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Mulher-Maravilha é a “cola” da Liga da Justiça, diz Gal Gadot

Falta menos de um mês para “Liga da Justiça” estrear aqui no Brasil e os fãs estão ansiosos para ver Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue juntos pela primeira vez. E Gal Gadot falou sobre a importância da heroína em um vídeo divulgado exclusivamente ao UOL.

“Ela é a cola que une a equipe. Ela faz todos se sentirem mais fortes e mais capazes”, resumiu a atriz. “Ela é a guerreira mais talentosa, mas, ao mesmo tempo, não liga para fama ou glória”.

Em entrevista ao site “Imgur”, Gal já havia falado sobre o papel que Diana Prince vai exercer no grupo. “Para mim foi importante que ela seja a cola do time. Eu acho que uma das coisas belas e especiais sobre Diana é que ela se importa com as pessoas de um jeito muito sincero. Então nas cenas delas, eu fiz questão que ela deixasse cada um deles se sentirem fortes, amados e capazes. A história de ‘Liga da Justiça’ é muito maior que Diana; é sobre a Liga inteira”, disse a israelense.

O papel da amazona guerreira deve ser realmente grande, basta ver os números que o primeiro filme solo da personagem da DC. Apenas nas bilheterias, o blockbuster arrecadou US$ 821 milhões, além de diversos produtos comercializados sobre a personagem e a discussão em Hollywood sobre o espaço das mulheres na indústria.

“Liga da Justiça” estreia nos cinemas brasileiros no dia 16 de novembro.

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U2: no 1º de 4 shows em SP, baterista usa camisa com ‘censura nunca mais’ e Bono cita Cazuza e Renato Russo

O U2 fez na noite desta quinta-feira (19), no Estádio do Morumbi, o primeiro de quatro shows em SP da turnê de 30 anos do disco “The Joshua Tree”. A banda de Bono lucra com a nostalgia, mas ao mesmo tempo mostra como o que criou no disco continua atual.

Em resumo, o roteiro do U2 é: um bloco de músicas mais antigas, “The Joshua Tree” na íntegra e um bloco de músicas mais novas. Houve dois fatos fora do script marcantes para o Brasil: Bono citou os “heróis” Renato Russo e Cazuza ao tocar um trecho de “Heroes”, de David Bowie, e o baterista Larry Mullen Jr. usou uma camisa com a estampa “censura nunca mais.

O som do U2 envelheceu pouco, já que o que sobrou do rock hoje tem uma influência enorme da banda – vide Coldplay, The Killers ou Imagine Dragons. Toda turnê megalomaníaca com músicas para cantar como se fossem hinos de igreja deve um pouquinho ao U2 e tem em sua raiz “The Joshua Tree”.

A banda vai tocar ainda no sábado (21), no domingo (22) e na quarta-feira (25). Esta é a quarta turnê do U2 no Brasil (após 1998, 2006 e 2011.

A abertura foi de Noel Gallagher’s High Flying Byrds. Enquanto Bono homenageou Cazuza e Renato Russo, Noel dedicou música a Gabriel Jesus.

“The Joshua Tree” tem músicas que estariam em qualquer turnê de todo jeito, como “With or Without You”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “Where the Streets Have No Name”. Mas tem outras menos óbvias, como “Red Hill Mining Town”, que nunca tinha sido tocada ao vivo antes dessa turnê.

No disco de 1987, Bono estava encantado com a literatura, as paisagens e o blues e gospel dos EUA. Ao mesmo tempo, estava horrorizado com a violência, a ganância e a era Reagan. A nova era Trump foi um dos motivos para relembrar o disco, segundo a banda.

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Dupla Zezé Di Camargo e Luciano será atração principal do Réveillon de Palmas

A dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano é a primeira atração confirmada do Réveillon 2017 de Palmas. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (19) nas redes sociais. A festa neste ano deve ser na Praia das Arnos, na região norte da capital. A escolha do local, inclusive, gerou polêmica entre a população.

Um vídeo feito pela dupla foi divulgado pela prefeitura. “Aí galera de Palmas, Tocantins, olha que honra: passar o réveillon com vocês”, diz o cantor Zezé Di Camargo. “Isso mesmo, dia 31 de dezembro vamos estar aí com vocês fazendo um grande show. Zezé Di Camargo, Luciano e você”, completou Luciano.

O show da dupla, conforme a Prefeitura de Palmas, será a atração principal. As demais apresentações ainda estão sendo definidas.

Festa

A festa de Réveillon foi transferida para a Praia das Arnos neste ano. A decisão foi para que a festa marque também a entrega de uma reforma que está sendo realizada no local desde 2014.

Tradicionalmente, a festa da virada é realizada na praia da Graciosa, que fica na região oeste, próximo à saída para Paraíso do Tocantins.

Enquete realizada pelo G1, mostrou que 50,36% dos palmenses preferem a Graciosa como palco da festa. A votação teve participação de mais de 14,3 mil internautas.

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Dupla João Lucas e Marcelo se apresenta no Tocantins no próximo sábado

A dupla João Lucas e Marcelo, conhecida internacionalmente como “Reis do Funknejo”, se apresenta na cidade de Monte do Carmo no próximo sábado, 21, durante a 16ª edição do Rodeio Monte do Carmo. Esta é a segunda vez que os artistas se apresentam nesta festa. A outra apresentação aconteceu em 2014, durante a 14ª edição do Rodeio.

De acordo com Marcelo Martins, primeira voz da dupla, a expectativa é que se repita o sucesso de público e a excelente receptividade que tiveram no município. “Naquela ocasião estávamos lançando a música ‘Agora é pra valer’, que se tornou um grande sucesso em nível nacional. Agora voltamos com ‘Morango e Mel’, que acabou de ser lançada e que, inclusive, o clipe foi gravado no Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins”, destacou o cantor.

Além de João Lucas e Marcelo, participam do evento o cantor gospel Rubens, que se apresenta na quinta-feira, 19; a dupla Paulo Victor e Gabriel e o cantor Thiago dos Teclados, que sobem no palco no sexta-feira, 20; e a dupla Paulo Freire e Luciano, que se apresenta após João Lucas e Marcelo, no sábado.

Novo clipe

João Lucas e Marcelo lançaram na primeira semana do mês o clipe “Morango e Mel”, que foi gravado no Parque Estadual do Jalapão e que teve a digital influencer Camila Peara como protagonista. O clipe já está disponível no Youtube e pode ser conferido neste link https://www.youtube.com/watch?v=qKGoB3VRabk.

Fonte: T1 Notícias

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Noivos ignoram superstição de azar e decidem se casar na sexta-feira 13

Um casal de Palmas ignorou as superstições de azar e decidiu se casar nesta sexta-feira (13). Clodes Santos Neto, de 31 anos, e Fernanda Braga Benício, de 25, sobem ao altar às 21h30, na Catedral Divino Espírito Santo. A data tem fama de ser um dia de azar, mas para eles o significado é totalmente diferente.

Segundo o noivo, ao escolher a data, o casal sabia que o dia 13 cairia em uma sexta-feira, mas diz que não acreditam na superstição. “Nós pensamos que seria um feriado prolongado, então quem mora longe teria de tempo de voltar para casa com tranquilidade.”

O noivo explica que para o casal, o significado da data é o oposto. “Por susceder o dia de Nossa Senhora Aparecida, a data é muito conceituada pela Igreja.”

Neto diz que os convidados também não se importaram com a data. “Na verdade ninguém disse nada, eu que fico fazendo brincadeira sobre o azar desse dia.”

Sexta-feira 13

A sexta-feira 13 é o dia mais amaldiçoado do calendário, pois é supostamente quando tudo pode dar errado. Sexta-feira e o número 13 já eram associados ao azar por si só, segundo Steve Roud, autor do guia da editora Penguin Superstições da Grã-Bretanha e Irlanda.

“Porque sexta-feira foi o dia da crucificação (de Jesus Cristo), as sextas-feiras sempre foram vistas como um dia de penitência e abstinência. A crença religiosa virou uma aversão generalizada por começar algo ou fazer qualquer coisa importante em uma sexta-feira”, diz ele.

Por volta de 1690, começou a circular uma lenda urbana dizendo que ter 13 pessoas em um grupo ou em torno de uma mesa dava azar, explica Roud. As teorias por trás da associação de azar com o número 13 incluem o número de pessoas presentes na Última Ceia e o número de bruxas em um clã.

Em 1907, um livro chamado Sexta-feira 13 foi publicado pelo corretor de ações Thomas Lawson – essa foi a inspiração para a mitologia em torno da data, culminando na franquia de filmes homônima nos anos 1980.

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Uma BGS depois, games brasileiros vão de protótipos a produtos que lutam pelo mercado internacional

Foram cinco dias de canseira, muitas demonstrações e bugs surgindo aqui e acolá, mas que garantiram um ano inteiro de trabalho para os estúdios por trás dos games brasileiros “Guts” e “Skydome”.

A estreia na BGS 2016 aconteceu com versões rudimentares dos jogos, fruto de poucos meses de trabalho. As ideias, no entanto, foram bem recebidas pelo público, entraram para a lista de games mais bacanas da área indie e retornam na feira deste ano com investimentos e a vontade de não conquistar só o mercado brasileiro, mas o internacional também. Assista ao vídeo acima.

‘Guts’, uma lutinha diferente

Ao contrário de “Street Fighter” e “Mortal Kombat”, o game de luta “Guts” decide seus duelos em partes. Saem as barras de vida e a obrigação de esvaziar a do seu adversário. Em “Guts”, é preciso arrancar pernas e braços do oponente para garantir a vitória.

Em 2016, “Guts” estava muito cru. Mas a versão da BGS 2017 mudou muito. O jogo tem agora um elenco completo de lutadores e cenários interativos, além de um redesenho gráfico completo.

“Nesse um ano de desenvolvimento transformamos um game com potencial em um produto que os jogadores vão curtir. Melhoramos os gráficos, agora dá para jogar online também”, diz Paulo Santos, diretor do jogo no estúdio Flux, de São Paulo.

De acordo com Santos, “Guts” nasceu daquela vibe anos 1990 de jogar games de luta apertando todos os botões do controle ao mesmo tempo – e ainda assim soltando golpes poderosos e conseguindo se divertir.

“O desafio para criar um game para o consumidor final é que pra quem joga tanto faz se o jogo é brasileiro, americano ou japonês. Ele tem que ser bom”, afirma Santos.

  • Quando chega: 31 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Xbox One

‘Skydome’, um crescimento exponencial

O estande de “Skydome” na BGS 2016 já era dos mais bonitos: box duplo, todo decorado, apresentando um game com pinta familiar de “League of Legends”. Mas na feira desse ano a área cresceu nove vezes. O “Skydome” de 2017 parece aquele fenômeno internacional que todos jogam (e você ainda não conhece), com estande de merchandising e transmissão feita com narradores.

“Do ‘Skydome’ do ano passado só mantivemos as regras, as mecânicas e o nome. O resto mudou tudo”, diz Mateus Zanetti, um dos desenvolvedores do game no estúdio Kinship, também de SP.

Formada por veteranos da indústria nacional de jogos, a Kinship levou para a BGS 2016 um protótipo de “Skydome” feito em apenas 4 meses. Zanetti diz que ele e seus colegas de trabalho buscavam validar os conceitos e ideias do game, um exemplar do gênero “tower defense”, em que você deve usar a estratégia para montar defesas e impedir o avanço de tropas inimigas, mas com heróis e elementos de MOBAs. Deu certo.

“Começamos com 4 pessoas em um espaço de ‘coworking’. Hoje somos 18 e mudamos para um escritório na Rua Oscar Freire [região nobre de SP]. Aumentamos nossa responsabilidade, nossos investimentos, e estamos mostrando que confiamos no game”, diz Zanetti.

“Não dá para lançar um jogo para competir só com os brasileiros. Vamos lançar o ‘Skydome’ para competir com o mundo”.

  • Quando chega: 2018
  • Plataformas: PC

Estreante de BGS, mas veterano internacional

Uma combinação alucinada da criação de itens de “Overcooked” com a defesa de base de “Lovers in a Dangerous Spacetime”, o paulistano “No Heroes Here” chegou aos PCs agora em outubro.

A estreia do jogo na BGS 2017, no entanto, não é nenhuma novidade para os paulistanos do estúdio Mad Mimic. Antes, a empresa apresentou seu game em feiras no Japão, Alemanha e Estados Unidos. Todas, felizmente, com elogios para o que foi apelidado de “coop da bagunça”.

  • Quando chegou: 3 de outubro
  • Plataformas: Primeiro PC, depois PS4 e Nintendo Switch
 Fonte: UOL
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Pelo sogro, atriz deixa novelas da Globo e faz testes para filmes em Hollywood

Há dois anos nos Estados Unidos, Fernanda Machado começou a procurar papéis na maior indústria de entretenimento do mundo: Hollywood. A atriz de 36 anos mora na cidade de Santa Barbara, Califórnia, com o marido americano e o filho de dois anos, e não pretende deixar a família lá para voltar às novelas da Globo. Longe da TV desde 2014, ela contratou uma agente em Los Angeles e tem feito testes para filmes.

“Pintou um filme quando o Lucca tinha seis meses, mas eu não quis abrir mão da amamentação. Agora, devagarzinho, estou começando a retomar, até fiz alguns testes nesses dois últimos meses. Se a gente [ela e o filho] tiver que ficar uns dois dias longe, já estou mais preparada, acho que agora é o momento. Talvez eu comece a fazer mais testes por lá”, diz.

 Fernanda veio ao Brasil na semana passada para divulgar o filme A Menina Índigo, que estreia nesta quinta (12). Ela trouxe o filho, Lucca, mas conta que não pode se distanciar dos Estados Unidos com ele por muito tempo. O sogro da atriz é idoso, não está bem de saúde e só tem o marido da atriz para ajudá-lo. Toda a família está envolvida nos cuidados.

Por isso, a atriz só pensa em voltar a trabalhar no Brasil se puder ter compromissos curtos, como séries e filmes. Novela agora, nem pensar.

“Tive vários convites nesses dois anos pra novela, mas realmente não consigo voltar a fazer. É um ano gravando. Meu marido é a única pessoa que meu sogro tem. Não posso falar ‘Vamos pro Brasil fazer uma novela, amor?’. É uma pessoa que depende da gente e eu não posso ser egoísta, também não posso falar ‘Tô indo pro Brasil, vou levar seu filho, você vai ficar um ano sem vê-lo’, porque meu marido trabalha. Realmente não posso dividir minha família agora”, conta.

“Morro de vontade [de voltar à TV], digo não com o coração apertado. Mas estou super aberta pra fazer projetos de dois meses, porque aí é mais possível. Provavelmente vou fazer um projeto de dois meses no final do ano, e depois posso voltar com um trabalho menor, um filme, uma série”, torce.

Mãe em tempo integral
Em A Menina Índigo, Fernanda interpreta a mãe de uma menina que tem o poder de curar os outros. Ela diz se identificar bastante com as agruras e com a dedicação que sua personagem vive na ficção. A atriz, que se destacou em tramas como Caras & Bocas (2009) e Paraíso Tropical (2007), tem a maternidade como sua principal atividade hoje.

Desde que descobriu que tinha endometriose (doença do sistema reprodutivo feminino) e teve de fazer uma cirurgia em meio às gravações de Amor À Vida (2013), passou a dividir mais detalhes de sua vida pessoal com o público. Atualmente, Fernanda tem um canal no YouTube e usa seus perfis nas redes sociais para falar sobre o crescimento de seu filho e dar dicas para outras mães.

“Fui recebendo cada vez mais mensagens de mães falando ‘Você me ajudou a aprender sobre amamentação, me ajudou a decidir pelo parto normal’, e isso foi tocando e me motivando a dividir mais e mais. Essa troca me dá força nos dias que está difícil”, relata.

“Tem assunto que não acaba mais. Eu gosto de ter vídeos elaborados, faço roteiro, estudo, e faço tudo sozinha, além de cuidar do Lucca. Dá um trabalhão, mas você vai aprendendo. Em alguns momentos pensei se valia a pena ficar me expondo assim, mas já recebi tantos emails falando que o que eu faço é muito importante que vou continuar”, afirma.

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Trailer final de Star Wars: Os Últimos Jedi conduz ao Lado Sombrio da Força

Por essa nem o mais fervoroso fã de Star Wars esperava: os momentos finais do último trailer de Os Últimos Jedi colocam Rey e Kylo Ren no mesmo caminho, fazendo com que a última esperança da Resistência contra a Primeira Ordem pareça apagar. É uma jogada de mestre que deixa o oitavo episódio da saga da família Skywalker ainda mais alinhado com a guinada sombria ensaiada O Império Contra-Ataca, o já lendário “episódio do meio” da trilogia original.

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“Os Últimos Jedi” pode ter 1º personagem LGBT nos filmes “Star Wars”

O diretor e roteirista Rian Johnson, por sinal, não economiza no peso. Ele sugere um destino trágico para a general Leia Organa pelas mãos de seu filho, Kylo Ren; coloca Luke Skywalker como um mestre imerso em dúvidas em relação ao poder bruto demonstrado por Rey; e mergulha o resto da Resistência, de Finn a Poe Dameron aos novos jogadores no tabuleiro, em uma batalha que pode significar o fim de tudo. Star Wars: Os Últimos Jedi, de repente parece novo e surpreendente. Dia 14 de dezembro a gente descobre quem vive, quem morre e quem abraça, finalmente, o Lado Sombrio da Força.

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Junior Lima celebra o nascimento do filho: “O Otto chegou”

Junior Lima celebrou nesta terça-feira, 3, o nascimento do filho, fruto de seu casamento com Monica Benini.

Segundo o músico, Otto nasceu de parto humanizado em sua casa no domingo, 1, medindo 51cm e pesando 3,2kg.

Em suas redes sociais, Junior e Monica falaram sobre a felicidade com o momento do parto. “O Otto chegou! Fomos invadidos por uma felicidade e paixão arrebatadoras! Ele nasceu no último dia 01/10, com 51cm, 3,2kg e muita saúde, de parto humanizado, em nossa casa, com uma equipe especializada, no ambiente mais amoroso que poderia ser“, revelou.

O irmão de Sandy revelou que somente quando a família se sentir confortável divulgará a primeira foto do bebê. “Ainda é cedo mas, em breve, assim que nos sentirmos confortáveis, postaremos uma foto pra compartilhar com vocês, que torceram tanto por nós. Obrigado pelas energias maravilhosas enviadas por todos que acompanharam esse momento mais lindo das nossas vidas até hoje! Muito, muito, muito amor!“, completou.

Recentemente, Monica revelou que o comediante Marco Luque a e mulher dele, Flávia Vittorino, serão os padrinhos de Otto.

Fonte: UOL

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‘Não dá mais para esperar 3 horas em camarim de TV’, diz Evandro Mesquita

Evandro Mesquita está ofegante enquanto anda por uma rua da Gávea. O cantor de 65 anos não quer se atrasar para a sessão de psicanálise – afinal, é sua primeira em 15 anos.

“É uma reciclagem. Vou voltar a fazer com a mesma pessoa com quem fazia nos anos 1980, era uma pessoa maneira.”

Mesquita, que passou décadas atuando na TV, deu um tempo para lançar o álbum “Aventuras II”, uma continuação de um dos primeiros projetos da Blitz, em 1982.

Ao lado, ele fala de vida, de morte, de tempo e de lama.

Quando você foi mais feliz?
Fui pro Xingu e fiquei 16 dias. Foi a viagem da minha vida.

Foi preciso estudar música?
O meu pai fazia violão clássico de hobby. Eu tentei fazer, mas não tinha muita paciência para os exercícios. Queria logo Beatles, um Roberto Carlos, pra impressionar as amiguinhas do colégio.

Televisão ou música?
Eu dei até uma desacelerada de televisão. Depois de nove anos de “A Grande Família”, me convidaram para fazer “Malhação”, mas eu não quis. Quis focar na música. Fazem piada que sempre que eu entro num programa, ele acaba depois.

Você cansou de fazer música em algum momento?
Não, não, eu vivo procurando esses momentos. Tem fase que vem mais. Fico meio agoniado quando não estou compondo e criando.

Em que momento você está?
Estou num momento pós-parto. Deu uma alegria, apesar da contramão da nossa composição, de não seguir uma modinha.

Foram dois anos para lançar o CD. É bom trabalhar com calma?
É. De seis meses para cá a gente começou a convidar os colegas. Encontros com Zeca Pagodinho no aeroporto. Ele disse “Já curti, não precisa nem contar o que é”. Encontrei os Paralamas dentro de um avião. Foi tudo na amizade, sem taxímetro profissional ligado.

O que a idade trouxe?
Depois dos 60 anos não tem mais tempo para esperar três horas no camarim. O tempo passa mais devagar no palco.

Qual é seu maior investimento?
Aos 17 anos, com a primeira graninha comprei um terreno em Friburgo, em que não chegava carro, agora só vai carro 4X4. Ainda tenho esse sítio, e o lugar continua igual.

Como é tocar no Rock in Rio 32 anos depois?
Porra, o primeiro foi alucinante. Tocar com o equipamento do Queen. Ver três Maracanãs de gente. Mesmo na lama, tinha um clima de fim de ditadura, de festa. É um momento parecido. Estamos na lama de novo, por mais que agora seja figurativa.