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Acidentes de trânsito sobem 44% nas rodovias federais durante feriado

Os acidentes durante o feriado da Independência aumentaram 44%. Neste ano foram registrados 13 acidentes nas rodovias federais que cortam o Tocantins, sendo que no ano passado foram nove. O número de mortes também subiu. A Polícia Rodoviária Federal informou que duas pessoas morreram este ano. Em 2016, houve uma morte. Apesar de a PRF não informar os dados comparativos, o G1 fez o levantamento baseado nas informações divulgadas pela própria polícia no ano passado.

Os dados foram coletados durante a operação Independência, que começou na quarta-feira (6) e terminou no domingo (10). No ano passado, a operação também durou cinco dias, entre 7 e 11 de setembro.

Conforme a PRF, 1.126 veículos foram fiscalizados, sendo que 313 motoristas cometeram alguma falta administrativa e foram autuados. A maior parte das infrações está ligada à ultrapassagem em local proibido.

Durante o feriado, 11 motoristas foram flagrados dirigindo alcoolizados e três deles foram levados para a delegacia, onde foram autuados por embriaguez ao volante.

Segundo a polícia, dois condutores que estavam sob o efeito do álcool se envolveram em acidentes. O primeiro foi registrado por volta de meia-noite deste domingo (10), no km 176, da BR-153, perto de Araguaína. O motorista tombou o caminhão que conduzia e a pista ficou parcialmente interditada. Não houve feridos.

O segundo ocorreu também na madrugada de domingo, na BR-153, perto de Barrolândia. Um motorista embriagado invadiu a pista contrária e bateu em um caminhão. Ele teve ferimentos leves.

Mortes

Uma das pessoas que morreram foi o motociclista Marciliano Gomes. O acidente aconteceu na madrugada deste domingo. Ele bateu a motocicleta na cabeceira de uma ponte na BR-242, próximo a Gurupi. A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente foi no km 354, na ponte sobre o rio Santo Antônio. Com a força da batida ele foi jogado da moto, mas não chegou a cair na água.

A outra morte foi registrada na BR-153 em Guaraí, região central do Tocantins, na sexta-feira (8). Um idoso de 69 anos dirigia um carro quando bateu de frente com outro veículo. Ele não resistiu. O outro condutor ficou ferido e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

Fonte: G1Tocantins

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POLITICA SLIDE

Por nomeação de assessores, Nilton Franco e Valdemar Jr. são acusados de improbidade pelo MPE

Tramita na 2º Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas uma ação por ato de improbidade administrativa contra os deputados estaduais Nilton Franco (PMDB) e Valdemar Júnior (PMDB) e ex-servidores da Assembleia Legislativa. O promotor Miguel Batista de Siqueira Filho acusa os peemedebistas de nomearem assessores parlamentares que sem a efetiva contraprestação laboral, gerando assim, prejuízo ao erário. A inicial pede liminarmente o bloquei de bens.

O episódio que resultou nesta ação civil apresentada na quarta-feira, 6, repercutiu na imprensa em dezembro de 2015. No mesmo mês, um inquérito civil foi instaurado para apurar o suposto caso de assessores que não exerciam qualquer trabalho para a Assembleia mesmo lotados na Casa de Leis. É questionada as nomeações de Orlando da Cruz dos Santos, Frank Elson Ribeiro Macedo, Raimundo Ferreira dos Santos e Solino Abreu de Aguiar, todos de Pium, cidade de Nilton Franco.

De acordo com as investigações do Ministério Público – que também se baseou em matéria jornalística -, os ex-servidores alvos da ação exerciam funções particulares quando estavam lotados como assessores. Orlando da Cruz é apontado como dono de bar; Frank Elson trabalha consertando geladeiras; Solino Aguiar atua como engenheiro agrônomo e Raimundo Ferreira é tido como vaqueiro de uma fazenda do deputado estadual Nilton Franco.

Os ex-servidores foram ouvidos em abril deste ano pelo Ministério Público. Acompanhado dos seus respectivos advogados, todos confirmaram que trabalharam para Nilton Franco, mas somente de janeiro a novembro de 2015. A atribuição de todos era a organização de reuniões para o deputado estadual na região, mas sem horário de trabalho estabelecido ou folha de frequência. Questionados pela Promotoria, os quatro afirmaram não ter atas ou documentos para comprovar a realização destas audiências e sequer produziam relatório de atividades.

“A oitiva dos requeridos revelaram um quadro assombroso e afrontoso aos postulados da administração pública, evidenciando o dispêndio de recursos públicos para o custeio das remunerações dos aludidos servidores públicos, à época dos fatos, a despeito da ausência regular ao local de trabalho, da percepção de remuneração sem a efetiva contraprestação laboral e do descumprimento da carga horária regular, com a aquiescência efetiva dos deputados estaduais”, anotou o promotor.

O envolvimento de Valdemar Júnior na ação civil pública deve-se a nomeação de Raimundo Ferreira em gabinete depois do caso ter sido divulgado pela imprensa. Para o promotor de Justiça, o deputado estadual participou de um “estratagema” para “afastar a suposta pecha de favorecimento” do correligionário. “Esse modus operandi, por acaso, não foi idealizado de forma meramente amadora. Pelo contrário, teve o nítido propósito de favorecer o seu colega de bancada”, discorre.

Diante do caso, o promotor Miguel Batista de Siqueira Filho afirma que os deputados Nilton Franco e Valdemar Júnior cometeram ato de improbidade administrativa ao permitirem para o enriquecimento ilícito destes ex-assessores às custas do erário do Estado, violando princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

“As investigações evidenciaram um quadro assombroso de servidores percebendo remuneração de maneira ilícita, sem a devida contraprestação laboral, aliado ao descumprimento da carga horária regular, além do emprego de mão de obra em atividades de caráter eminentemente particular, custeada com recursos públicos, formando uma verdadeira nuvem de servidores gafanhotos, que apenas devoram a folha de pagamento sem qualquer contrapartida, como forma de retribuição aos apoios políticos prestados aos parlamentares que vos indicam”, resumiu o promotor.

O promotor pede liminarmente indisponibilidade dos bens de todos os acusados, sendo R$ 540.993,75 de Nilton Franco, e R$ 8.802,12 de Valdemar Júnior, correspondente aos valores que permitiram que fosse incorporado ilicitamente ao patrimônio dos ex-servidores. Além de R$ 91.701,00 de Orlando da Cruz; R$ 143.126,37, de Frank Elson; R$ 137.252,76, de Raimundo Ferreira; e R$ 168.913,62, de Solino Abreu. Os valores foram baseados no dano ao erário mais três vezes a multa civil.

Outras punições previstas em caso de condenação são a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais por uma década.

Equívoco
Acionado pelo CT, Valdemar Júnior afirmou que ainda não foi notificado, mas minimizou as argumentações contra ele na ação civil pública. O deputado defendeu que assim que o caso foi tornado público a nomeação de Raimundo Ferreira em seu gabinete, o Parlamento admitiu que houve um erro.

“Respeito a atuação do Ministério Público, mas a própria Assembleia Legislativa já emitiu parecer, uma nota, dizendo que houve um erro de lotação ou de nomeação, porque eram servidores homônimos, e foi nomeado no meu gabinete, por equívoco, alguém que tinha causado polêmica no gabinete de outro gabinete”, explicou.

Valdemar Júnior acrescentou que, depois que ser devidamente notificado da ação civil pública, usará a própria manifestação da Assembleia Legislativa como defesa no processo.

Respaldo em Decreto
Nilton Franco se manifestou por meio da sua assessoria de imprensa. Assim como Valdemar Júnior, o correligionário afirmou que ainda não foi notificado sobre a ação civil pública por improbidade administrativa, mas se disse “tranquilo” quanto ao caso, já que defende que as pessoas citadas no processo foram contratadas com respaldo do Decreto Administrativo do Parlamento, que dispensa o registro de ponto dos servidores da casa, lotados em gabinetes. “Muitas atividades parlamentares são realizadas em campo, ou seja, em cidades do interior”, argumenta.

No caso específico de Raimundo Ferreira, apontado como vaqueiro do deputado, a nota reforçou que a Assembleia Legislativa já admitiu o erro da sua contratação por outro gabinete e reforça que o então assessor foi exonerado ainda em dezembro de 2015. “mesma data que constava em sua carteira de trabalho, contratação em outra atividade particular”, garantiu.

Confira a íntegra da manifestação:

“Resposta ao Portal CT

Por meio da Assessoria Jurídica e de Imprensa o deputado Nilton Franco ressalta que ainda não foi notificado sobre ação civil pública por ato de improbidade administrativa publicada, no dia 06/09, pelo Ministério Público do Tocantins (MPE-TO).

Mas aproveitando a oportunidade, a Assessoria de Imprensa do parlamentar, esclarece que, a ausência das pessoas contratadas do gabinete, citadas na ação, está respaldada no decreto administrativo, 88/2006 da AL-TO, que dispensa o registro de ponto dos servidores da casa, lotados em gabinetes, por entender que muitas atividades parlamentares são realizadas em campo, ou seja, em cidades do interior.

No caso específico da lotação do senhor, Raimundo Ferreira dos Santos, a própria AL-TO emitiu nota, na época, se responsabilizando pelo equívoco da contratação do servidor em outro local. O erro pode ser confirmado e checado no diário oficial da instituição, pois, o funcionário em questão, já havia tido sua carteira de trabalho registrada em outra função particular antes da publicação equivocada da nova contratação da Casa de Leis.

No dia 01/12/2015, o trabalhador já havia sido exonerado do cargo, mesma data que constava em sua carteira de trabalho, contratação em outra atividade particular. Mesmo com todo esse respaldo documental, a reportagem de TV foi ao ar no dia 14/12/15, veiculando a inverdade de que Santos era funcionário da Assembleia.

No momento certo, e em resposta aos questionamentos judiciais, do MPE-TO, serão elaborados argumentos, acompanhados de documentos, que comprovarão a verdade dos fatos.

Ao nobre Portal CT informamos que estamos tranquilos quanto à situação, aproveitamos para agradecer o direito de resposta, e nos colocamos à disposição

Assessoria de Imprensa do parlamentar”

Fonte: PortalCT

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POLITICA SLIDE

Kátia diz que não sai do PMDB e confirma diálogo aberto com Amastha

Em coletiva concedida à imprensa na manhã desta segunda-feira, 11, em seu gabinete, a senadora e pré-candidata ao comando do Palácio Araguaia, Kátia Abreu (PMDB) afirmou que o PMDB é um grande partido e que não pretende abandonar a sigla e, apesar da sigla querer emplacar o nome do governador Marcelo Miranda (PMDB) na reeleição, ela descartou qualquer possibilidade de apoio ao atual gestor. A parlamentar também comentou seu posicionamento contrário a PEC Amastha e disse que o prefeito já sabe disso. Na ocasião a pemedebista garantiu que seu filho, deputado federal Irajá Abreu não concorrerá ao Senado, mas sim a reeleição na Câmara Federal.

Partido Histórico

Kátia comentou que a sigla é histórica, no entanto alguns filiados acabaram se corrompendo, e admitiu que não pretende deixar o partido.

“O partido é histórico que teve um papel fundamental na democracia brasileira, com personagens nacionais. Então eu não vou generalizar que o partido não presta. Na verdade esse partido está com pessoas imundas lá dentro. O PMDB da base são pessoas apaixonadas, que o olho brilha pela história do partido. Alguns personagens corromperam-se e por um acaso estão no PMDB. Eu vou tentar ficar no PMDB porque eu vim para ficar. Eu fui para o partido por uma estratégia política e tomei a decisão de continuar nele”.

Na oportunidade a ex-ministra da Agricultura também reafirmou ser adversária do atual governador do Tocantins, Marcelo Miranda, apesar de tê-lo apoiado nas últimas eleições e adiantou que graves denúncias estão prestes a ser anunciadas.

“Vim de tão boa fé e fui tão correta que eu entreguei o comando do partido para o Marcelo (Miranda) porque eu tinha certeza que ele seria um bom governador, porque o apoiei achando que ele realmente seria um bom governador, porque ele tinha sido no passado. Não tinha menor interesse nesse desgaste com ele. O que estou ouvindo de muitas pessoas do PMDB é para eu não sair, que ainda há muitas coisas para acontecer a nível nacional e estadual. Tem informações graves vindo aí a qualquer momento”, adiantou.

Kátia também avaliou sua expulsão do partido atribuindo os motivos à questões éticas. “Do jeito que a lama está feia quem é que tem coragem de me expulsar do partido. Eu estou sendo expulsa por uma questão ética. Como assim? Qual o parâmetro de ética nesse partido? A turma da tornozeleira está todinha lá. Uns estão presos, outros estão em casa com a tornozeleira, o que vai acontecer com eles? Será que o partido vai expulsar?! Com que moral vão me expulsar? Jarbas Vasconcelos, Requião que 30 anos de partido. Quer dizer, vai expulsar os honestos, os éticos e deixar os bandidos?”

Corrida Eleitoral 2018

A senadora afirmou que pretende concorrer ao governo do Tocantins pelo PMDB.  “Vamos ver então o que vai acontecer. Se o Marcelo Miranda não tiver condições eleitorais ou jurídicas para ir à reeleição o PMDB vai abrir mão de ter uma candidata mais competitiva do que eu?! Esperei Siqueira e Marcelo ter mandato, nunca saí desses dois apoios para apoiar Gaguim ou Sandoval… Eu acho modestamente que hoje eu estou preparada para assumir essa empreitada, se assim o povo quiser”, avaliou a senadora que defende  a renovação.

Kátia comentou ainda sobre as conversas de bastidores que corre sobre a candidatura ao senado do seu filho, deputado Irajá Abreu. “Essa possibilidade está descartada. Deputado Irajá é candidato a deputado federal na sua terceira reeleição”, asseverou.

PEC Amastha

“Até sou a favor da tese de que estrangeiro não governe, nem seja senador da república, mas voto contra porque não sou oportunista, já que nós dois somos pré-candidatos. Eu não ficaria confortável tentando tirar ele do páreo desta forma. Independente de Amastha ser ou não candidato ao governo, isso não altera minhas intenções”, argumentou a senadora sobre a PEC 306/2017 que restringe a brasileiros natos o direito de ocupar os cargos de senador, governador, vice-governador e de ministro das Relações Exteriores.

Fonte: T1 Noticias

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Policiais civis prendem suspeito de ser um dos maiores estelionatários do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins prendeu de W. P. P., mais conhecido como “Bad Boy”, de 35 anos. Segundo investigações da Polícia, o indivíduo é responsável pela prática de dezenas de financiamentos fraudulentos de veículos. Ele foi preso durante cumprimento de mandado de prisão preventiva, em Palmas. O homem usava documentos falsos, a exemplos de CNHs e procurações falsificadas. Na maioria das vezes, o homem usava uma CNH falsa em nome de Wesley A. da S. e Marley M. de S.. Com esses documentos falsos, ele financiou e comprou vários carros.

Na maioria das vezes, às vitimas dos golpes eram os verdadeiros donos dos veículos, as pessoas que tinham suas CNHs falsificadas e seus nomes iam para o Serasa, além dos bancos (BV, Santander, Bradesco, Safra etc).

Conforme o delegado Rossílio Souza Correia, responsável pelo caso, há cerca de quatro meses, tramita na delegacia especializada uma investigação sigilosa em desfavor do suspeito pela prática dos crimes de formação de quadrilha, estelionato, furto mediante fraude, uso de documentos falsos e falsificação de documentos públicos.

Financiamentos fraudulentos

O delegado Rossílio pontuou ainda dezenas de financiamentos fraudulentos investigados pela Derfrva tais como: Realização um financiamento fraudulento, junto ao banco BV Financiamentos, em Araguaína-TO, referente a aquisição de um valor de R$ 45.000,00, para o financiamento de um veículo Toyota Hilux.

Realização de um financiamento fraudulento, junto à empresa Autovia e Banco Safra, em Palmas, referente a um veiculo tipo Fiat/ Toro. O financiamento foi pago pelo Banco Safra, no valor de R$ 73.744,44 reais;

Realização de transferência, com uso de documentos falsos, de um veículo furatdo mediante fraude e estelionato, junto a Locadora “Localiza” e Banco Bradesco, referente a um veículo HB20; Realização de um financiamento fraudulento, junto ao Banco Santander, referente a um veículo, modelo Toyota Hilux.

O homem foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição da justiça.

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POLITICA SLIDE

Por causa do protesto de grevistas, Amastha não vai a desfile e culpa a “velha política”

O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), não foi ao desfile cívico de Sete de Setembro, nessa quinta-feira, 7, na Avenida Teotônio Segurado por conta da manifestação dos servidores da educação em greve. Cerca de 500 grevistas foram para a avenida com faixas do tipo “Paga, Amastha” e “Prefeito eficiente não honra com a sua gente”.

Irritado, Amastha não foi ao evento e culpou seu tradicional “algoz”: “Maldita velha política!”, disparou nas redes sociais, mas sem explicar. “Vou perder um dos maiores orgulhos de minha vida. O prazer de celebrar a minha brasilidade. Infelizmente um grupo de radicais insultando. Pena.”

A primeira-dama Glô Amastha também fez um comentário no post do prefeito, contudo, sem detalhar o ocorrido: “Todo esforço e trabalho das escolas, alunos e professores merece o respeito de todos! Por esse motivo preferimos não comparecer, para evitar que nossa presença sirva de combustível para os que confundem a falta de política com gestão, muito triste! Desejo de coração um super desfile aos queridos alunos e professores”.

Líderes da greve dos professores garantem que o movimento foi pacífico e que o grupo de manifestantes tomou os cuidados para não atrapalhar o desfile.

A categoria reivindica o cumprimento do acordo firmado pelo prefeito ainda em 2015, referente a data-base, progressões, eleição para diretor, Planos de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR) e retroativos, que segundo o sindicalista, se acumulam desde 2013.

Viés político
Na quarta-feira, 6, quando o Tribunal de Justiça determinou a suspensão da greve, o prefeito já tinha feito críticas ao movimento. “A atitude do sindicato foi de usar um movimento com viés político e violento contra a honra e dignidade do prefeito politizando um assunto que não tem nenhum viés político”, afirmou.

 

Fonte: PortalCT

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Sobe para 35 número de mortos no México após forte terremoto

O forte terremoto registrado na noite de ontem (7) no México, de magnitude 8,2 na escala Richter, deixou pelo menos 35 mortos no sul do país – 25 no estado de Oaxaca, sete em Chiapas e três em Tabasco -, segundo os dados mais atualizados das autoridades locais. As informações são da agência de notícias EFE.

Em declarações ao canal Televisa, o governador do estado de Oaxaca, Alejandro Murat, atualizou o número de mortos na sua região para 25 pessoas e disse que há vários feridos, ainda que a nível de infraestruturas os danos parecem ser menores, segundo as avaliações feitas até o momento.

Apenas em Juchitán de Zaragoza, no istmo de Tehuantepec (em Oaxaca), uma parte do palácio municipal caiu e há danos em muitas moradias, que causaram a morte de 17 pessoas.

O secretário de Defesa Civil do Governo de Chiapas, Luis Manuel García Moreno, elevou de três para sete as vítimas em Chiapas. “Lamentavelmente temos o registro de sete pessoas mortas. Três ocorreram no município de San Cristóbal de las Casas, dois em Villaflores, uma mais em Pijijiapan e uma mais em Jiquipilas”, segundo a Televisa. Além disso, mais três pessoas, menores de idade, morreram no estado de Tabasco.

Assim, até o momento, o número total de mortos por causa deste tremor de magnitude de 8,2 na escala de Richter, com epicentro em frente ao litoral de Chiapas, no sudeste do México, subiu para 35, ao mesmo tempo que foram registradas várias quedas de casas e cortes no fornecimento de energia elétrico.

Quanto aos feridos, o coordenador de Proteção Civil, Luis Felipe Puente, apontou que a Secretaria de Saúde ainda está realizando uma recontagem nos hospitais das pessoas que ingressam por feridas causadas pelo tremor.

Puente disse que a Secretaria de Comunicações e Transportes informa de deslizamentos em algumas estradas e “pequenos danos”, ainda que diversos sistemas de transporte do país, bem como todo tipo de infraestruturas públicas e as escolas de 11 estados permanecem fechadas para serem submetidas a uma revisão.

“A rede estrada federal opera em todo o país. Os estados de Chiapas, Oaxaca e Tabasco registram alguns danos sem afetar a conectividade”, explicou em um comunicado o secretário de Comunicações e Transportes do México, Gerardo Ruiz Esparza.

Antes, em uma mensagem á imprensa desde o Centro Nacional de Prevenção de Desastres (Cenapred), o presidente do México, Enrique Peña Nieto, informou que este tremor tem uma magnitude similar a um registrado em 1932 e foi maior que o de 1985, de 8,1 e que deixou milhares de mortos e desaparecidos na Cidade do México.

O presidente pediu para não se baixar a guarda porque podem acontecer fortes réplicas, ainda que menores. Até o momento, após o terremoto aconteceram 266 réplicas, a maior delas de 6,1 graus na escala Richter.

O terremoto fez tremer pelo menos dez estados do sul e do centro do México, pelo que até 50 milhões de pessoas – quase a metade da população do país – pôde senti-lo, segundo Peña Nieto.

Por causa deste fato, a Defesa Civil aproveitava para convocar a participação no simulacro, que está previsto para acontecer em todo o país no dia 19 de setembro, coincidindo com o aniversário do devastador tremor de 1985.

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Juízes do Tocantins recebem em média R$ 68,9 mil por mês, diz CNJ

Os juízes do Tocantins recebem em média R$ 68,9 mil por mês, de acordo com um levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os magistrados do estado estão em terceiro lugar no ranking dos mais caros do Brasil, atrás de Mato Grosso do Sul e Goiás. As despesas com eles ficam bem acima da média nacional, de R$ 47,7 mil por mês.

O CNJ é o órgão de controle do Judiciário e os dados constam do Relatório Justiça em Números 2017, com os dados até 31 de dezembro de 2016. De acordo com o conselho, o gasto mensal relativo ao ano de 2016 contempla o salário e adicionais como benefícios, gratificações, diárias, passagens aéreas, auxílio moradia, entre outros.

Pela Constituição, a remuneração de um magistrado não pode ultrapassar R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), a mais alta corte do país. Os ‘supersalários’, como são conhecidos, são possíveis porque o próprio STF entendeu que o teto se aplica apenas ao salário bruto, sem contar os ‘penduricalhos’.

O G1 procurou o Tribunal de Justiça do Tocantins para comentar os dados apresentados pelo CNJ, mas ainda não recebeu resposta.

No lançamento dos dados, a presidente do CNJ e do STF, ministra Cármen Lúcia, destacou a transparência dada aos números do Judiciário. “O Poder Judiciário quer se mostrar, exatamente para se aperfeiçoar. O Poder Judiciário não tem nenhum interesse em se mostrar encoberto”, afirmou.

Presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luiz Fux defendeu a categoria dos magistrados no discurso.

“Que nós estejamos sempre atentos para atos de grandeza, mas também muito atentos para movimentos recentes que procuram minimizar, enfraquecer a figura do juiz, a instituição do Poder Judiciário. Há várias estratégias para se chegar a esse ponto. De sorte que a primeira reação é através de atos de grandeza. A segunda reação é termos consciência que a situação que está aí leva o Brasil ao naufrágio é só o Poder Judiciário pode levar nossa nação a um porto seguro”, declarou o ministro.

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TJ retorna Musafir para a SESAU e desbloqueia verbas estaduais da saúde

O presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), desembargador Eurípedes Lamounier, atendeu, nesta terça-feira (5/9), os pedidos da Procuradoria Geral do Estado (PGE) para suspender duas decisões da 1ª Vara dos Feitos das Fazendas e Registros Públicos da Comarca de Gurupi. Uma ordena o afastamento do secretário estadual, Marcos Musafir, das suas funções administrativas e outra bloqueia R$ 452,5 mil de verbas públicas da Secretaria Estadual da Saúde (Sesau).

O afastamento e o bloqueio foram determinados sob fundamento da “restauração e continuidade da Ordem Pública”, pelo “regular funcionamento do Hospital Regional de Gurupi, quando da contratação de médicos especialistas para realização dos plantões, bem como o fornecimento de alimentação e nutrição hospitalar”, bem como para “não interromper o funcionamento” do hospital.

A Procuradoria requereu a suspensão da decisão alegando a existência de um recurso do Estado contra a decisão que ainda não foi julgado pelo TJTO. Também argumenta que a liminar ocasiona lesão à ordem pública administrativa, jurídica e à economia pública. O órgão também sustenta que a determinação de nomeação de um substituto para o cargo revela ingerência do Judiciário e quebra o princípio da separação de poderes, uma vez que é vedado impor ao Executivo as prioridades que devam ser atendidas.

Para a Procuradoria a lesão à ordem administrativa se dá pelo “comprometimento” das atividades de toda a Secretaria de Saúde e “prejuízo à administração e serviços prestados” pelos dezessete hospitais estaduais. O órgão invoca ainda lesão à ordem jurídica ao defender que não teria havido a oitiva prévia do Estado, por seu representante judicial, antes da concessão da liminar.

Quanto à lesão à economia pública, o órgão aponta que ao último bloqueio de R$ 452.500,00 deferidos na liminar somam-se bloqueios que já passam do montante de R$ 1 milhão de reais usados para pagamento de plantões extras de médicos frustram as tentativas da Sesau de regularizar o serviço “acarretando um prejuízo enorme aos cofres públicos pela interferência na programação financeira da Secretaria”.

Análises

A decisão do presidente do TJTO sobre o desbloqueio ocorreu no processo número 0017836-66.2017.827.0000 e a do retorno do secretário, no processo de número 0017839-21.2017.827.0000.

No primeiro processo, ao conceder o desbloqueio dos recursos da Sesau, o presidente afirma que manter a decisão de primeira instância “implica em potencial lesão a economia pública, vez que importa em bloqueio de consideráveis recursos públicos para a garantia do pagamento de uma só categoria de servidores”. Também possui “potencial de inviabilizar a prestação de outros serviços públicos” e “acaba por traduzir em grave risco para a ordem econômica”.

Ao decidir sobre o retorno do titular da Sesau, o desembargador ressalta que “o abrupto afastamento” do secretário “acarretará grave impacto na administração” da Sesau e prejudicará o andamento dos serviços de assistência à saúde em Gurupi e demais hospitais públicos do Tocantins, “lesionando sobremaneira a ordem e a saúde pública”.

“Cumpre-se ter presente que a lesão à ordem pública é compreendida como sendo um prejuízo à normal execução do serviço público e ao devido exercício das funções da Administração pelas autoridades constituídas. Por sua vez, a lesão à saúde pública compreende todos os atos que coloque em risco a incolumidade física e mental da população”, afirma o presidente, na decisão.

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Energisa alerta os perigos de queimadas perto das redes de energia elétrica

O período de estiagem no Tocantins é também a época do ano em que aumenta o índice de queimadas. Quando está próximo às redes de distribuição de energia elétrica, o fogo pode trazer riscos para a segurança da população e também ameaçar o fornecimento de energia. Para se ter uma ideia, em agosto as linhas de distribuição que abastecem cerca de 50 cidades no Estado tiveram algum tipo de ocorrência com fogo em menor e maior proporção, e que podem ter influenciado na qualidade do fornecimento de energia.

Mesmo quando não causam interrupção no fornecimento de energia, as queimadas impactam nos serviços da concessionária, pois a Energisa desloca suas equipes para acompanhar a ocorrência de fogo próximo a rede de energia.

Fogo próximo às estruturas de transmissão ou distribuição de energia podem comprometer o abastecimento de cidades inteiras. Para provocar curtos-circuitos nas linhas de alta tensão não é necessário que as chamas encostem nos cabos elétricos. O calor das queimadas e o campo ionizado em volta desses fios são suficientes para criar um efeito chamado de arco-voltaico, que pode inclusive provocar rompimento de cabo.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em agosto deste ano, o Tocantins figura em 5º lugar no ranking dos estados brasileiros com maior número de focos de queimadas, com mais de 40 mil focos de incêndio em todo o Tocantins.

Para prevenir a ocorrência de queimadas próximas a rede de energia, a Energisa orienta sobre os riscos e cuidados que a população deve adotar quando identificar incêndios. O engenheiro de Segurança do Trabalho da Energisa, Delmindo Antonio Mendes e Souza, orienta que o mais importante é que a população não pratique queimadas, principalmente próximas às redes de energia elétrica. “Com este período seco e ventos fortes o fogo se espalha muito rápido. É muito importante ter atenção redobrada nesse período de estiagem e conscientizar as pessoas sobre a prevenção de queimadas, para evitar acidentes e falta de energia elétrica”, explica. O engenheiro alerta que caso o calor ou o fogo provoquem o rompimento de cabos a população deve manter distância e ligar imediatamente para a Energisa no 0800 721 3330 (gratuito).

Legislação

O Decreto Federal nº 2.661/98 proíbe o uso do fogo em qualquer tipo de vegetação em um raio de 15 metros dos limites das faixas de segurança das linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica, de 100 metros ao redor de subestações e 25 metros ao redor da área de domínio de estações de telecomunicações. Em área urbana a utilização do fogo é proibida e perigosa, porém não impede que as pessoas façam as queimadas constantemente.

Dicas para o convívio adequado entre rede elétrica e queimadas:

· Não realize queimadas em áreas próximas às redes elétricas;

· Procure fazer “aceiros” para controlar o fogo;

· Respeite a “faixa de servidão” ao realizar o plantio;

· Não solte balões. Além de ser proibido por Lei, o balão provoca incêndios;

· Não jogue pontas de cigarro acesas, latinhas de metal ou vidro nas matas ou em acostamentos das rodovias. Muitos incêndios surgem desse ato;

· Ao identificar um foco de incêndio, avise a Guarda Florestal e o Corpo de Bombeiros. Se for às margens de uma rodovia, ou próximo de uma rede elétrica avise também a Energisa;

· Não faça queimadas sem autorização do Naturatins.

Para casos de focos de incêndios próximos às redes elétricas e subestações, entre em contato com a Energisa gratuitamente pelo aplicativo Energisa On, no ícone ‘reportar um problema’, ou ligue para 0800 721 3330.

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Estado tem prazo de 5 dias para regularizar fornecimento de merenda em escola

Um prazo de cinco dias foi dado pela Justiça para a Secretaria de Educação (Seduc) regularizar a oferta de merenda escolar para os estudantes de Abreulândia, região central do estado. O fornecimento de alimentação, segundo o Ministério Público, está acontecendo de maneira irregular e, além disso, os estudantes são proibidos de entrar na escola com lanches.

A irregularidade foi informada por denúncia anônima na Promotoria de Justiça de Paraíso do Tocantins. O MPE verificou que em agosto a escola ofereceu a merenda durante 11 dias e que a falta do alimento é rotineira. Para setembro há uma previsão de abastecimento durante sete dias.

O problema ocorre no Colégio Estadual São Pedro, que atende cerca de 430 alunos. Segundo foi apurado pela Promotoria de Justiça, a falta de refeições ocorre devido a insuficiência dos repasses pelo Estado, pois os valores não são atualizados há diversos anos. A denúncia sobre o caso foi feita na última quinta-feira (31).

Segundo o Ministério Público, além de não receber comida na escola, a maioria dos alunos é da zona rural e há uma normativa proibindo a entrada de alimentos levados de casa.

O prazo de cinco dias para que a merenda seja reestabelecida passa a contar a partir do momento em que o Estado for notificado. Em caso de descumprimento, o governo poderá receber multa diária de R$ 1 mil, cumulativa até o limite de R$ 72 mil.

Outro lado

A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) informou que realiza repasse mensal dos recursos financeiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), conforme determina a lei, a todas as unidades escolares da rede de ensino, bem como complementação do tesouro estadual.

Sobre a escola de Abreulândia, a Seduc ressalta que já repassou da 1ª à 7ª parcelas do Pnae creditadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da 1ª à 7ª parcelas da complementação do tesouro nacional.

“Objetivando regularizar possíveis falhas foi creditada, ainda, uma parcela extra no mês de junho e encontra-se em trâmite de pagamento outra parcela extra, a ser creditada a qualquer momento”, diz a nota.