é de que a reforma trabalhista seja votada pela CAS na próxima semana. Já a votação no plenário do Senado deve ocorrer no dia 28 de junho.
Além disso, nesta semana, os senadores devem concluir a análise de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que, se forem aprovadas, serão encaminhadas para a Câmara.
Uma delas altera a Constituição para tornar imprescritíveis os crimes de estupro. A outra tem o objetivo de impedir o fechamento de tribunais de contas estaduais e municipais.
Capital estrangeiro em aéreas
Na Câmara, por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira (15), as sessões de votação em plenário foram antecipadas e estão previstas para ocorrer entre esta segunda (12) e quarta (14).
Pela previsão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados vão começar a semana debatendo o projeto que libera o controle de capital estrangeiro em companhias aéreas que atuam no Brasil.
Hoje, o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) permite que estrangeiros tenham, no máximo, 20% do capital de empresas aéreas nacionais. Ou seja, o controle dessas empresas tem que ficar nas mãos de brasileiros.
Ao elevar esse limite para 100%, o governo permite que estrangeiros também controlem empresas aéreas que operam voos dentro do Brasil.
Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) os deputados vão começar o debate sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas no caso de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República até seis meses antes do fim do mandato.
O presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), afirmou na última semana que irá promover uma sessão na terça-feira (13), com pauta única, voltada exclusivamente à discussão da PEC.
Senador afastado luta pela sobrevivência política e governador visa eleição presidencial ano que vem
BRASÍLIA – O PSDB chega ao dia da reunião de sua Executiva com um forte movimento contrário ao desembarque da base do governo Michel Temer, diferentemente do que se via na semana passada, quando a debandada era a hipótese mais provável no partido. Segundo tucanos da cúpula, a tendência, hoje, é que não haja o rompimento com o Palácio do Planalto, mas que todos fiquem livres para se posicionarem como quiserem sobre o governo.
A possível permanência dos tucanos foi conseguida às custas de muitas conversas com o Palácio do Planalto, capitaneadas, principalmente, por pressões do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), que luta por sua sobrevivência política, e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de olho nas eleições presidenciais de 2018.
Assim, os quatro ministros da legenda — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Luislinda Valois (Direitos Humanos) — ficarão à vontade para se manterem em seus cargos e não haverá fechamento de questão em relação ao apoio a Michel Temer, que deverá enfrentar um pedido de denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR) nos próximos dias, a ser chancelado ou não pela Câmara.
A postura não significará que os deputados do PSDB serão obrigados a votar contrariamente à eventual denúncia de que Temer deve ser alvo. Mas já existem articulações para substituir tucanos que pensem em votar pelo acatamento da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, colegiado que será responsável por emitir um parecer sobre o caso, antes de ser levado ao plenário da Câmara.
“PENA DE TUCANO PARA TODO LADO”
A única unanimidade no partido deve ser sobre a união em torno das reformas trabalhista e da Previdência.
— A tendência é essa, de liberdade para cada um agir como quiser. Vai ser pena de tucano para todo lado — afirma um dirigente do PSDB.
Mesmo afastado do mandato de senador e da presidência do partido desde que foi revelada gravação em que pedia R$ 2 milhões ao dono da JBS, Aécio Neves tem estado à frente de movimentação pela permanência do PSDB na base aliada. Ele enfrenta processo de cassação do mandato no Conselho de Ética do Senado, e precisa do PMDB, o maior partido na Casa, com 22 senadores, para escapar. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou na semana passada o pedido de prisão de Aécio. Caso perca o foro privilegiado que seu mandato parlamentar lhe confere, é considerada alta a probabilidade de ser preso, a exemplo do que ocorreu com o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, detido logo após deixar a vaga de deputado na Câmara.
Nos bastidores, emissários do Planalto avisaram sobre o risco de Aécio ser “abandonado” no Senado, caso houvesse um rompimento com o governo. O movimento de Aécio irritou tucanos que defendiam a saída do governo. Para esse grupo, o mineiro pensou apenas em sua sobrevivência e pode comprometer o futuro do partido.
— Está tendo um movimento do Aécio de tentar segurar, é muito evidente. Ele está se movendo pela própria sobrevivência, o que seria legítimo em outras circunstâncias. Mas, nesse caso, está comprometendo a instituição a favor de interesses próprios — afirma um senador tucano.
Em outra frente, Geraldo Alckmin atua fortemente na contenção dos tucanos de São Paulo que, em um primeiro momento, pressionaram pelo desembarque. Segundo interlocutores de Alckmin, ele estaria preocupado com o apoio do PMDB nas eleições presidenciais em 2018. Para parlamentares do PSDB mais próximos de Aécio, Alckmin teria adotado essa estratégia com o objetivo de enfrentar um concorrente mais fraco no próximo ano.
— Alckmin não quer um novo presidente em condições de disputar a reeleição no ano que vem. Para ele, é melhor o Temer mancando em 2018 do que, por exemplo, um Rodrigo Maia (presidente da Câmara) andando — afirma esse tucano.
Um integrante das articulações contra o governo considera que a permanência na base pela qual Alckmin vem trabalhando pode acabar se mostrando um “abraço de afogados”.
O próprio presidente Michel Temer atuou diretamente para evitar uma ruptura do PSDB. O ministro Aloysio Nunes esteve ontem em São Paulo para conversar com Geraldo Alckmin. O prefeito de São Paulo, João Doria, telefonou para Temer e debateu o tema. Além disso, emissários do presidente, como o vice-líder do governo Beto Mansur (PRB-SP), estiveram em São Paulo conversando com Doria, que estaria com o discurso de que o partido deve manter apoio pelas reformas. É provável que Doria viaje a Brasília ao lado de Alckmin. Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não deve comparecer. Os três, segundo os próprios tucanos, estão trabalhando por uma solução mais favorável a Temer, contra uma decisão de rompimento.
“DECISÃO TIPICAMENTE TUCANA”
Os líderes da legenda em São Paulo atuaram para acalmar os chamados “cabeças pretas”, os mais jovens, da bancada paulista, que são enfáticos na defesa do rompimento. A mudança de discurso já era sentida na última sexta-feira e se intensificou no fim de semana, com as novas conversas.
— Acompanho a bancada. Há um grupo que quer manter os ministros no governo, fazer defesa das reformas e outro grupo que quer sair. Tem que haver uma decisão nacional — disse o deputado federal Ricardo Tripoli (SP) ao GLOBO, na noite de sexta.
Um deputado do partido brincou que será uma decisão “tipicamente tucana”, ou seja, que não terá vencedores e nem vencidos. Os líderes tucanos trabalham para um script de uma reunião em que não haja votação sobre a posição, para não expor o racha no partido. O discurso, segundo um dirigente, será de manter uma postura crítica sobre denúncias, mas que é preciso dar estabilidade ao país e apoio às reformas, principalmente.
O ministro da Secretaria-Geral, Moreira Franco, que esteve com Temer ontem, disse ao GLOBO que é preciso aguardar uma decisão do PSDB para que o governo se manifeste. Ele admite que Aécio Neves continua tendo influência no partido e trabalha pela permanência do PSDB. Para Moreira, caso a ruptura de fato não se concretize, o Planalto ganhará fôlego para as reformas.
— Temos que esperar para ver. O empenho do governo é de retomar o mais brevemente possível o esforço de fazer as reformas que o Brasil precisa. O PSDB ficando na base, ajuda, facilita. Teve muita conversa com o PSDB nos últimos dias. Isso mantém no nosso espírito a confiança de que a melhor alternativa para o país é a continuidade do esforço de criar um ambiente que não contamine os ganhos econômicos, de manter um programa em cima do qual a base aliada foi construída. O Aécio está conversando com o PSDB direto e creio que a posição dele no partido é bastante importante — afirma Moreira.
Apesar do esforço por uma postura “light”, há expectativa de reações na reunião da Executiva. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, afirma que continuará a defender o desembarque:
— Continuo defendendo que as denúncias em relação ao governo são devastadoras e é insustentável a manutenção de um governo que vá gastar tempo majoritário com sua defesa, comprometendo o aprofundamento das reformas.
Peso-galo brasileiro ainda comenta dificuldade de retomar sequência de vitórias após perda de invencibilidade e volta de Barão aos galos: “Mais uma pedreira rumo ao título”
Um dos principais nomes da nova geração de lutadores de MMA no Brasil, Thomas Almeida volta ao octógono no dia 22 de julho, no “UFC: Wediman x Gastelum”, em Long Island (EUA), enfrentando o americano Jimmie Rivera. Com um pouco mais de um mês para o confronto, o peso-galo brasileiro celebra a oportunidade de mostrar seu trabalho pela segunda vez contra um atleta bem ranqueado na categoria até 62kg.
– Com certeza, estou muito feliz com mais essa chance de entrar no octógono do UFC e, na verdade, essa era a luta que fazia mais sentido para mim. Ele está invicto há muito tempo, com quatro vitórias no UFC, é o quinto no ranking dos galos e, definitivamente, vai ser um grande passo na minha carreira. Mas confio no trabalho que faço aqui na Chute Boxe Diego Lima e tenho certeza que o público que estiver na arena vai se empolgar com essa luta – disse Thomas Almeida, por telefone, ao Combate.com.
Durante quatro anos, ou 20 lutas, Thominhas se manteve invicto como profissional de MMA. No entanto, ao enfrentar Cody Garbrandt, em maio de 2016, o peso-galo brasileiro não resistiu à forte trocação do americano e conheceu sua primeira derrota na carreira, com um nocaute no primeiro round. Após reencontrar o caminho das vitórias em novembro do ano passado, ao vencer Albert Morales por nocaute técnico, Thomas Almeida trabalha para construir uma nova série de invencibilidade e, assim, quebrar a “maldição” que assola lutadores que perderam seus confrontos após anos sem conhecer o amargo sabor da derrota.
– Acredito que o trabalho psicológico é muito importante, independente de qual a situação do lutador. Cada luta é uma luta diferente e o trabalho tem que ser feito especifico para cada situação. O lutador tem que estar confiante e bem de cabeça, ou então, não consegue por em pratica todo seu treinamento. Agora, quando um lutador fica muito tempo sem perder, obviamente, ele chega aos lugares mais altos da sua categoria. E, entre os tops, a disputa é muito grande. Ganhando ou perdendo, sua próxima luta vai ser outra pedreira. Talvez isso justifique essa “maldição”. Eu, particularmente, penso sempre no próximo adversário. Fiz isso por toda a minha carreira. Então, não interessa o que eu já fiz, meu foco agora é só o Jimmie Rivera – comentou o jovem lutador de 25 anos.
Apesar de afirmar que não se preocupa muito em construir novamente a incrível série de invencibilidade que já teve no passado recente, Thomas Almeida sabe das dificuldades que a divisão dos pesos-galos reserva para qualquer lutador. E o nível de exigência tende a aumentar ainda mais, após o retorno do ex-campeão Renan Barão, após uma passagem instável pelos pesos-penas, e de Marlon Moraes, ex-dono do cinturão no evento WSOF, e que, mesmo com a estreia com derrota no UFC, já figura no top 10 do ranking da categoria do Ultimate.
– Acho que a volta do Barão para a categoria significa mais uma pedreira, deixando a categoria como a mais disputada do UFC na minha opinião. Ele é um grande lutador, muito experiente, ex-campeão e bem completo. Não só ele como a maioria dos tops da divisão são muito duros e isso é muito bom, pois vai valorizar muito o meu caminho quando eu chegar no cinturão. Sempre foi uma das divisões mais perigosas e acho que é a mais disputada hoje no UFC. Só tem caras duros, bons e que todos que estão entre os 10, 15 melhores, têm condições de se tornarem campeões em pouco tempo. O Marlon estreou, é novo, o Barão voltou agora, só tem pedreira mesmo. Ainda tem essa situação da lesão do Cody, então não dá pra apostar muito no que vai acontecer. Tem que esperar e ver quem se destaca mais – concluiu Thominhas.
Antes exaltado, camisa 5 é xingado durante empate por 1 a 1 com Avaí, mas também destaca que momento coletivo é negativo.
Willian Arão faz um 2017 ruim com a camisa do Flamengo. Acumula más atuações e não consegue, juntamente com Márcio Araújo, melhorar a saída de bola do meio-campo para o ataque. Antes gritado pela torcida em função do bom início do clube, sobretudo no primeiro semestre do ano passado, agora está na mira. Foi xingado no CT, na sexta-feira, no Aeroporto Hercílio Luz, no sábado, e aos 40 minutos do primeiro tempo do empate por 1 a 1 entre Fla e Avaí, no domingo. As ofensas na Ressacada vieram após o segundo dos dois erros de passes que cometeu na partida. Pouco errou passe, mas jogou mal.
Desconcentrado, virou alvo e não voltou para o segundo tempo. Um dos líderes de desarmes e roubadas de bola do Flamengo desde que chegou ao clube, neste domingo só conseguiu um em cada quesito mencionado. A má fase não é novidade nem para o próprio camisa 5 rubro-negro.
– Talvez sim. Meu momento ruim vem também com o time, também não jogo sozinho. Às vezes erro um passe, as pessoas olham para mim, mas às vezes a culpa não é minha. Não estou querendo terceirizar isso. Acho que pode se considerar meu pior momento, mas estou muito tranquilo. Já vivi bons momentos, mas nunca deixei de trabalhar. Vou continuar trabalhando para voltar a jogar bem – afirmou o jogador de 25 anos.
Zé Ricardo também sente que o comandado está mal e relaciona tal queda com o alto índice de participação de Arão. No ano passado, atuou em 64 dos 68 jogos do Flamengo. Na atual temporada, só não entrou em campo em em seis dos 35 compromissos rubro-negros. O técnico aposta no diálogo para ver se vale ou não substituí-lo. Com Muricy Ramalho ou Zé, o volante sempre foi titular. Só Jayme de Almeida, interinamente contra o Grêmio, em 2016, o barrou.
– A gente vai analisar bem durante esses dois dias de preparação. Willian participou bastante das partidas até agora. Talvez esteja sentindo agora o resultado de tanto esforço que fez. Tem nossa confiança. Vamos conversar. Se tiver que fazer substituição para as próximas partidas, sem problema algum. Porque é um grupo em que temos total confiança, e o atleta da posição está treinando bem. Vejo isso com naturalidade – afirmou Zé Ricardo.
Sobre as ofensas escutadas nos protestos e na Ressacada, Arão acredita que a cobrança só é endereçada a quem pode entregar algo interessante. Por isso, assegura tirar de letra o atual momento que enfrenta.
– Estou muito tranquilo. Acho que eles estão no direito deles desde que não partam para a violência, até porque o time não vive boa fase. Se estão me cobrando com certeza é porque sabem que posso dar mais.
Posso melhorar, talvez não esteja jogando tão mal assim, mas sempre busco a melhora pessoal. Não estou satisfeito com meu rendimento e vou trabalhar para poder reverter essa situação.
O Flamengo volta a jogar na próxima quarta-feira, às 21h, na Ilha do Urubu, contra a Ponte Preta.
Contratado ao Porto por € 38 milhões, cerca de R$ 140 milhões, atacante de 21 anos forma dupla artilheiro com melhor jogador do mundo na seleção portuguesa.
rtilheiro, português e boa pinta. Chamado de herdeiro de Cristiano Ronaldo, segundo até o próprio melhor jogador do mundo, o atacante André Silva chegou nesta segunda-feira ao Milan, vestiu a camisa de treino e fez testes médicos e físicos como confirmação de sua contratação ao Porto por € 38 milhões (cerca de R$ 140 milhões).
– Herdeiro do CR7? Estou calmo, tenho muito trabalho para fazer antes que certos pensamentos possam ser expressados – disse André Silva, de 21 anos, na chegada ao Milan.
O reforço do Milan é atual dono da camisa 9 da seleção portuguesa. Tem seis gols em igual número de jogos nas eliminatórias europeias da Copa do Mundo de 2018, menos apenas do que os 11 do companheiro de ataque Cristiano Ronaldo – somando, são 17 dos 22 da equipe no torneio classificatório.
– Quando eu me aposentar, Portugal vai estar em boas mãos porque eles encontraram um grande atacante: André Silva – disse Cristiano Ronaldo ao jornal italiano “Gazzetta dello Sport”.
Promovido ao time principal do Porto no início do ano passado, assumiu a condição de titular do ataque na atual temporada. Fez 21 gols em 42 partidas, cinco deles nos 10 jogos que disputou na Liga dos Campeões.
Atacante diz que Chelsea definirá seu futuro, mas mostra preferência pelo Atleti, que não pode se reforçar nesta janela: “Podem me emprestar para algum time de Espanha, Itália ou Brasil”
Diego Costa está de saída do Chelsea, e o Atlético de Madrid aponta como o caminho mais provável neste momento. Só que há duas questões. Por mais que esteja fora dos planos do técnico Antonio Conte, ele tem mais dois anos de contrato com os ingleses, que decidirão com quem irão negociar. Além disso, os colchoneros estão punidos pela Fifa e não poderão inscrever nenhum jogador na próxima janela de transferências. Por isso, Diego Costa vê a possibilidade de ser emprestado até o fim do ano e não descarta um retorno temporário ao Brasil.
– Tenho dois anos de contrato com o Chelsea. Se decidirem me vender, tomarei a melhor decisão. Sabemos que o Atlético está entre as opções, mas ir para lá não significaria que eu ficaria sem jogar. Eles podem me emprestar para algum time de Espanha, Itália, Brasil ou de qualquer outro lugar – disse o atacante, em entrevista ao “Mundo Deportivo”, após participar com gol da vitória da Espanha por 2 a 1 sobre a Macedônia
Os gols de Macedônia 1 x 2 Espanha pelas Eliminatórias da Copa
O futebol chinês também apareceu como possível destino para Diego Costa, mas ele já descartou essa alternativa. Segundo o próprio, isso atrapalha seus planos de jogar a Copa do Mundo da Rússia no ano que vem.
Por fim, o atacante voltou a falar sobre a polêmica com Antonio Conte, que o dispensou do Chelsea por mensagem de texto. Além disso, reafirmou que está nas mãos do clube inglês definir o seu futuro.
– O Chelsea tem um dono, e sou um jogador do Chelsea. São eles que têm de decidir o meu futuro, se vão me vender ou não. Eu já disse o que aconteceu. O Chelsea detém meus direitos. Até os proprietários se manifestarem, não sei o que vai acontecer. E não fiquei desapontado com o Conte. Na vida existem pessoas boas e más. Prefiro ficar com o bem. Não digo com isso que ele é ruim, eu digo apenas que eu vou ficar com as coisas boas.
Nesta sexta-feira, 9, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) informa que, devido à quantidade de procura dos municípios, continua recebendo as solicitações de autorização ambiental para realização da Temporada de Praia 2017. Os protocolos destes processos estão sendo recebidos nas unidades regionais do Instituto, mas a orientação é que sejam realizados preferencialmente na sede do órgão, em Palmas.
Sem a autorização ambiental do Naturatins e do Batalhão do Corpo de Bombeiros do Tocantins, os municípios ficam impedidos de realizarem a abertura de temporada, em suas respectivas praias.
O superintendente de Gestão Ambiental do Instituto, Natal César Castro, esclarece que serão priorizados os pedidos dos municípios que protocolaram seus projetos dentro do prazo. “Estamos recebendo os processos com solicitações após o vencimento do prazo, que se encerrou no último dia 1º de junho. Todos os processos serão atendidos. Porém, o Naturatins vai priorizar o compromisso de emitir as autorizações até o dia 1º de julho, dos municípios que fizeram suas solicitações dentro do prazo”, afirmou.
Nos casos de praias às margens dos rios federais que passam pelo Estado, torna-se necessário que os processos sejam registrados no Naturatins, contendo a autorização da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).
Os gestores municipais precisam estar atentos à necessidade de entrega dos documentos atualizados, e que processos com pendências impedem a conclusão da análise. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato, de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h30, por meio do telefone 63 3218-2625 ou ainda pelo e-mail licenciamento@naturatins.to.gov.br.